4. KUR’ÂN’DA TOPLUMSAL SINANMANIN ALANLARI
4.1. Can, Akıl, Din Güvenliği ve Toplumsal Sınanma
A fauna de culicídeos no local estudado é considerável, uma vez que o estudo resultou na presença de 13 espécies, distribuídas entre os gêneros: Aedes, Anopheles, Culex, Haemagogus, Mansonia, Psorophora e Uranotaenia.
A espécie mais frequente foi Aedes scapularis que representou 29,59% das espécies encontradas, seguida por Culex coronator (25,05%), a presença desta primeira talvez confirme a área de estudo como área degradada e antropizada.
As espécies Culex (Culex) coronator (Grupo) Dyar & Knab, 1906 e Anopheles (Nyssorhynchus) deaneorum Rosa-Freitas, 1989 (identificação pela genitália masculina) foram capturadas pela primeira vez no Estado, no presente estudo, aumentando assim os conhecimentos da distribuição geográfica de dais espécies.
A presença de espécimes do gênero Haemagogus (Hg. spegazzinii), é importante pois este está envolvido no ciclo silvestre da febre amarela, sendo considerado um vetor potencial ou secundário do vírus amarílico. Outras espécies como Anopheles argyritarsis, Anopheles braziliensis, Anopheles deaneorum, Anopheles marajoara, Culex coronator, Mansonia indubitans, Ochlerotatus scapularis, Ochlerotatus taeniorhynchus e Psorophora ferox representam um risco potencial para a disseminação de doenças diversas.
O resultado das armadilhas do tipo ovitrampas mostrou que as espécies Aedes aegypti e Aedes albopictus não estão presentes naquela área, mesmo havendo a presença de criadouros potenciais para estas espécies.
Os fatores climáticos característicos do semiárido potiguar, como chuvas presentes em apenas alguns meses do ano, revelam uma possível adaptação dos ovos dos organismos estudados ao período de estiagem, sendo possível observar durante as capturas uma grande quantidade de culicídeos nos meses chuvosos, desaparecendo drasticamente nos secos, e voltando a ocorrerem no ano seguinte após o período de seca, no período chuvoso.
O intervalo de coleta entre as 18 e 19 horas, em época chuvosa, é mais propício para a captura de mosquitos, muito provavelmente por coincidir com o mesmo período de tempo que ocorre uma maior atividade hematofágica das fêmeas, aliado também a atração dessas devido à presença dos coletores.
As alterações antrópicas no meio ambiente podem levar a adaptação de espécies em novos habitats, o que do ponto de vista epidemiológico pode acarretar no favorecimento do contato entre vertebrados e os vetores invertebrados.
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