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Dönüşüm geometrisi ile epistemolojik zorluklarla ilgili çalışmalar Simetri kavramı ile ilgili bilgilerinin değerlendirilmesi amaçlı ortaokul

Belgede Gizli Geometrik (sayfa 43-46)

2. Kavramsal/Kuramsal Çerçeve

2.2 Alan Yazında Yapılan İlgili Çalışmalar

2.2.4 Dönüşüm geometrisi ile epistemolojik zorluklarla ilgili çalışmalar Simetri kavramı ile ilgili bilgilerinin değerlendirilmesi amaçlı ortaokul

As principais metodologias de avaliação econômica na área de saúde compreendem: a análise de custo-efetividade; o custo-utilidade; o custo-benefício e o custo-minimização. Ou seja, são as principais técnicas de avaliação econômica completa, como sinaliza o Ministério da Saúde (BRASIL, 2009).

Estes são conceitos atinentes aos tipos de custos, que são utilizados na busca da eficiência econômico-operacional, bem como custos relativos aos resultados sociais concretos, para a percepção de melhores implementos.

Seguem os conceitos destes tipos de custos: Custo-efetividade:

Segundo Silva (2003, p.19), o custo-efetividade é a “avaliação econômica completa, no âmbito da saúde, que compara distintas intervenções de saúde, cujos custos são expressos em unidades monetárias, e os efeitos, em unidade “clínico- epidemiológicas”.

Para o Glossário Temático de Economia da Saúde, do Ministério da Saúde (BRASIL, 2009,p.16), o custo-efetividade é a “avaliação econômica completa, no âmbito da saúde, que compara distintas intervenções de saúde, cujos custos são expressos em unidades monetárias e os efeitos, em unidades clínico- epidemiológicas”.

Custo-utilidade:

Para o Glossário Temático de Economia da Saúde, do Ministério da Saúde (BRASIL, 2009, p.16), o custo- utilidade refere-se à:

Avaliação econômica completa que permite a comparação entre quaisquer tipos de intervenções de saúde e os efeitos dessas, medidos em Anos de Vida Ajustados pela Qualidade (AVAQ). Nota: os custos de intervenções de saúde são expressos em unidades monetárias (BRASIL, 2009, p.16).

Castro (2005, p.05), ao discorrer sobre o assunto, pondera que o custo- utilidade:

Mede o efeito de um programa/projeto/ação em termos de utilidade, ou seja, do valor para o indivíduo e a sociedade de determinado nível de saúde. Os resultados são expressos em termos de custo por dia saudável ou anos de vida, ajustado pela qualidade. Ex. Gêmeos idênticos, com profissões diferentes, um pintor outro tradutor. Os dois quebram o braço e ficam igualmente doentes. No entanto, vão valorar diferentemente o significado do braço quebrado, consequentemente, do tratamento e de como este melhora a qualidade de vida.

Custo-benefício:

O custo-benefício, para Damascena e Alencar (2007, p.34) é a “avaliação econômica completa de tecnologias, no âmbito da saúde, em que tanto os custos das tecnologias comparadas quanto seus efeitos são valorizados em unidades monetárias”.

Para o Glossário Temático de Economia da Saúde, do Ministério da Saúde (BRASIL, 2009, p.16), o custo-benefício diz respeito à “avaliação econômica completa de tecnologias, no âmbito da saúde, em que tanto os custos das tecnologias comparadas quanto seus efeitos são valorizados em unidades monetárias”.

O mesmo glossário aparta custo-benefício de custo-efetividade. O custo- benefício é vocábulo a integrar vários estudos, como os de Porter et al (2009), ao se referirem ao termo para alcançar avaliações econômicas também relativas à TANU, quando afirmam que “as abordagens atuais na triagem auditiva neonatal universal (TANU) costumeiramente referem-se a critérios específicos porque são exatamente tais critérios os esperados a resultar das ações da referida triagem (PORTER et al, 2009,p.34). Prosseguem, adentrando na terminologia, citando que o “custo-benefício (benefit-cost) é um método eficaz a prover a descrição de dados que destacam a utilidade, em níveis administrativos, econômicos e políticos, da adoção de certos procedimentos” (PORTER et al, 2009, p.38).

Afirmam, ainda, que a avaliação dos custos e benefícios permite considerações clínicas, além das sociais, para serem incorporadas à análise monetária, apontando melhor desenvolvimento para os operadores e qualidade de vida aos usuários auxiliando, assim, na seleção dos diversos protocolos da TANU.

Custo-minimização:

Para o Glossário Temático de Economia da Saúde, do Ministério da Saúde (BRASIL, 2011, p.76), o custo-minimização concerne à “avaliação econômica que compara somente os custos de duas ou mais tecnologias. Nota: os efeitos sobre a saúde que resultam das tecnologias comparadas são considerados similares”.

Para Albuquerque et al (2008, p.358) , ao se referirem ao custo-minimização no emprego de análises econômicas de saúde na área da farmácia, afirmam que:

A análise de custo-minimização é uma das mais simplificadas, e baseia-se no pressuposto de que as duas drogas comparadas tenham a mesma eficácia clínica. Não se avalia resposta, efeitos adversos, custos de infusões, entre outros. Analisa-se somente os custos das unidades dos medicamentos utilizados, isoladamente. (ALBUQUERQUE et al, 2008, p.357).

Ainda reportando-se a tal conceito, Marcos Ferraz, em matéria publicada na Revista Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial (2006, p.2), cita que:

É o tipo mais simples, mas não é mais utilizada. Ela pressupõe, de certa forma, que as intervenções que estamos comparando são iguais no que diz respeito ao ganho de saúde. Eu não meço, mas assumo o pressuposto que são iguais. Somente comparo custos. A que apresentar custo menor é a melhor estratégia.

Por fim, Campino (2008), referindo-se à Economia em Saúde e fazendo alusão à publicação do Banco Mundial (BM), em 1993, intitulada “Relatório de Desenvolvimento do Mundo”, expressa sua preocupação com algo que nominou de “Investimento em Saúde”.

Prossegue Campino (2008, p.221) afirmando que tal documento “é até hoje, referência para quem trabalha com avaliação econômica de projetos/programas de saúde”, ensejando o nascimento – talvez, mas essencialmente evoluindo o interesse em se aprofundar sobre a temática.

Campino (2008, p.221) menciona, seguindo a abordagem histórica da questão, a existência da Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste (SUDECO), a criação da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e de outros órgãos, a corroborar com a preocupação de “avaliar um programa de saúde utilizando a análise de custo-benefício no Brasil.”

Campino (2008, p.222) refere-se a G.Mooney, para quem a “economia da saúde é a disciplina de economia aplicada ao tópico de saúde”. Aduz também que “Economia da Saúde é a aplicação da ciência econômica aos fenômenos e problemas associados ao tema da saúde”.

Finalmente, para Morris et al, a Economia da Saúde é:

A aplicação da teoria econômica, modelos e técnicas empíricas para a análise da tomada de decisão por indivíduos, provedores de atenção de saúde e governos a respeito de saúde e atenção de saúde. (MORRIS et al apud CAMPINO, 2008, p.223).

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