2. İKİNCİ DÜNYA SAVAŞI’NDA TÜRKİYE: EKONOMİ, DIŞ POLİTİKA
2.1.1. Refik Saydam Devri Türkiye Ekonomisi (1939-1942)
2.1.1.3. Ekmeğin Karneye Bağlanması
O Ministério da Educação - MEC tem implementado ações no sentido de reduzir os índices de analfabetismo no país. Entre essas medidas está a reformulação do Programa Brasil Alfabetizado, a EJA5, que foi integrado ao Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, no intuito de lhe assegurar prioridades de atendimento, bem como melhores condições de operacionalização. Entre as estratégias estão: a prioridade para municípios com taxas de analfabetismo superiores a 35%; contratação de consultores com a missão de auxiliá-los no processo de elaboração dos planos plurianuais - PPA e, entre outras, a responsabilização dos municípios pela implementação das ações de alfabetização, na medida em que passam a contar com 80% dos recursos do programa (CORBUCCI et al., 2009).
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Além do EJA, foi criado o PROEJA6, com o objetivo de atender as demandas por qualificação e requalificação profissional da população adulta de baixa escolaridade, por intermédio de uma rede específica de cursos de curta duração, que ficaram a cargo dos CEFETs e IFETs7. Os matriculados no PROEJA cursam, de forma integrada, o Ensino Médio e uma modalidade de curso técnico. O conteúdo técnico organiza-se de forma direcionada, buscando atender a demandas regionais e sazonais, de acordo com a realidade geográfica e perfil sócio-econômico da região onde se localiza a instituição que oferece o curso. O programa, que oferece auxílio financeiro para os matriculados, também prevê a participação de pessoas com necessidades educacionais especiais, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, populações do campo e indígenas.
Ainda na linha da educação profissional tecnológica, o governo criou o ProJovem8 e o programa Escola de Fábrica9, que se apóiam em parcerias firmadas com o setor privado e oferecem formação técnica em cursos de qualificação profissional a jovens de famílias de baixa renda. (FRIGOTO et al. 2007).
Quanto ao ProJovem, sua principal proposta é levar qualificação social e profissional a jovens entre 15 e 29 anos, inserindo-os no mercado de trabalho em ocupações com vínculo empregatício ou em outras atividades produtivas geradoras de renda. De acordo com dados do MEC (2009), em 2009, o programa, antes focado somente nas capitais, foi ampliado para cidades com mais de 200 mil habitantes. Os cursos levam em conta a necessidade de mão-de-obra capacitada dessas regiões e a atividade tem a carga horária de 1.600 horas/aula, sendo 1.200 horas presenciais (que incluem educação escolar, ensino profissionalizante e trabalhos comunitários) e 400 horas não-presenciais, que poderão ser cumpridas de formas diversas. Durante o período que estiverem participando dos cursos, os jovens recebem uma Bolsa de Auxílio Financeiro.
O ProJovem é composto pelo ProJovem Adolescente - Serviço Socioeducativo, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate
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Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, criado pelo Decreto n° 5840, de Julho de 2006.
7 Os CEFETs são os Centros Federais de Educação Tecnológica e os IFETs são Institutos Federais de
Educação, Ciência e Tecnologia, criados em 2008, pelo Projeto de Lei 3775/08, a partir da integração de algumas instituições como CEFETs, escolas técnicas, escolas agrotécnicas e colégios técnicos, formando os diversos campi dos IFETs.
8 Programa nacional de inclusão de jovens, instituído pela Lei 11.129 e regido pela Lei 11.692. 9
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à Fome - MDS; ProJovem Urbano, coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República; ProJovem Campo - Saberes da Terra, sob coordenação do Ministério da Educação, e o ProJovem Trabalhador, coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O Programa Escola de Fábrica, por sua vez, destina-se a jovens na faixa de 16 a 24 anos, que devem estar matriculados na rede pública regular do ensino básico e ter renda familiar per capita de no máximo um salário mínimo e meio. O governo federal custeia as bolsas dos estudantes, repassando recursos às unidades gestoras, que se responsabilizam pela implementação do Programa. As empresas, por sua vez, liberam espaço, mobiliário e instrutores para as turmas.
O Programa oferece formação em 20 áreas, dentre as quais agropecuária, meio ambiente, saúde, turismo, design e construção civil. São cursos presenciais, com duração de 600 a 1200 horas, em 230 municípios do país. O público prioritário é formado por estudantes atendidos pelo programa Brasil Alfabetizado ou que estejam ingressando na educação de jovens e adultos. Lançado em dezembro de 2004, o programa baseia-se em unidades gestoras (prefeituras, organizações não- governamentais, secretarias estaduais e municipais de educação, fundações, escolas e cooperativas), unidades formadoras (empresas e indústrias) e no Ministério da Educação, que atua como agente financeiro, fiscalizador e supervisor do processo.
As ações do governo federal mencionadas anteriormente são questionadas por diversos autores. Para Frigotto et al. (2007), no momento em que o governo se dedica à ampliação de cursos profissionalizantes, de curta duração, ele valoriza a cultura do trabalho simples e da baixa escolaridade, que há muito havia sido superada pela cultura do trabalho complexo, de base científico-tecnológica. Para esse autor, no caso da Escola de Fábrica, por exemplo, retoma-se o fundamento da educação profissional do início do século: formar mão de obra necessária ao desenvolvimento econômico e educar psicofisicamente os jovens trabalhadores para a divisão social do trabalho.
Ora não seria de fato uma contradição, fomentar a baixa escolaridade e o trabalho tecnicista, num momento em que, conforme aponta Dourado et al. (2003), as bases da nova economia constituem-se em uma sociedade técnico-científica- informacional, centrada na produção de novas tecnologias e na rearticulação e criação de processos organizacionais inovadores? Na contramão, porém, haveria uma outra forma de resgatar os evadidos da educação básica, principalmente aqueles que já se encontram além da idade ideal para cursá-la? O mesmo se pergunta com relação
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àqueles que, também em lapso de idade, já constituíram família e precisam se manter empregados para obter renda.