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BÖLÜM 1: NEO-LİBERAL SÜREÇTE KURUMSAL BİR AKTÖR OLARAK

1.1. Modern Üniversitenin Sorgulanma ve Yeniden Yorumlanma Dönemi

1.1.2. Üniversite-Bilgi İlişkisinin Yeniden Düzenlenmesi

A oficina foi planejada e implementada em conjunto com três facilitadores e a pesquisadora. As participantes foram 16 mulheres do bairro Vale em Manaus, 8 das quais participaram no primeiro momento da pesquisa. Mais informações sobre as participantes estão expostas no artigo 3.

A oficina foi feita no INPA, devido à falta de espaço no bairro. A carga horária foi de 10 horas, durante quatro tardes seguidas. Os procedimentos foram combinados com as mulheres no primeiro dia (ver Anexo II), estando também expostos no artigo 3 na forma de avaliação. A avaliação da oficina foi importante, por ser parte integrante da pesquisa, uma técnica para ajudar no processo de verificar se a teoria das representações sociais pode ou não ajudar no planejamento de uma intervenção educacional de educação ambiental popular. Os seguintes pontos foram avaliados durante a oficina:

• Se as representações sociais do grupo de participantes da pesquisa foram compatíveis com as das outras convidadas;

• O nível de integração das participantes na oficina;

• O nível de participação individual;

• As identidades das participantes;

• A possibilidade de planejar uma intervenção educacional a partir das representações sociais.

Para fazer a avaliação preparamos cinco roteiros pré-determinados com 6 ou 7 escalas de indicadores pré-codificados (Anexo I). O objetivo dos roteiros não era de fazer um analise estatística, e sim estruturar as observações direcionadas, já que o tamanho do grupo não permitia uma análise estatística. O instrumento foi construído diante do conhecimento do perfil do grupo e algumas adequações foram feitas durante a oficina, como a freqüência de notações e a substituição de palavras por outras mais adequadas. Um roteiro de registros foi planejado dentro do cronograma da oficina (Anexo II), mas nem sempre foi cumprido, devido ao intenso movimento das participantes durante as dinâmicas. Um total de 15 roteiros foram completados.

O planejamento da oficina foi feito com a intenção de abordar os seguintes pontos:

• A formação de um grupo a fim ajudar no processo posterior de continuar o trabalho da intervenção educacional em planejamento, que provavelmente precisaria um grupo de trabalho;

• Apresentação de três temas geradores identificados nos resultados do primeiro momento da pesquisa;

• A escolha pelas participantes de um dos temas geradores;

• O planejamento de uma intervenção educacional sobre o tema escolhido.

Uma dinâmica de grupos foi utilizada todas as tardes para abordar estes pontos. Dinâmicas, pois segundo Atunes (2000), elas não vão mudar os pensamentos das pessoas, mas oferecem um espaço e elementos para a reflexão, e portanto facilitam a construção de relacionamentos dentro do grupo. Também, segundo Gonçalves e Perpétuo (2001) dinâmicas permitem a conhecer o “Eu” e o “eu” interagindo com o outro. Neste sentido, os objetivos das dinâmicas foram estimular o conhecimento de si e o conhecimento das outras e iniciar o processo de socialização para formar um grupo. Também incorporamos assuntos como participação democrática, identidade, cidadania e razões para a busca de soluções de problemas cotidianos. O diálogo sobre esses temas propiciou a abordagem de exclusão e inclusão de pessoas dentro do grupo, e a importância de aceitar a diferença e a força que um grupo pode ter quando trabalha em conjunto. Este processo foi necessário para introduzir as mulheres no processo de planejamento da intervenção educacional.

Porém, o cerne do trabalho da oficina foi expor os três temas para as mulheres escolherem um para planejar uma posterior intervenção educacional sobre o tema gerador. Isso foi feito utilizando os tópicos abordados nas discussões das dinâmicas e acrescentando outras informações sobre os três temas geradores. A votação foi feita na terceira tarde de forma individual, para que uma mulher não influenciasse a outra.

O planejamento da intervenção educacional de artesanato foi feito na última tarde a partir de uma dinâmica para integrar a possibilidade de trabalhar em conjunto a construção de um objeto de artesanato. Depois combinamos em conjunto os procedimentos para a intervenção educacional, explicado no artigo 3.

No final de cada encontro foi aplicado um relaxamento, que também foi importante no processo de integrar o grupo. As técnicas utilizadas foram abraços, olhares, toques, massagens e respirações coletivas. Estas são formas de se comunicar sem falar e têm seus próprios mecanismos para aprofundar as inter-relações de confiança entre cada um e o outro. Depois do relaxamento sempre havia o momento do lanche para reforçar a confraternização, comentar o que aconteceu e falar da atividade seguinte.

No fechamento da oficina uma avaliação individual foi aplicada, mas ainda é difícil dizer se este foi um instrumento preciso de avaliação. Podemos dizer que a participação da maioria das mulheres, vindo todos os dias durante quatro dias, foi a prova maior da aprovação da oficina, o que será verificado mais tarde com a participação das mulheres nos próximos encontros da intervenção educacional. Portanto, como explicamos, os resultados da pesquisa e da intervenção educacional, em que as técnicas expostas foram aplicadas, serão expostos e discutidos no artigo três.

4.5 Referências bibliográficas

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