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İTHALATTA FAZLA VEYA YERSİZ ÖDENEN KDV’NİN DÜZELTİLMESİ

DEVRİNDE KATMA DEĞER VERGİSİ ERTELEMESİ

2. İTHALATTA FAZLA VEYA YERSİZ ÖDENEN KDV’NİN DÜZELTİLMESİ

Isofix41 é um sistema de encaixe padronizado internacionalmente, que proporciona o modo mais seguro, fácil e rápido para se instalar corretamente uma cadeirinha sem a necessidade de cintos de segurança. Nesse sistema, as cadeirinhas se encaixam em dois pontos padronizados localizados na base da cadeira, mais um dispositivo que impeça a cadeira de inclinar para frente, seja um pé de apoio ou um Top Tether (MAXI-COSI, 2013).

Nos anos que virão, há uma possibilidade alta de que os veículos produzidos aqui no Brasil terão de ser fabricados com esse equipamento, uma vez que o sistema já existe em muitos veículos comercializados no Brasil. O problema é encontrar cadeirinhas com o encaixe apropriado para esse sistema42 (CAROLINA, 2012). O motivo é que o sistema Isofix ainda não é contemplado pela NBR 14400. Apesar de ser um método mais seguro, as cadeirinhas importadas que dispunham apenas do sistema Isofix estariam em desacordo com a Resolução 277/08 se comercializadas, uma vez que só podem ser disponibilizadas no mercado aquelas que levam o selo do Inmetro.

Um dos engenheiros da comissão técnica de segurança veicular da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil – a mesma que fez os testes com os cintos infantis), Oliver Schulze, afirma em entrevista:

“Com certeza, é muito mais seguro. Num impacto, se presa com o cinto, a cadeira tem um certo deslocamento, que é natural por causa do alongamento do cadarço. Com o Isofix, fica rigidamente presa na carroceria do veículo. Fica mais bem posicionada e a eficiência é muito maior. (...) Ao encaixar, ela faz um ‘clique’, o que garante ao motorista que está bem fixada”, acrescenta Schulze, lembrando que essa é outra grande vantagem, já que a colocação da cadeirinha pelo cinto de segurança é difícil e nem sempre fica bem feita (CAROLINA, 2012)

Desta forma, esse sistema oferece uma conexão sólida e permanente entre a cadeirinha e o chassi, fazendo com que a força de impacto seja melhor controlada, resultando em menor força aplicada no corpo da criança, sem a necessidade do uso dos cintos de segurança do

41O nome vem de ISO (International Standardization Organization) e Fix (Fixation).

42 São os carros que têm o sistema: “Audi – Todos, exceto os da família R8 e o modelo TTRS (revendas

comercializam cadeirinhas com Isofix); BMW –Todos, inclusive os Mini; Chrysler – Todos; Citroën – DS3, DS5, C4, C4 Pallas, C4 Picasso, Grand C4 Picasso e C5; Fiat – Bravo, Freemont e 500; Ford – Novo Ecosport, Fusion, Edge e New Fiesta (a marca estuda comercializar, como acessório, cadeirinhas com Isofix); GM – Camaro, Malibu, Captiva, TrailBlazer, Cruze (hatch e sedã); Hyundai – Azera, Veloster, Genesis, Veracruz e Sonata; Kia – Optima; Land Rover – Freelander 2, Range Rover Evoque e Novo Range Rover Vogue; Mercedes – Todos, com exceção dos veículos de dois lugares (SL, SLK, SLS). O smart fortwo, a partir do modelo 2011, também tem; Misubishi – Outlander; Nissan – Versa (nas versões mais caras); Peugeot – 508, 3008, RCZ e 308 CC; Suzuki – SX4 e Grand Vitara; Toyota – Camry; Volkswagen – Polo (hatch e Sedan), Golf, Passat (Sedan e Variant), CC, Tiguan, Touareg, Jetta (Sedan e Variant), Amarok e Fusca; Volvo – Todos. Não têm: Chery, Honda, JAC e Renault” (CAROLINA, 2012).

veículo, o que minimiza os erros de instalação se comparados à instalação dos cintos de segurança nas cadeirinhas.

Quanto ao padrão de fixação Latch43, este usa terminais de ancoragem análogos ao do sistema Isofix e se trata de um sistema que é adotado principalmente nos Estados Unidos, em que a fixação superior e inferior das cadeirinhas é feita através de cintas que são ligadas a terminais de encaixe. As cadeirinhas neste sistema precisam obrigatoriamente ser fornecidas com os respectivos engates, que são fixados nos terminais de ancoragem do veículo, semelhantes ao Isofix. Geralmente os veículos saem já de fábrica com os terminais de engate que servem tanto para o Isofix como Latch, uma vez que os terminais de engate se equivalem (CARVALHO FILHO, 2013).

Tanto a fixação pelo sistema Isofix como através do sistema Latch podem ser complementadas com o dispositivo anti-rotação denominado Top Tether, que consiste em uma ancoragem adicional na parte superior da cadeirinha.

Figura 16- Tipos de fixação da cadeirinha no veículo

Fonte: (CARVALHO FILHO, 2013)

Já o Top Tether é um sistema universal, no qual qualquer cadeirinha que disponha desse sistema deve encaixar sem problemas num carro que possua um ponto de fixação para este dispositivo. Pode estar localizado em diferentes locais na traseira do veículo: nas costas do banco traseiro, na parte baixa do bagageiro ou no teto (MAXI-COSI, 2013). Na maioria dos carros que dispõem desse dispositivo, há um logotipo destacado na área de encaixe:

Figura 17 - Logotipo Top Tether

Uma vez que existem poucos modelos de carro nacionais que já dispõem do sistema Isofix e, como já foi mencionado, não existem ainda cadeirinhas disponíveis no mercado fabricadas, com esse sistema, por falta de certificação do Inmetro. Apesar da pressão de órgãos como a ONG Criança Segura, o SAE Brasil e a Abramet, para que se regule o mais rápido possível e para que todos os dispositivos disponíveis no mercado e os carros nacionais utilizem esse sistema, estas ainda não são famosas por aqui. Em relação a esta questão, meu posicionamento é semelhante ao de Levitt (2005), pois acredito que se continua investindo na solução cara como a única possível, quando existem carros no mercado internacional que já adotaram a cadeirinha integrada ao próprio banco traseiro, de fábrica, como uma alternativa viável para crianças que já estão grandinhas para o bebê-conforto.

Porém, há desvantagens importantes a se considerar no que diz respeito às cadeirinhas integradas no carro. No caso de um acidente, por exemplo, geralmente é preferível remover a criança diretamente com a cadeirinha, o que mantêm a criança imobilizada no caso de lesão espinhal ou na cabeça, permitindo um transporte mais seguro para a ambulância (SAFE KIDS WORLDWIDE, 2013). Ou, ainda, o uso de uma cadeirinha integrada pode deixar o pai/mãe sem um modo alternativo de transportar a criança em outro veículo: com os avós, vizinhos, quando o carro estiver na oficina, etc.

Benzer Belgeler