azından 1 tane olmalı olur yani.
D: Diğerinde de hani hmmm…burada işlemden dolayı hani karesini aldığımda karekök kalkarken
A respeito da realidade socioeconômica e familiar dos adolescentes aprendizes, foram investigados aspectos relacionados à organização social e financeira da família e à participação do adolescente na economia doméstica, além da condição profissional e da escolaridade dos pais. A Tabela 21 apresenta a classificação socioeconômica da família, segundo o Critério de Classificação Econômica Brasil da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, 2010), além do recebimento de ajuda financeira do governo pela mesma.
Tabela 21 - Classificação socioeconômica da família e recebimento de ajuda financeira
governamental.
Variável Dimensões N Frequência
Classe socioeconômica* A2 2 0,4 % B1 24 5,1 % B2 146 31,1 % C1 171 36,4 % C2 90 19,1 % D 23 4,9 % E 1 0,2 % Não estimado** 13 2,8 % Total 470 100 %
Ajuda financeira Sim Não 124 333 26,4% 70,9%
Não responderam 13 2,7%
Total 470 100%
Notas: * Característica estimada segundo o Critério de Classificação Econômica Brasil da Associação Brasileira de Empresas
de Pesquisa – ABEP. ** Casos não estimados por falta de dados em algumas das variáveis adotadas no critério.
Observa-se a predominância de adolescentes cujas famílias pertencem aos estratos econômicos C1 (36,4%), B2 (31,1%) e C2 (19,1%). Mas um dado que merece atenção é a presença de pouco mais de 5% da amostra nos estratos mais extremos36, praticamente em igual número, apesar da leve vantagem para os mais elevados. Essa informação contraria duplamente as expectativas: por um lado esperava-se maior número de adolescentes mais pobres e, por outro, não se previa encontrar aprendizes dos estratos econômicos mais elevados. Isso denota que a aprendizagem profissional, mesmo sendo voltada à população menos favorecida economicamente e adotando esse critério para o ingresso nos programas de formação, tem se mostrado um espaço democrático, aberto a todos, sendo reconhecida e
36
Vale lembrar aqui a limpeza do banco de dados e a exclusão dos casos com valores extremos (outliers) para efeito de composição da amostra da pesquisa. Esses são apenas os casos que não foram enquadrados como outliers.
buscada também por adolescentes que não precisariam de inserção profissional precoce por motivos financeiros. Por outro lado, deve-se considerar que a população com necessidades mais evidentes nesse sentido, em razão das condições socioeconômicas familiares, são ainda a minoria no contexto das instituições formadoras, pouco têm chegado até elas.
Diante dessa observação, ficam alguns questionamentos: por quê esses adolescentes têm ingressado tão pouco nos programas de aprendizagem profissional? Seria por baixos índices de procura, interesse, conhecimento dessa alternativa? Ou pela dificuldade de aprovação nos processos seletivos, que adotam critérios mínimos de desempenho em provas de língua portuguesa e matemática? Essa população tem priorizado outros meios de inserção profissional? Quais? Essa realidade ainda não foi investigada sistematicamente no contexto específico da aprendizagem profissional, mas a informação fornecida pelas instituições é que a maioria dos alunos dos estratos econômicos mais baixos que se inscrevem nos processos seletivos, possuem defasagem escolar, muitas vezes em razão do histórico de trabalho infantil, não atendendo aos critérios básicos para se tornar aprendiz, seja pela ausência das competências acadêmicas básicas ou até mesmo por não atenderem ao critério de idade mínima previsto. Nesses casos a exclusão é inevitável, na forma como o serviço é proposto, sendo necessária a atenção a outras questões sociais adjacentes.
Cumpre destacar que, neste estudo, a preocupação não é a de considerar a preparação do jovem como solução para os problemas de sobrevivência das famílias dos estratos socioeconômicos mais baixos. Ao contrário, trata-se de buscar alternativas para a construção da carreira em contextos educativos, que viabilizem o exercício pleno da cidadania e a independência de programas de assistência social. A questão da distribuição de renda é um dos problemas mais graves do país, que se resolve com políticas públicas, entre elas as de acesso à educação de qualidade e, nesse domínio, a educação para a carreira. É preciso romper o círculo vicioso vivenciado por grande parte da população de baixa renda: vulnerabilidade socioeconômica, necessidade de inserção precoce no trabalho, prejuízos dessa iniciação profissional à educação e à qualificação, consequente tendência à submissão a trabalho precário (por ser o que lhe resta para sobrevivência) e assim é mantida a condição de vulnerabilidade socioeconômica, que levará seus filhos à mesma trajetória de vida e carreira. Diante desse quadro, defende-se que a qualificação profissional deve ser disponibilizada a todos, assim como garantida a promoção do desenvolvimento básico que possibilite alcançá- la. Medidas mais eficazes no combate à exploração do trabalho infantil são necessárias e urgentes, assim como aquelas em favor de uma iniciação profissional segura, que não prejudique a continuidade dos estudos e que potencialize conhecimentos e habilidades
favoráveis ao desenvolvimento da carreira, ao enfrentamento de suas transições e à aprendizagem ao longo da vida.
Com relação ao recebimento de ajuda financeira governamental pelas famílias, os resultados apontam que cerca de 26,4% da amostra é contemplada por algum programa dessa natureza. No entanto, poucos adolescentes especificaram o programa pelo qual são beneficiados, tendo sido citados apenas os programas Bolsa-Escola e Bolsa-Família. Algumas observações nesse sentido se fazem necessárias, na medida em que é evidente uma inconsistência nesses dados. Primeiramente, o percentual de beneficiados pelos programas governamentais supera o de adolescentes de famílias dos estratos D e E, a que os programas se destinam. Ao se cruzar os dados de classificação socioeconômica e ajuda governamental, no entanto, observa-se que os demais beneficiados pertencem ao estrato C2. Desse modo, entende-se que são contempladas pelos benefícios as famílias dos estratos mais baixos da amostra, de fato. A adoção de critérios distintos para classificação socioeconômica na pesquisa e pelos benefícios, a melhoria das condições de vida das famílias após a inclusão nos programas, ou mesmo a informação inverídica prestada pelos adolescentes são algumas das hipóteses a se considerar para melhor compreender essa realidade. Mas pode-se pensar ainda em um possível viés da presente pesquisa: uma vez que dentre os critérios adotados pela ABEP está o poder de compra, levando em conta os bens de consumo que a família possui, se considerado o momento econômico do país nos últimos anos e a ampliação do acesso da população de baixa renda a esses bens através de alternativas de crédito, facilitadas com o controle da inflação, pode ter ocorrido uma estimativa mais otimista da realidade socioeconômica dessas famílias.
Foram analisados ainda outros dados sociodemográficos, como os referentes à habitação e composição familiar, ocupação dos membros da família e sua contribuição com a renda mensal. Esses resultados estão sistematizados na Tabela 22.
Tabela 22 - Distribuição das respostas relativas a habitação, ocupação dos membros
familiares e sua contribuição com a renda mensal.
Variável Dimensões N Frequência
Residência Própria 310 66,0% Financiada 30 6,4% Alugada 85 18,1% Cedida/emprestada 35 7,4% Outra 4 0,9% Não responderam 6 1,3% Total 470 100%
Variável Dimensões N Frequência Composição familiar / No de pessoas na casa 2 a 3 pessoas 103 21,9% 4 pessoas 156 33,2% 5 pessoas 112 23,8% 6 a 7 pessoas 67 14,2% 8 ou mais pessoas 19 4% Não responderam 13 2,8% Total 470 100%
Quantas pessoas trabalham
0 a 1 pessoa 60 12,7% 2 pessoas 172 36,6% 3 pessoas 158 33,6% 4 a 5 pessoas 64 13,6% 6 ou mais pessoas 4 0,8% Não responderam 12 2,6% Total 470 100%
Quantas pessoas contribuem com a renda familiar
1 pessoa 80 17,0% 2 pessoas 194 41,3% 3 pessoas 125 26,6% 4 pessoas 39 8,3% 5 ou mais pessoas 7 1,5% Não responderam 25 5,3% Total 470 100% Chefe da família Pai / Padrasto 248 52,8% Mãe 163 34,7% Avô ou Avó 21 4,4% Ambos os pais 12 2,6% Irmão ou irmã 6 1,3% Tio ou tia 6 1,3% Aprendiz 3 0,6% Não respondeu 11 2,3% Total 470 100%
Observou-se que a maioria das famílias possui casa própria, realidade declarada por 66% da amostra, mas que chega aos 72,4% se somados os que declararam viver em casa financiada. Pagam aluguel pela moradia 18,1% das famílias e outros 7,4% delas vivem em
casa cedida ou emprestada. Apenas 0,9% da amostra assinalou a opção “Outra” disponível no
questionário, resultado já esperado em razão de alguns aprendizes serem moradores de abrigos ou entidades assistenciais, e 1,3% não respondeu a essa questão.
Diante desses dados, uma observação se faz relevante: muitos adolescentes que moram com tios e/ou avós, seja por motivo de adoção ou por residência compartilhada/cedida, mesmo que a casa não seja de propriedade da família nuclear e sim desses outros parentes, por
exemplo, podem ter assinalado a opção “casa própria”, por assim compreenderem a questão.
residência compartilhada é uma realidade bastante presente nas camadas populares, como forma de comboio social e ajuda mútua. Talvez uma forma mais conhecida de se tratar essa
situação seja a expressão “morar de favor”, bastante usada por adolescentes e famílias na
avaliação socioeconômica realizada pelas instituições formadoras.
Em relação à composição familiar, considerando-se o número de pessoas na casa, varia de 2 a 8 ou mais pessoas, sendo 15 o maior número declarado pela amostra. Predominam famílias formadas por 4 pessoas (33,2%), seguidas por aquelas de 5 pessoas (23,8%), de 2 a 3 pessoas (21,9%) e de 6 a 7 pessoas (14,2%). Ao se levantar quantas delas trabalhavam no momento da pesquisa, os resultados demonstram que na maioria das famílias apenas 2 (36,6%) ou 3 (33,6%) pessoas estavam ativas. E no tocante à contribuição com a renda familiar, essa tendência se manteve: o maior número de respostas se concentrou entre 2 (41,3%) e 3 pessoas (26,6%).
Outro aspecto investigado em relação à organização socioeconômica familiar foi quem se considera o chefe da família. Apesar da maioria dos adolescentes ter apontado o pai ou padrasto como ocupante dessa posição (52,8%), observa-se considerável participação das mães nesse sentido (34,7%). Também ficou evidente a colaboração de outros familiares, com especial destaque para os 3 casos em que são os próprios aprendizes os responsáveis por prover o sustento da família.
Buscando conhecer a participação dos adolescentes na economia doméstica, investigou-se sua ajuda com as despesas da casa, a frequência com que contribuem nesse sentido e quanto dispõem do salário com essa finalidade. Os resultados podem ser observados na Tabela 23.
Confirmou-se a participação ativa na economia doméstica por parte de 61,3% dos adolescentes, dado que se mostrou superior nas questões subsequentes, quando 66,4% assinalou a frequência com que contribui para as despesas e 65,9% indicou quanto dispõe do salário para esse fim, ao se somar as respostas positivas nos dois casos. Observa-se que, em sua maioria, os adolescentes prestam contribuição mensal (38,7%) ou contribuem frequentemente (16,2%) com o sustento da família, dispondo de pequena parte do salário (41,9%), da metade dele (16%) ou mais do que isso (8%), com destaque aos 11 adolescentes que dedicam integralmente seus salários às despesas da casa.
Tabela 23 - Distribuição das respostas relativas à participação dos adolescentes aprendizes na
economia doméstica.
Variável Dimensões N Frequência
Ajuda nas despesas da casa
Sim 288 61,3% Não 152 32,3% Não responderam 30 6,4% Total: 470 100% Frequência Nunca 71 15,1% Raramente 54 11,5% Frequentemente 76 16,2% Sempre (todo mês) 182 38,7% Não responderam 87 18,5% Total: 470 100%
Quanto dispõe do salário
Parte pequena do salário 197 41,9%
Metade do salário 75 16,0%
Maior parte do salário 27 5,7%
Todo salário 11 2,3%
Não responderam 160 34%
Total: 470 100%
Esses dados demonstram a real necessidade da inserção profissional precoce por parte significativa da amostra, aparentemente atrelada à sobrevivência da família, o que sugere a necessidade de aumentar o rendimento dos provedores. Trata-se de efetivar políticas sociais compensatórias aliadas a políticas educacionais e de qualificação para o desenvolvimento de competências das novas gerações, além daqueles que se direcionem também à qualificação dos adultos.
Um último aspecto investigado em relação à realidade socioeconômica familiar diz respeito à condição profissional de ambos os pais no momento da pesquisa, bem como a sua escolaridade, tendo em vista a relação dessa variável com possíveis oportunidades de emprego. Esses dados estão organizados na Tabela 24.
Em relação à condição profissional, predominava o trabalho com carteira assinada entre pais (45,6%) e mães (49,8%). No caso dos pais, segue-se a essa condição o trabalho por conta própria, apontado por 12,3% da amostra, e o trabalho ocasional, popularmente
conhecido como “bicos” (3,2%). Estavam desempregados no momento da pesquisa 2,1% dos
pais e 0,9% deles realizavam trabalho temporário. Destaca-se que 35,9% dos aprendizes não responderam a essa questão, o que provavelmente está relacionado a outro dado social relevante: segundo informações das instituições formadoras, muitos adolescentes são órfãos
ou filhos de pais desconhecidos, além daqueles que não têm qualquer convivência com os pais em razão de terem ficado com a mãe quando da separação do casal.
Tabela 24 - Distribuição das respostas relativas à condição profissional e escolaridade dos
pais dos aprendizes no momento da realização da pesquisa.
Variável Pai Mãe
N Frequência N Frequência
Condição profissional
Trabalha por conta própria 58 12,3% 39 8,3%
Trabalha com registro em carteira 214 45,6% 234 49,8%
Faz “bicos” 15 3,2% 31 6,6%
Trabalha como temporária(o) 4 0,9% 18 3,8%
Desempregada(o) 10 2,1% 62 13,2%
Não respondeu 169 35,9% 86 18,3%
Total: 470 100% 470 100%
Escolaridade
Analfabeto ou estudou até 3ª série do Ensino Fundamental 22 4,7% 25 5,3%
Cursou até 4ª série do Ensino Fundamental 86 18,3% 90 19,1%
Ensino Fundamental Incompleto 55 11,7% 74 15,8%
Ensino Fundamental Completo 34 7,2% 45 9,6%
Ensino Médio Incompleto 49 10,4% 59 12,6%
Ensino Médio Completo 68 14,5% 91 19,4%
Ensino Superior Incompleto 7 1,5% 9 1,9%
Ensino Superior Completo 10 2,1% 4 0,8%
Não respondeu 139 29,6% 73 15,5%
Total: 470 100% 470 100%
Entre as mães o desemprego era mais elevado: 13,2%. Trabalhavam por conta própria
8,3% delas e outros 6,6% faziam “bicos”, seguidas de 3,8% que trabalhavam como
temporárias. O percentual de respostas em branco a essa questão também foi elevado (18,3%), apesar de significativamente menor se comparado ao caso dos pais. É fato que também há casos de aprendizes que não convivem com suas mães pelos mesmos motivos mencionados a respeito dos pais, inclusive alguns com histórico de abandono e/ou negligência, que vivem com outros familiares e até em abrigos e casas de acolhimento. Mas esse número tem ainda outra justificativa possível: o trabalho no lar ainda é uma realidade para muitas mulheres brasileiras e nem sempre reconhecido socialmente como condição profissional, termo utilizado nessa investigação. Desse modo, muitos adolescentes podem ter deixado de
responder a essa questão por considerarem que as mães não se enquadravam como
“trabalhadoras” e nem como desempregadas.
Analisando as informações sobre a escolaridade, predominam pais que cursaram até a 4ª série do Ensino Fundamental (18,3%), seguidos por aqueles que concluíram o Ensino Médio (14,5%). Esses também são os níveis escolares mais comuns entre as mães, embora em ordem invertida, sendo apontados por 19,1% e 19,4% da amostra, respectivamente. Se agrupados por níveis de ensino, no entanto, os dados revelam que 34,7% dos pais e 40,2% das mães não concluíram o Ensino Fundamental, o que representa quase a metade dos dados válidos para ambos os progenitores. Chegaram até o Ensino Médio 24,9% dos pais e 32% das mães, tendo alcançado o Ensino Superior outros 3,6% e 2,7% deles, respectivamente. Embora essa seja uma tendência nacional ao se observar algumas gerações, deve-se destacar a baixa escolaridade dos pais, até mesmo pela articulação dessa realidade com seu posicionamento no mercado de trabalho e, consequentemente, o poder econômico das famílias, de acordo com diversas pesquisas. Essa realidade parece consolidar alguns problemas sociais que, como um legado, parecem passar de geração em geração na população mais pobre. Mas, como romper esse ciclo? Uma série de políticas de incentivo à escolarização têm buscado servir a esse objetivo.
Ainda nesse sentido, deve-se observar que o número de pais e mães cujos estudos foram apontados como incompletos é expressivo em todos os níveis de ensino, o que sugere histórico de evasão escolar entre eles, apesar disso não ter sido diretamente investigado. Essa é apenas uma suposição, tendo em vista sua possível faixa etária. Se já têm filhos adolescentes, na melhor das hipóteses aqueles que não concluíram o Ensino Fundamental ou Médio interromperam seus estudos em algum momento da vida, mesmo que os tenham retomado e estejam em curso. Sabe-se que essa é uma realidade bastante presente nas camadas populares, em razão de problemas sociais dos mais diversos: desde o fracasso escolar e/ou a dificuldade de acesso à escola até, e especialmente, a necessidade de inserção profissional precoce, passando por valores da própria classe social. Se agora são os filhos que ingressam precocemente no trabalho, como é vista e discutida em família a educação escolar? Esse deve ser um ponto de alerta aos profissionais da Orientação e Educação para a Carreira que atuam com esse público, tendo em vista as atuais exigências do mercado de trabalho, bem como a necessidade de intervenções que possibilitem o desenvolvimento das famílias no que diz respeito à geração de renda.
Para finalizar, à primeira vista, os dados podem dar a ideia de que as mães estiveram mais presentes na escola que os pais, dado o percentual mais elevado delas em todos os níveis
de ensino, com exceção do Ensino Superior. Esse dado confere com as estimativas nacionais, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísitca (IBGE) a partir do Censo 2010 (IBGE, 2010). No entanto, essa observação merece cautela, se consideradas as respostas em branco: quase o dobro para os pais em relação às referentes à escolaridade das mães.
A seguir estão os resultados acerca da realidade escolar dos adolescentes aprendizes.