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Mehmetağa Şahtahtlı’nın Eğitim-Öğretime Yönelik Çalışmaları

4.11. XX Yüzyılın Başlarında Azerbaycanlı Eğitimcilerin Azerbaycan Türkçesinin

4.11.1. Mehmetağa Şahtahtlı’nın Eğitim-Öğretime Yönelik Çalışmaları

Não 179 70,8 502 71,3 681 71,2

inseticida 18 7,1 41 5,8 59 6,2

retirada lixo e matéria orgânica 3 1,2 5 0,7 8 0,8

limpeza (de maneira generalizada) 47 18,6 142 20,2 189 19,7

resposta incorreta e/ou inespecífica 4 1,6 11 1,6 15 1,6

4.17 Características do imóvel 4.17.1 Tipo e revestimento do imóvel:

Quanto ao tipo de moradia, a maioria representada por 73,7% (n=705) foi de casa, seguida de 21,3% (n=204) de barracões, 4,0% (n=38) de sítios e fazendas, 0,8% (n=8) de outras construções (posto de gasolina, ferro-velho, borracharias e depósitos) e 0,2% (n=2) de apartamentos.

Destes 957 imóveis, 90,4% (n=865) tinham reboco interno e 66,8% (n=639) reboco externo.

4.17.2 Serviço de saneamento básico:

Em relação à água tratada e rede de esgoto 90,1% (n=869) e 37,5% (n=359) dos imóveis, respectivamente, eram favorecidos com estes serviços. A coleta de lixo pela Prefeitura tinha periodicidade distinta entre os bairros. Dos 88,1% (n=843) dos entrevistados que responderam contar com este serviço público 18,8% (n=180) disseram que a frequência era uma vez por semana e destes 21,1% (n=38) afirmaram queimar o lixo, também. Outros 63,8% (n=611) tinham a coleta de lixo pela Prefeitura de 2 a 3 vezes por semana e destes 8,7% (n=53) disseram queimar o lixo e 0,3% (n=2) enterrar, também. Outros 5,4% (n=52) contavam com o mesmo serviço por 4 ou mais vezes na semana e 5,8% (n=3) queimavam o lixo, também. O destino do lixo dado pelos moradores dos 11,9% (n=114) dos imóveis sem acesso à coleta de lixo municipal foi: 97,4% (n=111) queimar, 0,9% (n=1) enterrar ou 1,7%

(n=2) deixar a céu aberto. A compostagem não era uma prática realizada pelos moradores do município.

As variáveis água tratada e presença de rede de esgoto foram significativas no modelo final de regressão logística associadas à variável renda familiar com valor acima de um salário mínimo. A associação das três variáveis culminou com a única variável nominada ERA (OR=0,46 p≤0,05) significando fator de proteção à ocorrência da LV.

4.17.3 Limpeza do peridomicílio:

Dos 957 imóveis visitados apenas 0,3% (3) entrevistados alegaram não possuir peridomicílio. Quanto ao tipo de peridomicílio, 58,2% (557) dos imóveis possuíam pisos constituídos de terra e cimento, 35,5% (340) somente de terra e 6,0% (57) somente de cimento (Gráfico 18). Foram 98,2% os proprietários que afirmaram realizar limpeza no peridomicílio. A frequência de limpeza variou de diária (22,9%), semanal (40,0%), quinzenal (5,9%) a esporádica (30,0%). O restante dos proprietários declarou não realizar limpeza (0,7%) ou as respostas não foram registradas (0,5%). A maioria dos domicílios tinha piso misto de terra e cimento e contavam com limpeza semanal.

Outra variável que compôs o modelo final da análise multivariada com significância de p≈0,05 (p=0,06 OR=0,71 IC 0,49-1,04) foi a limpeza diária do peridomicílio, com incremento na chance do cão estar protegido para LV em 1,4 vez (1/0,71).

Gráfico 18: Tipo de piso dos imóveis dos proprietários dos cães do estudo, Juatuba, 2010 a 2011. 6,0% 35,5% 58,2% 0,3%

cimento

terra 

ambos

sem registro

Observou-se que os mesmos 57 proprietários que disseram ter o peridomicílio somente com piso de cimento responderam ter jardim (n=34), plantas frutíferas (n=15), matéria orgânica (n=12), horta (n=9), entulho (n=6 ) e lixo exposto (n=2).

4.17.4 Presença de plantas e outros no peridomicílio:

A respeito do cultivo de plantas, do total de 957 imóveis, 86,4% (n=827) possuíam jardim, 57,4% (n=549) plantação de bananeiras, 77,6% (n=743) outras plantas frutíferas e 45,6% (n=436) possuíam hortas no peridomicílio. Além de plantas, os entrevistados afirmaram ter no peridomicílio: 10,0% (n=96) lixo exposto, 36,7% (n=351) entulho, 65,1% (n=623) matéria orgânica e 34,0% (n=325) mato.

4.17.5 Uso de inseticida no imóvel:

Foram 38,2% (366/957) os entrevistados que responderam fazer uso de inseticida no imóvel. Destes, 33,9% (n=124/366) disseram aplicar o produto somente no intradomicílio, 27,9% (n=102/366) somente no peridomicílio, e em

ambos 36,1% (n=132/366). Um total de

2,2% (n=8/366) dos questionários não tinha o registro da resposta. Sobre a formulação do inseticida, considerando apenas os proprietários que disseram usar, 73,0% (267/366) era do tipo aerossol (spray, bomba e de tomada) e 18,8% (69/366) líquida; o restante de 8,2% (30/366) se referiu a outras formas ou associações.

4.17.6 Presença de animais no imóvel:

Em 34,6% (n=331) dos imóveis só havia o próprio cão participante da pesquisa, em outros 49,6% (n=475) dos domicílios de 2 a 3 cães, em 12,2% (n=117) de 4 a 5 cães e em 3,6% (n=34) mais de 6 cães. Quanto à presença de outros animais além do cão, em 66,4% (n=635) dos imóveis os entrevistados responderam afirmativamente. Destes, em 47,0% (450/957) havia galinha, em 26,1% (250/957) pássaro, em 21,3% (204/957) gato, em 11,5% (110/957) pato e em 4,5% (44/957) porco.

A maioria dos entrevistados, 87,5% (837/957), informou que o imóvel era visitado por animais: roedor 70,0% (n=584), gato 62,1% (n=520), cão errante 38,2% (n=320), gambá 32,4% (n=310) e

outros 9,3% (n=78), incluindo animais silvestres 5,9% (n=49), animais domésticos 2,5% (n=21) e associação destes 1,0% (n=8).

4.17.7 Morte de animais no imóvel:

Quando questionados sobre a ocorrência de morte de cães no imóvel, 56,4% (n=540) dos proprietários disseram ter ocorrido e destes 36,7% (n=351) sabiam a causa: 10,3% (n=36) por LV, 14,5% (n=51) por doenças infecciosas, 23,4% (n=82) por doenças não infecciosas, 9,5% (n=33) por idade avançada e 42,5% (n=149) por atos de violência. A classificação de doenças infecciosas ou não e de violência foi feita após avaliação do relato dos entrevistados. Cinomose, parvovirose e pneumonia foram as mais comuns dentre as doenças infecciosas. Câncer, picada de cobra, complicações pós-parto, intoxicação, infestação por pulga e carrapato foram mais citadas em doenças não infecciosas e outros agravos; e atropelamento, envenenamento, apedrejamento, enforcamento foram algumas citações dentre óbitos por violência. Destes 540 imóveis com relato de morte de animais, 27,6% (n=149) ocorreram nos seis meses que precederam a aplicação do questionário, 23,0% (n=124) entre os últimos seis meses a um ano da entrevista e 46,3% (n=250) há mais de um ano; em 1,7% (n=9) dos questionários não houve registro da data e 1,5% (n=8) dos proprietários não soube responder sobre a data.

4.17.8 Características da vizinhança:

Conforme relato dos entrevistados, dos 957 imóveis da pesquisa 90,7% (n=868) tinham terrenos baldios na vizinhança, 79,7% (n=763) muitas árvores nas proximidades e 62,7% (n=600) mata, também. Havia presença de córregos nas proximidades de 38,3% (n=367) destes imóveis. Quanto ao lixo, 39,5% (n=378) dos proprietários disseram que o mesmo ficava a céu aberto. Em relação à criação de animais na vizinhança 74,0% (n=708) dos entrevistados responderam afirmativamente com representação: galinha 88,7% (n=628), gado 44,1% (n=312), cavalo 30,6% (n=217), porco 24,7% (n=175), pato e peru 14,3% (n=101), cabrito 10,3% (n=73) e pássaro 2,0% (n=14). O município de Juatuba não conta com o serviço de captura de cães errantes.

4.18 Características do cão 4.18.1 Sexo:

Houve maior frequência de cães machos (54,3%) na população canina estudada. Observa-se na

tabela 21 que esta frequência se mantém com proporções aproximadas entre os cães das duas coletas subsequentes, assim como dentre os animais sororreagentes, com variação entre 53,7% e 56,4%. A proporção de fêmeas variou de 43,6% a 46,3% nos grupos citados.

Tabela 21: Distribuição da frequência do sexo dos cães amostrados quanto às coletas realizadas e por grupo de resultado sorológico, Juatuba, 2010 a 2011.

Sexo do cão

fêmea % macho % Total

NÚMERO COLETA