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Ehl-i Sünnet’in Büyük Günah Kavramı Hakkındaki Görüşleri

B. Mezheplerin Büyük Günah Meselesiyle İlgili Görüşleri

5. Ehl-i Sünnet’in Büyük Günah Kavramı Hakkındaki Görüşleri

Propostas de modelos tendo por base, em Teoria dos Jogos, jogos classificados como não-cooperativos só foram possíveis depois que Nash (1951) se propôs a interpretar a capacidade de negociar de uma maneira diferente da que havia sido traçada por Von Neumann e Morgenstern (1944) – que tinham por base jogos tidos como cooperativos. O que Nash (1951) chamou de jogos não-cooperativos diferenciou-se das especificações de Von Neumann e Morgenstern (1944).

Resumidamente, viu-se que em jogos cooperativos as coalizões e os acordos são factíveis e obrigatórios. Vê-se que nesse tipo de jogo há comunicações, alianças e acordos que possibilitam a partilha de benefícios entre jogadores que atuam coletivamente, em busca da maximização de payoffs a todos. Contudo, Nash (1951), de maneira instigante, levanta questões referentes a esses acordos e alianças. Isso porque, a seu ver, eles traziam consigo problemas que enfraqueciam seus papéis nos jogos. Assim, o autor põe em questão quem obrigaria a realização dos acordos. O autor citado constatou que, quando os jogos apresentassem pontos de equilíbrio e estabilidade que se implementassem no curso do intercâmbio entre os jogadores, tinham-se a solução e a resposta a essa dúvida. Dessa maneira, a fim de verificar essa possibilidade, considerou a existência de jogos não- cooperativos.

Para que um jogo seja considerado não-cooperativo, têm-se algumas características bem definidas. A fundamental refere-se a coalizões, acordos, promessas, contrato, pactos, combinações ou compromissos entre os agentes de um jogo. Nash (1951), Harsanyi (1967), Rasmusen e Blackwell (2001) e Fiani (2006) enfatizam que os jogos não-cooperativos

baseiam-se na ausência de coalizões: inexistem, portanto, alianças, a efetivação de compromissos obrigatórios e garantidos, tampouco acordos forçados entre eles.

Nash (1951), Arrow (1951), Harsanyi (1967) e Kreps (1996) compactuam do mesmo pensamento quando afirmam que, como inexistem acordos obrigatórios em jogos não- cooperativos, a ênfase nesse tipo de jogo está, então, no indivíduo, e não no grupo, no coletivo. Nash (1951) evidencia que cada participante atua independentemente e sem colaboração, segundo Arrow (1951). Dessa forma, o destaque está em quais estratégias o agente deve usar para compor suas jogadas (HARSANYI, 1967). Apesar de agirem de maneira independente, sem envolver ações coletivas, os jogadores sabem da existência dos outros e precisam estar atentos aos movimentos dos demais, como relata Ávila (2006).

Assim, com atuação individual e solitária, em jogos não-cooperativos inexiste a cooperação, de acordo com os pressupostos teóricos de Fergusom (1996), Lessa (1998), Haurie e Krawczyk (2000) e Nasar (2002). Com isso, os jogadores não negociam formalmente num esforço para coordenar suas ações, como ressalta Fergusom (1996). A maximização de payoffs, segundo Kreps (1996), se dá de maneira individual, com resultados isolados. Silva (2004), por sua vez, acrescenta que jogos não-cooperativos incluem um confronto de interesses que é definido como estritamente competitivo. O autor segue afirmando que, nesse tipo de jogo, apresentam-se situações extremas, nas quais, para um jogador ganhar, o outro tem de necessariamente perder, ou então as partes terminam o jogo sem saldo algum.

Para o desenvolvimento de jogos não-cooperativos, é assumido o princípio do comportamento racional (RAMOS et al., 2006), conforme o qual todos os jogadores em situação de jogo têm consciência das alternativas disponíveis e da capacidade de antecipar elementos desconhecidos, sendo suas preferências bem definidas; a escolha das ações, portanto, ocorre após um processo de otimização. Rasmusen e Blackwell (2001) clareiam essa tese, expondo que, como os jogadores agem racionalmente, escolhem sempre as opções que os levam aos melhores resultados. Percebe-se que esse conceito está em consonância com o pensamento de Fiani (2006), segundo o qual a ação tem por finalidade um objetivo consistente, sendo escolhido o melhor meio para tal fim. Poundstone (1992), por sua vez, observa que, como se está constantemente lidando com jogadores igualmente racionais e que possuem a mesma capacidade de discernimento, emerge, de maneira lógica e natural, em jogos não-cooperativos, um ponto de equilíbrio.

Nesse sentido, constata-se, conforme manifesta Lessa (1998), que os jogos não- cooperativos baseiam-se, também, numa organização e disposição de preferências distintas. Inicialmente, ao olhar desse autor, um equilíbrio nesses jogos refletiria o tipo de coordenação que os indivíduos seriam capazes de arquitetar sem recorrer a sanções externas de um lado e sem abdicar de sua racionalidade de outro. Factivelmente, a estrutura de preferências implícita nos jogos não-cooperativos representa uma situação na qual as pessoas estão prontas a cooperar com as demais somente na medida em que a cooperação, primeiramente, não conflite com a sua racionalidade e, em segundo, que o equilíbrio represente a compatibilização dos planos e das decisões dos indivíduos – a qual resultaria, por sua vez, de esforços consistentes de maximização de utilidade por parte dos agentes de maneira individual, segundo descreve Lessa (1998).

Por fim, Nash (1953) evidencia que cada participante, ao atuar independentemente, sem colaboração, não se comunica com os demais jogadores. Jogos não-cooperativos proíbem que a comunicação prévia seja estabelecida (SILVA, 2004), mesmo que em algumas situações a sinalização aconteça. Nesse tipo de jogo, segundo o autor, um efeito chamado telepatia surge como forma de comunicação implícita entre indivíduos, desde que estes sejam de uma mesma região ou grupo social, de uma mesma língua, ou dotados de mentes semelhantes e conhecimentos comuns. Uma vez que qualquer comunicação é proibida em jogos não- cooperativos, conforme discorre Almeida (2005), os jogadores não podem entrar em acordos ou firmar compromissos com os demais, estando impossibilitados de buscar a maximização de payoffs coletivos, sem beneficiar os outros envolvidos, alicerçando seus ganhos somente de forma individual e solitária.

Benzer Belgeler