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1. BÖLÜM

5.3. Terminolojinin Diğer Disiplinlerle İlişkisi

5.3.3. Terminoloji ve Bilgi Bilimi

Já mencionámos que na Monarquia não estavam fixados prazos para a apresentação de candidaturas nem para a campanha eleitoral e que o tempo de eleição era o espaço temporal entre a assinatura do decreto que convocava as eleições e o apuramento. Como aludimos, foram os republicanos que nas cidades, e particularmente em Lisboa, utilizaram métodos de mobilização de massas (comícios, conferências, panfletos, etc.) que aumentavam durante os actos eleitorais. Embora fosse comum, a partir das últimas décadas do século XIX, os nomes dos candidatos serem divulgados com alguma precedência, as listas eram incompletas e, por vezes, indefinidas até quase à véspera do acto eleitoral. Os republicanos já no início de oitocentos tinham proposto que as candidaturas fossem divulgadas oficialmente uma semana antes do sufrágio e que o seu reconhecimento dependesse da subscrição de um número específico de eleitores, por forma a impedir a substituição de candidatos à última hora381.

O Código Eleitoral de 1913 distinguia as eleições dos corpos administrativos das realizadas para as câmaras legislativas. Era o governador civil que convocava as eleições, através de alvará dirigido aos administradores dos Bairros. Caucionando as inovadoras aspirações republicanas esta Lei estabeleceu que as candidaturas eram apresentadas ao presidente do município, até dez dias antes daquele que estava destinado à eleição, podendo os candidatos apresentar um mandatário. A apresentação era individual ou colectiva, devendo a declaração de candidatura ser acompanhada dos documentos comprovativos da elegibilidade do candidato (Lei n.º 3, art.º 33.º) e das assinaturas de dez eleitores, reconhecidas por notário (art.º 33.º, § 2.º). Se não fossem apresentados os requisitos exigidos por lei, os candidatos não eram admitidos e seriam declarados inelegíveis. Desta forma, as autoridades administrativas detinham a derradeira palavra numa fase crucial do processo eleitoral382. A Lei n.º 314, de 1915, produziu algumas alterações, estipulando que a apresentação de candidaturas em Lisboa (e Porto) se faria perante o juiz da 1.ª vara cível (nos restantes concelhos ao juiz de

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Em Abril de 1910 o Governo progressista de Francisco Veiga Beirão chegou a propor um projecto eleitoral, que definia a apresentação das candidaturas até 21 dias antes do acto eleitoral, estas teriam de ser subscritas por 50 eleitores. Não chegando a sair do papel (não foi a votação) este projecto seria uma resposta às sugestões dos republicanos. Ver Pedro Tavares de Almeida, Eleições e caciquismo..., p. 71.

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Foi o que sucedeu nas eleições Constituintes quando as listas apresentadas pelo Centro Republicano Radical Português ficaram incompletas, alegadamente por falta de certidões e assinaturas de alguns candidatos. Quando foram apresentadas as candidaturas, na Câmara Municipal de Lisboa, aos partidos da oposição (ao PRP) foram colocados entraves difíceis de transpor. Cf. António Pinto Ravara, “Acerca das eleições de 1911”, p. 134.

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direito da sede do distrito) e que o prazo de apresentação terminava seis dias antes do dia da eleição383. Após a conclusão da apresentação das listas de candidaturas o presidente do município ou seu vereador delegado anunciava o nome dos candidatos por edital. Se depois desta apresentação houvesse vagas (por morte, inelegibilidade ou desistência) estes poderiam ser substituídos, até cinco dias antes das eleições (Lei n.º 3, art.º 37.º). Este prazo seria reduzido para três dias pela Lei de 1915 (art.º 10.º).

As eleições municipais (e da junta distrital) deveriam ter lugar no último triénio do exercício do mandato, num domingo, fixado e anunciado no Diário do Governo com 40 dias de antecedência (Lei n.º 3, art.º 45.º, § 1.º); seguindo-se o estipulado no Código Administrativo de 1878 (art.º 264.º) realizavam-se no mês de Novembro; e as paroquiais ocorriam normalmente quinze dias depois. Ao contrário do que era habitual nos tempos da Monarquia, em que o local escolhido para o exercício do voto era normalmente a igreja, a República trouxe a secularização deste espaço, sendo comum a utilização de salas e ginásios de liceus e de outros edifícios públicos. Em Lisboa (e Porto) as assembleias eleitorais estavam divididas em secções de voto, com um máximo de 600 eleitores (Lei n.º 3, art.º 47.º, § 1.º). As assembleias eleitorais aprazadas para as eleições legislativas vigoravam para as eleições administrativas (art.º 47.º, § 2.º).

Até cinco dias antes do dia do sufrágio as listas de candidatos podiam apresentar a lista dos seus delegados eleitorais para fiscalização do acto nas secções de voto. Estes delegados, num espírito de isenção, tinham diversas regalias nas secções de voto, como: ocupar os lugares mais próximos das mesas, votar nas secções de voto a que assistiam, deter voto consultivo em todas as questões, assinar as actas das assembleias eleitorais e poder acompanhar a mesa e as autoridades civis no transporte das urnas e documentos relativos à eleição (art.º 41.º). Na verdade a fiscalização dos actos eleitorais revelou-se difícil para os partidos da oposição, pois estes não possuíam uma estrutura nacional organizada que lhes permitisse ter delegados em todas as secções de voto.

As secções de voto eram presididas por cidadãos eleitores sorteados, no domingo anterior ao dia da eleição, entre os professores (ensino oficial ou particular), juízes de paz, vereadores efectivos ou substitutos e oficiais reformados do exército ou marinha (artigos 51.º e 52.º, § 3.º). A República definiu um alargamento do exercício da cidadania e democracia, pois nas eleições administrativas de 1908 os presidentes das mesas eleitorais eram sorteados entre os vereadores eleitos nos três últimos actos

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121 eleitorais384. Contudo, como veremos esta disposição na capital (e também no país) era na maoria dos casos “letra-morta”, pois os elementos da mesa nomeados não compareciam sendo as mesas constituídas por filiados ou simpatizantes dos partidos, que assim garantiam a eleição dos seus partidários e/ou candidatos preferidos.

Dois dias antes do sufrágio o chefe da secretaria da câmara municipal enviava aos presidentes das secções de voto duas cópias dos cadernos eleitorais (com nota dos que não podiam votar) e a relação dos delegados eleitorais (art.º 53.º). Em 1915 estipulou-se que a apresentação dos delegados eleitorais e membros das mesas das assembleias de voto era feita nas secretarias das administrações dos Bairros, passando para os respectivos administradores as funções que antes eram atribuídas ao presidente da câmara (Lei n.º 314, art.º 14.º). Todavia, à semelhança do que sucedia na Monarquia os delegados eleitorais dos partidos enfrentavam grandes dificuldades na representação nas mesas, ou simplesmente em estarem presentes na assembleia eleitoral. As armas da intimidação e da violência por forma a evitar a fiscalização do acto eleitoral tinham por objectivo o encobrimento de práticas ilegais, uma realidade preponderante nas zonas rurais, mas que também seria praticada nas zonas urbanas, nomeadamente, como observaremos, em Lisboa.

Não obstante segundo a lei vigente (preâmbulo do Decreto-lei de 28 de Outubro de 1916)385, a jurisprudência do Tribunal Administrativo era de não serem obrigatórias as declarações de candidaturas, o que originava que por sua falta pudessem não existir delegados para constituir a mesa da assembleia eleitoral, ou ainda que estes não aparecessem. Para obviar esta situação o referido decreto estipulava que se por falta da declaração de candidaturas nas eleições administrativas não houvesse delegados para as mesas eleitorais ou que ainda tendo sido nomeados delegados estes não se apresentassem ao acto – o que comprova o crescente desinteresse pelas eleições locais – proceder-se-ia à constituição da mesa pelo prescrito no Código Administrativo de 1878; ou seja, o presidente da assembleia propunha entre os eleitores presentes dois para escrutinadores, dois para secretários e quatro substitutos para os renderem; a aprovação desta proposta tinha de ter o voto de três quartos dos eleitores presentes (art.º 278.º e § 1.º a 4.º)386.

384

Lisboa. Câmara Municipal, À urna pela lista republicana…, p. 61.

385

Decreto n.º 2.713. Diário do Governo, I Série, n.º 218, 2.º Supl. de 28 de Outubro de 1916, p. 981.

386

Para as eleições das juntas de freguesia o Decreto n.º 158, de Outubro de 1913, estipulava que as mesas eleitorais eram presididas por cidadãos eleitores designados pela câmara municipal. Em Novembro

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No dia do sufrágio o presidente da secção de voto, pelas nove horas da manhã, lia os nomes dos membros da mesa e dos delegados eleitorais. Cada mesa eleitoral era composta por dois secretários, dois escrutinadores e dois suplentes. Os vogais das mesas e delegados eleitorais votavam primeiro que os eleitores. Nenhum cidadão podia votar em mais do que uma assembleia (Lei n.º 3, art.º 71.º). Como as eleições para os corpos administrativos eram simultâneas as urnas estavam identificadas “Câmara Municipal” e “Junta Geral”, utilizando-se os mesmos cadernos eleitorais para as descargas de eleitores e separando-se nas actas os dois apuramentos387.

As listas de voto – executadas pelos próprios partidos ou cidadãos eleitores que concorriam ao acto eleitoral – com os nomes dos candidatos, manuscritas, impressas ou litografadas, eram dobradas em quatro, sem qualquer marca ou sinal externos. A República introduziu a estandardização do boletim de voto, definindo as suas medidas oficiais388. A partir de 1922, para evitar confusões, as listas das eleições municipais, tinham dimensões diferentes das outras eleições389. Estas listas de votação eram distribuídas pelos partidos em locais divulgados pela imprensa, inclusive no próprio dia do sufrágio, ou entregues na casa dos eleitores, em mão, pelos adeptos dos partidos ou por correio.

A definição das medidas do boletim de voto seria a única inovação republicana nesta matéria. Com efeito, a República não adoptou o “sistema australiano de voto” (distribuição do boletim de voto com o nome dos candidatos na assembleia eleitoral e sua escolha numa cabina isolada), assim denominado por ter sido pela primeira vez implementado no Estado de Vitória, em 1856, e que tinha começado a disseminar-se a partir dos finais do século XIX na Europa e nos Estados Unidos da América. Nada de surpreendente numa época que foi dominada pela aridez da questão sobre os processos

de 1916 foi convencionado que os presidentes das mesas eleitorais eram designados pela câmara municipal, através de sorteio, com a assistência do presidente da junta de freguesia e do representante da autoridade civil, observando-se as disposições do artigo 52.º do Código Eleitoral. Veja-se Portaria n.º 808. Diário do Governo, I Série, n.º 221, de 1 de Novembro de 1916, p. 989.

387

Portaria n.º 67. Diário do Governo, n.º 270, de 18 de Novembro de 1913, p. 4413.

388

Especificou-se a qualidade do papel, forma e dimensões dos boletins de voto, uniformizando-os: “As listas para todas as eleições terão a forma rectangular e serão impressas, manuscritas ou litografadas em papel almaço branco, liso, não transparente e sem qualquer marca, sinal, designação ou numeração externa”, in Decreto n.º 177. Diário do Governo, n.º 247, de 22 de Outubro de 1913, p. 3929.

389

Ver o Decreto n.º 8.390. Diário do Governo, I Série, n.º 202, de 27 de Setembro de 1922, p. 1053,que uniformizou o formato das listas para todas as eleições e o Decreto n.º 8.421. Diário do Governo, I Série, n.º 214, de 12 de Outubro de 1922, p. 1119, que definiu o formato das listas municipais em 30cmx20cm e os das juntas gerais e de juntas de freguesias em 20cmx15cm.

123 de sufrágio, que não despertou o interesse das elites políticas, monarquistas ou republicanas no nosso país390.

Devemos salientar que a votação durava apenas o tempo necessário para o presidente proceder à chamada geral dos eleitores (Lei n.º 3, art.º 73.º), após a sua conclusão este fazia segunda chamada, finda a qual e passadas duas horas em que votavam os eleitores que se apresentassem, o presidente perguntava se havia mais algum eleitor para votar, não havendo este declarava encerrada a votação (art.º 79.º). Após o encerramento era afixado um edital com o número de votantes na porta da assembleia de voto; depois da contagem das listas procedia-se ao apuramento dos votos. As mesas eleitorais apuravam os votos que recaíssem em qualquer pessoa cujo nome se achasse inscrito nas listas concorrentes (art.º 84.º), eram válidas as listas que tivessem mais ou menos nomes dos que eram legalmente exigido, mas não eram escritos os nomes excedentários e não era contabilizado mais do que um voto a cada nome repetido na mesma lista (art.º 83.º). Este último artigo introduziu uma possibilidade de escolha dos candidatos ao cidadão eleitor (que podia riscar/acrescentar nomes de candidatos), uma disposição que no Código Administrativo de 1878 estava reservada às eleições municipais e paroquiais, sendo reveladora de uma responsabilização cívica e democrática do cidadão, mais pertinente a nível local onde a relação entre o candidato e o eleitor era mais pessoal, como já presenciámos na votação dos candidatos republicanos de 1908.

Terminado o apuramento era afixado um edital com a relação de todos os votados, na porta da assembleia de voto. Da eleição era lavrada uma acta em duplicado, um exemplar era enviado ao presidente do município (para ser guardado no arquivo municipal) e o outro era remetido para os administradores de Bairro. Também aqui do papel à realidade registar-se-ia um grande hiato, pois muitas vezes o apuramento fazia- se à porta fechada, muitas vezes prolongando-se noite dentro, garantindo o sigilo de práticas ilegais, como as “chapeladas”, descargas ilícitas e falsificação de actas.

A assembleia de apuramento ocorria no domingo seguinte ao da eleição. Às nove horas da manhã, reuniam-se nos Paços do Concelho os portadores das actas de eleição com o presidente da comissão de recenseamento. O presidente propunha de entre os eleitores presentes dois para escrutinadores, dois para secretários e quatro

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Vd. Pedro Tavares de Almeida (Org.), Legislação eleitoral…, p. XIV e XXXV. Sobre a questão do segredo de voto Cf. Idem, Eleições e caciquismo…, pp. 65-70.

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substitutos para os revezarem. A esta assembleia assistia o administrador do 2.º bairro de Lisboa, onde estava sediada a casa da câmara. O presidente da comissão de recenseamento, após a constituição da mesa ficava sendo o presidente da assembleia. A função desta assembleia era de examinar comparativamente as actas e seus duplicados, atestando a sua veracidade, e bem assim apurar os votos. Eram eleitos os cidadãos com maior número de votos das listas da maioria e da minoria. Em caso de empate era eleito o cidadão mais velho. Deste apuramento lavrava-se uma acta com a indicação dos cidadãos eleitos e número de votos que tinham obtido. Uma cópia era entregue ao administrador do Bairro presente, para ser enviada ao governador civil, sendo remetida uma cópia aos administradores dos outros Bairros.

Qualquer eleitor do concelho podia reclamar, verbalmente ou por escrito, contra a ilegalidade das operações eleitorais, quer no dia da eleição quer no do apuramento, ficando estas reclamações inscritas nas actas das eleições. Nas eleições administrativas, as reclamações e protestos eram encaminhados para os tribunais administrativos que decidiam da legitimidade ou nulidade do acto eleitoral. A invalidade da eleição só era declarada se as ilegalidades observadas pudessem influenciar o resultado geral da votação, repetindo-se o sufrágio nas assembleias onde estas tivessem ocorrido. No final de todo o processo eleitoral o governador civil participava aos corpos administrativos em exercício o nome dos cidadãos definitivamente eleitos. Os edis tomavam posse no dia 2 de Janeiro imediato à sua eleição. Numa eleição extraordinária a posse da vereação dar-se-ia imediatamente após o apuramento. Apresentada a legislação eleitoral com suas normas oficiais e penalizações, devemos salientar que a aplicação de penas aos infractores, na maioria dos escrutínios, não passou do papel, na Monarquia e na República.

Numa análise comparativa o sistema eleitoral republicano revestiu-se de excepcionalidade não relativamente ao vigente na Monarquia portuguesa, mas no contexto europeu, onde se “traduz num claro retardamento em termos de democratização e inclusão eleitoral (direito de voto), a par de uma menor abertura do sistema de partidos à inovação e ao pluralismo (regime de escrutínio)”391. Além disso, os estudos existentes sobre as eleições na República comprovam que no momento da votação era comuns as práticas fraudulentas e os actos abusivos, já praticados e denunciados na Monarquia: as famosas “chapeladas”, o voto múltiplo, as ameaças e

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125 insultos à porta das assembleias eleitorais, o roubo das urnas, a falsificação de actas, etc. Estes costumes, analogamente, comprovam que existiu lentidão na adopção da democratização eleitoral, pois segundo vários autores, a manipulação e fraude nos processos eleitorais tinham sido comuns na Europa Ocidental de oitocentos, mas eram fenómenos insignificantes, no final do século XIX e inícios do século XX, permanecendo apenas como costume generalizado em Portugal (e em Espanha)392.

Contudo, depois de expormos a legislação eleitoral vigente na República para as eleições municipais – com características permanentes e continuadas baseadas no escrutínio secreto, no critério capacitário de eleitor e dos elegíveis e, no sistema de escrutínio de voto limitado ou lista incompleta – e respectivo processo eleitoral (cujo controlo pertencia aos funcionários administrativos e poder judicial), julgamos evidente que a Lei republicana denunciava uma aparente liberdade de voto e democraticidade eleitoral. No seu todo a legislação eleitoral denotava uma preocupação em criar cidadãos politizados e conscientes, numa tentativa de impossibilitar as iniquidades do sistema caciquista tradicional.

Resta-nos agora descortinar a realidade, para além do papel, através do estudo específico das eleições municipais republicanas em Lisboa, que neste período temporal contabilizou cinco actos eleitorais:

– As primeiras eleições administrativas de 30 de Novembro de 1913; – As eleições administrativas de 4 de Novembro de 1917;

– As eleições administrativas de 25 de Maio de 1919; – As eleições administrativas de 12 de Novembro de 1922;

– As últimas eleições administrativas da República de 22 de Novembro de 1925.

392

Ver André Freire, “Eleições, sistemas eleitorais e democratização: o caso português em perspectiva histórica e comparativa”, in Eleições e sistemas eleitorais..., pp. 56-57.

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CAPÍTULO III