Çocukluk Çağı Gelişim Dönemlerine Göre Medya Kullanımı
3. Teknoloji tabanlı medya etkileri ve çocuk gelişimi süreci
3.2. Bilişsel gelişim ve medya
Hanging/long note – “nota oblíqua”. Square note – “nota quadrada”.
As figuras musicais podem ser agrupadas em duas ou mais notas através da Ligadura. A Ligadura, segundo Cerone (1613, liv. VII, cap. I, p. 517), nada mais é que uma conjunção de figuras simples.
O valor de cada figura varia de acordo com sua localização na Ligadura e também com o formato de seu corpo. Para Cerone (1613, liv. VII, cap. I, p. 517),
se pueden ligar [las figuras] en dos maneras, conuien a saber em cuerpos quadrados, ò em cuerpos alfados [...]. Dizese Figura quadrada por la forma quadrada que tiene como aqui y alfada (q[eu] es obliqua) respecto a su largueza, cuyo cuerpo es atravessado y no derecho .
Os textos em latim e italiano denominam “nota quadrata”, “recta”, “quadrato corpore” para indicar a figura musical representada em forma quadrada, e “nota obliqua”, “forma obliqua” para designar a figura inclinada.
Segundo Zacconi (1596),
Obliqua si chiama quella figura il cui corpo è trauersato & non dritto come quì (ZACCONI, 1596, f 29v).
Oblíqua se chama aquela figura cujo corpo é inclinado e não reto como aqui .
Por outro lado, as fontes ibéricas consultadas denominam a figura cujo corpo é oblíquo de “ponto alfado”, “nota alpha”.
Optei por traduzir square note como “nota quadrada” e, apesar das fontes ibéricas consultadas nomearem “nota alpha”, julguei conveniente traduzir o termo hanging/long note como “nota oblíqua”.
Index/director – “guião”.
Segundo Fernandez (1626, cap. 23, f 12v-13a), “Guiam demostra em que signo està o
ponto primeiro da regra seguinte”. Bluteau (1713, v. 4, letra G, p. 156) esclarece que “Guiaõ [...] he um sinal, que no fim da regra denota a figura, que esta na outra seguinte [...]”.
Portanto, director foi traduzido como guião, já que, de acordo com Morley, é um sinal localizado no final do pentagrama e indica a posição da primeira nota do próximo pentagrama.
Moode – “Modo”.
Prolation – “Prolação”.
Bermudo (1555, liv. 2, cap. 21, f 25v) elucida que “para saber todas las figuras que compases vale[n]: fueron inuentadas ciertas señales antepuestas al canto, y son dichas modo, prolacion, o tempo.” De acordo com Cerone (1613, liv. 6, cap. 50, p. 507), “em todo canto [de Organo] se halla Modo, Tiempo y Prolacion: perfeitos ò imperfeitos que sean; siendo atribuydo el Modo à la Maxima y à la Longa; el Tiempo à la Breue, y à la Semibreue la Prolacion.”
O Modo indica a divisão da Máxima e da Longa e não está relacionado aos “modos
litúrgicos” ou “eclesiásticos” e nem ao modo maior ou menor da escala musical. É possível determinar o valor das figuras musicais a partir do sinal que determina os Modos, Tempo e Prolação.
Os tratados em latim apresentam a designação Modus, Tempus e Prolatio ao mencionarem estes três graus de mensura, também conhecidos como três Graus da Música (em latim: gradibus Musicalibus; gradus Musicales). Portanto, Moode, Time, Prolation foram traduzidos como Modo, Tempo e Prolação respectivamente.
Stroke – “tactus”.
o more stroke – “tactus Maior”. o lesse stroke – “tactus Menor”.
o proportionate stroke – “tactus Proporcionado”. o whole stroke e full/ful stroke - “tactus inteiro”.
Morley define stroke como o sucessivo movimento da mão que controla a quantidade das notas e pausas. Em contrapartida, Simpson (1667, p. 18) explica que a mão movimenta-se igualmente para baixo e para cima e que este movimento é chamado time ou measure. The Pathway… (1596, f E1v), no entanto, nomeia-o tacture ou striking.
Portanto, como outros termos, os autores ingleses utilizam palavras diferentes para se referirem à mesma coisa.
De qualquer forma, os textos em latim apresentam a palavra tactus: Lossius (1563, f K2a), por exemplo, esclarece que
Tactus est successiua manus motio, omnium notularum ac pausarum in cantu mensuram dirigens (LOSSIUS, 1563, K2a-K2v).
tactus é o sucessivo movimento da mão que conduz
a medida de todas as notas e pausas no canto.
Zarlino (1558) e Zacconi (1596), assim como outros autores italianos, empregam o vocábulo battuta.
De acordo com Tettamanti (2012, p. 250), “A Battuta, que em português significa ‘batida’, pode também ser chamada de tempo, medida, ou tactus.”. Sendo assim, optei por traduzir a palavra stroke como tactus, levando em consideração as fontes latinas.
Os termos more stroke, lesse stroke e proportionate stroke foram traduzidos como
tactus Maior, tactus Menor e tactus Proporcionado respectivamente. The Pathway... (1596)
faz uso da mesma nomenclatura e também classifica o tactus (tacture) em Maior, Menor e Proporcionado no qual
The great is that which fulfilleth the measure of a briefe.
The lesser is that which measureth a sembrieffe in his motion.
The proportionate tacture is that which containeth three sembrieffes as in a tripla, or in three minoms [sic] in perfect prolarion [sic]. (THE PATHWAY..., 1596, f E1v).
O Maior é aquele que preenche o valor de uma Breve.
O Menor é aquele que mede uma Semibreve em seu movimento.
O tactus Proporcionado é aquele que contém três Semibreves, como em uma Tripla, ou três Mínimas na Prolação Perfeita.
Em suma, o movimento da mão para baixo e para cima caracteriza o “tactus inteiro” (whole stroke), seja ele Maior, Menor ou Proporcionado, portanto whole stroke e full/ful
stroke são traduzidos como “tactus inteiro”.
Pode-se observar ainda outra conotação para a palavra stroke (diálogos 133, 220, 230) e que não está relacionada com o movimento da mão:
- quando o aprendiz indaga sobre os sinais das pausas musicais (diálogo 133): What strokes be these set after euery note?
“Que traços são estes depois de cada nota?”
- quando o Mestre explica sobre os sinais de mensuração cortados (diálogo 220 e
230):
The signe of this Moode set with a stroke parting it thus ¢ [...].
“O sinal deste Modo, disposto com um traço dividindo-o desta maneira ¢[...].”.
Timing/ tyming/ time – “tempo”.
No diálogo 128, Morley define timing como o espaço ou duração no qual uma nota pode ser sustentada no canto. Na marginália, no entanto, tem-se o registro definition of time. De qualquer forma, durante a primeira parte do tratado de Morley, o termo timing/ tyming é assinalado em apenas três locais, nos diálogos 124, 127 e 218. Admitindo que timing/tyming e
time indiquem o mesmo assunto, minha opção recaiu por traduzi-los como “tempo”.
Time – “Tempo”.
Há ainda outra acepção para a palavra time: Morley elucida que Tempo (time) é a duração da Breve pelas Semibreves.
Diferentemente do cantochão, que não tem variação de tempo, o canto figurado exibe oito figuras musicais (Máxima, Longa, Breve, Semibreve etc.) cujos valores são aumentados ou diminuídos de acordo com o Modo, Tempo ou Prolação, também conhecidos como três Graus da Música (em latim: musicae gradus).
Com o intuito de padronizar a grafia e consequentemente facilitar a associação da palavra com seu real sentido, optei por grafar as palavras da seguinte maneira:
“Tempo” com a primeira letra maiúscula e fonte normal representa a duração da Breve pelas Semibreves;