4. GÜNEY CEPHESİ’NDE GAYRİNİZAMİ HARP ÖRNEKLERİ VE
4.5. Adana ve Çevresinin İşgaline Karşı Direniş
4.5.4. Adana Doğu Cephesi’nde İşgale Karşı Direniş
4.5.4.1. Kozan Cephesindeki Harp ve Kozan’ın İşgal’den Kurtarılması
A construção é uma atividade ligada inseparavelmente às necessidades humanas. Por sua vez, a construção de um edifício tem de responder a um conjunto de exigências, necessidades, regras, ditadas pela circunstância da sua localização e dos utentes, de acordo com determinados níveis de satisfação pré-definidos.
A construção de um edifício é geralmente considerada como um investimento suscetível de gerar ganhos quer sejam financeiros, de bem-estar ou ainda de estatuto social. Assim, de modo a que se possa usufruir desses ganhos, é necessário considerar os custos associados à sua exploração, por exemplo, associados à manutenção, que adiem a obsolescência técnica e funcional dos seus componentes e sistemas.
Rocha (2005) considera que os arquitetos e as equipas projetistas dos edifícios têm uma importância capital na escolha adequada dos materiais e das soluções construtivas em termos de durabilidade e funcionalidades, assim como na previsão de acessibilidades, em condições de segurança, para a execução das operações a implementar durante a vida útil dos edifícios.
Segundo o Regulamento (UE) n.º 305/2011 de 9 de março de 2011 (revogou a Diretiva 89/106/CEE de 21 de Dezembro), são sete as exigências essenciais que os edifícios devem satisfazer: a resistência mecânica e estabilidade; a segurança contra o risco de incêndio; a higiene, saúde e ambiente; a segurança e acessibilidade na utilização; a proteção contra o ruído; a economia de energia e isolamento térmico; e a utilização sustentável dos recursos naturais. Neste regulamento é referido que os edifícios devem, no seu todo e nas partes separadas de que se compõem, estar aptos para o uso a que se destinam, tendo em conta a saúde e a segurança das pessoas envolvidas durante todo o ciclo de vida. Os edifícios devem satisfazer, em condições normais de manutenção, os requisitos básicos durante o período de vida útil economicamente razoável.
Rocha (2005), na sua investigação (Metodologias de conceção arquitetónica com base na perspetiva da manutenção), estabelece as seguintes denominações relativas às exigências funcionais dos edifícios que devem ser garantidas, ao nível do projeto, construção e utilização:
• Segurança - todas as condições de segurança e proteção da vida dos seus utentes e a sua integridade física;
• Conforto - todas as condições de habitabilidade e exigências primárias de vida dos utentes;
• Adaptabilidade - todas as condições de flexibilidade e ajustamento dos elementos do sistema construtivo e respetivos espaços do edifício à vida dos utentes;
• Perceção - todos os aspetos que possam ser quantificáveis na organização do espaço; • Durabilidade - todas as condições que permitam que os diferentes elementos do sistema
construtivo possam desempenhar durante o período de vida útil, as funções para as quais foram projetados;
• Economia - todas as condições de viabilidade dos custos inerentes do uso por parte dos utentes.
A gestão de edifícios desempenha cada vez mais um papel importante, pois tem como principal objetivo, caracterizar todo o conjunto de ações, procedimentos, que são necessários afetar a um edifício após a sua construção, de forma a otimizar o seu desempenho.
Embora o nível mínimo de qualidade dependa das exigências iniciais definidas no projeto, é um parâmetro importante na contabilização de custos durante a utilização do edifício. Um nível mínimo de qualidade mais exigente corresponde, necessariamente, a maiores encargos de manutenção. Assim, interessa encontrar em simultâneo, um nível que satisfaça às exigências dos utentes e a otimização dos custos.
Rocha (2005) aponta algumas das principais causas fundamentais da falta de qualidade dos edifícios. Atualmente, os motivos da existência de problemas na construção de edifícios, devem-se essencialmente à falta de otimização do conhecimento, à falta de informação técnica cuidada, à
aplicação de novos materiais sem um estudo aprofundado sobre as respetivas especificações técnicas e sua durabilidade e manutenção, e à rapidez de execução dos projetos exigida às equipas projetistas.
Visando a satisfação das exigências funcionais dos edifícios, importa referir a importância da sua manutibilidade e de todos os seus equipamentos e sistemas, ou seja, a capacidade destes receberem manutenção. Relacionado com a manutibilidade dos edifícios está tudo o que poderá influenciar a sua aptidão para receber manutenção (facilidade de acesso, condições de segurança, precisão, economia). A manutibilidade está também relacionada com a rapidez e facilidade com que as intervenções de manutenção podem ser realizadas.
Dessouky et al. (2002) apresentam uma metodologia baseada num modelo de simulação e desenhos de experiência (Taguchi), com o objetivo de minimizar os custos de manutenção em edifícios, integrando políticas de manutenção no processo de projeto e construção do edifício. Esta metodologia identifica os requisitos de qualidade para a manutenção a integrar nas fases de projeto e de construção com a intenção de minimizar os custos de manutenção ao longo da vida útil do edifício. Com esta metodologia, Dessouky et al. (2002) admitem conseguirem-se edifícios de fácil manutenção, isto é, de elevada manutibilidade.
A relação entre os utilizadores dos edifícios e o desempenho das suas instalações, está a tornar- se cada vez mais importante. Segundo Lee e Scott (2009), atualmente existem algumas dificuldades em gerir as estratégias de manutenção nos edifícios, pois, tanto os utentes como a gestão de topo das organizações gestoras dos edifícios, têm altas expectativas no seu desempenho.
Para Lee e Scott (2009) existem quatro principais aspetos que são essenciais no processo operacional da gestão da manutenção em edifícios. São as políticas e estratégias da manutenção, a gestão estratégica da manutenção do edifício, o impacto da gestão da instalação na manutenção do edifício e o desempenho da gestão do edifício.
Lee e Scott (2009) apontam que a gestão dos processos operacionais da manutenção nos edifícios é fundamental para proporcionar um melhor ambiente para os clientes e utilizadores dos edifícios.
No âmbito dos edifícios e instalações prediais, a importância da manutenção também deve ser encarada como um fator de diferenciação nos serviços prestados, pois uma paralisação ou falha nas instalações tem efeito direto na imagem da empresa. Em Linzmayer (2004) é referido que a falta de manutenção gera transtornos, prejuízos e problemas graves que poderiam ser evitados, ou minimizados, com um programa de gestão da manutenção eficiente e desenhado para prevenir avarias, desgastes e acidentes. Também a falta de planeamento estratégico e tático da manutenção, pode comprometer aspetos comerciais, operacionais ou funcionais, na eventualidade de desviar recursos financeiros, humanos e materiais para sarar problemas urgentes que deveriam ser tratados como atuações preventivas, adaptações ou melhorias programadas. Os edifícios compreendem serviços específicos que podem ou não ser diretamente percebidos pelos
clientes e/ou pelos seus utilizadores. Contudo, há também serviços percetíveis diretamente apenas pelos funcionários, fornecedores ou colaboradores de setores internos. Com um correto planeamento da manutenção, as atividades podem tornar-se ocultas ou dissimuladas tanto para os clientes como para a maioria dos funcionários internos.
A qualidade dos serviços prestados e dos produtos oferecidos aos clientes é um dos principais fatores para o desempenho e sobrevivência de uma organização. Linzmayer (2004) diz existir uma tendência mundial no sentido de atender, plenamente (e até superar), as expetativas dos consumidores e clientes em relação à qualidade, nomeadamente, utilizando fatores diferenciais e decisivos na conquista e permanência no mercado. Este autor refere ser necessário que a manutenção se envolva também com a satisfação e a segurança dos utilizadores e frequentadores dos serviços, que afetam diretamente a imagem da empresa.