ANA BÖLÜM
1. İNSAN DÜŞÜNCESİNE GENEL BAKIŞ
1.3. İBN HALDUN’UN İNSAN ANLAYIŞI 1 İbn Haldun’a Göre Farklı İnsan Tipler
1.3.2. İbn Haldun’a Göre İnsanın Özellikleri 1.Medeniyetin Kurucusu Olarak İnsan
1.3.2.2. Düşünen Bir Varlık Olarak İnsan
Título: Big Six Auditor and Audit Quality: the Korean Evidence
Objetivo: investigar a associação entre DAC e o porte da auditoria (Big 6/não-Big 6), a direção na troca de empresas de auditorias (de Big 6 para não-Big 6 e vice versa), e se a DAC cresce (decresce) sob uma mesma condição.
Considerações: os autores supõem que não há diferença significativa entre auditorias Big 6 e não-Big 6 quando há baixo incentivo para a oferta de serviços de alta qualidade na Coréia.
Os auditores estão menos propensos a restringir uma política contábil agressiva, pois em geral os contratos com as auditorias são anuais e a decisão sobre a escolha da auditoria recai sobre o dono da empresa. Além disso, na Coréia se capta recursos mais por meio de dividas (debt financing) do que por meio de emissão de ações (equity financing)
Hipóteses: (1) dado o ambiente institucional na Coréia, empresas com auditorias Big 6 estão mais propensas a reportar o mesmo nível de DAC do que empresas auditadas por não- Big 6; (2) empresas que trocam de auditoria não-Big 6 para auditoria Big 6 reportarão o mesmo DAC do que empresas que trocam de auditoria Big 6 para auditoria não-Big 6; (3) empresas que trocam de auditoria não-Big 6 para auditoria Big 6 estão mais propensas a aumentar a DAC do que empresas que trocam de auditoria Big 6 para auditoria não-Big 6.
Metodologia: o valor da variável dependente DAC foi estimado por meio da seção transversal do modelo adaptado por Bae (1999).
O estudo conduz uma análise em 2.117 empresas/ano no período de 1994 a 1998. São apresentadas Tabelas de estatística descritiva com teste para a diferença de médias e medianas para o valor absoluto das DAC e teste de regressão multivariada de DAC sobre porte da auditoria (variável dummy) e variáveis de controle.
Um segundo teste de regressão múltipla é apresentado com o objetivo de averiguar a direção na troca de auditoria.
Resultado: não há diferença na média, tanto para DAC quanto para as DAC em valores absolutos, entre empresas auditadas por Big 6 e não-Big 6. O porte da auditoria não faz diferença.
Na regressão DAC sobre o porte da auditoria (Big 6/não-Big 6, n = 2.117), a correlação é negativa não-significativa (- 0,0010; t = - 0,34).
Conclusão: não há diferença estatística entre as DAC de empresas auditadas por Big 6 e não-Big 6, o que está de acordo com o teste das médias, confirmando assim a hipótese de interesse desse estudo.
Adicionalmente, empresas que trocam de auditorias não-Big 6 para Big 6 não apresentam diferença significativa nas DAC comparativamente àquelas que trocam no sentido contrário, de grande para pequeno porte.
3.3.10 Chung et al. (2005)
Título: Earnings Management, Surplus Free Cash Flow, and External Monitoring Objetivo: o estudo tem três objetivos: (1) investigar se os gestores de empresas com baixo crescimento e com alta liquidez (surplus free cash flow- SFCF) têm incentivos para aumentar os ganhos reportados por meio da prática de income-increasing (DAC+); (2) Examinar se o monitoramento externo feito por auditorias de alta qualidade e investidores institucionais com concentração de ações (institutional investors with substantial shareholdings) é eficaz na mitigação da MIC oportunística; (3) Investigar se e como o efeito do incentivo do SFCF sobre as DAC (relação positiva entre DAC e SFCF) é contido ou moderado pelo monitoramento externo por uma auditoria de alta qualidade.
Considerações: as auditorias de alta qualidade são mais eficazes na limitação da habilidade dos gestores em fazer escolhas contábeis oportunísticas do que auditorias de baixa qualidade.
Investidores institucionais com substancial concentração de ações (equity stakes) numa firma possuem incentivos, tempo e conhecimento para monitorar as ações oportunística e a MIC de executivos corporativos.
Hipótese: auditorias Big 6 moderam a relação SFCF-DAC.
Metodologia: o valor da variável dependente DAC foi estimado por meio da seção transversal do modelo m-Jones (Dechow et al., 1995).
Uma Tabela com estatística descritiva é apresentada com as variáveis de interesse. A variável Big 6 está associada a 82% da amostra.
É apresentado teste univariado das médias e medianas das DAC sobre as variáveis SFCF (alto e baixo valor de liquidez) e Big 6 e não-Big 6 (além das demais variáveis do modelo), incluindo um four-way partitioning das DAC sobre SFCF (alto e baixo) com a amostra dividida em empresas auditadas por Big 6 e não-Big 6.
Um teste de regressão multivariado das DAC sobre as variáveis de interesse é feito com várias sub-amostras.
Testes adicionais são feitos para verificar a robustez do modelo, ano a ano (1984- 1996)
Resultado: o teste univariado das médias das DAC sobre SFCF (n = 18.320/baixo e n = 4.256 alto) mostra que as empresas com SFCF alto estão associadas a médias mais altas de DAC (0,003) comparadas àquelas com SFCF baixo (- 0,004), e que a diferença é significativa (t (Z) = - 3,83) ao nível de 0,01. Mostra ainda que empresas auditadas por Big 6 (n = 18.487) possuem menor média de DAC comparativamente àquelas auditadas por não-Big 6 (n 4.089); a diferença das médias é significativa (t (Z) = 1,89) ao nível de 0,05.
Na interseção SFCF baixo e porte de auditoria, a diferença das médias é significativa; (- 0,004; - 0,002; t (Z) = 1,10) entre auditorias Big 6 e não-Big 6 (n = 14.914; n = 3.407), respectivamente. Para SFCF alto e porte da auditoria, a diferença das médias das DAC também é significativa (0,001; 0,013; t (Z) = 2,57) entre empresas auditadas por Big 6 e não- Big 6 (n = 3.574 e n = 682), respectivamente.
O teste multivariado mostra correlação negativa e significativa de DAC com auditorias Big 6.
O teste de regressão das DAC sobre as variáveis de interesse, ano a ano, apresenta uma correlação negativa com Big 6 em todos os anos, tendo como média –0,008 (t = - 4,61)
Conclusão: o teste univariado mostra que empresas com SFCF alto estão correlacionadas com uma média mais alta de DAC, e que auditorias Big 6 mitigam a MIC. O mais baixo nível de DAC ocorre na interseção SFCF baixo/auditorias Big 6. Indica ainda que empresas com alta liquidez tendem a manipular as DAC para cima (income-increasing), melhorando o resultado dos ganhos. Ainda, que auditorias Big 6 mitigam a ação discricionária dos gestores em income-increasing das DAC.
O teste multivariado está em consonância com o teste univariado e indica que auditorias Big 6 “forçam” seus clientes a reduzirem o nível de income-increasing das DAC.
Auditores Big 6 reduzem de modo geral as DAC, especialmente quando seus clientes possuem alta liquidez.