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İş Sözleşmesinin Feshinde Sendikal Ayrım Yasağı

J. Sendikal Tazminatta İspat

2. İş Sözleşmesinin Feshinde Sendikal Ayrım Yasağı

identificar a capacidade de atração para a área rural do município, no caso do Rio Grande do Sul identificou que o município com o mais alto IPOP é Alvorada (0,617) seguido de Esteio (0,611), Porto Alegre (0,583), Glorinha (0,549), Sapucaia do Sul (0,541), Dezesseis de Novembro (0,540), Vista Gaúcha (0,533), Jóia (0,529), Três Palmeiras (0,514) e Relvado (0,513).

Em relação aos 10 municípios com menor dinamismo demográfico em primeiro lugar ficou Inhacorá (0,243) e depois vem Turuçu (0,240), Capivari do Sul (0,236), Cerrito (0,222), Lindolfo Collor (0,217), Picada Café (0,195), Minas do Leão (0,178), Morro Reuter (0,165), Chuí (0,134) e Vale Real (0,129).

Tabela 5 – Resultados ordenados do Índice de População (IPOP) para municípios do RS.

Índices Os dez municípios com maior dinamismo demográfico

Os dez municípios com menor dinamismo demográfico

Alvorada 0,617 Inhacorá 0,243

Esteio 0,611 Turuçu 0,240

Porto Alegre 0,583 Capivari do Sul 0,236

Glorinha 0,549 Cerrito 0,222

Sapucaia do Sul 0,541 Lindolfo Collor 0,217

Dezesseis de Novembro 0,540 Picada Café 0,195

Vista Gaúcha 0,533 Minas do Leão 0,178

Jóia 0,529 Morro Reuter 0,165

Três Palmeiras 0,514 Chuí 0,134

IPOP

Relvado 0,513 Vale Real 0,129

Elaboração própria. Fonte dos dados básicos: Censo Demográfico 2000, Censo Agropecuário 1996 e Produção da Agricultura Municipal – IBGE.

Quando os dados são espacializados observa-se que dos 10 municípios com maior dinamismo populacional, 5 deles situam - se próximos à região metropolitana de Porto Alegre.

10 maiores 10 menores No data

10 maiores e 10 menores IPOP

Figura 1 – Distribuição espacial dos dez municípios com maiores valores e menores valores do Índice de População (IPOP).

Através da Figura 2 observa-se que o padrão de espacialização do IPOP caracteriza-se por uma concentração de maiores valores (áreas na escala verde) em municípios pequenos (que possuem atividades econômicas mais relacionadas a agricultura integrada e a industria) enquanto que os municípios com menores valores para IPOP (áreas na escala azul claro) são aqueles de maiores áreas e que se situam na metade Sul e Oeste do Estado. Estes últimos são municípios que tem na pecuária extensiva a sua principal atividade econômica.

(.4360028,.6165208] (.3826832,.4360028] (.3388511,.3826832] [.1288342,.3388511] No data

Índice de População - IPOP

Figura 2 – Distribuição espacial do Índice de População (IPOP) para o Estado do Rio Grande do Sul.

3.4.2 O Índice de Bem-Estar Social (IBES)

Este indicador demonstra quais são os municípios gaúchos que apresentam as melhores condições de educação de suas populações assim como condições de abastecimento de água, o que contribui para um IDR mais elevado.

Neste indicador o município com o índice mais elevado foi Salvador das Missões (0,930), em segundo lugar Campina das Missões (0,902) seguido de Cerro Largo (0,900), Nova Boa Vista (0,894), São Pedro do Butiá (0,885), Xangri-lá (0,865), Quinze de Novembro (0,863), Porto Alegre (0,854), Ivoti (0,853) e Rondinha (0,851).

Na ponta de baixo ficaram Arroio Grande (0,531), Cerro Grande (0,525), São José do Herval (0,524), Benjamin Constant do Sul (0,519), Esteio (0,516), Fontoura Xavier (0,514), Barros Cassal (0,500), Lagoão (0,497), Nonoai (0,485) e São José do Norte (0,409).

Tabela 6 – Resultados ordenados do Índice de Bem Estar Social (IBES) para municípios do RS.

Índices Os 10 municípios com maiores valores do sub-indice IBES

Os 10 municípios com menores valores do sub-indice IBES

Salvador das Missões 0,930 Arroio Grande 0,531 Campina das Missões 0,902 Cerro Grande 0,525

Cerro Largo 0,900 São José do Herval 0,524

Nova Boa Vista 0,894 Benjamin Constant do Sul 0,519

São Pedro do Butiá 0,885 Esteio 0,516

Xangri-lá 0,865 Fontoura Xavier 0,514

Quinze de Novembro 0,863 Barros Cassal 0,500

Porto Alegre 0,854 Lagoão 0,497

Ivoti 0,853 Nonoai 0,485

IBES

Rondinha 0,851 São José do Norte 0,409

Elaboração própria. Fonte dos dados básicos: Censo Demográfico 2000, Censo Agropecuário 1996 e Produção da Agricultura Municipal – IBGE.

10 maiores 10 menores No data

10 maiores e 10 menores IBES

Figura 3 – Distribuição espacial dos dez municípios com maiores valores e menores valores do Índice de Bem Estar Social (IBES).

(.7231109,.9304681] (.6744216,.7231109] (.6208186,.6744216] [.4086943,.6208186] No data

Índice de Bem Estar Social - IBES

Figura 4 – Distribuição espacial do Índice de Bem Estar Social (IBES) para o Estado do Rio Grande do Sul.

De acordo com a Figura 4 percebe-se que o padrão espacial deste último sub-indice é bastante semelhante ao padrão espacial do índice de população (IPOP), o que significa que as populações mais concentradas estão localizadas nos municípios com maiores condições sociais. Esta elevada correlação pode ser explicada pela efeito de atração que as condições de infra-estrutura social exercem sobre as populações espalhadas no território do Estado. Além disto, pode-se informar que os municípios menores com elevada participação de atividade industrial e de formas produtivas agrícolas tecnologicamente mais avançadas (assim como também uma distribuição fundiária mais equânime) propiciam um dinamismo econômico maior, com maiores benefícios para a provisão de serviços sociais desempenhados pelo setor público destes municípios, via maiores arrecadações.

3.4.2 O Índice de Desenvolvimento Econômico (IDE)

Através desse índice observa-se perfil do rendimento “Médio” dos domicílios rurais. Neste indicador a classificação dos maiores ficou assim: Chuí (0,767), Igrejinha (0,663), Imbé (0,654), Tramandaí (0,638), Flores da Cunha (0,609), Presidente Lucena (0,607), Gravataí (0,606), Novo Hamburgo (0,605), Xangri-lá (0,604) e Porto Alegre (0,594). Na Figura 5 é mostrada a distribuição espacial destes municípios na área do Estado do Rio Grande do Sul, evidenciado-se que os dez municípios com maiores valores para o IDE encontram-se na região metropolitana de Porto Alegre com exceção do município de Chuí que possui características econômicas peculiares, baseado em uma economia de comércio internacional e turismo forte. Já os dez municípios com menores valores do Índice de Desenvolvimento Econômico (IDE) apresentam um padrão bem difuso e espalhado na área do Estado.

Tabela 7 – Resultados ordenados do sub-índice de Desenvolvimento Econômico (IDE) para municípios do RS.

Índices Os 10 municípios com maiores valores do sub-indice IDE

Os 10 municípios com menores valores do sub-indice IDE

Chuí 0,767 Herveiras 0,097

Igrejinha 0,663 Lagoão 0,093

Imbé 0,654 Passa Sete 0,090

Tramandaí 0,638 Erval Grande 0,089

Flores da Cunha 0,609 Novo Tiradentes 0,089 Presidente Lucena 0,607 São José do Norte 0,084

Gravataí 0,606 Vicente Dutra 0,083

Novo Hamburgo 0,605 Tunas 0,075

Xangri-lá 0,604 Tenente Portela 0,071

IDE

Porto Alegre 0,594 São Nicolau 0,065

Elaboração própria. Fonte dos dados básicos: Censo Demográfico 2000, Censo Agropecuário 1996 e Produção da Agricultura Municipal – IBGE.

10 maiores 10 menores No data

10 maiores e 10 menores IDE

Figura 5 – Distribuição espacial dos dez municípios com maiores valores e menores valores do Índice de Desenvolvimento Econômico (IDE).

(.3708671,.7666667] (.2596754,.3708671] (.1852972,.2596754] [.0652118,.1852972] No data

Índice de Desenvolvimento Econômico - IDE

Figura 6 – Distribuição espacial do Índice de Desenvolvimento Econômico (IDE) para o Estado do Rio Grande do Sul.

O padrão espacial deste índice (Figura 6) possui uma forte concentração na região metropolitana de Porto Alegre e nas regiões que ficam próximas dela como o Vale dos Sinos, Serra Gaúcha e Litoral Norte.

O Vale dos Sinos possui como característica um grande número de pequenos municípios onde predomina a agricultura familiar. Também no Vale dos Sinos situa- se um dos principais APL do país, o APL do setor coureiro-calçadista do Vale dos Sinos.

Da mesma forma que no Vale dos Sinos, na serra gaúcha tem-se uma forte presença da agricultura familiar, um setor de turismo desenvolvido e a presença de um pólo metal-mecânico.

Já o litoral norte, apesar de apresentar trocas intersetoriais menos intensas, é uma importante estação de veraneio que atrai turistas de outros paises como a Argentina e o Uruguai.

Também os dados apontam Chuí, cidade mais meridional do Brasil com alto Índice de desenvolvimento Econômico. Chuí separa-se do Uruguai apenas por uma longa avenida. A cidade atrai muitos turistas que vão em direção ao Uruguai, principalmente para fazerem compras nos free-shops situados no lado Uruguaio (município de Chuy).