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2 1 Avrupa Birliği Ortak Tarım Politikası

I. Avrupa Birliği Çevre Politikasının Temeller

Atualmente, o setor de moda íntima em Nova Friburgo é a principal atividade econômica da cidade, pois a decadência do setor metal mecânico e a reestruturação do setor têxtil ocasionaram no surgimento de uma aglomeração industrial no setor de moda íntima. A prefeitura junto com este setor são os maiores empregadores.

“Primeiro é que o que ultimamente tem movimentado a economia de Friburgo é o pólo de M oda íntima. Gera aproximadamente 25 mil empregos. Eu acho se não tivesse esse setor fortalecido ia ser muito mais complicado para a cidade. A cidade já passa por um momento econômico muito difícil, complicado, e é o principal vão da economia friburguense” (Representante do SINDVEST).

Em conseqüência desse potencial econômico da cidade, o Senai de Nova Friburgo, com seus 61 anos de existência, onde os seus programas de educação profissional sempre foram voltados para o setor metal mecânico, também sofreu uma reestruturação em seus cursos, tendo como foco as confecções de lingerie. Nesse sentido, pode apontar um crescimento na demanda desses cursos, já citados no capítulo anterior, onde no primeiro semestre de 2004 passaram pelos cursos 300 pessoas.

“Uma grande demanda, eu até estava acabando de fazer um relatório lá do pessoal da federação agora, de janeiro até julho agora não tem um número significativo,

mas está falando na aula uns 300 alunos divididos nessas modalidades, entre cursos livres que as pessoas vem procurar por vontade (...)” (Representante do Senai). Existe uma visão positiva atualmente no desempenho para a promoção do Arranjo Produtivo Local (APL) no que diz respeito nas articulações institucionais, pois o Pólo de M oda Íntima de Nova Friburgo e Região (PM I) surgiu de forma desorganizada com muitas empresas, em que seus donos com baixa escolaridade foram empreendedores forçados devido a situação em que se encontravam. Desta forma, as instituições que estão na frente desse desenvolvimento, atualmente pela forma do Conselho de Desenvolvimento da M oda (CDM ) é uma espécie de aglutinadores de esforços para que o APL num futuro próximo possa ter um padrão de qualidade, uma uniformidade de produção e uma marca da região que se diferencie do resto do país. Essa organização institucional como aponta Amaral Filho (2001) é importante para dar uma estabilidade na aglomeração de empresas do território no sentido de uma melhor articulação entre as empresas junto com as instituições.

Essa articulação conjunta das instituições tem como uma de suas funções a não sobreposição de tarefas, para que não haja desperdiço de trabalho e nem conflito entre elas. Um outro ponto importante exposto por um dos representantes do Senai é que hoje o APL já vive a segunda geração de empresários e pela maioria das confecções serem familiares, esta segunda geração são geralmente filhos dos fundadores, que têm um nível de escolaridade maior, pois muitos fizeram curso superior. Desse modo, essa segunda geração apresenta-se de forma menos desconfiada e mais flexível para mudanças de suas empresas, tendo um maior conhecimento da competitividade e exigência de qualidade do mercado.

“(...) já estamos entrando na 2ª geração que está assumindo as empresas de 30 anos atrás, que começaram estruturar, que começaram organizar o pólo. Nós da segunda geração começamos a ter a necessidade de uma coisa mais sistematizada, porque a competitividade do mercado é muito maior (...)” (Representante do Senai).

Somando essa visão de sinergia e interação entre as empresas e os demais agentes que estão à frente da coordenação dos projetos para o desenvolvimento da região, em função do PM I, pode-se acrescentar a fala do representante do SINDVEST: “a relação é totalmente favorável, a gente trabalha todos em prol do setor”. Estabelecendo assim, uma relação de confiança, sendo um importante atributo para o desenvolvimento de um APL como já discutido no Capítulo 1.

M esmo assim, apesar das instituições já estarem à frente dos projetos para o desenvolvimento do PM I há algum tempo e apresentar uma significativa melhora em suas articulações, estas ainda não ocorriam de forma totalmente organizada, tendo existência de conflitos de interesses, mesmo com a criação do CDM . Porém, desde 2003, parece que está se conseguindo um melhor diálogo e definições para o andamento dos projetos, inclusive com a integração de outros parceiros como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“No ano passado ele começou com um encontro no Hotel Bucsky, foi assim um marco que veio aí o presidente do BNDES, vieram aí várias entidades com os objetivos de estruturar o pólo, eu não tenho certeza, me parece que em setembro de 2003 lá no Hotel Bucsky, se eu não me engano foi setembro ou outubro eu não sei de lá para cá tem tido uma série de ações para acabar esse formato do pólo”. (Representante do Senai)

Com isso, já está ocorrendo uma melhora de integração das empresas com o CDM , tendo uma maior interação e participação dos empresários junto com o Conselho, demandando questões mais pontuais para a melhoria do desenvolvimento do arranjo.

“Com certeza, a gente já percebe nas próprias reuniões do pólo, as empresas demandando um outro formato (...) estão participando, estão falando o que realmente estão precisando, então até para organizar os programas de formações fica mais focáveis, e isso a gente percebe uma melhora no olhar deles. Já está mais abrangente. Eu estava inclusive desenvolvendo para eles lá, um programa de capacitação de gestores de confecções, eles estão pedindo isso” (Representante do Senai).

Essa sinergia dos empresários com as instituições de governança do PM I é significativa para a superação dos gargalos no desenvolvimento do APL. Outra questão, que já foi apontada no Capítulo 1, de acentuada relevância, é a cooperação entre as micro e pequenas (MPE’s) na promoção de um APL. No PM I, esse nível de cooperação ainda está numa fase inicial, devido a existência de uma grande concorrência entre essas empresas. Entretanto, segundo o representante do Senai, já se observa a percepção de mudanças, pois para entender melhor como funciona o conceito dos distritos industriais algumas empresas por meio do Projeto de desenvolvimento do pólo foram para M ilão, compreender um pouco mais o funcionamento dessas empresas dos distritos industriais.

“Esse modelo, por isso que estava dizendo que o perfil vive mudando, essas empresas várias delas já foram na Itália, foram recentemente lá para M ilão (...), então eles começaram ver que o concorrente não está do meu lado, entendeu, o concorrente está lá não sei aonde, para eu conseguir me fortalecer, para eu conseguir, eu vou ter que me juntar a pessoa que antigamente que eu dizia que era meu concorrente, isso está mudando, felizmente nossa visão está ganhando formato que deveriam ter em função dessas visitas de estar conhecendo como as coisas acontecem, como é que deve ser o comportamento a partir de uma outra lógica, de uma outra visão, e ai em função disso, quer dizer o pólo ganha força, (...)” (Representante do Senai).

Contudo, apesar do PM I se caracterizar como um APL pelo conceito apresentado no Capítulo 1, pois a intenção é ter uma definição que possa ser abrangente, o PM I ainda apresenta muitas características impossibilitando classificá-lo como um cluster ou distrito industrial no sentido ideal de seus conceitos, pois como já observado as aglomerações industriais não devem ser encaradas como algo fechado e sem possibilidades de mudanças. Em sua abrangência, no PM I ainda falta uma cultura de cooperação entre os empresários. O que há em sua maioria é uma competição entre eles baseada em preço de forma predatória e não em inovação, com um alto índice de informalidade.

“(...) mas só que na minha concepção, por exemplo, a gente está muito longe de um cluster, pelo o que aconteceu lá, você tem a cultura da cooperação, você tem a cooperação, tem, a mesma coisa, mas aqui a gente não tem a cultura empresarial não é de cooperação, ela é muito mais competitiva do que de cooperação, o setor de confecções hoje são micro-empresas familiares, altamente competitiva, baseadas em preço, há muita informalidade pela baixa barreira de entrada, a competição é predatória, e isso tudo, como é que o cara vai se juntar para cooperar, para aprimorar produtos, se a competição dele é com preço, então isso é muito forte ainda, (...)”(Representante da UERJ).

Em relação à participação do poder público junto ao Conselho para o andamento dos projetos do pólo, um representante do Senai aponta que os municípios como Cordeiro, Duas Barras e Bom Jardim estão mais integrados e participativos, mas que no caso de Nova Friburgo isso ainda não aconteceu. O que há, são ações isoladas por parte de uma ou outra secretaria municipal. Porém mais adiante, será observado que esse discurso entrará em conflito com outros e até mesmo na visão do autor do trabalho.

“M ais assim, ação coordenada eu não percebo, pode ser que tenha (...), mas eu acho que não tem não. Pelo menos aqui em Friburgo não tem, agora se você for a Cordeiro, por exemplo, poder público é bem direto. Duas Barras parece que também tem. Bom Jardim, nós participamos, de duas reuniões lá na prefeitura,

desse chamamento tem sido dos empresários, ter sido organizado pela prefeitura local, eles são interessadíssimos em pelo assim em tese para desenvolver, criar oportunidade de emprego para população. Eles viam nessa organização do pólo uma baita oportunidade, que realmente é, se as coisas caminham bem é uma ótima oportunidade. Em Friburgo isso eu não vi isso daí, pode ser que tenha” (Representante do Senai).

Integrando no Senai, tem o Núcleo de Apoio ao Design (NAD) com função de oferecer o suporte tecnológico para a capacitação das empresas, tornando-as mais competitivas nos mercados nacionais e internacionais com um produto de qualidade, não ficando somente como referência, o preço. Ele foi criado em 1999, e sua demanda vem aumentando consideravelmente, apresentando uma capacidade de atender em média 50 confecções por mês, tendo 200 confecções como clientes.

“A gente atende por mês cerca de vamos dizer que depende muito do pedido, porque tem pessoas que querem desenvolver coleções grandes. Então a gente tem uma empresa que às vezes, eu tenho uma empresa esse mês inclusive, quer que esteja desenvolvendo 57 modelos, então eu posso atender em média 50 confecções por mês ou 50 pedidos independentes de ser confecções ou não e a gente tem hoje um número de clientes assim, a gente deve ter 200 confecções” (Representante do NAD).

Essa quantidade que o NAD tem como clientes é um número expressivo, apesar de que para um universo de cerca de 800 empresas muito ainda precisa ser realizado, pois desses 200 clientes, uma quantidade considerável demanda trabalho do NAD, apenas para fazer uma modelagem e não trabalha no sentido de uma melhor capacitação e gestão para aumentar a produtividade da produção.

Sendo assim, um dos problemas percebidos pelo NAD é que muitas confecções precisam dos seus produtos, mas suas condições de trabalho são tão rudimentares, que impossibilitam a obtenção de seus serviços, pois essas empresas não têm um maquinário adequado, por exemplo. Nesse sentido, seria importante que os articuladores do desenvolvimento do pólo estejam atentos, porque uma grande parte dos serviços que precisam ser realizados são questões mais relacionadas à infra-estrutura básica das empresas, do que somente suas capacitações.

“Existe, tem uma das confecções inclusive, que a gente vê que precisa do nosso serviço, mas às vezes eles não estão preparados, até em termos de maquinários, em termo de tecnologia, utilizar o nosso trabalho, então existe esses gargalos, a parte

tecnológica, a parte de implantação de métodos, isso tudo a gente sente que existe essa falta para confecções” (Representante do NAD).

Em relação às empresas conseguirem exportar uma parte da sua produção, segundo o NAD, percebe-se uma maior procura para o desenvolvimento de modelagem para elaboração de produtos para exportação, mostrando talvez um aumento em produtos fabricados para o mercado externo, apesar de existirem dados para se confirmar.

“Pelo que eu sei, daqui do NAD a gente tem bastante cliente procurando que a gente faça modelo de exportação para ele, a gente faz a modelagem, a gente faz a adaptação da modelagem para exportação, então com isso a gente percebe que tem crescido bastante, não tenho uma porcentagem de crescimento, mas com esses pedidos, a gente percebe que tem crescido” (Representante do NAD).

Entretanto, o observado é que o aumento das exportações está numa fase incipiente, pois o arranjo sofre de problemas básicos e estruturais, como a uniformidade de qualidade, tendo ainda um grande vínculo de produtos de baixa qualidade. Existe também deficiência na distribuição da produção, que em sua grande parte acontece através das sacoleiras, as quais influenciam na perpetuação da baixa qualidade dos produtos.

“(...) me parece que o aumento das exportações não teve nada assim muito significativo, eu não sei te precisar isso, mas que o ponto principal dessa comercialização voltada para a exportação, era o fortalecimento do produto local para venda interna, porque ainda existe muita deficiência na distribuição desse produto, a maioria distribui por sacolejaras, a pessoa que traz um valor agregado menor (...)” (Representante do SINDVEST).

Como verificado, a questão da distribuição da produção, acontece em sua maior parte via sacoleiras, destacando-se como um grave problema, pois o preço torna-se o principal fator para as vendas do produto e não a sua qualidade. Com isso, interfere a intenção de se criar uma marca relacionada com a região, prejudicando as empresas, que estão inseridas no mercado de forma legal e não estimulando as demais a se tornarem formais, criando um assim, um ciclo vicioso. A questão da informalidade das empresas é apresentada como um dos principais entraves para o desenvolvimento do PM I.

“O foco principal no momento é preço. Preço baixo, produtos de qualidades não tão bons ditam os preços, inclusive empresas informais que acabam carbonizando o mercado, não pagam impostos, não tem que custos com carteira assinada, então

pode fazer com um custo mais baixo, um produto de menor qualidade e tirando um pouco do mercado das empresas formais” (Representante do SINDVEST).

Deste modo, uma das formas apontadas por um dos representantes do SINDVEST para melhorar essa realidade da informalidade das empresas seria por meio de informações, com o objetivo de esclarecer que a formalização pode trazer melhorias, como uma maior produtividade à empresa. O empresário também poderia conseguir preços melhores junto aos fornecedores e pelo motivo de não emitir nota fiscal acaba perdendo possíveis compradores.

“Primeiro passo é a informação, tem que haver um melhor fluxo de informações para todas as pessoas, inclusive as empresas informais, para saber que é necessário que para ele pode crescer, ela vai ter que se formalizar, e é importante para elas essa formalização que vai trazer aumento da produtividade, e conseqüentemente aumento de lucro, aumento de venda, porque a empresa que é informal, ela não pode emitir nota fiscal, de repente arruma um comprador para os produtos delas e não tem, ela pode emitir nota fiscal e acaba perdendo esse comprador. Acho que o outro problema é o fluxo de informação, tendo informações mais com caminhos mais definidos, as informações mais bem preparadas, eu acho que seria um grande avanço nesse gargalo” (Representante do SINDVEST).

M esmo observado, que muitas empresas apresentam-se com uma geração de empresários mais receptivos as mudanças, ainda não é a realidade em sua maioria. Porque na tentativa de maior aproximação junto a um segmento significativo de empresas, para estar tentando fornecer maiores esclarecimentos, esbarra devido a grande a resistência por parte desses empresários, os quais apresentam níveis baixos de escolaridade. “(...) a maioria dos empresários (...) tem um nível de formação baixa, é complicado você passar isso para eles, entenderem que isso é importante” (Representante do SINDVEST).

Neste contexto, o SINDVEST também é uma instituição que se configura como participante para o desenvolvimento do PM I, estando presente desde o início do CDM . O Sindicato oferece suporte aos empresários, primeiro na área trabalhista e também na área técnica na forma de informações. No período em que foram realizadas as entrevistas, o SINDVEST tinha 187 empresas associadas. Em relação ao desenvolvimento do APL, uma das principais tarefas do sindicado é a organização da FEVEST, que no ano de 2004 esteve mais voltada para as vendas, uma reivindicação feita pelos empresários. Os organizadores

tinham uma expectativa de aumentar em 50% o valor nos negócios em relação ao ano de 2003, chegando a R$15 milhões.

“A gente tem a expectativa boa, a expectativa esse ano aí de uma feira voltada, mais para a parte de venda, mais para a parte mais comercial, que a maioria das reclamações dos participantes da feira, principalmente na última feira houve muita pouca venda, e a gente esse ano está buscando algumas empresas especializadas para capitação de compradores, a gente está comprando meio de especializado, e está fazendo esse evento diretamente voltado para venda, a gente quer que como uma das reclamações a gente viu que foi pouca venda, a gente quer aumentar aí o número de negócios na feira esse ano” (Representante do SINDVEST).

Segundo um representante do SINDVEST, a instituição tem o interesse de estar sempre aproximando os outros municípios que participam do APL, além do mais o sindicato abrange toda essa região e não somente o município de Nova Friburgo. No ano de 2004 o SINDVEST fez o lançamento da FEVEST nos municípios de Cordeiro e Bom Jardim.

“Na época todas essas cidades fazem parte da base territorial do sindicato, a gente contato direto com eles. A gente faz reunião, Conselho da M oda inclusive faz reuniões regionais, a gente fez o lançamento da FEVEST em Cordeiro, fez o lançamento da FEVEST em Bom Jardim, a gente tenta estar sempre aproximando essas pessoas aqui do sindicato e do Conselho”.

Fazendo uma análise sobre o SINDVEST, segundo o representante da UERJ, o Sindicato não teria uma representatividade abrangente com os empresários, uma vez que teria cerca de 250 sindicalizados. Um número até maior do que o apresentado pelo próprio sindicato. Outro problema é que o sindicato continua tendo uma atuação e uma imagem voltada somente para as questões trabalhistas.

“Olha o SINDIVEST não tem uma representatividade tão boa assim, você tem 800 empresas, ai você desce um pouco o leque é são 260 sindicalizadas, ai você desce um pouco mais você tem 800, 550 formais mais ou menos, ai você desce um pouco você tem 250 sindicalizados ou menos até, ai depois você pega 30 estão ligados atual diretoria, e as pessoas não gostam muito, eu senti isso até no meu trabalho de tese, de que a estrutura do sindicato do país ela hoje, a imagem que se criou que é uma instituição para estar tratando de relações trabalhistas e poderia estar potencializado desenvolvendo ações em várias outras direções, mas as pessoas vêem os sindicatos somente nesses aspectos, os empresários, eu não observei isso” (Representante da UERJ).

Deste modo, em seu discurso, o SINDVEST está também tentando mudar sua imagem adquirindo uma postura diferente, estando mais preocupado com a conscientização da

responsabilidade social das empresas. As ações do sindicato partem de uma premissa mais humana, buscando uma aproximação com a sociedade, pois o sindicado só é visto como uma instituição burocrática que só atua nas questões de acordos salariais entre empregados e os donos das empresas. Nesse sentido, junto com alguns empresários eles iniciaram um trabalho no hospital municipal Raul Sertan, que atende toda a região no entorno de Nova Friburgo. O objetivo é levar um pouco de alegria para as pessoas que estão internadas por meio dos artistas.

“M as partindo desse princípio de responsabilidade social isso tudo, a gente está tentando humanizar o máximo possível todas as ações do sindicato, que até então o sindicato era visto só como para resolver as questões meio burocrática na época de salários, de aumento de salário, mas a gente estava querendo uma atuação maior na sociedade, mas só que conscientizar os empresários dessa necessidade desenvolver algum trabalho, hoje a gente está começando de uma maneira maior, com a sociedade (...). Essa semana foi a concretização desse trabalho que são três artistas friburguenses que trabalham com teatro, música, e a gente começou a levar a arte, a música, no hospital Raul Sertan que é o hospital principal, e que atende toda a região, atende inclusive em M inas, na região vale da Paraíba. Então a gente sabe que o hospital é quando a pessoa está mais carente assim, é momento de maior carência, maior sensibilidade, os próprios funcionários des gastados com toda