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İkinci ötelemeli yansıma öğretimsel işine ilişkin bulgular ve yorumlar Öğrenciler ikinci ötelemeli yansıma öğretimsel işi açarak yapılan dönüşüm

Belgede Gizli Geometrik (sayfa 116-123)

Gizli Geometrik Y er Sürüklemesi

DÖRDÜNCÜ BÖLÜM

4. Bulgular ve Yorum

4.1 Eş Zamanlı Analiz

4.1.6 İkinci ötelemeli yansıma öğretimsel işine ilişkin bulgular ve yorumlar Öğrenciler ikinci ötelemeli yansıma öğretimsel işi açarak yapılan dönüşüm

O município de Carapicuíba conta com 58 escolas Estaduais de Ensino Fundamental e Médio, além das escolas municipais.

Estima-se um déficit de 80 salas na rede pública para atender à demanda no município.

A rede de ensino municipal conta com 49 unidades escolares que atendem crianças menores de 10 anos, sendo seis EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental) que atendem crianças de 1º a 5º anos, 23 EMEI (Escola Municipal de Ensino Infantil) que atendem crianças de 3 a 5 anos, 20 creches que atendem crianças de 6 meses a 4 anos, totalizando 19.860 alunos, atendidos pela rede pública municipal.

Carapicuíba é um município considerado dormitório, pois existem poucas indústrias, o que obriga seus moradores a procurarem emprego nas cidades vizinhas, fato que acaba tornando o município fornecedor de mão de obra para toda a região Metropolitana de São Paulo, e a população trabalhadora ativa é composta pelo casal, pois, normalmente, a mulher também sai para trabalhar e complementar a renda familiar fora do município. Os pais precisam de um local para deixar seus filhos na faixa etária entre 0 e 4 anos de idade, com segurança, durante o período em que estiverem trabalhando; nessa esfera, também existe uma carência, faltam creches públicas para atender a todas as famílias.

Por parte da população, percebemos um olhar de indiferença para os problemas da cidade, a população em lugar de cobrar dos órgãos públicos soluções para seus problemas, prefere buscar apoio, utilizando os serviços públicos dos municípios vizinhos que se encontram mais organizados e estruturados economicamente.

Suspeitamos que esta falta de identidade com a cidade possa provocar nos alunos uma desvalorização de tudo que está contido nela, acreditamos que, às vezes, até mesmo, a desvalorização da escola e suas práticas.

Entendemos que o ensino de matemática é uma das preocupações da rede pública, pois está inserido em seu currículo, desde o 1º ano do ensino fundamental e estende-se até o 3º ano do ensino médio.

O ensino de matemática no ensino fundamental II e médio vem se traduzindo em baixo rendimento por parte dos alunos, que revelam pouco interesse pelo seu aprendizado.

Esta realidade vem sendo constatada pelos últimos resultados do SARESP (Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) de 2012.

A seguir apresentamos os resultados obtidos nas avaliações do SARESP, realizada no ano de 2012, conforme os dados da tabela 2 a seguir:

Tabela 2 - Média do SARESP (Sistema de Avaliação de Resultados do Estado de São Paulo)

Fonte: Relatório SARESP (SÃO PAULO, 2012).

Os dados da Tabela 2 trazem os resultados obtidos na avaliação do SARESP 2012, a primeira linha traz a média dos resultados obtidos na Rede Estadual; a segunda linha traz a média dos resultados da RMSP (Rede Municipal da cidade de São Paulo); a terceira linha, a média dos resultados obtidos na Diretoria de Ensino do Município de Carapicuíba que também engloba o município de Cotia e, a última linha, a média dos resultados do município de Carapicuíba.

Estes resultados obedecem a uma escala, chamada de Escala de Proficiência.

Conforme o Relatório do SARESP 2012, os pontos da Escala de Proficiência utilizados para se determinar a nota dos alunos foram agrupados em quatro níveis a saber:

 Abaixo do Básico – classificado como Insuficiente (os alunos, neste nível demonstram domínio insuficiente dos conteúdos, competências e habilidades desejáveis para o ano/série escolar em que se encontram);

 Básico – classificado como Suficiente (os alunos, neste nível, demonstram domínio mínimo dos conteúdos, competências e habilidades, mas possuem as estruturas necessárias para interagir com a proposta curricular no ano/série subsequente);

 Adequado – classificado como Suficiente (os alunos, neste nível, demonstram domínio pleno dos conteúdos, competências e habilidades desejáveis para o ano/série subsequente); e

 Avançado – classificado como Avançado (os alunos, neste nível, demonstram domínio dos conteúdos, competências e habilidades acima do requerido para o ano/série escolar em que se encontram).

De acordo com o Relatório do SARESP (SÃO PAULO, 2012), as notas dos alunos foram classificadas nestes quatro níveis de proficiência seguindo a seguinte pontuação, conforme os dados das Tabelas 3, 4, e 5 a seguir:

Tabela 3 – Classificação de proficiência em Língua Portuguesa

Língua Portuguesa 5º EF 7ºEF 9ºEF 3ºEM

Abaixo do Básico < 150 < 175 < 200 < 250

Básico 150 a <200 175 < 225 200 a < 275 250 a < 300

Adequado 200 a <250 225<275 275 a< 325 300 a < 375

Avançado ≥ 0 ≥ ≥ 3 ≥ 3

Fonte: Relatório SARESP (SÃO PAULO, 2012) Tabela 4 – Classificação de proficiência em Matemática

Matemática 5º EF 7ºEF 9ºEF 3ºEM

Abaixo do Básico < 175 < 200 < 225 < 275

Básico 175 a <225 200 < 250 225 a < 300 275 a < 350

Adequado 225 a <275 250 < 300 300 a< 350 350 a < 400

Avançado ≥ 75 ≥ 300 ≥ 350 ≥ 400

Fonte: Relatório SARESP (SÃO PAULO 2012)

Tabela 5 – Classificação de proficiência em Ciências e Ciências da Natureza

Ciências e Ciências da Natureza 7ºEF 9ºEF 3ºEM

Abaixo do Básico < 200 < 225 < 275

Básico 200 < 250 225 a < 300 275 a < 350

Adequado 250 < 325 300 a< 350 350 a < 400

Avançado ≥ 3 ≥ 350 ≥ 400

Ao realizar uma leitura dos dados da Tabela 2 - Média do SARESP 2012 percebemos que todas as notas referentes à média do município, registradas na última linha da tabela, encontram-se dentro do Nível Básico, isso revela que a maioria dos alunos da cidade está, nas séries avaliadas, demonstrando domínio mínimo dos conteúdos avaliados.

Ao fazer uma leitura das médias do resultado do SARESP 2012, percebemos que o município não conseguiu alcançar os resultados obtidos pela média estadual em nenhuma das séries e modalidades de ensino.

Desse modo, nossa pesquisa buscará elementos que possam analisar como o professor apresenta o objeto matemático inequação a seus alunos, quais são suas possíveis dúvidas, como ele associa o tema ao contexto vivido pelo aluno; como ele explicita a solução dos problemas resolvidos; se ele fornece elementos, para que os alunos façam suas próprias interpretações das possíveis soluções das inequações estudadas e se as compreendem ao ponto de registrar o resultado obtido em diversas formas de registros de representação semiótica.

Partindo destas indagações, preparamos nosso instrumento de pesquisa. A seguir, apresentamo-lo.

Belgede Gizli Geometrik (sayfa 116-123)