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Görsel Öğelerin Sayfa İçerisine Etkili Biçimde Yerleştirilmesi:

BÖLÜM III: YÖNTEM 3.1 Araştırmanın Model

50 YIL ÖNCEKİ DÜĞÜN GÜNÜMÜZDEKİ DÜĞÜN

A) Abbasi Devleti B) Gazneli Devleti C) Karahanlı Devleti D) Selçuklu Devlet

4.4. GÖRSEL ÖĞELERİN ETKİLİ KULLANILMAS

4.4.3. Görsel Öğelerin Sayfa İçerisine Etkili Biçimde Yerleştirilmesi:

Compreender o que tem sido feito pela enfermagem no sentido de responder aos desafios do envelhecimento populacional, foi imprescindível para a construção de cenários futuros para 2025. A análise do cenário atual permitiu entender os caminhos que nos levarão a impactar o futuro da Enfermagem, a saúde da população em geral e dos idosos em particular.

A criação de cenários futuros se revelou uma interessante metodologia para projetar as possibilidades a partir da identificação das questões que constituirão o “nó crítico”, ou seja, os pontos aos quais se deverá dar prioridade e intervir para alcançar o futuro desejado. Esses cenários também têm o objetivo de provocar e incitar o desejo de mudança nos leitores, gerando ação.

É importante considerar que os dados foram coletados em um determinado contexto histórico, sendo a análise o retrato de um cenário em constante transformação, a partir das múltiplas interações entre os diversos projetos (dos formuladores de políticas, dos gestores de serviços de saúde, dos usuários dos serviços, das categorias profissionais) envolvidos na sua definição, motivo pelo qual o futuro é sujeito a muitas incertezas. As tendências em saúde precisam ser traçadas e uma das formas de analisá-las continuamente nos planos macro e micro- social é por meio da articulação entre educação, serviços e sociedade civil organizada, de modo que as mínimas mudanças no dia-a-dia das pessoas e dos serviços sejam rapidamente reveladas.

A análise permitiu evidenciar tendências e desafios que a enfermagem precisa superar de modo a influenciar positivamente nas transformações decorrentes do envelhecimento populacional.

Uma das questões que emergiu da análise foi a necessidade da enfermagem vencer a atual apatia política e considerar a importância de sua participação nas instâncias de decisão política, questionando a estrutura de sua profissão e da oferta de serviços dirigidos ao idoso e contribuir de forma propositiva na formulação de políticas sociais que acompanhem o envelhecimento no ritmo em que vem acontecendo. Se a enfermagem deseja ter controle sobre a direção de seu futuro, ela precisa desenvolver competências de modo a atuar na definição dessas políticas. Caso contrário, continuará executando ações políticas sobre as quais não exerce influência e não compreende o sentido.

Os dados analisados evidenciaram que o não-posicionamento da Enfermagem acarreta, pouco a pouco, a perda do reconhecimento social da profissão, ao não ser percebida pela população como capaz de influenciar nas políticas e impactar positivamente a saúde das sociedades. Para aumentar a capacidade de incidir na definição das agendas de políticas públicas, é necessário que os profissionais se unam e se mobilizem, buscando maior participação nas entidades associativas e restabelecendo-as como espaços de luta coletiva.

Uma importante questão evidenciada por meio da análise foi a necessidade de mudança da educação de enfermagem, de caráter pouco permeável e flexível às contínuas e aceleradas transformações sociais e econômicas, num contexto de alta dinamicidade e complexidade. A inclusão de novas práticas e teorias que lhe permitam adquirir competências para atuar nas questões relacionadas ao envelhecimento populacional de forma adequada tem se mostrado ineficaz e insuficiente e refletem na sua capacidade de contribuir para um futuro desejável para os idosos. O desafio é incorporar à enfermagem competência técnica, política e ética, que a capacite para a prestação de serviços específicos

fundamentados num saber próprio para cuidar da vida e não apenas da doença dos cidadãos brasileiros.

Uma questão central nesse estudo parece ser a necessidade da enfermagem superar o conflito entre os modelos sustentados na concepção biologicista que orientam sua atuação e as reais necessidades e demandas de saúde da população, na qual não consegue intervir. Assim, a enfermagem precisa reassumir o cuidado como objeto do seu trabalho e ocupar o seu papel de gerenciar o cuidado, concretizando-o em sua prática assistencial, social e política. O cuidado deve orientar-se pela integralidade para que a vida plena e digna seja um direito universal. Essas mudanças precisam ocorrer levando em conta a subjetividade das profissões, expressa em atitudes frente à vida e modos de compreender o cuidado, a saúde, o outro, originando mudanças na forma de cuidar, educar e pesquisar.

Nesse contexto, a atenção ao idoso e à sua família constitui uma estratégia para a reorganização do trabalho da Enfermagem, exigindo a reformulação de suas práticas e ressignificando o cuidado como objeto de seu trabalho. Assim, ao colocar a centralidade de suas ações no cuidado ao usuário, a enfermagem assume um lugar privilegiado na atenção à saúde da população idosa, uma vez que suas competências lhe permitem atuar como gerenciador do cuidado e articular os diversos saberes, tecnologias e recursos para o melhor atendimento ao idoso. Para tal, a enfermagem precisa repensar o seu trabalho, sua concepção de saúde/doença, seu posicionamento ético-político e gerar conhecimentos que fundamentem essa prática.

Essas exigências já constituem uma realidade. Se a enfermagem não assumir o papel que lhe cabe no cuidado ao idoso, não somente a qualidade da atenção ao idoso estará comprometida, mas também a própria profissão. É evidente

que essas mudanças, no entanto, não dependem exclusivamente da enfermagem, mas de um esforço multiprofissional e intersetorial em defesa do direito à saúde da população idosa.

Os três cenários elaborados nessa pesquisa refletem possibilidades que se apresentam para a enfermagem. Assim, é importante que essa analise as possibilidades e decida por atuar de modo a influenciar a construção de um cenário favorável para a profissão, para a saúde da população em geral e dos idosos em particular. A enfermagem precisa, antes de tudo, se perguntar quais os valores que defende num cenário em que diversos projetos se encontram em disputa. Ao optar pela defesa da vida e da saúde com qualidade, equidade, integralidade e respeito aos cidadãos, essa deve comprometer-se com a garantia dos direitos dos usuários utilizando-se de suas competências técnicas, mas, sobretudo, ético-políticas para, por meio de escolhas bem informadas, responder de forma propositiva. Como a enfermagem encara esses cenários, fará toda a diferença em 2025.