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3.1. Aşk ve Evlilik

3.1.2. Evlilik

3.1.2.2. Evlilikte Yozlaşma

O Projeto Inventário de Acervos Museológicos foi desenvolvido pela Superintendência de Museus da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais em parceria com o IPHAN e concluído em 2002, com a publicação do Caderno de Diretrizes Museológicas81. O projeto reuniu e formalizou um conjunto de instrumentos de pesquisa para a documentação e a gestão de acervos museológicos no Estado de Minas Gerais.

Qualificado como um projeto aberto e dinâmico, de caráter sistemático e permanente, que possibilitava a inserção, a qualquer tempo, de novos conteúdos histórico-documentais sobre os objetos, assegurando, assim, o circuito de comunicação das coleções com o público e a prática de políticas culturais dos

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Este texto tem como base a publicação Cadernos de Diretrizes Museológicas, editada pela Superintendência de Museus da Secretaria de Cultura de Minas Gerais em parceria com o IPHAN. 81

A Superintendência de Museus da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais é responsável pela implementação da política de museus para o Estado de Minas Gerais, além da gestão de suas unidades. A primeira edição do Caderno de Diretrizes Museológicas foi publicada em 2002, e uma nova edição, em 2006.

museus sob a tutela da Superintendência de Museus da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais.

[...] vale ressaltar que a metodologia do Projeto de Inventário ora apresentada, já implantada no Museu Mineiro, resulta do aprimoramento de experiências técnicas bastante positivas, acumuladas por parte da equipe da Superintendência de Museus ao longo dos anos, fruto de atuação profissional em outros órgãos de defesa do Patrimônio Cultural, como o IEPHA/MG, o IPHAN e o Museu Histórico Abílio Barreto, em Belo Horizonte. (CÂNDIDO, 2006, p. 39)

Conforme a autora supracitada, esta prerrogativa ampliou as fronteiras da reflexão e da prática que deram sustentação ao Projeto, conferindo maior legitimidade à atuação institucional e reafirmando seu papel como órgão empreendedor e disseminador da política de museus para Minas Gerais. Procurando aproximar-se de conceitos e procedimentos comuns a outros inventários de bens culturais, de modo a favorecer uma futura padronização de linguagens, o Projeto procurou reunir em uma planilha o máximo de informações sobre cada objeto, de modo a responder, de forma eficaz, às demandas de pesquisa, curadoria de exposições, ação educativa e difusão cultural, além de sinalizar prioridades com relação a medidas de conservação, restauração e valorização do acervo. Em seu formato final, o inventário adotou um modelo único de planilha, cujo preenchimento dos campos obedecia às orientações prescritas em manual próprio. e cada objeto do acervo deveria corresponder a uma planilha contendo informações específicas sobre o mesmo, ficando todo o conjunto disponibilizado em um banco de dados, conforme a ordem numérica de registro dos bens. O Projeto de Inventário fundamentou-se nos princípios gerais da Museologia e antecipou o cumprimento de etapas distintas e complementares do processamento da documentação museológica, decisivas para o desenvolvimento do trabalho. Estas etapas viabilizaram a geração de uma série de instrumentos de pesquisa intermediários, consolidados em manuais e articulados por sistemas de informação. Baseado em um registro/código de identificação de cada objeto, foi elaborada uma listagem, denominada Listagem de Registro ou Inventário

relação à codificação do acervo, termo e nome do objeto previamente definido por terminologia controlada obtida com base em um thesaurus82

O quadro abaixo, adotado pela Superintendência de Museus foi adaptado do Esquema Classificatório proposto por Ferrez & Bianchini (1987) e, seguiu um sistema de classificação para os objetos que abalizou conceitos como: termos, classes e subclasses. Assim, foi possível formalizar um importante instrumento de pesquisa, no qual cada objeto poderia ser nomeado e classificado de forma geral e específica.

No critério de classificação dos objetos adotados no Projeto da Superintendência de Museus, prevaleceu a representação pelo seu caráter simbólico. O importante aqui é ressaltar que apenas uma única classificação deveria ser utilizada, evitando, assim, a dispersão de um mesmo termo em diferentes classes. Como exemplo, o quadro mostra o Esquema Classificatório dos Objetos do Museu Mineiro.

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Thesaurus é um instrumento de controle de terminologia utilizada para designar documentos/objetos, funcionando como um sistema de denominação de artefatos. É um recurso metodológico utilizado para o processamento técnico de acervos museológicos.

Extraído de Cândido (2006, p.41.)

A etapa denominada Categorias de Acervo envolveu conjuntos parciais do acervo dividindo-os em 16 categorias de acordo com a denominação abaixo:

1. Achados Arqueológicos 2. Armaria 3. Arte Sacra 4. Castigo e Penitência 5. Comunicação 6. Equipamentos Domésticos 7. Escultura 8. Fragmentos e Construção 9. História Natural 10. Insígnias 11. Mobiliário 12. Objetos Cerimoniais 13. Objetos Pecuniários 14. Objetos Pessoais 15. Pinacoteca 16. Trabalho

Como nas demais etapas do processo de documentação efetuadas, a abordagem metodológica adotou o critério da procedência, que foi denominado Arranjo de

Coleções, resultando no mapeamento do acervo de acordo com sua origem.

A etapa do processamento de documentação museológica teve como finalidade desenvolver a pesquisa sobre do acervo baseada em uma abordagem individual de cada objeto, organizando as informações em dossiês, por coleção, obedecendo a ordem crescente dos códigos de registro do acervo. Essas informações foram posteriormente utilizadas no preenchimento das planilhas do Projeto de Inventário, onde foi inserido o registro fotográfico individual dos objetos, com a finalidade de incluir a informação iconográfica como um dos campos de identificação da Planilha, já prevendo um procedimento para a digitalização das imagens em um banco de dados na implantação de projetos de informatização.

O que levou a viabilizar um outro instrumento de pesquisa, o Controle de

Reprodução Fotográfica do Acervo, com listagens associando o código de registro

ao termo de cada objeto e aos códigos específicos correspondentes à sua identificação dentro da documentação de reprodução fotográfica do acervo.

Para a Planilha foram criados 37 campos, divididos em seis partes e um anexo, assim constituídos83:

1ª parte - Identificação do objeto – campo 1 ao 19

2ª parte – Análise do objeto – campo 20 ao 23

3ª parte – Conservação do Objeto – campo 24 ao 26

4ª parte – Notas – campo 27 ao 32

5ª parte – Reprodução Fotográfica – campo 33 ao 34

6ª parte – Dados de Preenchimento - campos 35 ao 37 ANEXO – Imagem Digitalizada

O Manual de Normas Metodológicas para o preenchimento da Planilha foi elaborado pela Superintendência de Museus do Estado de Minas Gerais – SUM/MG.

4.2 Projeto de Documentação do Acervo dos Museus da Secretaria de Estado