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Menno Simons’un Görüşlerini Yaymak İçin Yaptığı Seyahatler

1.2. Menno Simons’un Hayatı ve Anabaptist Oluşu

1.2.4. Menno Simons’un Görüşlerini Yaymak İçin Yaptığı Seyahatler

A análise dos estudos identificados voltados à questão do risco percebido4 permite observar que eles buscam o entendimento deste comportamento de acordo com quatro perspectivas: ampliação da investigação do assunto por meio de abordagem de metodologias ou contextos específicos; aspectos relacionados ao ambiente de compra ou consumo de bens

4 O levantamento das pesquisas, novamente, se deu por meio da base de dados Proquest, utilizando-se a

ferramenta “pesquisa avançada” e digitando a palavra “risk perception” para o campo “título do documento” e “marketing / consumer” no campo “título da publicação”. Selecionaram-se apenas trabalhos acadêmicos disponíveis no referido banco de dados, com data até 31/12/2011. Excluíram-se da pesquisa os trabalhos não acadêmicos ou documentos com textos incompletos ou não disponíveis. As informações sobre os estudos encontram-se no Apêndice D..

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específicos; aspectos relacionados à saúde do consumidor; e por fim, avaliação das influências culturais na percepção deste comportamento.

Dentre os trabalhos que buscaram a ampliação do entendimento do assunto, Shimp e Bearden (1982) avaliaram efeitos como garantia, reputação do fiador e preço na percepção de risco percebido. Posteriormente, Huang (1993) propôs identificar, por meio de estimação de equações simultâneas, a percepção do risco, atitudes e disposição para pagar por produtos agrícolas livres de agrotóxicos. No mesmo ano, Mitchell e Boustani (1993) buscaram identificar a redução de risco percebido sobre as etapas pré e pós compra. Garretson, Burton e Clow (1999), em abordagem vinculada à promoção de vendas, propuseram avaliar a influência de cupons de descontos na formação de expectativas de qualidade de serviço, na percepção de risco percebido e na intenção de comportamento, no setor odontológico. Baz et

al. (1999) propuseram identificar a percepção de risco em longo e em curto prazo nas

decisões dos consumidores. Posteriormente, Dholakia (2000) buscou entender as diferenças entre envolvimento com o produto e risco percebido e suas consequências no comportamento do consumidor. Forlani e Mullins (2001) objetivaram analisar o efeito da propensão e percepção de risco nas estratégias de entrada em novos mercados por empreendedores. Huang, Schrank e Dubinsky (2004) buscaram investigar a relação entre nomes de marca e risco percebido do consumidor. Já McGregor (2006) abordou conceitualmente a percepção de risco de compra pessoal. Por fim, nesta dimensão de estudos, Veres (2009) explorou a natureza da competência, baseada no risco percebido durante diferentes projetos relacionados à prestação de serviços.

Dentro da dimensão que trabalhou assuntos relacionados a ambientes de compra específicos, houve estudos que analisaram este comportamento via aquisição de produtos por catálogo (SCHIFFMAN; SHUS; WINER, 1976; JASPER; OUELLETE, 1994), transações eletrônicas (SIMON;VICTOR, 1994; MIYAZAKI; FERNANDEZ, 2001) e televisão (BURGESS, 2003).

Já, nos estudos sobre segmentos ou produtos específicos, foram realizadas pesquisas para o entendimento deste comportamento na compra de computadores altamente tecnológicos (OFIR; BECHTEL, 1990; DIACON, 2004), na utilização e contratação de serviços (TURLEY, 1990; MITCHELL, 1998) e investimento financeiro (DIACON, 2004). Nos estudos relacionados ao risco percebido e à saúde do consumidor, muitos deles se concentraram no comportamento de consumo de alimentos ou bebidas e no entendimento associado a este risco (PATTERSON; HUNNICUTT; STUTTS, 1992; DOUTHITT, 1995; RAAB; WOODBRUN, 1997; BURTON; CREYER, 2004).

Em outra dimensão estudada dentro desse contexto, estão os estudos relacionados à saúde mental do consumidor (MENON; RAGHUBIR; AGRAWAL, 2007; PARK; GROW, 2010). Houve, também, pesquisas buscando avaliar as influências culturais na percepção de risco (THOMPSON, 2005; ERDEM; ZHAO; VALENZUELA, 2004; APAYDIN; KÖKSAL, 2011).

A partir da análise dos resultados encontrados e, especificamente, na dimensão daqueles trabalhos que buscaram a ampliação do entendimento do risco percebido, foram detectadas relações entre percepção de qualidade da garantia de um produto e risco percebido (SHIMP; BEARDEN, 1982), efeito reverso entre ações de desconto e percepção de risco de compra (GARRETSON; BURTON; CLOW, 1999), relação positiva entre percepção de risco psicológico e o envolvimento do consumidor com a classe do produto (DHOLAKIA, 2000), relação com a frequência de compra e transação via internet (HUANG; SCHRANK; DUBINSKY, 2004) e diminuição da percepção de risco associado à comunicação da competência de um prestador de serviços (VERES, 2009).

Nos estudos que buscaram compreender o risco percebido associado a ambientes de compra específicos, os resultados apontaram para a existência deste comportamento na aquisição de produtos via catálogo (SCHIFFMAN; SHUS; WINER, 1976) e via transações on

line (MIYAZAKI; FERNANDEZ, 2001; JASPER; OUELETTE, 1994; BURGESS, 2003).

Nos trabalhos que objetivaram o entendimento do risco percebido em produtos específicos, foram encontradas relações entre marca e imagem da empresa fabricante de computadores (OFIR; BECHTEL, 1990), assim como utilização de estratégias de marketing para diminuição da percepção de risco associado a produtos altamente tecnológicos (MITCHELL, 1998).

Nos estudos que buscaram relacionar o risco percebido à saúde do consumidor, observaram-se relações positivas entre risco percebido e consumo de bebida alcoólica durante a gravidez de mulheres (PATTERSON; HUNNICUT; STUTTS, 1992), o consumo de carne bovina (DOUTHITT, 1995), de alimentos produzidos com biotecnologia (WOHL, 1998; GROBE; DOUTHITT; ZEPEDA, 1999) e informações nutricionais disponibilizados por produtos (BURTON; CREYER, 2004).

Nas investigações sobre as influências culturais na formação da percepção de risco, Thompson (2005), por meio de uma pesquisa fenomenológica, descreve diferentes comportamentos associados ao risco, de acordo com a forma de criação das pessoas. Erdem, Zhao e Valenzuela (2004) encontraram relações entre comunicação da marca própria e risco percebido, entre consumidores dos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha. O estudo de Choi e Lee (2003), os quais buscaram examinar a diferença de percepção de risco entre os

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Estados Unidos e a Coreia, detectou uma maior propensão desse comportamento para os consumidores coreanos. Carvalho et al. (2008) detectaram que a relevância pessoal irá moderar os efeitos da similaridade cultural. Forlani, Parthasarathy e Keaveney (2008), ao realizarem estudo para avaliar a percepção de risco gerencial em estratégias de entrada em mercados internacionais, confirmaram hipóteses que previam relação positiva entre a capacidade gerencial da firma e percepção de risco, em mercados de maior e menor controle. Já Teimoury, Fesharaki e Bazyar (2010) confirmaram as hipóteses que previam relação de desenvolvimento de novos produtos, mediados pela assimetria do poder, com efeito positivo no risco relacional percebido pela empresa. Por último, o trabalho de Apaydin e Köksal (2011) confirmou a hipótese que previa relação entre imagem global da marca e diminuição do risco percebido e aumento de percepção de qualidade em relação ao produto.