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Siyasal ve Toplumsal Sorumluluk Açısından Aydın Sınıf

II. BÖLÜM

1. SİYASAL VE TOPLUMSAL AÇIDAN SAİD HALİM PAŞA

1.5. Siyasal ve Toplumsal Sorumluluk Açısından Aydın Sınıf

Curvas de polarização anódicas, apresentadas na Figura 47, foram obtidas em meio de NaCl 0,5 molL-1 para amostras de aço carbono (SAE 1010), sem e com as camadas de fosfato estudadas.

-700 -600 -500 -400 -300 -200 -100 -8 -7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 Substrato PZn+Ni PZn+Nb PZn+Ox+BTAH lo g |j| ( A /c m 2 ) E (mV vs Ag/AgCl)

Figura 47. Curvas de polarização potenciodinâmica anódica, obtidas em NaCl 0,5 molL-1, de amostras de aço carbono, sem e com camadas de fosfato.

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Em toda a faixa de sobrepotencial estudada, foi observado comportamento tipicamente ativo para todos os materiais testados. As densidades de corrente, para as amostras fosfatizadas, foram menores que para o aço sem revestimento, o que se deveu à proteção promovida pelas camadas de fosfato. A corbertura que apresentou menores valores de densidade de corrente foi a de PZn+Ox+BTAH, seguida de PZn+Nb e finalmente de PZn+Ni, o que sugeriu a seguinte seqüência de proteção provida pelas camadas: PZn+Ox+BTAH>PZn+Nb>PZn+Ni.

Os resultados das curvas de polarização concordaram com os indicados pela observação da superfície por MEV e os resultados de porosidade, indicando que as camadas de fosfato promoveram a diminuição das densidades de corrente apenas por efeito de barreira, sendo tal comportamento relatado na literatura [21].

O resvestimento que apresentou a morfologia mais compacta e menor porosidade foi o de PZn+Ox+BTAH, sugerindo ter sido este o que promoveu a melhor barreira de proteção contra a corrosão. A camada de PZn+Nb apresentou morfologia muito similar ao PZn+Ox+BTAH, entretanto, a porosidade do primeiro foi maior, e as suas propriedades de proteção frente à corrosão do substrato metálico foi ligeiramente inferior à da camada de PZn+Ox+BTAH. O revestimento de PZn+Ni foi aquele que apresentou maior porosidade e morfologia menos compacta, justificando, desta forma, a pior proteção contra a corrosão do metal base entre os revestimentos testados.

Outra explicação para o comportamento apresentado pelas amostras revestidas está relacionada com a espessura dos revestimentos. Foi mostrado, na seção 5.4.5., que a maior espessura foi a do revestimento de PZn+Ox+BTAH seguido de PZn+Nb e PZn+Ni. É provável que quanto maior a espessura da camada, melhor seja o efeito de barreira de proteção contra a corrosão do substrato.

A Figura 47 mostra valores de potencial de corrosão mais nobres para as amostras revestidas quando comparadas ao aço carbono (SAE 1010) sem revestimento. Valores mais positivos já haviam sido obtidos das medidas de potencial de circuito aberto para as amostras revestidas, sendo que o mesmo deslocamento de potencial foi verificado nas curvas de polarização anódica.

revestidas e fosfatizadas também foi avaliado e os resultados são apresentados na Figura 48. -1050 -900 -750 -600 -450 -9 -8 -7 -6 -5 -4 -3 lo g |j| ( A /c m 2 ) E (mV vs Ag/AgCl) Substrato PZn+Ni PZn+Nb PZn+Ox+BTAH

Figura 48. Curvas de polarização potenciodinâmicas catódicas, obtidas em NaCl 0,5 molL-1, para aço carbono (SAE 1010) não revestido e aço fosfatizado com as várias camadas testadas.

As curvas de polarização catódicas indicaram controle por difusão para sobretensões muito baixas, da ordem de 100 mV, a partir do potencial de corrosão, o que sugeriu que o processo de corrosão é controlado pelo transporte de oxigênio. Notou-se uma densidade de corrente limite (iL), medida para todos os

tipos de amostras testadas, cujos valores diminuiram na seguinte ordem: aço sem revestimento, com camada de PZn+Ni, com PZn+Nb e coberto com PZn+Ox+BTAH. Este resultado pode ser explicado pela diminuição da porosidade e aumento da espessura das camadas, na mesma ordem em que ocorreu a diminuição de iL. Os revestimentos de fosfato atuaram como uma intercamada

entre o substrato metálico e o eletrólito, desta forma, o transporte de oxigênio que ocorreu nos poros da camada foi dificultado, pelo aumento da espessura e diminuição da porosidade. Os resultados das curvas de polarização catódicas indicaram, portanto, controle da reação catódica por difusão de oxigênio para o substrato metálico, e, considerando que as sobretensões necessárias para ocorrência do controle por difusão são muito baixas, a reação catódica controlada por difusão deve também ter sido a etapa controladora da taxa de corrosão (densidade de corrente de corrosão).

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foi empregada para o cálculo de eficência de inibidores de corrosão [67]. 100 0 0 × − = corr corr corr i i i θ Equação 3 onde:

iocorr= taxa de corrosão do substrato;

icorr= taxa de corrosão do substrato revestido.

Os valores das densidades de corrente de corrosão (icorr) foram estimados

através da extrapolação da região linear das curvas catódicas para o potencial de corrosão (Ecorr). Os valores médios de icorr e Ecorr foram estimados apartir de

quatro curvas de polarização catódicas e os resultados são apresentados na Tabela 26.

Tabela 26. Valores médios de icorr, Ecorr e eficiência de inibição de corrosão ( )

obtidos das curvas de polarização catódica.

Amostra icorr (µA/cm2) Ecorr (V) θθθθ (%) Substrato 28,3 ± 3,3 -0,597 ± 0,02 - PZn+Ni 5,3 ± 1,3 -0,555 ± 0,01 81 ±2 PZn+Nb 1,7 ± 0,5 -0,527 ± 0,01 95 ±2 PZn+Ox+BTAH 0,31 ±0,24 -0,506 ±0,006 98 ± 0,7

Os resultados mostram que o revestimento de PZn+Ox+BTAH apresentou as menores taxas de corrosão, seguido de PZn+Nb e PZn+Ni. Da mesma forma foi possível constatar que a maior eficiência de proteção foi associada à camada de fosfato obtida no banho de PZn+Ox+BTAH seguida de PZn+Nb e PZn+Ni. Tais resultados já eram esperados, pois menores densidades de corrente haviam sido medidas para a primeira camada.

Na literatura [17,22,39], alguns trabalhos mostraram valores dos parâmetros de corrosão calculados através da extrapolação da reta de Tafel na região linear, e os resultados foram semelhantes aos obtidos neste trabalho.

A comparação dos resultados deste trabalho com os da literatura permitiu observar que os revestimentos aqui propostos apresentaram taxas de corrosão e potenciais de corrosão muito semelhantes aos de outros trabalhos, e, em alguns casos, os revestimentos aqui propostos apresentaram melhores propriedades.

Os resultados indicaram a viabilidade de substituição do níquel por compostos de nióbio, com obtenção de revestimentos com propriedades muito melhores quando comparadas às apresentadas pela camada de referência tradicionalmente usada.