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İznik İmparatorluğu’nun Balkanlardaki Mücadeleleri

Belgede Marmara Uç Bölgesi (1204-1330) (sayfa 126-129)

BÖLÜM 2: İZNİK İMPARATORLUĞU’NUN İZNİK’E TAŞINMASI VE ANADOLU’DAKİ DEĞİŞİM

2.5. III. Ioannes Dukas Vatatzes Dönemi (1222-1254)

2.5.2. İznik İmparatorluğu’nun Balkanlardaki Mücadeleleri

No final do programa foi solicitado aos participantes que respondessem um questionário contendo cinco questões abertas objetivando avaliar a validade social do programa de formação na perspectiva dos participantes. Os dados levantados a partir das respostas de 41 participantes foram inicialmente transcritos e serão apresentados a seguir de forma reduzida em quadros.

Tabela 3. Respostas dos diretores à questão: Qual era sua opinião sobre a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na educação infantil antes de fazer esse curso?

Categoria Freqüência % EXEMPLO SIGNIFICATIVO

acrescentou em conhecimentos. B- Favorável

com apoio

7 17 Incluir, desde que com suporte, escola adaptada,

pessoal qualificado etc.

C- Desfavorável 6 15 Não aceitava muito, preferia ficar “torcendo” para não

aparecer nenhum caso. Talvez até pelo medo do desconhecido.

D- Sem opinião formada

3 7 Não tinha um conceito pronto, pois pouco conhecia

sobre o assunto. O medo e a insegurança com certeza seriam os maiores desafios.

E- Preocupação 8 19,5 Preocupação e insegurança.

F- Resposta vaga

5 12 No início achei que nós é que iríamos trazer subsídios

para o doutorado da R., mas vi que estava totalmente errada com o decorrer do curso pois foi muito bom.

Total 41 100%

Fonte: Pesquisa de campo com os diretores

Os dados apresentados neste quadro nos mostram que entre os participantes deste programa de formação: 29,5% já eram favoráveis à idéia de inclusão antes da intervenção, no entanto, necessitavam de mais conhecimentos sobre este assunto, 17% se manifestaram como favoráveis desde que o sistema de ensino se adequasse para essa nova realidade, entendendo a necessidade de mudanças, mas sem se perceber como elemento ativo desta transformação, 15% se declararam desfavoráveis apresentavam tal condição mais por falta de conhecimento sobre o que a inclusão representava, do que por não a entender como legítima; 7% se manifestaram como sem opinião formada novamente por não ter conhecimento adequado sobre o assunto, o que gerava medo e insegurança, características expressas bem claramente por outros 19,5% dos participantes. Tivemos ainda 12% que fugiram da pergunta inicial, dando respostas vagas.

Estes números apesar de diluídos em categorias diferentes podem ser quase que totalmente agrupados em uma grande categoria que representa a necessidade de formação especializada sobre a temática da educação inclusiva, e transformação das escolas para tal realidade.

Tabela 4. Respostas dos diretores à questão: Com as informações e vivências proporcionadas por este curso houve alguma modificação em sua opinião? Qual (is)?

Categoria Freqüência % EXEMPLO SIGNIFICATIVO

A- Sim 29 71 Sim. Que é possível nossa adequação, a da escola, sala

de aula e materiais. Basta querer e ter vontade de pesquisar, procurar ajuda dos órgãos competentes.

B- Não 6 15 Não. Percebi que estou certa em aceitar com

naturalidade C- Não, mas

acrescentou algo

2 5 A minha opinião se mantém a mesma, no entanto com

mais conhecimento sobre cada uma das N.E.

D- Resosta vaga 4 10 Este curso foi muito bem elaborado, com conteúdo,

serviços de apoio, me deixando bem claro que inclusão é muito sério e todos temos responsabilidade nela.

Total 41 100%

Fonte: Pesquisa de campo com os diretores

Este quadro apresenta um índice de 71% dos participantes do programa de formação considerando que a intervenção auxiliou em sua mudança de concepção em relação à inclusão de uma forma positiva, levando-os a se colocarem como elementos ativos na busca da transformação necessária. Para 15% dos diretores não houve mudanças uma vez que suas opiniões já eram convergentes com a proposta do programa de formação e outros 5% declarando que apesar de já serem favoráveis o programa veio acrescentar conhecimentos. Dos 41 diretores 10% não respondeu diretamente o perguntado, embora afirmaram a importância de ações como a deste programa.

Tabela 5. Respostas dos diretores à questão: Em sua opinião, o que um diretor de EMEI pode fazer para favorecer a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais?

A- Envolver a equipe, buscar parcerias, recursos, informações e adequação

31 75 Pode ser o facilitador na busca de recursos, capacitação

da equipe, adequação da estrutura física. Também ser um elo importante entre pais – escola – aluno e equipe.

B- Aceitar 4 10 Em primeiro lugar tem que aceitar este aluno por

inteiro, juntamente com toda sua equipe, procurando dar todo apoio necessário em todos os sentidos principalmente usando toda nossa sensibilidade.

C- Garantir vaga

4 10 Primeiramente receber este aluno e não esconder vaga,

e procurar ajuda profissional. D- Resposta

vaga

2 5 Esta vivência foi fundamental. Pôde esclarecer muitas

dúvidas e plantar em mim a semente da confiança. Se acontecer na minha U.E. saberei como proceder.

Total 41 100%

Fonte: Pesquisa de campo com os diretores

O quadro acima nos mostra que 75% dos participantes internalizaram a idéia de que sua função como diretor é fundamental na inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na escola, uma vez que passam a se perceber como elemento facilitador na busca de recursos, capacitação, adequação física, parcerias etc. Do total de 41 diretores, 10% ainda demonstram certa resistência em relação à aceitação desta clientela e que o diretor tem que trabalhar esse lado primeiramente consigo mesmo. Outros 10% dos diretores entendem que o diretor tem que assumir o papel de garantir o acesso desses alunos à escola, pois esse acesso pode depender apenas dele, e os demais 5% não responderam precisamente, mas assumiram a responsabilidade na busca de soluções.

Tabela 6. Respostas dos diretores à questão: Discrimine os pontos positivos e negativos que fizeram parte do curso.

Categoria Freqüência % EXEMPLO SIGNIFICATIVO

A- Só positivos 20 48,5 Conteúdo teórico e prático, dicas de onde buscar apoio

para nosso trabalho, textos livros e vídeos, vários profissionais empenhados no trabalho.

B- Só negativos 2 5 O único ponto negativo, a meu ver, a falta de material

(conteúdo das palestras) antecipado para nós, pois com o material de apoio em mãos, poderíamos ter feito mais anotações e esclarecido mais dúvidas.

C- Positivos e negativos

17 41,5 Negativos: sala com claridade das janelas da frente

atrapalharam um pouco a visibilidade dos slides. Positivos: um curso que nos abriu horizontes para novas perspectivas, incentivando e preparando-nos para seguirmos firmes em nossos propósitos.

D- - Em branco 2 5

Total 41 100%

Fonte: Pesquisa de campo com os diretores

Neste quadro temos o índice de 48,58% dos respondentes considerando que o curso oferecido apresentou apenas pontos positivos, auxiliando o trabalho do diretor em relação à inclusão, 5% apresentando pontos negativos relacionados à questão de estruturação do curso, 41,5% destacando pontos positivos e negativos, sendo novamente que os pontos negativos estavam relacionados a questões de infra-estrutura do programa, e os positivos considerando o curso como importante para auxiliar na mudança de perspectiva em relação à inclusão e, 5% não responderam esta questão.

Tabela 7. Respostas dos diretores em ralação à questão: Na minha opinião este curso serviu para...

A- Ampliar conhecimentos

23 56 Ampliar meus conhecimentos, diminuir meus temores,

olhar com mais atenção à questão da inclusão e principalmente a inclusão de crianças com N.E.

B- Ampliar horizontes

17 41,5 Ampliar meus horizontes e ver que é possível atender a

todos, desde que ocorra um comprometimento e boa vontade, sempre contando com o apoio dos órgãos competentes e da comunidade.

C- - Em branco 1 2,5

Total 41 100%

Fonte: Pesquisa de campo com os diretores

Os dados apresentados neste quadro nos mostram que 56% dos participantes consideraram que o curso oferecido serviu para ampliação de conhecimentos sobre a questão da inclusão, aspecto considerado falho em suas formações apresentado em momentos anteriores, e 41,5% dos diretores entenderam que o curso ajudou na ampliação de horizontes, no entendimento da necessidade que a escola tem de atender a todos e na necessidade do envolvimento e comprometimento do diretor para obtenção deste objetivo e, um questionário em que esta pergunta ficou em branco o que representa 2,5%.

Belgede Marmara Uç Bölgesi (1204-1330) (sayfa 126-129)