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D. Platon’un Devlet Eserinde ve Geç Dönem Eserlerinde Yasa ve Yasa-üstü Olan

1. Devlet

As intervenções designadas a influenciar a auto-eficácia dos indivíduos com respeito a uma desejável mudança no estilo de vida relacionada à saúde não tem distinguido entre a percepção da habilidade de coping comportamental e a percepção da habilidade de controle cognitivo. Em poucos casos, onde distinções têm sido feitas entre o uso de estratégias cognitivas ou comportamentais, têm existido notáveis diferenças na contribuição do coping comportamental e do coping cognitivo para explicar a mudança de comportamento.

A literatura sobre a mudança de comportamento envolvida na cessação do uso de droga, para se tirar um exemplo, envolve relatos de contrastes entre métodos comportamentais e cognitivos de lidar com tentações para retornar ao uso da droga. Certo estudo aplicado encontrou que, reincidentes entre aspirantes a ex-fumantes reportaram contar mais pesadamente com superações comportamentais, do que relataram os mais bem-sucedidos ex-fumantes, os quais continuaram a se abster do fumo, como em trabalho de Shiffman, Reed, Maltese, Rapkin e Jarvik (1985) citado por McCarthy e Newcomb (1992). Outro estudo de Chaney e Roszell de 1985 também citado por McCarthy e Newcomb (1992) investigou os determinantes da cessação do

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uso de heroína e encontraram uma vantagem similar para o coping cognitivo relativa às

estratégias de coping comportamental.

O foco dos tratamentos para cessar o uso de drogas tem sido em exagerar a importância da percepção do controle cognitivo para lidar com situações de alto risco relativas à importância da percepção da habilidade, para responder comportamentalmente para evitar ou escapar de situações de alto risco.

As percepções de habilidade têm mostrado ser importantes determinantes de esforço e realização (BANDURA, 1986), mas, falhas em distinguir entre percepções de habilidade de controle cognitivo e percepções de habilidade de coping comportamental, no entanto, poderiam mascarar informações importantes sobre os processos pelas quais ações, crenças e percepções de habilidade influenciam um ao outro.

A habilidade de coping comportamental das crianças é geralmente limitada por um controle secundário por causa de suas carências de habilidades cotidianas (para a execução das tarefas diárias). A maturação das crianças é marcada mais pelos aumentos em suas habilidades de controle cognitivo (por ex., pensamentos divertidos), do que por suas habilidades de coping comportamental (por ex., ajuste progressivo das metas para alcançar domínio sobre o desafio).

A transição da infância para a maioridade é quase inevitavelmente acompanhada pelos aumentos na habilidade de coping comportamental. As habilidades cotidianas que são adquiridas incluem habilidades de tomada de decisão, habilidades de comunicação, habilidades de relacionar-se e habilidades de trabalho. No início da transição, essas habilidades comportamentais estão uniformemente ausentes, mas jovens adolescentes se tornam cada vez mais cientes da necessidade de adquiri-las, como notado por Katz e Zigler trabalho citado por McCarthy e Newcomb (1992). Há uma considerável agonia e

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uma ansiedade que acompanham a realização crescente dos adolescentes da necessidade

de habilidades cotidianas na imediata ausência de sua aquisição.

Essa agonia e ansiedade são aliviadas em adolescentes que se desempenham bem na escola, pelo ato de se assegurar ser administrado socialmente, que sua trajetória de carreira é favorável e que, pela implicação, os adolescentes precisam não temer a inabilidade caracterizada para adquirir as habilidades cotidianas necessárias. Para esses adolescentes de sucesso evidente, auto-relatos positivos são facilmente acessíveis como antídotos para a inevitável ansiedade que sua imaturidade ocasiona. Para muitos adolescentes, não desempenhar bem na escola e não receber segurança da sociedade, com respeito a expectativas futuras de sucesso, aumentam o medo e a incerteza sobre o futuro, no entanto, somente a aquisição atual das habilidades de vida irão permanentemente reduzir o medo de que eles nunca serão completamente aceitos como autônomos e como adultos responsáveis. A literatura mostra, de fato, que adolescentes tendentes a abusar das drogas são caracterizados por uma síndrome da “maturidade acelerada”, que se manifesta no comportamento sexual precoce, casamento, abandono da escola e trabalho.

Apesar da ausência uniforme de habilidades cotidianas no início da adolescência, somente a minoria continua a adotar um hábito de estilo de vida de abuso de droga. Os adolescentes em risco, que evitam, de forma bem-sucedida, o abuso de droga, são aqueles que podem, através do controle cognitivo, sozinhos reduzir sua ansiedade associada a imaturidade para níveis aceitáveis. Estes adolescentes tendem a vir de famílias intactas, sugerindo que o suporte social da família pode fortalecer a auto- percepção da habilidade para controlar a ansiedade associada à imaturidade. Para os adolescentes em risco sem as habilidades indispensáveis de controle cognitivo, sua

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ansiedade associada à imaturidade é funcionalmente (mas somente intermitentemente)

aliviada pela administração regular de drogas psico-ativas, especialmente nicotina e álcool.

Kaplan, Martin e Robbins (apud MCCARTHY; NEWCOMB, 1992) demonstraram, prospectivamente, que os adolescentes não usuários de droga, com baixa auto-estima, eram significantemente mais prováveis nos anos futuros a se tornarem usuários de droga que os adolescentes não usuários com alta auto-estima. O abuso de droga, porém, pode ser visto como um caminho funcional para medicar um desconforto intrapsíquico. No começo da maioridade, a maioria dos indivíduos tem demonstrado um domínio bem-sucedido no mínimo dos fundamentos das mais importantes habilidades cotidianas. Com o declínio da ansiedade associada à imaturidade, há uma diminuição necessária para os agentes psico-ativos fornecerem um rendimento funcional. No tempo da jovem maioridade, infelizmente, muitos indivíduos se tornaram fisiologicamente dependentes de suas drogas escolhidas e não podem, porém, parar o uso da droga somente porque a necessidade original para a droga desapareceu.

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