BÖLÜM 1: CEZA YARGILAMASINDA DELİLLER
1.5. Delil Serbestîsi İlkesi
1.6.4. Hukuka Aykırı Delillerin Dosyadan Çıkartılması Sorunu
1.7.1.4. Elektronik Delilin Bulunduğu Ortamlar
As prioridades competitivas refletem necessidades da estratégia competitiva e apontam para determinados objetivos a serem atingidos pelo sistema produtivo. Para se alcançar estes objetivos, é necessário o desenvolvimento de um padrão de ações relacionadas a um conjunto de áreas de decisão. Em seu trabalho inicial, SKINNER (1969), sugere cinco áreas de decisão: planta e equipamento, planejamento e controle da produção, mão-de-obra e estrutura administrativa, projeto do produto / engenharia, e organização e administração.
A partir da proposição de Skinner, HAYES et al (2004) propuseram uma nova classificação, baseada em trabalhos anteriores, com onze áreas de decisão agrupadas sob duas categorias: estruturais e infra-estruturais.
• Decisões estruturais
o Capacidade – Quantidade, tempo, e escolha de momento adequado; o Fornecimento e integração vertical – Direção, extensão e equilíbrio; o Instalações – Tamanho, localização e especialização;
o Tecnologia de processo e informação – Grau de automação, interconexão, “liderar” versus “seguir” (ser líder na adoção de novas tecnologias ou implantá-las depois que outras empresas o tenham feito).
• Sistemas e políticas infra-estruturais
o Alocação de recursos e sistemas de orçamento de capital;
o Sistemas de recursos humanos – Seleção, habilidade, indenização, segurança dos empregados;
o Sistemas de planejamento e controle – Compras, planejamento agregado, programação, controle, estoques e/ou backlog de espera;
o Sistemas da qualidade – Prevenção, monitoramento, intervenção e eliminação de defeitos;
o Sistemas de medição e recompensa – medidas, bônus, e políticas de promoção;
o Sistemas de desenvolvimento de produto e processo – “liderar” versus “seguir”, organização do time de projeto;
o Organização – centralizada versus descentralizada, que decisões delegar, papel dos grupos de trabalhadores.
As decisões estruturais de uma operação produtiva são as que influenciam principalmente as atividades de projeto, enquanto as decisões de infra- estrutura são as que influenciam a força de trabalho e as atividades de planejamento, controle e melhoria (SLACK, CHAMBERS & JOHNSTON, 2002). As decisões estruturais possuem impactos no longo prazo, sendo difíceis de serem revertidas ou modificadas e exigem vultosos investimentos de capital. As decisões de natureza infra- estruturais estão relacionadas a aspectos mais operacionais do negócio, possuindo resultados tanto no curto, no médio e no longo prazo.
Decisões estruturais
Capacidade: As decisões estruturais e infra-estruturais interagem em uma variedade de formas, às vezes sutis. O total de capacidade que um dado conjunto de equipamentos pode prover depende se este é operado um turno por dia, cinco dias por semana, ou noite e dia. Também depende da produtividade do processo e de sua taxa de defeitos, que são afetadas pelas escolhas de equipamentos, políticas de suprimento de materiais, e um conjunto de práticas organizacionais, incluindo a forma como os equipamentos são projetados, monitorados e mantidos, como os empregados são selecionados ou treinados, a forma pela qual a qualidade é garantida, o trabalho é programado e o desempenho é medido e recompensado.
Fornecimento e integração vertical: Um outro aspecto estrutural da organização de operações compreende as decisões a respeito da quantidade do trabalho total necessário para criar ou entregar seus produtos/serviços. É necessário identificar que parcela deste trabalho será realizada internamente e quanto será adquirido de organizações externas. Algumas companhias são integradas verticalmente – produzindo a maioria de seus
próprios componentes e serviços, enquanto outras preferem comprar a maioria de suas necessidades de forma a limitar o investimento de capital e a necessidade de processamento interno. Fortemente conectadas com tais decisões estão outras escolhas a respeito da forma com que os fornecedores externos da companhia são selecionados e gerenciados.
A integração vertical, contudo, pode se dar também na direção dos clientes (a jusante), através da aquisição de elos dos canais de distribuição da empresa.
Instalações: Além da própria capacidade a ser provida, deve-se decidir como a capacidade operacional total será dividida em unidades operacionais individuais. Isto inclui o número e tamanho destas instalações, onde estas estão localizadas e em que se tornarão especializadas.
Tecnologia de informação e processos: Outro grupo de decisões estruturais se refere à seleção de tecnologia de informação e processos. Em um primeiro nível, tais decisões requerem escolhas entre diferentes tipos de equipamento, de acordo com seu uso projetado e suas características de operação. Em outro nível, deve-se especificar onde o equipamento será localizado, como será interconectado e coordenado.
Decisões infra-estruturais
A infra-estrutura de operações de uma companhia é composta por suas políticas e sistemas que regem várias atividades, do orçamento de capital à estrutura organizacional. Cada um destes sistemas freqüentemente tem repercussões e implicações para os outros elementos estruturais e infra-estruturais. Orçamento de capital e sistemas de medição de desempenho, em particular, parecem afetar todo o resto. Além disso, as políticas de recursos humanos interagem com escolhas de localização e processo, e políticas de fornecimento interagem com decisões de instalações. O projeto organizacional também é altamente dependente das decisões de integração vertical, assim como das escolhas sobre como as instalações são localizadas, especializadas e interconectadas.
Assim, embora alguns gestores tendam a colocar maior atenção em aspectos mais quantitativos relacionados a decisões estruturais, a infra-estrutura de uma companhia é, no mínimo, tão crítica para seu sucesso (HAYES et al, 2004).
Embora as questões de alocação de recursos e orçamentação de capital sejam previstas pela literatura como áreas de decisão relacionadas às operações, estas não serão aqui utilizadas, uma vez que não é pratica das empresas revelar detalhes contábeis e financeiros de sua atividade. Desta forma, considerando que tais informações ou não seriam fornecidas, ou seriam pouco precisas e confiáveis, tal área de decisão não será analisada nos estudos de caso.
A gestão da logística também possui forte relação com as áreas de decisões das operações, sendo que algumas das atividades de ambos os campos chegam a se sobrepor. O projeto da rede logística é fortemente influenciado pelas decisões de instalações e nível de integração vertical, enquanto que a gestão de estoques e de transportes está intimamente ligada ao planejamento e controle da produção.