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KLASİK SOSYOLOJİ VE MARKSİST PERSPEKTİFTE GÜNDELİK HAYATTA

2. GÜNLÜK YAŞAMDAKİ SIRADAN İLİŞKİLERDE ETKİLEŞİM RİTÜELLERİNE

2.2. KLASİK SOSYOLOJİ VE MARKSİST PERSPEKTİFTE GÜNDELİK HAYATTA

Quando Cristóvão Colombo chegou à América, achou que tinha aportado em Catay, como era chamada a China antigamente, e que, então, estava próximo da Índia. Por esta razão, passaram a chamar os nativos de índios, o que gerou uma confusão que dura até a atualidade. Os habitantes que povoavam esse continente no final do século XV pertenciam a um dos muitos grupos aborígenes do nordeste da América do Sul. Estes nativos viviam nas florestas tropicais e suas atividades dependiam da disponibilidade de canoas para se deslocar pelos grandes rios. Eles estavam organizados sob o comando de cinco chefes. Um dos traços desta divisão era a tributação, em termos de alimentos, cultivados ou criados.

A ilha La Española, descoberta no dia cinco de dezembro de 1492, por Cristóvão Colombo, congrega atualmente a República Dominicana e o Haiti. Os índios arauaques ou taínos e os caraíbas chamavam a ilha de Quisqueya, já os espanhóis a chamavam de La Española. Esta ilha foi a primeira colônia européia no Novo Mundo, e sua capital era chamada de Ciudad Primada de América.

Colombo foi hospedado por Guacanagarix, foi tratado de forma cortês e seus desejos foram concedidos. Após várias tentativas na costa norte, sob a soberania espanhola, na costa sul de La Española, estabeleceu-se o primeiro assentamento permanente no Novo Mundo: Santo Domingo. Uma vez que se fundou a colônia, uma série de primazias tomaram lugar em Hispaniola. Os índios se rebelaram por

causa das apropriações de alimentos além dos abusos praticados contra suas mulheres, mas em 1495 foram dominados definitivamente.

La Española gozou de boa posição econômica e social durante o século XVI. No entanto, no fim deste século, com a conquista da América do Norte e do Sul, a ilha foi sendo esquecida e relegada a um segundo plano, o que a fez ficar cada vez mais pobre. Outro fator que influiu para sua decadência foi o ataque

de corsáriosingleses que destruíram grande parte das cidades e populações.

Até 1801, a República Dominicana teve como metrópole a Espanha e, de 1802 a 1808, a França. De 1808 a 1822, o domínio foi mais uma vez espanhol. Os haitianos, durante vinte e dois anos, de 1822 a 1844, tiveram o controle da ilha. Em 1804, quando sai a declaração de independência do Haiti, vários governantes haitianos trataram de unificar a ilha, e conseguiram no ano de 1822, algumas semanas depois que a parte oriental da ilha adquiriu a independência da Espanha. A este breve período de autonomia chamou-se "Independência Efémera".

No ano de 1844, inicia-se a gestão independentista preconizada por Juan

Pablo Duarte, um jovem de posição acomodada que havia estudado na França e

com ideais nacionalistas, dirigida por Francisco del Rosario Sánchez e Pedro

Santana. Para conseguir adeptos da causa independentista, fizeram circular folhas

manuscritas, por causa da falta de recursos, dentre elas, a considerada mais importante foi a intitulada Manifestación de los pueblos de la Parte Este de la Isla antes Española o de Santo Domingo, que tratava das causas da separação da República Haitiana. Este é o primeiro documento oficial da Nação, com o qual se iniciou a coleção de leis dominicanas. A independência aconteceu em 27 de

fevereiro de 1844. Os dominicanos constituíram a Junta Governativa da nova nação.

No entanto, por causa dos dirigentes que não tinham uma liderança sólida, os latifundiários que tinham poder econômico governaram por breves períodos. Alguns grupos internos que não estavam satisfeitos com a autonomia buscaram novamente um vínculo com a Espanha, e, em 1861, conseguiram seu objetivo, a Espanha retomou a ilha como sua colônia.

Os dominicanos recuperaram sua independência em 1863 por meio de lutas. Contudo, uma vez mais, o país sofreu uma ação externa, dessa vez dos Estados Unidos, que ocuparam a República Dominicana durante oito anos, de 1916 a 1924, para garantir o pagamento das dívidas com os bancos norte-americanos e europeus.

Em 1865, recupera a independência, passando novamente por uma etapa com falta de liderança e mudanças contínuas de governante. Esta situação durou até que Ulises Heureaux (Lilís) instalou a sua ditadura durante 12 anos (1887-1899), terminando com o seu assassinato.

No princípio do século XX, a instabilidade política e econômica e o atraso nos pagamentos dos empréstimos realizados durante o século XIX fizeram com que ocorresse a denominada "Primeira Invasão Norte-Americana", que se estendeu desde 1916 até 1924. Durante o período de 1924 a 1930, a economia dominicana viveu uma época denominada por "Danza de los Millones", devido ao aumento dos preços internacionais da cana-de-açúcar.

Como em outros países da América Latina, a existência do regime ditatorial também foi uma realidade. O ditador Rafael Leônidas Trujillo30 chegou ao poder depois de um golpe de Estado, mantendo-se posteriormente em seu cargo com o apoio do exército. Trujillo aproveitou, durante a ocupação estadunidense, os treinamentos para adquirir poder militar e, rapidamente, ascendeu à hierarquia dos militares. Suas atitudes e sua personalidade, associadas à instabilidade e ao subdesenvolvimento responsáveis pela vulnerabilidade do país, permitiram-lhe aplicar um golpe de Estado na República Dominicana. Em 1924, já era tenente coronel e, no final da administração do presidente provisório Horacio Vázquez, Trujillo controlava as forças armadas do país, aproveitando de sua posição que lhe permitia a entrada às diferentes ramas do poder. Aliou-se com os dirigentes revolucionários que conspiravam contra o governo e interveio na revolta conhecida como La Revolución de Santiago, em Santiago de los Caballeros, que derrubou o presidente Vázquez. Tudo isso lhe possibilitou a posse como presidente da República em 1930.

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Rafael Leónidas Trujillo nació el 24 de octubre de 1891 en la pequeña ciudad de San Cristóbal localizada al sur de la República Dominicana. Fue el tercero de once hermanos y provenía de una familia de clase media. Su padre, José Trujillo Valdés, de origen español, se dedicaba a los negocios y se distinguía por sus prácticas de vida bohemia. Su madre, Julia Altagracia Molina Chevalier, se caracterizaba por su humildad, su sencillez y por su abnegación en el cuidado de sus hijos y de su esposo, aun cuando sufría infidelidades por parte de éste. Entre otros miembros de su familia, cabe mencionar a Ercina Chevalier, abuela de Trujillo y figura influyente en su vida. Ercina era mulata, de origen haitiano y de sangre africana. Esta herencia negra era la responsable de la obsesión desenfrenada de Trujillo por asearse y utilizar cremas para aminorar su piel morena Rafael Leónidas Trujillo inició su carrera militar con la ocupación norteamericana en 1916. Durante este tiempo recibió entrenamiento por parte de la Escuela Militar de Haina e ingresó a la llamada Policía Nacional. En 1918 el Gobierno Militar de Estados Unidos lo nombró Comandante de la Guardia Nacional. Este cargo le permitió demostrar a sus superiores su disciplina, su firmeza y su integridad al servicio del país, por ende, se destacó dentro de su carrera militar y logró ascender apresuradamente. Fue así como obtuvo los rangos de Capitán, Teniente Coronel, Comandante Auxiliar de la Policía Nacional y Jefe de Estado Mayor. Por su sólida formación y por el respaldo del presidente Horacio Vázquez logró adentrarse en los espacios más ocultos del gobierno”. In: MARRERO GONZALEZ, Eda. 2007, p.02)

Durante as eleições para a presidência que ocorreram três meses depois do golpe de Estado, houve uma campanha de terror contra qualquer movimento contrário à candidatura de Trujillo, candidato único. Em agosto do mesmo ano, ele foi declarado presidente do país. Inicia-se, então, o período conhecido como La Era de Trujillo, que marcou os trinta e um anos de ditadura na República Dominicana.

Muitos ditadores obtiveram o título de presidente com o propósito de aparentar legitimidade; dirigiram seus países com poderes extraordinários não constitucionais, tornando seus governos regimes despóticos e tirânicos, na maioria das vezes, violentos. Para manter sua posição de ditador da República Dominicana, Trujillo mantinha o controle político, militar, econômico e da liberdade de pensamento. No tempo de sua ditadura, aconteceram desaparições, assassinatos e violações. O ditador manteve desarmado o povo quando ocorreu o golpe de Estado; os únicos que tinham armas no país eram membros das Forças Armadas, cujo chefe era Trujillo.

Foi com a ajuda do governo dos Estados Unidos que Trujillo iniciou seu governo na República Dominicana, assim estabeleceu boas relações e acordos políticos. Os norte-americanos eram quem controlavam as finanças do país e dominavam as empresas do setor açucareiro cuja atividade representava a principal fonte econômica.

Trujillo foi proclamado o Primeiro Anticomunista da América, por causa de uma política internacional traçada pelos Estados Unidos para combater o comunismo e apoiar as ditaduras latino-americanas e, desta forma, a política interna de Trujillo se fortaleceu. Para Nívea de Lourdes Torres Hernández, a principal motivação de sua chegada ao poder foi obter fama, benefício próprio e exercer o absoluto controle e o domínio sobre o país.

O general modernizou algumas áreas na sua administração, realizou melhorias na educação, na indústria e na economia, com a assinatura do Tratado Trujillo-Hull, em fevereiro de 1941, que saldou a dívida externa do país. Ele expandiu muito a educação através de uma ampla campanha de alfabetização.

A Constituição foi alterada sete vezes, e muitas dessas mudanças serviram para dar mais poderes ao Jefe – Benefector, como Trujillo era chamado por todos - para dar categoria constitucional a novas ideias políticas, na maioria das vezes, para glorificar o governante. Com tais medidas, ele se assegurou da cooperação de todos aqueles que pertenciam ao governo dominicano e construiu sua administração com

o propósito de criar um sistema político no qual ele era o único que detinha poder verdadeiro. Fortaleceu seu governo impondo a insegurança, o segredo e a impotência dos cidadãos. Seu regime se caracterizou por ser uma ditadura pessoal e anticomunista. Controlou o pensamento do povo dominicano através dos meios de comunicação, da educação, da atividade intelectual, das relações públicas e de sua relação com a Igreja.

O ex-presidente Balaguer (1996, p. 65), em seu livro autobiográfico Memorias de un Cortesano en la Era de Trujillo, definiu o regime da seguinte maneira:

Trujillo não é somente o sanguinário ditador, o “Benfeitor da Pátria” é lembrado por muitos como o primeiro e único presidente que pagou totalmente a dívida externa do país; sentiu as bases de um estado moderno, reprimindo qualquer inimigo e eliminando as lutas caudilhistas. O poder onímodo que exerceu o ditador é simultaneamente temido e respeitado.

Trujillo foi o maior latifundiário do país e dono de uma variedade de negócios, como: hotéis, instalações de cimento, de gordura, fábricas de tecidos, de sapatos, de materiais de construção, de alimento para gado, de cacau, de cigarros, bancos, linhas de navegação marítimae aérea, fábrica de armas, monopólio de sal, de fósforos, de carne e de engenhos de açúcar. Ao final da ditadura, estima-se que a família controlava quase noventa por cento da produção agrícola e industrial do país. Em 1938, Trujillo e sua família tinham aproximadamente quarenta por cento da riqueza do país.

Durante a ditadura de Trujillo, mesmo sendo leal, um trabalhador poderia perder sua posição, sem razão, ou ser vítima de abuso e humilhação. O ditador abusava das mulheres, desafiava os homens retirando-lhes o poder de proteger suas esposas contra os seus atos sexuais não esperados. Mandava reunir um grupo de mulheres, às vezes trinta, selecionadas por sua beleza física, em um salão, para que ele pudesse escolher aquelas que lhe serviriam para aquela semana. As que não aceitavam poderiam sofrer a destruição de sua reputação, a perda de seu emprego ou ainda o sofrimento com danos físicos de alguém da família.

Os dois grandes pilares da implantação da ditadura foram os Estados Unidos e a Igreja Católica. Esta, entretanto, sua grande aliada, durante tantos anos, tornou- se hostil devido às discordâncias entre o governo e a Igreja. O regime começou a ruir em 1959.

No dia 25 de novembro de 1960, o Serviço de Inteligência Militar (SIM) simulou um acidente de trânsito para dissimular o assassinato das irmãs Mirabal. Este foi um dos crimes da ditadura que mais chocou os dominicanos. Elas foram assassinadas na estrada de Puerto Plata quando voltavam da visita que faziam aos maridos presos. A morte de Patria, Minerva e María Teresa provocou grande abatimento além de despertar a consciência do povo dominicano diante das atrocidades cometidas pelo regime trujillista.

Com esses fatos, a ditadura de Trujillo aumentava seu descrédito e, por conseguinte, perdia o apoio internacional. Os Estados Unidos começavam a manter certa distância. A Igreja Católica, que apoiava o governo trujillista, passou também a mostrar-se contrária às atitudes do ditador nos sermões pregados durante as missas.

Outro fator que reforçou a queda do tirano foi a morte de Jesús Galíndez, jornalista Basco e professor da Universidad de Columbia. O fato causou um escândalo internacional e trouxe a vergonha pública para o governo dominicano. Ele foi professor da Escola Diplomática e cônsul e, no dia 12 de março de 1956, depois da apresentação de sua tese La Era de Trujillo, em Nova York, sobre a ditadura de Trujillo, texto que representava uma violenta crítica à ditadura dominicana, Galíndez foi sequestrado, levado à República Dominicana e assassinado.

Durante o governo de Trujillo, houve quatro tentativas principais para liberar o país de seu controle. Os três primeiros fracassaram, mas no dia 31 de janeiro de 1960, o General Antonio Imbert Barreras, Salvador Estrella, o Tenente Amado García Guerrero, Antonio de la Maza, Huáscar Tejeda, Roberto Pastoriza, Pedro Livio Cedeño, incluídos também o político Luis Amiama Tío, Modesto Díaz e o General Juan Tomás Díaz conseguiram assassinar o ditador. Além deste grupo, deu seu apoio o General Román Fernández, Secretário do Estado das Forças Armadas e esposo de uma sobrinha de Trujillo.

Comparam o governo de Trujillo ao de Calígula31, imperador romano, tirano, que humilhou seus senadores, abusando sexualmente das esposas de seus servidores e das demais mulheres, a fim de satisfazer suas luxúrias. Também incentivou a prostituição e a promiscuidade, distribuiu dinheiro ao povo e ao exército para mostrar sua bondade.

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Ana Gallego Cuiñas (2005), em sua tese sobre Trujillo afirma que existe uma quantidade relevante de obras que destaca a semelhança nítida entre os dois tiranos.

Santo Domingo mudou seu nome para Ciudad Trujillo em honra ao ditador e a sua boa vontade pela reconstrução da cidade depois de ser devastada pelo ciclone San Zenón em 1930. Igualmente, outras cidades, parques, ruas, avenidas e edifícios mudaram seu nome pelo de Trujillo ou por um de seus inumeráveis títulos.

A estabilidade econômica e política foram conquistadas por meio de uma cruel e sangrenta repressão física e ideológica. O Haiti também foi uma vítima da violência da Era Trujillo. Os habitantes que viviam na zona fronteiriça à República Dominicana, em 1937, sofreram um genocídio. Naquela época, não havia uma fronteira que determinasse os limites entre os dois países e, com o pretexto de demarcar formalmente esta área, o tirano massacrou os haitianos no mês de outubro de 1937. Trujillo estabeleceu esta política de fronteira para evitar a invasão de estrangeiros. Para isso, ordenou a matança de todos os haitianos ilegais no país. O exército cumpriu a ordem, exterminando, aproximadamente, trinta e sete mil homens, mulheres e crianças haitianas.

González Blanco (1955, p. 52 apud TORRES DE LA CRUZ, 2003) afirma que para Trujillo

estes haitianos carregados de filhos e doenças contagiosas, como a malária, a tuberculose ou a sífiles, com suas sinistras práticas de vudú e costumes antinaturais como o incesto, implicavam um retorno a um estado de obscurantismo e selvajismo que se parecia insuportável para uma nação de origem hispânico, de puro estirpe espanhol, de tradição cristiana.32

O programa criado por Trujillo para extinguir os haitianos da fronteira teve o nome de Dominicanización de la Frontera e causou grande comoção internacional. Trujillo, para tentar finalizar o acontecimento, como afirmou Torres Hernández (2002, p. 26), ofereceu um pagamento ao governo haitiano pela quantidade de $750.000 dólares para cobrir os danos e prejuízos.

Além disso, inventou uma campanha para convencer a nação norte- americana e a América Latina de que este fato tinha sido um conflito de fronteira entre o Haiti e a República Dominicana. No entanto, segundo Torres Hernández (2002, p. 27): “Todos sabían que esto había sido un terrible genocidio, pero la

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estos haitianos cargados de hijos y enfermedades contagiosas, como la malaria, la tuberculosis o la sífilis, con sus siniestras prácticas de vudú y costumbres contra natura como el incesto, implicaban un retorno a un estado de oscurantismo y salvajismo que se antojaba insoportable para una nación de origen hispánico, de puro abolengo español, de tradición cristiana. In: González Blanco (1955, apud TORRES DE LA CRUZ, 2003) (Tradução nossa)

campaña de propaganda en favor de Trujillo lo hizo aparecer como el defensor de la nacionalidad”. O verdadeiro motivo foi o racismo. De acordo com Morillo Vilches (2004), sua herança haitiana herdada de sua avó obcecava o ditador durante toda sua vida, a ponto de ter uma paixão doentia pelo asseio e pela limpeza. Comentava- se que usou muitos cremes para dissimular sua pele morena.

À consequência de seus atos, Trujillo teve que abandonar seu posto de presidente e deixá-lo a cargo do vice-presidente Jacinto B. Peynado por causa das pressões políticas sofridas pelo governo dos Estados Unidos. Mesmo assim, durante o período de 1938-1942, seguiu governando indiretamente.

Em 1947, a dívida econômica com os Estados Unidos foi paga devido a um tratado que tinha o nome de Trujillo-Hull, assinado pelo ditador Trujillo. Por este motivo, outorgaram ao ditador um novo título, o de Restaurador de la Independencia Financiera del País.

Após o período de 1938-1942, Trujillo foi reeleito. Este mandato durou de 1942 até 1952. Durante este tempo, Trujillo consolidou o desenvolvimento econômico do país, concedeu o direito ao auxílio feminino, inaugurou a obra arquitetônica do Caribe: El Hotel Jaragua, criou e adquiriu instituições financeiras para a nação e criou o Plano de Alfabetização e as chamadas Escuelas de Emergencia (escuelas rurales). Por estes feitos, concederam ao ditador mais um título, o de Primer Maestro de la República.

Cinco meses depois da morte das irmãs Mirabal, o tirano foi assassinado dentro de carro quando ia para sua casa caoba como descreve Eduardo Latorre (1975, p. 95):

Na noite do dia 30 de maio de 1961, Trujillo saiu do Palácio Nacional em um carro privado e sem escolta a caminho para onde uma amante que o estava esperando em uma de suas casas em uma cidade próxima de San Cristóbal. Isto não era nada raro para o Benfeitor, e era precisamente uma das oportunidades que os conspiradores estavam esperando. Um pouco antes, o tenente Amado García Guerrero, do corpo de Ajudantes Militares, tinha telefonado para Juan Tomás Díaz dizendo que o Generalíssimo iria para San Cristóbal essa noite. Dois carros o seguiriam assim que entrasse na estrada e um estaria esperando mais adiante para bloqueá-lo. Um dos carros que iam seguindo, conduzido por Antonio Imbert, parou ao lado do carro de Trujillo, e Antonio de la Maza disparou sua escopeta calibre 12 recortada. O generalíssimo foi ferido, mas decidiu parar e lutar. […] Despois de um tempo o Benfeitor estava morto.33

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En la noche del 30 de mayo de 1961, Trujillo salió del Palacio Nacional en carro privado y sin escolta camino hacia donde una querida que lo estaba esperando en una de sus casas en una cercana ciudad de San Cristóbal. Esto no era nada raro para el Benefactor, y era precisamente una de las oportunidades que los conspiradores habían estado esperando. Un poco antes, el teniente Amado García Guerrero, del cuerpo de Ayudantes

Horas depois da morte de Rafael Trujillo, seu filho Ramfis Trujillo, que estava em Paris, alugou um avião e voltou a Santo Domingo e se colocou à frente da situação, mesmo sendo Joaquín Balaguer quem estava formalmente na presidência. O Serviço de Inteligência Militar (SIM) e todos os serviços de segurança do Estado realizaram amplas buscas atrás dos culpados do assassinato do tirano.