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Saimbeyli (Haçin) Bölgesindeki Harpler

4. GÜNEY CEPHESİ’NDE GAYRİNİZAMİ HARP ÖRNEKLERİ VE

4.5. Adana ve Çevresinin İşgaline Karşı Direniş

4.5.4. Adana Doğu Cephesi’nde İşgale Karşı Direniş

4.5.4.6. Saimbeyli (Haçin) Bölgesindeki Harpler

A organização da manutenção exige um sistema informático da gestão da informação. Pode-se afirmar que as novas tecnologias de informação e software de gestão da manutenção, são hoje ferramentas indiscutíveis para apoio à gestão da manutenção.

Para Grilo Tavares (2008), as modernas tecnologias de informação e comunicação e, nomeadamente o BIM (Bulding Information Model), permitem estabelecer novos ambientes de cooperação e coordenação: facilitando a representação, a visualização e a simulação a 3D;

incluindo informação relevante e verificação de condições funcionais e normas; e especificação de dados sobre a constituição, modelação, avaliação e gestão do empreendimento.

Esta investigação inclui uma abordagem mais extensa à tecnologia BIM (Capítulo 4). Trata-se de uma metodologia inovadora de gestão da informação no projeto, construção, operação e manutenção em edifícios, ou seja, ao longo do seu ciclo de vida. A metodologia BIM envolve-se em múltiplas especialidades e pode ser implementado em distintos contextos dimensionais de edifícios, desde pequenas moradias, grandes edifícios de escritórios, hospitais, centros comerciais, escolas, hotéis, estádios, aeroportos, entre outros. Esta temática foi alvo de uma pesquisa detalhada, no sentido de apurar contribuições do BIM para a eficiência da gestão da manutenção em edifícios. O objetivo nesta investigação foi dar um especial relevo ao conceito da tecnologia BIM e inferir os benefícios da sua aplicação na gestão da manutenção em edifícios, nomeadamente, evidenciar contributos na modelação da gestão da manutenção considerando os paradigmas Lean, Agile, Resilient e Green.

Para a gestão da manutenção existem outras aplicações informáticas que podem constituir ferramentas com alguma evidência, desde que devidamente enquadradas na realidade da organização.

O uso do computador e o desenvolvimento de ferramentas informáticas para a gestão da manutenção desencadeou-se nos finais dos anos 70. Na sua maioria, as aplicações informáticas que muitas organizações utilizavam para a manutenção na década de 1980, dependiam de bases de dados centrais que continham informação relativa às avarias, reparações e atividades da manutenção.

Khosrowshahi e Alani (2011) relatam que o uso de computadores para a gestão da manutenção começou na década de 1970 e, no início de 1980 muitas organizações e departamentos de manutenção usavam sistemas de manutenção baseados em computador, muitos dos quais usando bases de dados com informação de reparações e manutenção.

Um software de gestão da manutenção é frequentemente designado pelas siglas CMMS (Computerized Maintenance Management System) ou GMAC (Gestão da Manutenção Assistida por Computador).

Este tipo de ferramenta tem vindo a difundir-se nas organizações, e é hoje uma aplicação corrente nas organizações que pretendem ver a sua gestão da manutenção otimizada, nomeadamente em edifícios, onde se evidenciam vantagens significativas. A implementação de sistemas informáticos na gestão da manutenção em edifícios poderá ter um impacto relevante na melhoria dos resultados da gestão, produtividade, eficiência e certificação da organização.

Diversos autores de referência na área da manutenção, apresentam de forma generalizada a utilização de sistemas informáticos como meios de colocar em funcionamento as melhores práticas, ao menor custo. Mas, Barata (2004), refere que um software está sujeito ao seu desenvolvimento e implementação, à definição e enquadramento global do sistema de informação.

Gonçalves e Mortal (2005) referem que os sistemas informáticos orientados para o apoio à manutenção de hotéis, à semelhança de sistemas informáticos para a indústria em geral, têm como objetivos a organização e a otimização da manutenção. Consistem no processamento de dados relativos aos equipamentos e instalações, estabelecendo planos sistemáticos para as ações de manutenção preventiva, na emissão de ordens de trabalho, no registo de ocorrência de falhas, na constituição de histórico, entre outros. Estes mesmos autores julgam vantajosas as aplicações de sistemas CMMS que permitam o acesso a registos com os diagnósticos de falhas ocorridas, incluindo as descrições de como as falhas foram identificadas, respetivas causas, recursos utilizados e toda a informação que possa ser considerada útil para assistir as atividades da manutenção.

Um software CMMS pode constituir uma ferramenta de apoio a adotar para melhorias práticas na gestão da manutenção em edifícios, no entanto, está sujeito à parametrização e enquadramento global do sistema de informação. Na seleção de um CMMS para edifícios, dever-se-á garantir a sua adequada funcionalidade, face aos requisitos específicos da gestão da manutenção em função do tipo de instalação.

Barata (2004) apresenta seis funções essenciais que um CMMS deverá ter: • Gestão simples de ordens de trabalho;

• Planeamento;

• Calendarização/agenda; • Orçamento/custo;

• Gestão de sobressalentes/combustíveis; • Indicadores de desempenho.

Para Smith e Hawkins (2004), um CMMS pode otimizar os trabalhos e quantificar as necessidades dos sistemas. Perante uma postura TPM (Total Productive Maintenance) poder-se-ão substituir predominantes atuações reativas de manutenção corretiva, pelas atuações pró-ativas de manutenção preventiva. Neste contexto, o CMMS proporciona um melhor discernimento dentro da empresa.

De um modo muito generalista, a metodologia e funcionalidades do CMMS deverão sustentar os seguintes objetivos:

• Gestão das atividades de manutenção (preparação, planificação, execução, etc.); • Gestão de materiais e equipamentos;

• Gestão dos stocks e aprovisionamentos; • Gestão da subcontratação de trabalhos; • Gestão económica (ventilação dos custos); • Gestão dos investimentos;

A manutenção necessita de recorrer a documentação variada para gerir as atividades que tem a seu cargo. Por outro lado, necessita da consulta a documentação técnica para obter informações diversas referentes ao edifício, às suas instalações, sistemas e equipamentos, de modo rápido e preciso, no decorrer da sua atividade. Um software CMMS pode constituir um auxiliar precioso, não só, na gestão de dados inseridos no sistema, como também na consulta de documentos digitalizados e possíveis de visualizar, mediante uma pesquisa.

Um software CMMS pode também auxiliar a gestão da manutenção no que diz respeito à programação das tarefas com antecedência, no planeamento dos métodos e na garantia dos recursos necessários para as intervenções de manutenção a executar. Na ótica da manutenção preventiva, um CMMS programa as intervenções baseadas no tempo de acordo com o plano de manutenção que contem as atividades de manutenção específicas tendo em conta as características e a disponibilidade do equipamento. O programa e o plano de manutenção determinam a qualidade do trabalho da manutenção. Contudo, também para a manutenção corretiva, o devido planeamento de métodos e procedimentos, a garantia de sobressalentes e ferramentas, são algumas das funções que podem ser assistidas pelos CMMS.

O software de gestão da manutenção, cada vez mais, possibilita a avaliação e estimativa de indicadores de desempenho da gestão e eficiência da atuação da própria manutenção e da operação de sistemas e equipamentos.