1.4. Hüsün ve Kubuh
1.4.4. Kelâmî Ahlâk Açısından Mezheplerin Görüşlerinin Kritiği
Para analisar a perspectiva de docentes que ministraram os cursos de formação continuada em educação musical apoiada pela Educação a Distância via Internet, na modalidade semipresencial, adotei a técnica do grupo focal. Além de considerá-la como o
recurso metodológico adequado para a obtenção dos dados requeridos, atendia a fatores organizacionais, logísticos e humanos da pesquisa (local, data, convergência de agendas dos sujeitos pesquisados, disponibilidade pessoal de tempo e financeira).
Morgan (1988) caracteriza o grupo focal como uma técnica “específica dentro de uma categoria mais ampla de entrevistas grupais para coletar dados qualitativos” (p.12). Cohen, Manion & Morrison (2000) concordam, mas a diferenciam das entrevistas individuais ou em grupo. O grupo focal entende o ser humano como indivíduo ao invés de um sujeito de pesquisa, e o conhecimento como gerado entre as pessoas, o que pode ocorrer muitas vezes por meio de conversações (KVALE, 1996, p.11, apud COHEN, MANION & MORRISON, 2000, p.267). Assim, uma entrevista é “uma troca de visões entre duas ou mais pessoas sobre um tópico de interesse mútuo”, a interação humana é central na produção do conhecimento – que é socialmente situado – e, por isso, o conhecimento é intersubjetivo (nem subjetivo, nem objetivo) (ibidem).
A técnica de grupo focal tem sido amplamente utilizada nas áreas da saúde, psicologia, educação, serviço social e sociologia (GATTI, 2005, p.15), e tem suas raízes principalmente no marketing (MORGAN, 1988). Para Powell & Single (1996, p.103 apud GATTI, 2005), o grupo focal consiste em “um conjunto de pessoas selecionadas e reunidas por pesquisadores para discutir e comentar um tema, que é o objeto de pesquisa, a partir de sua experiência pessoal” (p.7). Para tanto, o grupo focal realiza uma atividade coletiva – entre as quais “examinar um texto sobre algum assunto, ou debater um conjunto particular de questões” (ibidem). Morgan (1988) aponta como ponto forte da técnica de grupo focal
...a oportunidade de coletar dados da interação em grupo. O ponto não é, obviamente, gravar apenas uma interação, mas sim uma interação que se concentra nos tópicos de interesse do pesquisador. Se tudo corre bem, focalizar a discussão do grupo em um único tópico apresenta material que não apareceria tanto em conversações casuais entre os participantes ou em respostas ao pesquisador sobre questões pré-concebidas. (p.21)
Ao comparar o uso da técnica do grupo focal às observações, entrevistas individuais e questionários, Gatti (2005) sugere que o grupo focal apresenta algumas vantagens em relação aquelas técnicas:
Comparado à observação, um grupo focal permite ao pesquisador conseguir boa quantidade de informação em um período de tempo mais curto. [...] Comparado à entrevista individual, ganha-se em relação à captação de processos e conteúdos cognitivos, emocionais, ideológicos, representacionais, mais coletivos [...]. Quanto ao uso de questionários, o grupo focal, ao propiciar a exposição ampla de ideias e perspectivas, per- mite trazer à tona respostas mais completas e possibilita também verificar a lógica ou as representações que conduzem à resposta. (ibid. p.10)
Morgan (1988) distingue o grupo focal da observação participante e das entrevistas individuais, situando-o entre “as duas técnicas mais frequentes de coleta de dados qualitativos”:
Visto que o pesquisador define os tópicos das discussões, o grupo focal é mais controlado do que a observação participante e, devido à natureza da interação do grupo que define a participação do participante, o grupo focal é menos controlado que a entrevista individual. (p.21-22).
As entrevistas também podem ser realizadas em grupo, mas há uma diferença entre o papel do entrevistador no grupo focal e na entrevista grupal. Segundo Gondim (2002), na entrevista grupal o entrevistador é mais diretivo e tem uma relação “diádica” com cada membro, e no grupo focal o entrevistador é o facilitador “do processo de discussão”, enfatizando os “processos psicossociais que emergem, ou seja, [o] jogo de interinfluências da formação de opiniões sobre um determinado tema” (p.4).
A justificativa da adoção desta técnica na presente pesquisa baseia-se em alguns pontos levantados por Morgan (1988) sobre a perspectiva dos participantes:
O objetivo é obter observações que dêem ao pesquisador um entendimento da perspectiva dos participantes sobre o tópico de interesse. Este contexto pessoal pode ser baseados nos papéis sociais e categorias dos participantes, ou ter sua raiz em suas experiências individuais. De qualquer forma, o ponto de conduzir uma entrevista grupal [ou grupo focal] é colocar em contato um diferente número de perspectivas. Sem a interação ao redor de um tópico fornecido por uma entrevista, os indivíduos estão seguros em sua visão de mundo, e não acontece o mesmo esforço necessário para explicar ou defendê-la para alguém outro que vê o mundo de forma diferente. Utilizar grupos focais para criar tais interações dá ao pesquisador um conjunto de observações que é difícil de obter por meio de outros métodos. (p.55)
Morgan (1988) também aponta quatro elementos que precisam ser considerados na eficácia dos grupos focais: abrangência (cobrir o máximo de tópicos relevantes), especificidade (prover dados que sejam os mais específicos possíveis), profundidade (deve incentivar interações que explorem os sentimentos dos participantes em alguma profundidade) e contexto pessoal (considerar o contexto pessoal que os participantes usam ao gerar suas respostas ao tópico abordado) (p.54).
A estrutura geral desta pesquisa pode referenciar-se a um dos designs metodológicos possíveis quando é utilizada a técnica de grupo focal:
Em combinação com outros métodos, os grupos focais podem ser utilizados tanto como uma pesquisa preliminar para preparar para questões específicas de um projeto mais amplo, ou como pesquisa para confirmação visando esclarecer ou aprofundar resultados de outros dados. (MORGAN, 1988, p.24)
Podem ser úteis em análises por triangulação ou para a validação de dados, ou podem ser empregados depois de processos de intervenção, para o estudo do impacto destes ou, ainda, para gerar novas perspectivas de futuros estudos. (GATTI, 2005, p.12)
A apropriação destes fatores é pertinente a esta pesquisa visto que ela estuda ganhos e dificuldades de cursos em educação musical em contexto orquestral. Este tema origina-se na área da administração, e até o momento de conclusão desta tese não haviam sido encontradas outras pesquisas na área de educação musical sobre o mesmo tema. Além do ineditismo do tema, a população e contexto também não tem sido alvo de muitas pesquisas (cursos para professores do ensino básico em um ambiente não formal, no âmbito de instituição cultural que trabalha com música orquestral).
Além disso, Morgan (1988) sugere que, na combinação de grupos focais com entrevistas individuais, pode-se solicitar aos indivíduos “que respondam a segmentos transcritos em suas entrevistas” (p.30) – o que, no caso da presente pesquisa, também comprova a propriedade da estrutura geral. Assim, primeiramente foi realizado o grupo focal, cujos dados foram transcritos e analisados para elaboração de categorias temáticas e questões de aprofundamento; em seguida, estas categorias e questões nortearam as entrevistas semiestruturadas individuais. Para Morgan (1988),
...existem razões para conduzir grupos focais antes e depois de entrevistas individuais, e inclusive circunstâncias nas quais alguém pode querer alternar entre os dois métodos. O ponto importante é que o objetivo da triangulação é fortalecer o projeto de pesquisa, independentemente de qual método seja a fonte primária de coleta de dados. (p.31)
Cabe também tecer algumas considerações sobre os participantes dos grupos focais. Conforme já mencionado, o design desta pesquisa implicou na participação de docentes que ministraram aulas nos cursos. Com esta amostra, foi necessário atentar a dois aspectos: o relacionamento (nível de conhecimento) do pesquisador (moderador do grupo) com as participantes do grupo e entre elas. Gatti (2005) menciona que a literatura recomenda que não sejam agrupadas pessoas que “se conhecem muito, ou que conheçam o moderador do grupo” (p.21). O conhecimento mútuo pode gerar atuações “em bloco” e “subgrupos de controle que monopolizam ou paralisam a discussão, [...] inibir manifestações e coibir a espontaneidade”, diminuindo a “multiplicidade de ideias e a manifestação de valores diferentes”. Já “o conhecimento do moderador por um ou vários membros pode eliciar comportamentos de cumplicidade, ou de uso de poder, de contenção na participação, ou de desconfiança por parte dos demais” (ibidem). Na presente pesquisa, tanto as docentes participantes se conheciam, devido aos trabalhos realizados em conjunto nos cursos da
CPE/Osesp, como também conheciam a pesquisadora, que atuou como moderadora40. A profundidade das relações de trabalho e amizade entre algumas docentes e entre algumas delas e a pesquisadora era relativamente elevada, e necessitou de cuidados profissionais e éticos para que os tópicos abordados fluíssem sem constrangimento, com sinceridade e veracidade. Entretanto, esta familiaridade parece ser compatível com os três atributos dos “etnógrafos” no papel de pesquisadores (WOODS, 1986, apud COHEN, MANION & MORRISON, 2000). Ou seja, podem indicar que a familiaridade não é tão problemática a ponto de invalidar uma pesquisa:
Confiança. Deve haver um relacionamento entre o entrevistado e o entrevistador que transcende a pesquisa, que promove um elo de amizade, um sentimento de “estar junto” e a busca conjunta por uma missão comum que extrapola os egos pessoais.
Curiosidade. Deve haver um desejo de conhecer, de aprender sobre as visões e percepções sobre os fatos, de ouvir suas histórias, descobrir seus sentimentos. Esta é a força motora e deve ser muito forte, que orienta os pesquisadores a tentar resolver e superar as muitas dificuldades envolvidas em elaborar e conduzir entrevistas de sucesso.
Naturalidade. Como em uma observação que alguém empreende
discretamente de modo a testemunhar os eventos como eles são, sem que estas ações e a presença os corrompam, também assim nas entrevistas o objetivo é garantir/proteger o que está na mente dos entrevistados, sem ser influenciado ou afetado pelo entrevistador. (p.268)
Como o número total de indivíduos participantes de pesquisas qualitativas com grupos focais jamais é representativo da população e, por isso, não possibilita generalização (MORGAN, 1988, p.44), confirma-se a propriedade em adotar como metodologia geral o estudo de caso, trabalhando com docentes que possuem diferentes experiências nos cursos. Comprovadamente esta metodologia não possibilita abarcar as perspectivas de uma população maior, mas é possível que um grupo selecionado randomicamente “compartilhe algumas perspectivas sobre o tópico”. Portanto, um “bom conselho” seria “concentrar-se nos segmentos da população que proverão a informação mais significativa” (ibid., p.45), como foi realizado na presente pesquisa. A realização de um único grupo focal nesta pesquisa deveu-se ao número reduzido de sujeitos que atenderam a todos os critérios e tinham disponibilidade para participar.
40 Apenas uma docente (Lavanda) não compartilhou os mesmos cursos com as demais docentes que participaram da
pesquisa. A docente que participou da entrevista posterior (Tulipa) compartilhou três cursos com as docentes do grupo focal. Os cursos são: Primavera e Margarida: Primeira infância e ed. infantil (2002) (embora com pouca integração entre as docentes, sem EaD); Girassol e Tulipa: Música orquestral em sala de aula: o conhecimento na prática I (2004) (totalmente compartilhado, inclusive no planejamento, e com EaD); Margarida e Tulipa: Curso I para professores com formação musical (2006) (totalmente compartilhado, inclusive no planejamento, e com EaD); Primavera e Girassol: Curso III para professores sem formação musical, 2006 (totalmente compartilhado, inclusive no planejamento, e com EaD).
Além dos cuidados na seleção dos participantes dos grupos focais e posteriores entrevistas semiestruturadas, foi importante atentar também para a estrutura e organização metodológica na sua realização. Gatti (2005) recomenda que não haja preparação dos participantes para o grupo focal (p.13), ou seja,
...eles devem ser informados de modo vago sobre o tema da discussão para que não venham com ideias pré-formadas ou com sua participação preparada. Saber com antecedência precisamente o que se vai discutir – por exemplo, as questões que o moderador irá colocar, ou o roteiro – propicia a formação de opiniões prévias que podem interferir nas discussões (ibid. p.23).41
Porém, ao mesmo tempo, “o problema precisa estar claramente exposto, e a questão ou questões a serem levadas ao grupo para discussão” – assim, é importante criar um “roteiro preliminar de trabalho com o grupo: o que se vai solicitar dele, tendo claro o que se está buscando compreender” (p.17). Este roteiro deve ser flexível, em caráter semi- estruturado em termos de processo de aplicação e também possibilitar a inclusão de questões emergentes ou a supressão de algumas inicialmente previstas. Esta flexibilidade relaciona-se com uma das principais características do grupo focal: o princípio da “não diretividade”. Ao mesmo tempo, deve-se cuidar para que não haja uma “não diretividade absoluta”, pois o moderador precisa fazer “encaminhamentos quanto ao tema”, “intervenções que facilitem as trocas” e “procurar manter os objetivos de trabalho do grupo” (p.9). Trata-se não de realizar uma entrevista coletiva, mas sim de criar condições para que o grupo
...se situe, explicite pontos de vista, analise, infira, faça críticas, abra perspectivas diante da problemática para o qual foi convidado a conversar coletivamente. A ênfase recai sobre a interação dentro do grupo e não em perguntas e respostas entre o moderador e membros do grupo. A interação que se estabelece e as trocas efetivadas serão estudadas pelo pesquisador em função de seus objetivos. Há interesse não somente no que as pessoas pensam e expressam, mas também em como elas pensam e porque pensam o que pensam (ibid. p.9).
Whyte (1982), apud Cohen, Manion & Morrison (2000, p.280), aponta seis procedimentos (atitudes, falas, gestos, etc.) do pesquisador que vão dos menos diretivos (primeiro procedimento adiante) aos mais diretivos: fazer ruídos encorajadores; refletir
41 Mesmo que não sejam fornecidos detalhes do assunto, e que seja informado apenas o tema geral, é improvável que os
participantes não pensem no que falarão no grupo, desde o momento do convite até o grupo. Por exemplo, uma das docentes participantes mencionou que havia pensado nos cursos ministrados no dia anterior ao grupo focal. Outra questão: eu levei água e chocolate para o grupo, pois o horário seria muito perto do almoço e as participantes estavam em atividade desde as 8h00 da manhã (devem ter tomado café muito cedo). Morgan (1988) menciona inclusive que alguns indivíduos são muito específicos em uma pesquisa podem receber remuneração (p.45-46); portanto, o procedimento que adotei não precisa necessariamente ser visto como influenciador.
sobre comentários feitos pelo informante; aprofundar o último comentário feito pelo informante; aprofundar uma ideia que antecedeu o último comentário do informante; aprofundar uma ideia expressada muito antes na entrevista; e introduzir um novo tópico.
E, no caso do grupo focal, a atuação ou envolvimento/diretividade do moderador será relativamente baixa – “é melhor deixá-los falar por si mesmos” (MORGAN, 1988, p.49), embora isso possa levar a um grupo “desorganizado” e a um conjunto de dados emergentes diferentes dos inicialmente previstos. Além disso, existirá a possibilidade de alguns tópicos previstos para a pesquisa não virem à tona (ibid, p.50-51). Neste sentido, parece que o equilíbrio entre a moderação, a não diretividade e a diretividade seja crucial para o sucesso de um grupo focal. Também pode ser importante estruturar algumas questões norteadoras, como uma lista que possibilite verificar se todas as perguntas prévias estão sendo abordadas ou se são realmente relevantes, enquanto novas surgem. A construção das questões pode considerar lembretes e aprofundamentos (MORRISON, 1993, p.66). Os lembretes permitem esclarecer tópicos ou questões, enquanto os aprofundamentos permitem solicitar elaborações, adições, detalhamentos para esclarecer ou qualificar as respostas, assim acessando sua riqueza, profundidade, abrangência e honestidade – alguns dos diferenciais de entrevistas efetivas.
Morgan (1988) sugere alguns elementos para norteadores, os quais devem ser apresentados na introdução (p.51-57):
- Legitimar o direito dos membros do grupo ao anunciar: ‘se você tiver tendência a se afastar do foco, alguém do grupo vai puxar a discussão de volta – eu posso fazê-lo se necessário, mas normalmente alguém de vocês tomará conta da situação por mim’;
- Dar uma ‘dica’ sobre como lidar com um problema básico: ‘se o grupo não tiver mais o que falar, lembrem-se do objetivo/tema da pesquisa e que quero ouvir o máximo possível de diferentes pontos de vista. O que então normalmente acontece é que alguém vai pensar em algo que ainda não apareceu e então contar a história, o que vai reascender a discussão’;
- Enfatizar que quer o máximo de pontos de vista diferentes: ‘se você vivenciou algo um pouco diferente, então é exatamente isso que quero ouvir. Muitas vezes alguém diz: ‘eu penso que minha experiência é diferente de todos...’ e então descobre que as mesmas coisas ocorreram para outras pessoas também, mas ninguém mencionaria se alguém não o trouxesse a tona’.
- Os participantes não devem simplesmente concordar com o outro porque a experiência que tiveram foi semelhante, mas devem contar o que aconteceu: ‘há sempre algo único na experiência de cada pessoa’.
- Todas as experiências são igualmente importantes: ‘não há realmente respostas certas ou erradas [...]. Se houvesse, eu pediria aos especialistas [ou verificaria na literatura já existente]. Ao invés disso, quero aprender da sua experiência’.
ouvir é...”. Depois este tipo de interferência precisa ser analisado separadamente: o que surgiu espontaneamente e o que foi introduzido pelo pesquisador.
- Regras básicas: uma pessoa fala a cada vez, evitar conversas paralelas, todos devem participar com a mesma frequência e intensidade.
Além disso, Gatti (2005) sugere a participação de um observador – aqui denominado “docente observadora” – cujo papel é assistir ao pesquisador na busca de informações complementares, anotando “momentos importantes, falas significativas, [...] trocas e monólogos, dispersões, distrações, cochichos, alianças, oposições, etc.” (p.27). Esta pessoa não participa das discussões do grupo focal, mantendo-se a parte (embora junto ao grupo) para observar e registrar os pontos acima mencionados. Os registros são analisados junto com as gravações e transcrições do grupo focal, podendo acrescentar
insights relevantes.
Questões éticas também devem ser observadas, principalmente no que diz respeito à preservação do anonimato (atribuição de codinome) e solicitação de anuência aos procedimentos da pesquisa com consentimento verbal para a publicação dos resultados (COHEN, MANION & MORRISON, 2000, p.292). Com a permissão das participantes, o trabalho pôde ser gravado em áudio (fita cassete e MD).
Como nesta pesquisa foi realizada uma análise logo após o primeiro grupo focal, também foi necessária uma observação cuidadosa dos resultados, os quais foram tendo em vista possíveis interferências.