123 3 Pegida ve Propagandası
ARAŞTIRMA DESENİ
2.2. Çalışma Grubunun Belirlenmes
Monitoramento Pluviométrico
A pluviosidade em São Paulo é monitorada pelo Departamento de Água e Energia Elétrica do Estado de São Paulo DAEE. Na bacia do Piracicaba também operam postos pluviométricos do Instituto Agronômico de Campinas
Na bacia do Corumbataí, uma estação situada na localidade de Santa Terezinha - município de Piracicaba - disponibiliza uma série histórica a partir de 1950. Além disso, algumas outras estações distribuídas nesta bacia permitem o cálculo das precipitações pluviais médias (diária, mensal e anual), estimadas pelo método de Thiessen.
Monitoramento de Vazão
A vazão na bacia do Piracicaba é monitorada nos postos pluviométricos do DAEE, SABESP, CESP, CPFL e DNAEE. Na sub-bacia do Corumbataí este monitoramento é realizado em cinco estações, sendo que somente as estações do DAEE situadas em Rio Claro e em Piracicaba apresentam série histórica, em que a primeira opera desde 1970 e a segunda passou a operar a partir de 1972.
A fim de caracterizar o regime da vazão, são elaborados fluviogramas das médias e das mínimas diárias e mensais, fornecendo indicação sobre os períodos de águas altas e de estiagem no rio.
Monitoramento da Qualidade da Água
O órgão responsável pelo monitoramento da qualidade das águas dos rios em São Paulo é a CETESB, que elabora relatórios anuais, que incluem Índice de Qualidade das Águas IQA. Este índice é calculado através do produto ponderado dos seguintes parâmetros: temperatura, pH, OD, DBO, coliformes termo tolerantes, nitrogênio total, fósforo total, resíduo total e turbidez.
Em 1973 foi criada a Rede de Monitoramento da Qualidade das Águas Interiores do Estado de São Paulo, iniciando com quarenta e sete pontos de amostragem e hoje possuindo cento e cinqüenta e quatro pontos. Na bacia do Corumbataí situam-se nove dessas estações, sendo sete ao longo do rio Corumbataí e duas no córrego Santa Gertrudes.
Porém, a periodicidade e o número de parâmetros amostrados variam por estação. Os dois postos principais situam-se a jusante da cidade de Rio
Claro (CRUM 02200) e a montante da foz com o rio Piracicaba (CRUM 02250), onde ocorre a captação de água para a cidade de Piracicaba.
Por período bem mais curto, foram realizados monitoramentos da qualidade da água do Corumbataí, pelo Projeto Piracema do CENA/USP e pela UGP-Corumabataí, do Consórcio PCJ.
Para acompanhamento da qualidade da água e da evolução dos processos que interferem na gestão dos recursos hídricos na bacia do Piracicaba e na sub-bacia do Corumbataí, existem os Relatórios de Situação das Bacias Hidrográficas da UGRHi PCJ. Em 1999 foi elaborado o chamado Relatório Zero e em 2004 foi produzida uma versão atualizada, chamada Relatório Um .
7.3.3 Sistemas de Informações Ambientais e de Recursos Hídricos
No Estado de São Paulo não existe um Sistema Estadual de Informações sobre Meio Ambiente e Recursos Hídricos. As informações disponíveis encontram-se dispersas em inúmeros relatórios e publicações, e em sites de órgãos do governo, ou de instituições de pesquisa e da sociedade civil.
Porém, assim como no nível federal, a internet tem possibilitado o acesso rápido a muitas informações, que facilitam o entendimento sobre questões específicas e dão suporte a tomadas de decisão.
O site da Secretaria do Estado do Meio Ambiente
(www.ambiente.sp.gov.br) disponibiliza um grande número de informações sobre temas como Agenda 21, áreas contaminadas, áreas de proteção ambiental, ecoturismo, educação ambiental, mata ciliar, mudanças climáticas e prevenção à poluição. Ainda, informa sobre audiências e consultas públicas, gerenciamento costeiro, boletins de qualidade e relatórios especiais, como o Relatório de Qualidade Ambiental do Estado de São Paulo. Além disso, faz links com os órgãos a ela vinculados.
No site da CETESB (www.cetesb.sp.gov.br) estão disponíveis informações sobre legislação, licenciamento e monitoramento ambiental. Este inclui o Mapa de Qualidade do Ar, com dados diários por estação e com
classificação semanal; e os Índices de Qualidade dos Rios. Além disso, o site disponibiliza os relatórios de qualidade das águas interiores, das águas subterrâneas e dos resíduos sólidos.
Um outro site de instituição ligada à SMA, é o da Fundação Florestal (www.fflorestal.sp.gov.br), que enfatiza sobretudo as suas publicações e projetos de pesquisa.
Na área da Secretaria de Energia, Recursos Hídricos e Saneamento, um importante endereço é o sigrh.sp.gov.br, onde se obtém informações sobre a atuação dos diversos comitês de bacia nas UGHRIs de São Paulo.
Dois outros sites são de interesse para um sistema de informações sobre recursos hídricos. O site do DAEE (www.daee.sp.gov.br) disponibiliza informações em série histórica sobre outorga e medições hidrometeorológicas, particularmente de chuva e vazão. Já a SABESP (www.sabesp.sp.gov.br) divulga análises de controle sanitário da água de abastecimento público e disponibiliza informações que visam esclarecimento e capacitação de usuários, em temas como controle de vazamentos e tratamento de esgotos sanitários.
Porém, para a bacia do Corumbataí podem ser extraídas poucas informações deste sistema disponibilizado na internet. Dados mais locais são mais facilmente obtidos em sites de instituições de ensino e pesquisa que atuam na região da bacia, como a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ (www.esalq.usp.br) e a Universidade Estadual Paulista UNESP/Rio Claro (www.rc.unesp.br).
A ESALQ conta com diversas unidades geradoras de informações sobre a bacia do Piracicaba e a sub-bacia do Corumbataí. As principais são o Departamento de Ciências Biológicas, o Departamento de Ciências Florestais, o Centro de Energia Nuclear na Agricultura CENA e o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais IPEF. Já a UNESP/Rio Claro conta com duas principais unidades que desenvolvem trabalhos na bacia do Corumbataí: o Centro de Estudos Ambientais CEA e o Centro de Análise e Planejamento Ambiental CEAPLA.
Por outro lado, o Programa BIOTA/FAPESP (www.biota.org.br), patrocinado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, mantém o Sistema de Informação Ambiental SinBIOTA, que reúne e integra
plantas, animais e microorganismos de ocorrência no Estado. As informações são disponibilizadas também em base cartográfica.
No âmbito do mesmo Programa existe uma página que disponibiliza um banco de dados sobre a bacia do Piracicaba, que foi gerado pelo Projeto Piracema, desenvolvido em parceria pelo CENA e CETESB.
Ainda sobre a bacia do Piracicaba e a sub-bacia do Corumbataí, podem ser encontradas importantes informações nos sites do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (www.agua.org.br) e do Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (www.comitepcj.sp.org.br).
7.3.4 Educação Ambiental
Seguindo a mesma lógica do que acontece nacionalmente, os estados têm desenvolvido seus Programas Estaduais de Educação Ambiental. Em São Paulo, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente implementa a educação ambiental por meio da Coordenadoria de Planejamento Ambiental Estratégico e Educação Ambiental CPLEA, que conta com um Departamento de Educação Ambiental DEA. O DEA está organizado em dois setores: a Área de Formação e Capacitação para a Educação e Gestão Ambiental e o Centro de Referências em Educação Ambiental. No âmbito do DEA são desenvolvidos diversos projetos, entre eles o de capacitação técnica para representantes de comitês de bacias hidrográficas.
O Decreto 42.798 (SÃO PAULO, 1998) instituiu o Programa Núcleos Regionais de Educação Ambiental, que tem como objetivo integrar e articular as ações dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, bem como a sociedade civil, entidades ambientalistas, comunidades tradicionais, universidades em âmbito regional. Os núcleos, têm como atribuições: contribuir para a implantação da Agenda 21 em âmbito local e regional; elaborar, propor a execução e coordenar projetos de educação ambiental de âmbito regional; buscar alternativas de desenvolvimento sustentável, valorizando as práticas e a cultura da população da região, de forma compatível com os conhecimentos técnicos e o saber científico disponíveis; capacitar professores e técnicos de
como agentes multiplicadores de educação ambiental na região; e definir material didático, metodologias educacionais e subsídios para o desenvolvimento de educação ambiental na região.
Na bacia do Corumbataí este programa tem sido pouco efetivo. Porém, foram identificados diversos outros projetos de educação ambiental, alguns já consolidados e outros em implantação conforme a Tabela 56.
Tabela 56 Principais Programas e Projetos de Educação Ambiental na bacia do Corumbataí