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Sorumluluğun Doğması

Belgede Aval kurumu (sayfa 108-113)

2.2 Avalin Benzer Kurumlarla Karşılaştırılması

3.1.3 Sorumluluğun Doğması

Durante a existência terrena de Jesus, os judeus tinham o hábito de tratar com reverência os túmulos dos profetas e de outros santos homens (Mateus, vers. 22:29),

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“O sacrifício dos cristãos não pretende completar o sacrifício da cruz, porém torná-lo presente, atualizá-lo, desenvolver a sua dimensão interna. O próprio sacrifício da cruz, porém, não é simplesmente passividade, mas também ação do homem Jesus. Embora tudo deva ser reconduzido à ação salvífica de Deus, esta última não exclui uma atividade própria da criatura espiritual no ato salvífico, mas, ao contrário, a inclui, precede-a com a graça, de modo que o movimento para o alto só se torne possível mediante movimento vindo do alto. No caso da eucaristia, a ordem de repetição ‘Fazei isto’, legitima a colaboração sacrifical da igreja. Especialmente na afirmação segundo a qual nós oferecemos Cristo, articula-se, da maneira mais forte possível, a auto-compreensão da igreja. É a auto-consciência do Corpo, que é certamente a da sua unidade com a cabeça, mas que deve rezar pedindo que Deus aceite benigno o seu sacrifício” (BETZ apud SARTORE, p. 1079).

mas o culto cristão dos santos iniciou por meio dessa veneração aos túmulos dos mártires. No mundo antigo, praticavam-se certos cultos fúnebres nos túmulos dos membros falecidos da família, no dia do seu aniversário ou em outros dias específicos. E, embora prosseguissem com os costumes judaicos de sepultar seus mortos, os cristãos, ao invés de cremá-los, permaneceram com ritos familiares, muitas vezes adicionando aos mesmos, a celebração da Eucaristia no túmulo. Era de extrema importância para toda a Igreja, e chegava a ser até um dever, realizar esses ritos no aniversário dos mártires, considerados como membros de uma só família.

A constituição litúrgica do Vaticano II dedica dois artigos ao culto46 dos santos. Depois de haver incluído o culto tradicional dos mártires e dos outros santos na liturgia,

46No período anterior e posterior à paz de Constantino, essas celebrações seduziram homens estranhos àquela fé, vindos de lugares longínquos. Assim, faziam inscrições nos túmulos finalizados em mármore, fabricavam escadas para facilitar seus caminhos e levantavam basílicas para acolher aquelas multidões de romeiros em oração.

Não veneravam apenas os que haviam dado sua vida testemunhando Cristo, mas, também, os outros irmãos que, tendo sido martirizados pela Fé, sobreviveram, visto que seria necessário lembrá-los com um sentimento de amizade, como heróis da sua Igreja. Quando acabaram as perseguições, muitos dos grandes eremitas, pela sua fidelidade e fé no martírio, foram elevados à mesma hierarquia.

Até o século VI, persistiu o culto nos túmulos dos mártires e outros santos, e, gradativamente, deram início à comemoração de seus aniversários em locais diferentes. Entre muitos motivos que facilitaram este fato, está a transportação e partilha das relíquias. E, quando se organizaram os livros litúrgicos romanos, no norte do Alpes, os dias dos santos neles apresentados, vieram a ser celebrados.

A constituição litúrgica do Vaticano II dedica dois artigos ao culto dos santos. Depois de haver incluído o culto tradicional dos mártires e dos outros santos na liturgia, o Concílio esboça a sua teologia: também o culto dos santos deve nutrir a fé do povo cristão.

O número de santos no calendário supera os dias do ano. E com a nova correção do calendário feita pelo Concilio Vaticano II, apresentaram-se determinações pelo Papa Paulo VI, de que o calendário universal deveria guardar apenas os santos que são considerados, universalmente, relevantes. Os outros deveriam ser comemorados nas dioceses, nações ou ordens religiosas a que pertençam (PASTRO, 1986, p. 36).

O culto dos santos em 1960 era celebrado apresentando três características: o calendário, os formulários e as normas para a celebração. Em 1969, dando continuidade à reforma empreendida em 1909, por Pio X, o projeto do Vaticano II era o de estabelecer a ordem dos valores no ano litúrgico, dando prioridade à celebração “dos mistérios da salvação” em relação ao culto dos santos (SARTORE, 1992, p. 1118). Assim, a experiência cristã, especialmente na multiforme tradição católica, operou profundas mudanças na atitude e, por conseqüência, também nas vivências psíquicas com relação ao rito e à liturgia, já que o significado dos acontecimentos e das experiências celebradas liturgicamente deixou de se dirigir à busca de vínculo com o Transcendente, desconhecido ou fracionado em imagens, bem como ao conhecimento e à imitação do Absoluto caracterizado como Filho do Homem: Jesus Cristo (SARTORE, 1992, p. 978).

Concilio esboça a sua teologia e aponta os seus limites, “a fim de que as festas dos santos não prevaleçam sobre as festas que comemoram os mistérios da salvação”. Os princípios de reforma que presidem a aplicação dessa norma se enquadram no conjunto da legislação conciliar sobre a liturgia: também o culto dos santos deve nutrir a fé do povo cristão, oferecendo leituras bíblicas mais abundantes; manifestará uma nobre simplicidade e evitará as repetições inúteis; respeitará o caráter primordial da celebração dominical. Este amplo trabalho de reforma começaria por um cuidadoso estudo teológico, histórico e pastoral. Era esse o programa. Como se realizou? Para compreendê-lo, é preciso recordar as modalidades da celebração do culto dos santos em 1960.

4.1.4.1. A forma do culto aos santos em 1960

O modo como se celebrava então o culto dos santos apresenta três características: um calendário bastante rico; formulários na maioria pobres; uma regulamentação restritiva.

O primeiro é que o calendário, como esqueleto do “Calendário universal” da Igreja romana, em 1960, ainda era constituído pelo calendário do Breviário tridentino, promulgado em 1568. Este último, por sua vez, era tributário de longa história. No século VIII, fora elaborado, nos países francos, um calendário que reunia as diversas tradições locais de Roma, a elas acrescentando as festas dos apóstolos e as dos quatro doutores do Ocidente. Do século IX ao XII, esse calendário, considerado temporário, havia-se ampliado com a inclusão de numerosos mártires não romanos, tornados populares devido às lendas e aos papas dos primeiros séculos, também tidos

como mártires. Nele figuravam também os nomes de alguns santos orientais, como Antão do Egito e João Crisóstomo.

O calendário lateranense de fins do século XII oferece-nos uma síntese destinada a se perpetuar até os nossos dias. Enquanto as igrejas do Oriente, com exceção da igreja russa, praticamente não celebravam nenhum santo posterior ao ano mil, a igreja romana quis que o seu calendário ficasse aberto para acolher as grandes figuras espirituais das gerações seguintes. A plêiade dos santos do séc. XIII, depois de S. Francisco de Assis, aí encontraria lugar de grande evidência.

O calendário tridentino aceitou a herança do passado, fazendo, entretanto, uma escolha para reduzir as festas a menos de duzentas. Pretendia conservar, primeiramente, o calendário dos mártires romanos e dos santos das épocas mais antigas. Somente seis nomes, nele, referem-se ao segundo milênio: os de S. Bernardo, S. Domingos, S. Francisco, S. Clara, S. Luis IX, rei de França, e S. Tomás de Aquino. Aí se encontram também as festas, mais recentes, da Visitação e da Conceição de Maria e a de S. José.

De 1584 a 1960, assiste-se a profundas modificações: as festas se multiplicam; as dos santos não mártires agora já preponderantes, se não o são numericamente, pelo grau da sua celebração (SARTORE, 1992, p. 1117).

O segundo é que nos formulários do Missal tridentino é preciso distinguir os textos das missas, herdadas dos antigos sacramentários e lecionários dos textos das missas introduzidas posteriormente. Os primeiros revelavam certa variedade, embora, mantendo-se em termos mais genéricos. Ninguém procurava referir-se à personalidade do santo que se celebrava; bastava saber que um santo era mártir, e que o outro era confessor pontífice ou não pontífice. No caso das missas introduzidas antes do século

XVIII, remetia-se ordinariamente ao Missal comum, exceto para a coleta. Por isso, voltavam, com freqüência, as mesmas leituras, tanto que bom número de sacerdotes até já as sabia de cor.

A terceira é quanto às normas para a celebração. Até 1911, todas as festas de rito duplo tinham prioridade nos domingos, excetuados os mais importantes, como o primeiro do advento e o ciclo temporal, que ficava submerso pelo santoral.

Segundo as rubricas de 1568, toda festa obtinha integralmente o seu formulário do próprio ou do comum. Quando se celebrava a missa de um santo, não se podiam utilizar as leituras da féria, nem na quaresma (SARTORE, 1992, p. 1118).

4.1.4.2 A reforma do calendário santoral

Dando continuidade à reforma empreendida sessenta anos antes pelo papa S. Pio X, o projeto do Vaticano II era o de restabelecer a ordem dos valores no ano litúrgico, dando prioridade à celebração “dos mistérios da salvação” em relação ao culto dos santos. Para ter futuro, tal reforma não podia contentar-se em rever o calendário, que deve certamente permanecer aberto às contribuições do tempo. Seria preciso, pois, principalmente, propor normas bastante elásticas para harmonizar as memórias dos santos com a liturgia do tempo em uma mesma celebração. Seria necessário, também refundir os textos do Missal e do oficio e enriquecê-los com leituras (SARTORE, 1992, p. 1119).

Belgede Aval kurumu (sayfa 108-113)