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2.3. Denetim Kalitesine Yönelik Düzenleyici Çalışmalar

2.3.2. Denetim Süreci ve Kalite Araştırmaları

Uma solução padrão foi preparada como descrita no item 2.7, e foi injetada no

cromatógrafo, em cada hora, por 16 horas consecutivas. A presença de picos adicionais que

poderiam indicar a degradação de BMV ou DMA e/ou a diminuição das áreas dos picos de

BMV ou DMA foram avaliadas.

3. Resultados e discussão

3.1. Desenvolvimento do método por aQbD

O planejamento fatorial completo 3

3

foi usado para o desenvolvimento do método

como uma ferramenta aQbD. Um total de 27 corridas cromatográficas foram executadas

variando-se três fatores: fluxo da fase móvel (A), a percentagem de acetonitrila (B) e o

comprimento da coluna (C) como mostrado na Figura 2.

Capítulo 3

87

Figura 2. Cromatogramas de dexametasona acetato (primeiro pico à esquerda) e

betametasona valerato (segundo pico) obtidos de 27 corridas cromatográficas. Os

cromatogramas estão apresentados de acordo com o comprimento da coluna: a) 30 mm, b) 50

mm e c) 75 mm. O planejamento experimental está apresentado na tabela ao lado direito da

imagem.

Capítulo 3

88

As variáveis de resposta avaliadas foram: resolução, tempo de retenção do último pico

(BMV) em cada cromatograma e fator

de cauda de BMV e DMA. Superfícies de resposta

foram ajustadas para cada variável para estudar sua dependência entre os fatores escolhidos.

Na metodologia de superfície resposta é conveniente e computacionalmente eficiente

converter os fatores a variáveis codificadas x1, x2, x3, que são geralmente definidas como

adimensionais e variáveis dentro do intervalo [-1, 1] (MASON, R.; GUNST, R.F.; HESS,

2003; MYERS, R.H.; MONTGOMERY, 2002). Os níveis codificados para cada um dos

fatores são dados pelas expressões apresentadas na Figura 3.

Figura 3. Expressões das variáveis codificadas, onde x1, x2 e x3 representam

respectivamente fatores A – fluxo; B - percentagem de acetonitrila; e C - comprimento da

coluna.

Fonte: autoria própria, 2015.

3.2. Efeito dos fatores

O modelo final para resolução, tempo de retenção, e fator de cauda expressos em

termos de fatores codificados são dados pelas equações mostradas na Figura 4.

Capítulo 3

89

Figura 4. Design Space mostrando as melhores condições de: a) resolução (Rs), b) tempo de retenção do ultimo pico (RT), c) fator de cauda (Tf) DMA e d) fator de cauda (Tf) BMV, em que CL é o comprimento da coluna e ACN é acetonitrila. A cor branca representa os limites indesejados e a cor rosa representa o Design Space (DS) desejado.

Capítulo 3

90

Foi observado que a taxa de fluxo teve um efeito menor sobre a resolução, quando

comparado com o comprimento da coluna e a percentagem de acetonitrila. Os gráficos de

contorno para cada comprimento da coluna para o modelo de superfície de resposta de

resolução é mostrada na Figura 4a. Na região experimental, quando o comprimento da coluna

é 75 mm, a resolução tem valores entre 5 e 12. Para o comprimento da coluna de 50 mm,

valores de resolução maiores que dois ocorrem para quase todas as regiões experimentais,

exceto quando a percentagem de acetonitrila for 75% (x2 = 0.5). Para o comprimento da

coluna de 30 mm, condições ótimas de resolução ocorreram com a percentagem de

acetonitrila de 60% (x2 = -1) em qualquer fluxo, desde que os valores de resolução sejam

maiores que 2.

De acordo com a teoria cromatográfica, em fase reversa, o fator de retenção é a

medida da hidrofobicidade relativa. Isto significa que o comportamento de retenção de

analitos ocorre em função de seu volume hidrofóbico e polaridade, e depende também da

natureza do modificador orgânico da fase móvel. Além disso, o processo cromatográfico para

um dado analito em diferentes proporções orgânico/aquoso envolve o aumento do tempo de

retenção com o aumento do número de carbonos na fase estacionária, e é correlacionado com

as propriedades físico-químicas do eluente (POOLE, 2003; SNYDER, L.R.; KIRKLAND,

J.J.; DOLAN, 2010). Estes conceitos estão de acordo com os resultados mostrados nos

gráficos de contorno para cada comprimento de coluna (Figura 4b).

O fator de cauda ou fator simétrico possuindo valor 1,0 significa completa simetria de

pico. Valores de Tf que são maiores que 1,5 podem levar à integração errada, resultando em

quantificação errônea de BMV e DMA. Os principais fatores que influenciam a simetria de

pico são: efeitos do solvente, incompatibilidade do soluto com a fase móvel ou surgimento de

um vazio na entrada da coluna, presença de grupos silanóis residuais na fase estacionária,

entre outros (POOLE, 2003; SNYDER, L.R.; KIRKLAND, J.J.; DOLAN, 2010). Os gráficos

de superfície resposta para DMA e BMV correlacionados ao fator de cauda estão

apresentados nas Figuras 4c e 4d, respectivamente, onde foram delimitados os DS (de cor

rosa).

O planejamento experimental encontrou condições ótimas: comprimento da coluna de

30 mm, fluxo de 0,2 mL.min

-1

e percentagem de acetonitrila de 60% na fase móvel. Nestas

condições, os valores de resolução foram mais próximos de 2,0, o fator de cauda próximo a

1,0 e o tempo de retenção do último pico foi menos que 2 minutos. Além de atender à

adequabilidade do sistema, apresentou um método com rápida corrida cromatográfica.

Capítulo 3

91

3.3. Estabilidade de soluções

Não foram observadas mudanças no tempo de retenção nos picos de BMV e DMA

depois de 16 horas. Da mesma forma, não foram observados picos adicionais. A redução

insignificante (cerca de 1,2%) das áreas de pico de BMV foram observadas, quando o pico

inicial (tempo zero) e a área de pico de BMV depois de 16 horas de preparação foram

comparadas. Apesar desta pequena redução no pico de BMV, a recomendação estabelecida

com esse estudo é que a injeção das soluções seja realizada o mais rápido possível após

prepará-las e deve ser usado frascos do auto-injetor com tampas para evitar a evaporação do

etanol. As áreas de pico de DMA mantiveram-se praticamente inalteradas após 16 horas de

análise.

3.4. Pré-tratamento da amostra

O maior problema encontrado na análise de fórmulas dermatológicas são as

interferências dos excipientes nestas complexas formulações, especialmente os componentes

lipofílicos. Antes da análise cromatográfica, um processo de extração é necessário para

separar adequadamente os compostos e também proteger a coluna, minimizando os danos

causados pelos interferentes da amostra, especialmente excipientes lipofílicos. O preparo de

amostra geralmente usado em analises de corticosteroides incluem extração líquido-líquido

em duplicata (KAUTSKY, 1981), extração em fase sólida (LUNN, 2005), hexano aquecido

(BRITISH PHARMACOPOEIA COMMISSION, 2011) e outros vários métodos demorados e

caros. O método escolhido neste trabalho foi melhorado e adaptado do original, o qual usa a

extração com etanol aquecido, um solvente muito menos tóxico que os usuais (KAUTSKY,

1981). Um padrão interno (IS) foi adicionado na amostra antes da análise. IS é composto de

um ou mais componentes com semelhança físico-química com os analitos de interesse,

contudo, não deve estar presente nas amostras. A área de padrão interno é usada para

normalizar as áreas dos picos de interesse, assim eliminando o efeito de diferenças em

volumes de injeção ou diluições, permitindo um método confiante e reprodutível. O método

de extração foi otimizado e mostrou uma boa recuperação pelo uso de etanol absoluto em

temperatura ambiente para amostras de creme, loção e gel. Esta extração foi simples, de baixo

custo e mais rápida quando comparada aos métodos oficiais (BRITISH PHARMACOPOEIA

COMMISSION, 2011; USP, 2011).

Capítulo 3

92

3.5 Validação do método

A validação do método foi realizada de acordo com as recomendações do ICH em

quatro tipos de matrizes placebos (creme, gel, pomada e loção). É conhecido que a técnica de

adição de padrão interno em matrizes é usada para avaliar o desempenho de um método

analítico quando testado em um tipo específico de matriz (BOUABIDI,A.; TALBI, M.;

BOUKLOUZE, A.; EL KARBANE, M.; BOURICHI, H.; EL GUEZZAR, M.; ZIEMONS,

E.; HUBERT, P.; ROZET, 2011). Este procedimento resulta no aumento da confiança na

exatidão e fundamentação dos resultados da amostra. Como proposto, o método CLUE pôde

atender a uma variedade de amostras dermatológicas de uso tópico. Além disso, o uso da

técnica de padrão interno foi escolhida para minimizar os erros no preparo de amostra e

algumas variações instrumentais. Conforme obtidos, os resultados de adequabilidade do

sistema estão apresentados na Tabela 2.

Tabela 2. Parâmetros de adequabilidade do sistema obtidos do método desenvolvido em

CLUE.

Parâmetro

Limites*

DMA

BMV

Fator de retenção

K > 2

2.16

3.83

Resolução

Rs > 2

-

2.87

Fator de cauda

Tf ≤ 1.5

1.27

1.35

Pratos teóricos

N > 2000

11357

13296

Precisão da injeção

DPR < 1%

0.03

0.01

Tempo de retenção

-

0.95

1.40

Área (mAU)

-

229141

216334

*de acordo com o FDA ; Rs = resolução; Tf = fator de cauda; N = número de pratos teóricos; DPR = desvio padrão relativo.

A seletividade e especificidade são medidas de confiabilidade das medições na

presença de outros componentes. Os testes foram realizados pela comparação de matrizes

livre de esteroides e amostras obtidas após a extração. Em seguida, a influência de

Capítulo 3

93

interferentes na análise foi investigada. O comprimento de onda 254 nm foi selecionado

devido a sua boa sensibilidade para o fármaco e também por não apresentar picos

interferentes nesta região. O cromatograma da solução padrão contendo DMA e BMV

apresentou dois picos nos tempos de retenção de 0,95 e 1,40 minutos, respectivamente. O

cromatograma de BMV das amostras de gel, pomada, e loção (Figuras 5d e 5h) e amostras

placebo (Figuras 5c, 5e e 5g) mostraram um pico não identificado no tempo de retenção de

2,8 minutos. Não foram observados picos significantes nos tempos de retenção de BMV e

DMA em extrações de placebos como mostradas na Figura 5a, 5c, 5e e 5g. O índice de

similaridade foi calculado pelo detector de fotodiodos no modo de varredura completa e os

valores estão apresentados na Tabela 3. O método foi seletivo para a determinação de BMV e

do padrão interno (DMA) na presença dessas matrizes.

Figura 5. Cromatograma do creme placebo (A); creme de BMV fortificado com o padrão

interno (B); gel placebo (C); gel de BMV fortificado com o padrão interno (D); pomada

placebo (E); pomada de BMV fortificada com o padrão interno (F); loção placebo (G) e loção

de BMV fortificada com o padrão interno BMV, em que o pico 1 corresponde ao padrão

interno adicionado (DMA) e o pico 2 corresponde a BMV presente nas amostras.

Capítulo 3

94

Uma série de três curvas de calibração contendo sete pontos (5 – 200 µg.mL

-1

) foi

realizada para o fármaco BMV com adição do padrão interno DMA em 4 diferentes

formulações de placebo (creme, gel, loção e pomada), de acordo com as condições ótimas do

método desenvolvido. Os valores dos coeficientes de regressão linear e equações da reta estão

apresentados na Tabela 3.

A exatidão do método foi determinada adicionando quantidades já conhecidas de

soluções padrão de BMV e DMA em amostras placebo. As recuperações foram calculadas e

os resultados apresentados na Tabela 3. Os valores referem a média de 5 ensaios para cada

concentração. A precisão foi calculada de uma média de 6 determinações de amostras em

concentração nominal de 60 µg.mL

-1

. Os dados precisos detalhados também constam na

Tabela 3. Os resultados apresentados estão de acordo com valores aceitáveis para a validação

de um procedimento analítico (“The International Conference on Harmonisation of Technical

Requirements for Registration of Pharmaceuticals for Human Use (ICH)”, 2015). Algumas

pequenas variações em parâmetros cromatográficos foram realizadas para verificar a robustez

do método. De acordo com o ICH (ICH, 1996): ‘A robustez de um procedimento analítico é a

medida de sua capacidade de não ser afetado por pequenas, mas consideradas variações nos

parâmetros do método e fornece uma identificação de sua confiabilidade durante o uso normal

de rotina’. Os resultados de robustez foram expressos como percentagem de recuperação. O

aumento da temperatura da coluna de 30 °C para 32 °C, seguida da diminuição para 28 ºC,

não interferiu no tempo de retenção de BMV. Além disso, a variação do fluxo e do

comprimento de onda não mostraram mudanças em valores de percentagem de recuperação e

no tempo de retenção de BMV. Todos os resultados da validação estão resumidos na Tabela

3.

Capítulo 3

95

Tabela 3. Resultados de validação do método desenvolvido por aQbD para determinação de betametasona valerato em CLUE.

Parâmetros de validação Creme Gel Pomada Loção

Linearidade (n = 3) r2:0.9997 y = 0.0153x + 0.0205 r2:0.9982 y = 0.0158x + 0.0196 r2:0.9992 y = 0.0152x + 0.018 r2:0.9991 y = 0.0151x + 0.0135 Especificidade, SI 0.9999 0.9996 0.9998 1.0000 % % % % Exatidão (n = 5), µg.mL-1 5 99.39 ± 1.06 100.54 ± 0.37 100.67 ± 0.31 98.89 ± 0.23 20 98.60 ± 0.70 99.85 ± 0.88 98.96 ± 0.73 98.41 ± 1.44 80 99.36 ± 0.87 100.86 ± 0.52 98.41 ± 0.96 97.82 ± 1.05 160 100.68 ± 0.51 101.13 ± 1.01 99.02 ± 0.67 99.65 ± 1.03

Area* ± DPR Area* ± DPR Area* ± DPR Area* ± DPR

Precisão (n = 6), 60 µg.mL-1 Intra-dia 0.9670 ± 1.76 0.9765 ± 2.33 0.9737 ± 1.03 0.9824 ± 0.87 Inter-dia 0.9735 ± 1.24 0.9871 ± 2.39 0.9923 ± 1.24 0.9860 ± 2.03 % RT % RT % RT % RT Robustez Fluxo (mL.min-1) 0.18 101.39 ± 0.71 1.55 100.49± 1.03 1.53 100.04 ± 0.87 1.54 102.01± 0.48 1.55 0.20 97.95 ± 0.80 1.41 102.23± 1.64 1.40 98.97 ± 0.55 1.41 97.99 ± 0.39 1.41 0.22 101.47 ± 0.57 1.27 99.29 ± 0.98 1.26 99.93 ± 0.51 1.25 100.34± 0.93 1.27 % RT % RT % RT % RT Robustez Forno da coluna (°C) 28 102.67± 0.94 1.41 101.66± 1.06 1.41 100.03± 0.30 1.42 103.38± 0.52 1.41 30 100.61± 0.78 1.40 100.08± 0.79 1.40 100.87± 1.69 1.40 101.83± 1.20 1.40 32 97.24 ± 1.21 1.38 99.04 ± 0.92 1.39 98.74 ± 0.98 1.38 97.63± 0.91 1.38 Robustez Comprimento de onda (nm) % RT % RT % RT % RT 252 97.66 ± 0.25 1.40 98.97 ± 0.81 1.40 99.06 ± 0.44 1.40 99.93± 0.76 1.40 254 99.18 ± 0.21 1.40 99.01 ± 0.70 1.40 99.94 ± 0.13 1.40 98.99± 0.88 1.40 256 103.70 ± 0.19 1.40 100.07± 0.26 1.40 101.03± 0.37 1.40 102.68± 0.76 1.40

r2 = coeficiente de correlação linear da curva “BMV area/DMA area vs. concentração”; SI = índice de similaridade; * BMV area/DMA area ; % = media do percentual de recuperação ± DPR; DPR = desvio padrão

Capítulo 3

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3.6. Aplicação do método e vantagens

O método foi aplicado para análise de formulações dermatológicas de creme,

gel, pomada e loção contendo betametasona valerato a 0,1%. As amostras foram

preparadas em triplicata conforme descrito no item 2.7.2 na concentração analítica de 60

µg.mL

-1

em etanol absoluto. Os resultados de teor encontrados nas formulações de

creme, gel, pomada e loção foram, respectivamente: 98,21, 99,03, 107,97 e 101,13%.

Estes resultados demonstraram claramente que o método desenvolvido se mostrou

adequado para a análise de rotina destas preparações farmacêuticas semissólidas.

Quando comparado aos compêndios oficiais (BRITISH PHARMACOPOEIA

COMMISSION, 2011; USP, 2011), este método apresentou vantagens relativas à custos

operacionais. Vários autores têm discutido sobre os benefícios do uso de CLUE em

laboratórios analíticos (ALAN XU, 2013; GUILLARME, D.; VEUTHEY, 2012;

NOVÁKOVÁ, L.; MATYSOVÁ, L.; SOLICH, 2006). Dessa forma, supondo que seja

realizada uma análise de controle de qualidade de rotina na indústria farmacêutica em

80 amostras de cremes de BMV, o método desenvolvido neste trabalho e dois métodos

oficiais, da Farmacopeia Americana e da Farmacopeia Britânica, foram comparados e

estão apresentados na Tabela 4.

Capítulo 3

97

Tabela 4. Comparação entre dois métodos oficiais e o método desenvolvido neste estudo,

para determinação de BMV em amostras de creme.

CLAE (300 x 4 mm, 5 µm) ** CLAE (250 x 4.6 mm, 5 µm) *** CLUE (30 x 2 mm, 2.2 µm) ****

Tempo de corrida (min) 10 7 3

Tempo total da análise (min) 800 560 240

Tempo economizado (min) 560 320 -

Volume de injeção (µL) 10 20 1

Fluxo (mL.min-1) 1.2 1.0 0.2

*FM utilizada (mL) 960 560 48

*FM economizada (mL) 912 512 -

*FM – volume de fase móvel; ** Farmacopeia Americana; ***Farmacopeia Britanica; ****Método desenvolvido neste trabalho.

A principal vantagem encontrada no método desenvolvido por aQbD, foi uma

significante diminuição do tempo de análise e redução no consumo de solvente da fase

móvel. No exemplo de 80 amostras de creme, o método desenvolvido apresentaria

economia de 320 a 560 minutos de análise, sendo de 57,15 a 70 vezes menor que os

métodos oficiais. Com relação ao consumo de solvente, no método desenvolvido neste

trabalho, seria utilizado apenas 48 mL de fase móvel (28,8 mL de acetonitrila) para

analisar 80 amostras de creme. A partir deste ponto de vista, o método desenvolvido é

mais economicamente viável para desenvolvimento, equilíbrio da coluna, validação do

método e procedimentos de rotina em controle de qualidade de medicamentos quando

comparados aos métodos oficiais por CLAE.

Capítulo 3

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