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1.1. Prut Savaşı (1711)

1.1.4. Prut Antlaşması (23 Temmuz 1711)

Os recursos financeiros que darão viabilidade ao CI virão das contribuições dos consortes, bem como de recursos das esferas públicas estadual e federal.

As contribuições financeiras dos consortes podem ser constituídas por quotas de contribuição, que são definidas no estatuto do CI e no mesmo deverá conter o período que essas quotas devem ser repassadas – mensal, bimestral, semestral ou anualmente.

O CI além de captar recursos dos próprios consortes e das esferas estadual e federal, também pode receber doações de instituições privadas nacionais e internacionais, auxílios, contribuições e subvenções concedidas por entidades públicas ou particulares e, pleitear empréstimos. Na tabela 08 estão relacionadas algumas fontes de recursos financeiros e de cooperações técnicas passíveis de serem obtidas.

Conselho de Prefeitos/Municípios Secretaria Executiva Conselho Fiscal Programa/ Atividade n Programa/ Atividade 2 Programa/ Atividade 1

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Tabela 08 – ENTIDADES QUE PROPORCIONAM ALGUM TIPO DE COOPERAÇÃO FINANCEIRA E/OU TÉCNICA NA ÁREA DE RESÍDUOS SÓLIDOS Continua ENTIDADE

Governamental Linha de atuação Telefone e-mail Site

Caixa Econômica Federal –CEF Financiamento de obras de saneamento básico http://www.caixa.gov.br Fundação Banco do Brasil - FBB -

(FIPEC)

Financiamentos reembolsáveis e não reembolsáveis

(61) 310-1951

310-1928 [email protected] http://www.cidadania-e.com.br Fundo Estadual de Recursos

Hídricos do Estado de São Paulo – FEHIDRO

Financiamento de projetos, serviços e obras que se enquadrem no Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo

(11) 3816-2921 / 3816-7012 [email protected] v.br http://www.recursoshidricos.sp.gov.br ou http://www.fehidro.sp.gov.br

Ministério do Meio Ambiente – Brasil Joga limpo

Financiamento de obras de disposição final, unidades de tratamento e coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos.

(61) 317-1069 / 317-1026 /

317-1145

[email protected] http://www.mma.gov.br/port/sqa/index.c fm

Ministério do Meio Ambiente – Fundo Nacional do Meio Ambienta - FNMA

Financiamento de projetos de Gestão

Integrada de Resíduos Sólidos (61) 317-1203 [email protected]

http://www.mma.gov.br/port/fnma/index .cfm

Banco Nacional de

Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES

Financiamento de projetos direcionados a coleta, tratamento e disposição final dos resíduos sólidos urbanos

http://www.bndes.gov.br/desenvolvimen to/urbano/default.asp

Ministério da Saúde – Fundação Nacional de Saúde (FUNASA)

Apoio técnico e financeiro para execução de projetos (61) - 314.6336 / 314.6288 [email protected] http://www.funasa.gov.br/sitefunasa/con v/conv_solic.htm MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA - Rede Brasileira de Manejo Ambiental de Resíduos Sólidos - REBRAMAR

Intercâmbio, difusão e acesso dos membros da Rede aos conhecimentos e experiências que dizem respeito ao manejo ambiental de resíduos.

(61) 316 1282 [email protected] http://www2.ibama.gov.br/%7Erebramar /inicio.htm

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Tabela 08 – ENTIDADES QUE PROPORCIONAM ALGUM TIPO DE COOPERAÇÃO FINANCEIRA E/OU TÉCNICA NA ÁREA DE RESÍDUOS SÓLIDOS Continuação ENTIDADE

Governamental Linha de atuação Telefone e-mail Site

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - Programa do Centro Nacional de Referência em Gestão Ambiental Urbana - GAU

Promover o intercâmbio de tecnologias, processos e experiências de gestão

relacionada com a temática Resíduos Sólidos Urbanos.

[email protected] http://www.mma.gov.br/port/sqa/urbano. html

Fundação Prefeito Faria Lima – CEPAM

Assessora municípios e implementa políticas

públicas locais (11) 3811-0300

[email protected]

ou [email protected] http://www.cepam.sp.gov.br Universidade Estadual Paulista

“Júlio de Mesquita Filho” UNESP

Disponibiliza seus conhecimentos, acervos,

instalações a favor da sociedade. (11) - 223-7088 [email protected] http://www.fundunesp.unesp.br

Universidade de São Paulo - USP

Assessoria técno-científica ou administrativa, cursos de aperfeiçoamento e de atualização, convênios e parcerias interinstitucionais em projetos

(11) 3091-4165 [email protected] http://www.cecae.usp.br

Instituição Privada Linha de atuação Telefone e-mail Site

UNIBANCO Ecologia Co-patrocínio a projetos, a fundo perdido (11) 3898-1136 [email protected] http://www:unibanco.com.br

Fundação Ford Apoio financeiro com recursos a fundo

perdido (21) 2556-1586 [email protected]

http://www.fordfound.org/global/riodeja neiro

Deutsche Gesellschaft für

Technische Zusammenarbeit – GTZ Cooperação técnica (061) 326-2170 [email protected] http://www.gtz.org.br

Fundação Konrad Adenauer Cooperação técnica e financeira (21) 2220-5441 [email protected] http://www.adenauer.com.br/ Kreditanstalt für Weideraufbau –

KfW

Cooperação financeira para projetos ligados

ao bem estar social (61) 328-0049 [email protected] http://www.kfw.de Núcleo de Amigos da Terra/

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Tabela 08 – ENTIDADES QUE PROPORCIONAM ALGUM TIPO DE COOPERAÇÃO FINANCEIRA E/OU TÉCNICA NA ÁREA DE RESÍDUOS SÓLIDOS conclusão ENTIDADE

ONG Linha de atuação Telefone e-mail Site

Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM

Estudos e pesquisas, ensino, assistência

técnica local e assistência técnica à distância (21) 2536-9797 [email protected] http://www.ibam.org.br Organização do Auxílio Fraterno -

OAF Apoio técnico às cooperativas de catadores http://www.oaf.org.br

Compromisso Empresarial para Reciclagem - CEMPRE

Conscientizar a sociedade sobre a importância da redução, reutilização e reciclagem de lixo através de publicações, pesquisas técnicas, seminários e bancos de dados

(11) 3889-7806 [email protected] http://www.cemrpe.org.br

Água e vida Estudos sobre saneamento ambiental (11) 3034-4468 /

3032-6014 [email protected] http://www.aguaevida.org.br

Fundação Onda Azul

Desenvolve projetos para reutilização de resíduos sólidos, recuperação e revalorização ambiental e, também apresenta experiência na condução de programas de gestão participativa e geradores de renda, inclusive consorciamento intermunicipal para a gestão ambiental.

(21) 2533.3619 /

2524.6144 [email protected] http://www.ondazul.org.br

Toda essa argumentação sobre recursos financeiros até este momento, é com relação aos CI´s que se constituem como pessoa jurídica, sendo denominados de Sociedade Civil sem fins lucrativos. Já, os CI´s formados através de um pacto, captam recursos financeiros dos próprios entes pelo meio de cotas que foram estabelecidas no estatuto do consórcio. São diversos os critérios que podem ser utilizados para o estabelecimento do valor da cota de participação, entre eles estão: valor proporcional ao número de habitantes; participação proporcional ao uso do serviço; valor estabelecido pelo conselho de prefeitos; entre outros critérios que os consortes presumem que sejam os mais adequados com a realidade dos envolvidos.

Na área de recursos humanos, o quadro de funcionários dos CI´s (pacto), é composto por funcionários dos próprios entes. Se o município não possuir funcionário qualificado para compor o quadro de servidores do consórcio no setor que é de sua responsabilidade, conforme combinado no estatuto do CI, deve ser contratado por meio de concurso público. Após a efetivação do funcionário, o mesmo deverá compor o quadro de funcionários do consórcio. Em hipótese alguma o CI terá a responsabilidade de remunerar o funcionário, pois a remuneração de todos os funcionários cedidos ao CI é de responsabilidade da administração de onde provém o funcionário.

A contratação de funcionário para o CI que apresenta uma personalidade jurídica (sociedade civil, sem fins lucrativos), deve ocorrer através do regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Como neste caso trata-se de interesse público,

[...] as contratações do pessoal que trabalhará no consórcio devem respeitar a obrigatoriedade constitucional do concurso público. Sendo uma sociedade civil sem fins lucrativos, entidade regida pelo direito privado regulamentado no Código Civil, admite-se o processo seletivo, que é derivação do concurso público. A seleção pública é um processo menos rigoroso, do ponto de vista formal, que o concurso público, mas assegurador também da moralidade administrativa, fundamental na atividade pública. (ANDRADE, 2001, p.32).

Os funcionários também podem ser cedidos pelos consortes, Secretarias de Estados ou Ministérios, e, neste caso, a responsabilidade de remuneração do funcionário é de quem o cedeu. No entanto o inverso não é permitido, pois, o CI não pode contratar funcionários e colocá-los à disposição das Administrações Municipais dos consorciados, ou mesmo da Administração Estadual ou Federal (ANDRADE, 2001).

Ainda abordando a questão da contratação de mão-de-obra para consórcio,

[...] outra alternativa é a terceirização dos serviços. Nesse caso, é importante que os administradores do consórcio verifiquem a existência de empresas, na região, capazes de executar os serviços; avaliem a relação custo-benefício, pois, dependendo do valor, será preciso abrir licitação; e estabeleçam um sistema de supervisão e acompanhamento dos serviços prestados. (LEITE et al., 2001, p.55).

A terceirização pode proporcionar uma melhor qualidade na prestação dos serviços; a otimização dos recursos; funcionário capacitado e comprometido com a qualidade do serviço; o uso de técnicas atuais, visando solucionar ou reduzir os problemas enfrentados pelo CI. Entretanto, muitas vezes o que inviabiliza a terceirização é o alto custo. Assim, muitos consórcios buscam melhores resultados investindo na capacitação de seus funcionários; desenvolvendo técnicas para otimizar suas ações; procurando firmar parcerias com instituições, objetivando a barganha de tecnologia; entre outras.