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93 2.1 Evren / Çalışma Grubu ve Örneklem

VIEWS OF SOCIAL STUDIES TEACHERS ON BRANCH MEETINGS

7. Sosyal Bilgiler dersi zümre toplantısına katıltılan öğretmenlerin düşüncelerine göre en önemli problemler ve bu problemlere çözüm önerileri nedir?

1.2. Araştırmanın Önem

Charqueada 0 218 2178 272 2668 0,66 Corumbataí 7833 4084 10700 321 22938 5,64 Ipeúna 1183 1191 1983 487 4844 1,19 Itirapina 1070 1912 2229 10500 15711 3,86 Piracicaba 11057 22592 7625 10247 51521 12,67 Rio Claro 13560 11212 3021 5024 32817 8,07 Santa Gertrudes 1250 5 1690 4674 7619 1,87 TOTAL 35959 41265 297017 32255 406496 100,00 % 8,85 10,15 73,07 7,93 100,00

* sobretudo em decorrência de um projeto de citricultura

Em função dos dados disponíveis, foi possível segregar o número de autorizações emitidas por tamanho da área desmatada. Foram consideradas quatro classes de tamanho, sendo a primeira com menos de 0,1 ha, a segunda com área de 01 a 0,5 ha, a terceira situando-se como maior do que 0,5 ha até 1,0 ha, e a quarta classe sendo de área superior a 1 ha. As informações estão na Tabela 42.

Das 315 Autorizações de Corte emitidas no período de 1999 a 2002, 62,2% foram decorrentes de solicitações em Piracicaba e Rio Claro. Tais

valores se justificam por serem estes os dois mais importantes municípios da bacia, em termos de atividade econômica.

Tabela 41 Área desmatada com autorização de corte pelo DEPRN, nos municípios da bacia do Corumbataí, no período de 1999 a 2002.

MUNICÍPIOS

DA BACIA CORUMBATAÍ 1999 2000 2001 2002 TOTAL % Analândia 0,010 0,020 160,675 0,425 161,130 65,03 Charqueada 0,000 0,493 0,429 0,266 1,188 0,48 Corumbataí 4,704 2,451 6,440 0,195 13,790 5,57 Ipeúna 0,985 0,755 1,185 0,300 3,225 1,30 Itirapina 0,640 1,958 1,343 6,347 10,288 4,15 Piracicaba 6,662 14,177 4,620 7,143 32,602 13,16 Rio Claro 8,200 7,678 2,128 2,956 20,962 8,46 Santa Gertrudes 0,760 0,010 1,030 2,808 4,608 1,86 TOTAL 21,961 27,542 177,849 20,440 247,791 100,00 % 8,86 11,11 71,77 8,25 100,00

Tabela 42 Número de Autorizações de corte emitidos pelo DEPRN, nos municípios da bacia do Corumbataí, de acordo com a classe de área desmatada.

CLASSE (ha) 1999 2000 2001 2002 TOTAL % < 0,1 30 52 49 51 182 57,78 0,1 - 0,5 13 23 11 25 72 22,86 > 0,5 - 1,0 6 8 5 7 26 8,25 > 1,0 5 8 19 3 35 11,11 TOTAL 54 91 84 86 315 100,00

Porém, 66,0% das 406.496 árvores autorizadas de corte estão em Analândia, município situado no Alto Corumbataí. Assim, a supressão de vegetação corresponde a 161 ha (65,0%) do total de 248 ha da área autorizada nos oito municípios da bacia. Tal constatação preocupa, porque o Alto Corumbataí é considerado pelo plano diretor florestal da bacia (IPEF, 2002) como de maior concentração de áreas com alta e muito alta prioridade para a recuperação e conservação florestal na bacia.

Observe-se também, que os 248 ha de área autorizada para corte equivalem a 1,2% da área de floresta nativa na bacia do Corumbataí, porém o tamanho médio de cada área autorizada é de apenas 0,8 ha. Além disso, 182 áreas (57,8%) eram menores do que 0,1 ha e apenas 35 (11,1%) possuíam

mais do que 1 ha. Isto pode indicar que as áreas são relativamente pequenas, e que portanto, não deveriam gerar preocupação.

No entanto, 86,6% do número de fragmentos florestais existentes na bacia são também muito pequenos, não ultrapassando a 0,5 ha. Coincidentemente, na tabela que evidencia o número de autorizações de corte por classe de área desmatada, verifica-se que 80,6% do número de cortes autorizados são em áreas também de até 0,5 ha.

Evidentemente, que para cada autorização existe a necessária exigência de compensação, através da apresentação de projeto de recuperação florestal. No entanto, a certeza que se tem de que o corte realizado, não é a mesma em relação ao novo plantio e à sobrevivência das árvores plantadas.

7.2.2 Fiscalização Ambiental

Em São Paulo a fiscalização ambiental é realizada por três órgãos: a CETESB, o DEPRN e o Comando de Policiamento Ambiental CPAmb.

A CETESB atua fundamentalmente na chamada agenda marrom, ou do controle da poluição urbano e industrial. Fiscaliza as mesmas tipologias de empreendimentos e atividades que licencia.

O DEPRN atua basicamente na chamada agenda verde, ou de proteção da biodiversidade, particularmente nas áreas com remanescentes da vegetação nativa e de preservação permanente. Também fiscaliza as mesmas áreas em que licencia.

Já o CPAmb foi criado pelo Decreto estadual 27.388 (SÃO PAULO, 1987), sendo à época denominado Comando de Policiamento Florestal e de Mananciais. Mais recentemente, através do Decreto 46.263 (SÃO PAULO, 2001) é que passou a Comando de Policiamento Ambiental.

Atualmente o CPAmb tem sob seu comando quatro batalhões, que se dividem em quinze companhias. Embora vinculado à Secretaria de Segurança Pública, atua estreitamente junto à Secretaria do Meio Ambiente. O policial militar, diante de um flagrante desrespeito à legislação ambiental, lavra um Auto de Infração Ambiental e entrega ao seu superior. Os apetrechos, equipamentos e elementos de fauna e flora que estejam sendo ilegalmente

No contexto de tantos órgãos atuando sobre os diferentes aspectos da fiscalização ambiental, espera-se uma sinergia entre eles que possibilite melhores resultados. Segundo Ribeiro (1998), a capacidade de fiscalização pelo Poder Público poderia ser multiplicada por meio do trabalho integrado e articulado entre as entidades, responsáveis pela proteção da fauna e flora, pelo controle da poluição ambiental ou pela outorga de uso da água.

A CETESB atua na bacia do Corumbataí a partir do seu escritório regional situado em Piracicaba. Este escritório atende aos oito municípios da bacia do Corumbataí. Por sua vez, o DEPRN atua através do escritório regional de Rio Claro em sete municípios da bacia, estando apenas o município de Piracicaba sob a responsabilidade do escritório regional de Piracicaba. Já o CPAmb, executa suas funções através do 6º Pelotão da Polícia Militar Ambiental, situado em Rio Claro, cobrindo um total de dezenove municípios, inclusive todos da bacia do Corumbataí.

O CPAmb é realmente o órgão básico de fiscalização das atividades relacionadas à conservação integrada dos recursos hídricos e florestais, sobretudo em áreas de remanescentes florestais nativos e em Área de Preservação Permanente.

Tomando como referência o Cadastro dos Autos de Infração Ambiental do 6º Pelotão da CPAmb, sediado em Rio Claro a Tabela 43 apresenta o número de autuações registradas no período de 1999 a 2002. Verifica-se um total de 594 registros, sendo 87, 4% nos oito municípios da bacia do Corumbataí e os restantes 12,6% nos outros sete municípios também fiscalizados por esta unidade da Polícia Militar. De todos os autos de infração ambiental, aproximadamente metade deles se deu em decorrência de intervenção ilegal em área de APP.

Considerando apenas os municípios da bacia do Corumbataí, ocorreram 519 Autos no período levantado. Conforme a Tabela 44, há uma predominância de registros no município de Rio Claro, com 50,1% das ocorrências. Com isso cada um dos outros sete municípios representam uma média de apenas 4% das ocorrências.

Esta concentração tão grande de Autos lavrados, em detrimento dos demais, só se justificaria pelo fato de que Rio Claro é a sede da CPAmb.

geográfica de atuação na bacia inteira. Neste sentido, a atuação mais freqüente em raio próximo à sede pode significar falta de pessoal e/ou condições logísticas de ação, incluindo viaturas e infra-estrutura em campo.

Tabela 43 Número de Autos de Infração Ambiental, registrados no 6º Pelotão da CPAmb, no período de 1999 a 2002.