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2. TEK ORTAKLI ŞİRKETLER

2.2. Tek Ortaklı Şirketlerin Tercih Edilme Nedenleri ve Yöneltilen Eleştiriler

2.3.4. Tek Ortak ile Şirket Arasındaki İlişki

diária

Para a investigação do universo ocupacional, os participantes deste estudo foram indagados com relação a frequência, grau de importância e satisfação na realização das ABVDs, AIVDs, tipos de Lazer, trabalho remunerado e não remunerado, o que pode ser visualizado na Tabela 11.

Tabela 11- Distribuição dos idosos (n=117) atendidos em dois ambulatórios de geriatria, por frequência, grau de importância e satisfação, segundo as ABVDs, AIVDs, tipos de lazer, trabalho remunerado e não remunerado, Ribeirão Preto, 2013

Variáveis Faz todos os

dias

Faz de vez em quando

Não faz São importantes Gosta menos n % n % n % n % n % ABVD´s Banho 117 100,0 0 0,0 0 0,0 11 9,4 7 6,0 Vestuário 117 100,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 Uso do toalhete 112 95,7 4 3,4 0 0,0 0 0,0 1 0,9 Transferências posturais 115 98,3 2 1,7 0 0,0 0 0,0 0 0,0 Continência 113 96,6 0 0,0 0 0,0 0 0,0 2 1,7 Alimentação 117 100,0 0 0,0 0 0,0 6 5,1 0 0,0 Locomoção 114 97,4 3 2,6 0 0,0 0 0,0 2 1,7

Cuidados com a pele/cabelos/unhas/dentes 116 99,1 1 0,9 0 0,0 4 3,4 1 0,9

Comunicação 106 90,6 3 2,6 8 6,8 1 0,9 0 0,0

Não respondeu/ não sabe 0 0,0 0 0,0 0 0,0 30 25,6 73 62,4

AIVD´s

Uso do telefone 64 54,7 20 17,1 33 28,2 1 0,9 0 0,0

Uso de meios de transporte 56 47,9 18 15,4 43 36,8 1 0,9 0 0,0

Fazer compras 58 49,6 0 0,0 59 50,4 1 0,9 0 0,0

Preparo da comida 46 39,3 13 11,1 58 49,6 6 5,1 12 10,2

Tarefas domésticas 45 38,5 5 4,3 67 57,3 5 4,3 7 6,0

Lavagem de roupa 47 40,2 2 1,7 68 58,1 1 0,9 2 1,7

Tomar medicamentos e comparecer as consultas 110 94,0 7 6,0 0 0,0 5 4,3 1 0,9

Receber pagamentos e pagar contas 38 32,5 5 4,3 74 63,2 0 0,0 0 0,0,

Não respondeu/não sabe 0 0,0 0 0,0 0 0,0 30 25,6 73 62,4

Lazer com interesse

Físico 7 6,0 4 3,4 106 90,6 1 0,9 1 0,9

Manual 24 20,5 4 3,4 28 23,9 15 12,8 0 0,0

Intelectual 6 5,1 0 0,0 111 94,8 0 0,0 0 0,0

Social 13 11,1 11 9,4 93 79,5 15 12,8 8 6,8

Religioso 38 32,5 2 1,7 77 65,8 21 17,9 0 0,0

Artístico 9 7,7 2 1,7 106 90,6 6 5,1 0 0,0

Diversos/TV 51 43,6 0 0,0 66 56,4 15 12,8 0 0,0

Não respondeu/ naõ sabe 0 0,0 0 0,0 0 0,0 30 25,6 73 62,4

Trabalho remunerado

Informal 2 1,7 0 0,0 115 98,3 1 0,8 0 0,0

Cargo técnico ou administrativo/ profissional liberal

2 1,7 0 0,0 115 98,3 0 0,0 0

Empregada doméstica 1 0,9 0 0,0 116 99,1 0 0,0 0 0,0

Não respondeu

Trabalho não remunerado

Voluntário 1 0,9 0 0,0 116 99,1 0 0,0 0 0,0

Dona de casa 39 33,3 0 0,0 78 66,7 0 0,0 0 0,0

Outro 1 0,9 0 0,0 116 99,1 0 0,0 0 0,0

Não respondeu/ não sabe 0 0,0 0 0,0 0 0,0 30 25,6 73 62,4

Os dados revelam que as ABVDs eram realizadas pela maioria dos idosos na frequência de todos os dias. No entando, com relação a atividade de comunicação 3 (2,6%) a realizavam de vez em quando e 8 (6,8%) não a realizavam. Quanto as AIVDs, dos idosos estudados, 74 (63,2%), 68 (58,1%), 67 (57,3%) e 59 (50,4%) não realizavam as atividades de receber pagamento e pagar contas, lavar roupas, tarefas dosméticas e fazer compras, respectivamente. Para as atividades de lazer, as maiores menções de atividades realizadas todos os dias foram, 51 (43,6%) para atividades diversas/TV, 38 (32,5%) para atividade religiosa e 24 (20,5%) para atividade manual. No que se refere ao trabalho remunerado a maioria não realiza esta atividade; já quanto ao trabalho não remunerado 39 (33,3%) mencionaram ser donas de casa, desempenhando esta funçaõ todos os dias.

Em relação ao grau de importância que os idosos atribuíam para cada uma das atividades, 30 (25,6%) deles não puderam ou não souberam responder e o maior número de menções positivas foi para o conjunto de atividades de lazer, como o religioso 21 (17,9%), o social, o manual e o diversos/TV com 15 (12,8%) para cada um deles. Já quanto as atividades que eles menos gostavam de realizar, 73 (62,4%) não puderam ou não souberam responder, dos que responderam, 12 (10,2%) mencionaram o preparo da comida, 8 (6,8%) o lazer social e 7 (6,0%) o banho. Destaca-se que aos participantes foi permitido citar mais de uma atividade como importantes ou gosta menos.

Quanto às razões sobre porque o idoso considerava determinadas atividades importantes, 82 (70,1%) foi por satisfação pessoal (trazem prazer, mantêm as pessoas ativas, distraem, ocupam o tempo, mantêm a pessoa atualizada, alimentam a vaidade, diminuem a solidão e a carência afetiva, trazem satisfação espiritual, trazem oportunidade de descansar, mantêm a privacidade), 4 (3,4%) por responsabilidade social (promovem senso de utilidade, desempenham comportamentos esperados), e 1 (0,8%) por prevenção de riscos a vida, ao funcionamento e desenvolvimento (são benéficas a saúde física e/ou mental, estimulam o exercício da independência, estão relacionadas com a sobrevivência). Em relação às razões pelas quais os idosos gostam menos de determinadas atividades, 29 (24,8%) mencionaram por razões intrínsecas (acima das capacidades do idoso, não atende as necessidades do idoso), 9 (7,7%) extrínsecas (realizada em condições adversas) e 6 (5,1%) por outras razões.

Para conhecer as atividades cotidianas realizadas pelos idosos estudados, identificar a presença de dificuldade para executá-las, bem como quais são os fatores relacionados às dificuldades, realizou-se uma investigação sobre o desempenho dos idosos para as AVDs.

A Tabela 12 mostra a distribuição dos idosos com relação a variação de pontos observada para as ABVDs e AIVDs.

Tabela 12 - Distribuição dos idosos atendidos em dois ambulatórios de geriatria, segundo a variação de pontos observados, média e desvio-padrão para as AVDs, Ribeirão Preto, 2013

AVDs ABVDs Variação Possível = 9 - 45 pontos TOTAL

AIVDs

Variação Possível = 8 - 40 pontos TOTAL Primeiro Tercil Segundo Tercil Terceiro Tercil Primeiro Tercil Segundo Tercil Terceiro Tercil n observado (%) 37 (31,6) 39 (33,3) 41 (35,0%) 117 (100%) 40 (34,2) 38 (32,5) 39 (33,3) 117 (100%) Variação observada 14 - 26 27 - 39 40 - 45 14 - 45 9 - 11 12 - 30 31 - 40 9 - 40 Média 20,4 33,3 42,8 32,6 9,7 18,8 36,4 21,6 Desvio-padrão 2,8 3,9 1,7 9,6 0,8 5,8 3,1 11,8

A variação de pontos possível para as ABVDs é de 9 a 45, sendo que quanto mais próximo de nove, mais dependente e quanto mais próximo de quarenta e cinco mais independente. A variação total de pontos observada para estas atividades, neste estudo, foi entre 14 e 45, média de 32,6 e desvio padrão 9,6 pontos. Para as AIVDs a variação possível é de 8 a 40 pontos, quanto mais próximo de oito, mais dependente e quanto mais próximo de quarenta, mais independente). A variação total observada, para elas, foi entre 9 e 40, média 21,6 e desvio-padrão 11,8.

Quanto a dependência para as AVDs, neste estudo os idosos foram distribuídos em primeiro tercil, segundo tercil e terceiro tercil. Dessa forma, para as ABVDs, 41 (35%) dos idosos encontravam-se no terceiro tercil (variação observada entre 40 e 45 pontos, média de 42,8, desvio-padrão 1,7), seguidos de 39 (33,3%) no segundo tercil (variação observada entre 27 e 39 pontos, média 33,3, desvio-padrão 3,9). Quanto as AIVDs 40 (34,2%) dos pesquisados encontravam-se no primeiro tercil (variação observada entre 9 e 11 pontos, média 9,7, desvio-padrão 0,8 e 38 (32,5%) no segundo tercil (variação observada entre 12 e 30, média de 18,8 e desvio-padrão 5,8.

Com relação aos níveis de dificuldade para o desempenho das AVDs, os idosos foram classificados em: (ND) não tem dificuldade, (DC) tem suas dificuldades compensadas, com estratégias de autocuidado, (DNC) tem dificuldades não compensadas, mas não requer ajuda e (RA) requer ajuda, conforme proposto por (ALMEIDA; LITVOC; PEREZ, 2012).

Assim, a Tabela 13 mostra a distribuição dos idosos de acordo com os níveis de dificuldade para as AVDs.

Tabela 13 - Distribuição dos idosos (n=117) atendidos em dois ambulatórios de geriatria, segundo níveis de dificuldade para as ABVDs e AIVDs, Ribeirão Preto, 2013

Ambulatório 1 (n= 52) Ambulatório 2 (n= 65) ND DC DNC RA ND DC DNC RA Variáveis n % n % n % n % n % n % n % n % ABVD´s Banho 1 1,9 2 3,8 0 0,0 49 94,2 43 66,1 13 20,0 5 7,7 4 6,1 Vestuário 0 0,0 0 0,0 4 7,7 48 92,3 38 58,5 16 24,6 7 10,8 4 6,1 Uso do toalete 3 5,8 3 5,8 5 9,6 41 78,8 48 73,8 9 13,8 7 10,8 1 1,5 Transferências posturais 3 5,8 4 7,7 14 26,9 31 59,6 32 49,2 17 26,1 14 21,5 2 3,1 Continência 5 9,6 28 53,8 14 26,9 5 9,6 37 56,9 17 26,1 10 15,4 1 1,5 Alimentação 15 28,8 10 19,2 11 21,1 16 30,8 63 96,9 2 3,1 0 0,0 0 0,0 Locomoção 1 1,9 21 40,4 7 13,5 23 44,2 23 35,4 18 27,7 23 35,4 1 1,5 Cuidados com pele/cabelos/unhas/dentes/face 2 3,8 2 3,8 3 5,8 45 86,5 39 60,0 3 4,6 13 20,0 10 15,4 Comunicação 20 38,5 5 9,6 17 32,7 10 19,2 60 92,3 3 4,6 2 3,1 0 0,0 AIVD´s Uso do telefone 6 11,5 2 3,8 2 3,8 42 80,8 40 61,5 6 9,2 5 7,7 14 21,5

Uso de meios de trasnporte 1 1,9 0 0,0 0 0,0 51 98,1 31 47,7 6 9,2 6 9,2 22 33,8

Compras 1 1,9 0 0,0 1 1,9 50 96,2 35 53,8 8 12,3 2 3,1 20 30,8 Preparo da comida 1 1,9 0 0,0 2 3,8 49 94,2 44 67,7 5 7,7 3 4,6 13 20,0 Tarefas domésticas 1 1,9 0 0,0 0 0,0 51 98,1 22 33,8 15 23,1 8 12,3 20 30,8 Lavagem de roupa 1 1,9 1 1,9 0 0,0 50 96,2 34 52,3 5 7,7 8 12,3 0 0,0 Tomar medicamentos/comparecer as consultas 1 1,9 1 1,9 0 0,0 50 96,2 38 58,5 10 15,4 2 3,1 15 23,1

Receber pagamentos/pagar contas 1 1,9 0 0,0 0 0,0 51 98,1 29 44,6 2 3,1 1 1,5 33 50,8

Em relação as ABVDs, observa-se na tabela acima que no ambulatório I, 20 (38,5%) dos idosos não apresentavam dificuldades para a atividade de comunicação e 15 (28,8%) para alimentação; 28 (53,8%) possuíam dificuldade para continência, 21 (40,4%) para locomoção e 10 (19,2%) para alimentação, mas adotavam práticas para compensar. Dos idosos que apresentavam dificuldades não compensadas, mas não requeriam ajuda, 14 (26,9%) mencionaram as transferências posturais, outros 14 (26,9%) a continência e 11 (21,1%) a alimentação. Nota-se que a maioria dos idosos do referido ambulatório requeria ajuda para as ABVDs, sendo que 49 (94,2%) necessitavam de ajuda para o banho, 48 (92,3%) para vestuário, 45 (86,5%) para cuidados com pele/cabelos/unhas/dentes/face e 41 (78,8%) para uso do toalete. Quanto as AIVDs, também, a maioria, requeria ajuda para desempenha-las, com destaque para, uso de meios de transporte, tarefas domésticas e receber pagamentos/pagar contas com 51 (98,1%) idosos para cada uma delas, seguidas de fazer compras, lavagem de roupas e tomar medicamentos/comparecer às consultas com 50 (96,2) para cada uma.

Os idosos atendidos no Ambulatório II, mostraram um perfil de maior independência para a realização das AVDs. No que se refere as ABVDs, 18 (27,7%) deles apresentavam dificuldades de locomoção, 17 (26,1%) nas transferências posturais, outros 17 (26,1%) para continência e 16 (24,6%) para vestuário, mas adotavam práticas para compensá-las. Quanto às atividades realizadas com dificuldades, porém não compensadas 23 (35,4%) citaram a locomoção, 14 (21,5%) as trasferências posturais e 10 (15,4%) a continência. Já as atividades nas quais requeriam ajuda para realizá-las, 10 (15,4%) mencionaram os cuidados com pele/cabelos/unhas/dentes/face. Com relação as AIVDs, 15 (23,1%) apresentavam dificuldades para as tarefas domésticas, 10 (15,4%) para tomar medicamentos/comparecer às consultas e 8 (12,3%) para fazer compras, porém as compensavam com estratégias de autocuidado; 8 (12,3%) possuíam dificuldades para as tarefas domésticas e outros 8 (12,3%) para lavagem de roupa, mas não compensavam; 33 (50,8%) necessitavam de ajuda para receber pagamentos/pagar contas, 22 (33,8%) para uso de meios de transportes, 20 (30,8%) para fazer compras e outros 20 (30,8%) para tarefas domésticas.

As formas de compensar as dificuldades para realizar as AVDs citadas pelos idosos do estudo, estão descritas no Quadro 2.

AVDs Estratégias utilizadas para compensar

Banho Utilizar banco/cadeira (dispositivos auxiliares); colocação de barras

de segurança (modificações ambientais); segurar na janela, apoiar-se na parede (mudanças comportamentais).

Vestuário Evitar camisas com botões, sentar-se na cama para vestir-se, apoiar-

se num móvel (mudanças comportamentais); utilização somente de calças com elástico (dispositivos auxiliares).

Uso do toalete Assento elevado (dispositivos auxiliares); barras de apoio (mudanças

ambientais); apoiar-se na parede (mudanças comportamentais).

Continência Uso de absorvente e uso de fralda (dispositivos auxiliares).

Alimentação Uso de recipiente fundo e borda alta (dispositivos auxiliares).

Locomoção Uso de bengala, andador e cadeira de rodas (dispositivos auxiliares);

evitar chinelo de dedo, parar para descansar (mudanças comportamentais).

Compras Utilização de lupa de aumento (dispositivos auxiliares); fracionar as

compras (mudanças comportamentais).

Uso de meios de transportes Solicitar ajuda de uma pessoa para ler o itinerário do ônibus, parar todos os ônibus e certificar-se com o motorista (mudanças comportamentais).

Tarefas domésticas Dividir as tarefas, parar para descansar (mudanças

comportamentais).

Tomar medicamentos Utilização de organizador para remédios (dispositivos auxiliares);

lembretes (mudanças comportamentais).

Uso do telefone Aparelhos com números maiores (dispositivos auxiliares).

Quadro 2 - Descrição das estratégias utilizadas pelos idosos para compensar as dificuldades no desempenho para as AVDs.

A distribuição dos idosos com relação às pessoas que o ajudam no desempenho das atividades cotidianas, pode ser observda na tabela 14.

Tabela 14 - Distribuição dos idosos atendidos em dois ambulatórios de geriatria, segundo as pessoas que ajudam o idoso na realização das AVDs, Ribeirão Preto, 2013

Ambulatório 1 (n=52) Ambulatório 2(n=65)

Feminino Mascuino Feminino Masculino

Total (n=117) Variáveis n % n % n % n % n % Quem ajuda Cônjuge 1 1,9 5 9,6 1 1,5 1 1,5 8 6,8 Irmãos 0 0,0 3 5,8 0 0,0 0 0,0 3 2,6 Filhos/enteados 19 36,5 2 3,8 12 18,4 2 3,1 35 30,0 Genro/nora 2 3,8 0 0,0 1 1,5 0 0,0 3 2,6 Netos 2 3,8 0 0,0 4 6,2 0 0,0 6 5,1 Amigo/conhecido 1 1,9 0 0,0 0 0,0 0 0,0 1 0,8 Cuidador formal 13 25,0 3 5,8 1 1,5 3 4,6 20 17,1

Evidencia-se que a maioria 40 (34,2%) dos idosos que não requeriam ajuda para a realização das atividades cotidianas, eram atendidos no Ambulatório II. Do total de idsos que recebiam ajuda 35 (30%) deles recebiam a ajuda dos filhos/enteados e 20 (17,1%) de cuidador formal.