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Azerbaycan’da Talep Koşullarının Değerlendirmesi

BÖLÜM 3 : AZERBAYCAN’IN ULUSAL REKABET GÜCÜNÜN

3.2. Azerbaycan’ın Ulusal Rekabet Gücünü Elmas Modeliyle Değerlendirilmesi

3.2.2. Azerbaycan’da Talep Koşullarının Değerlendirmesi

Antes de compreender como os sistemas de apoio à decisão podem auxiliar os tomadores de decisão a solucionar seus problemas, é interessante entender o processo decisório e como os diversos problemas podem ser classificados.

Processo decisório – ou processo de tomada de decisão – é o termo comumente empregado para se referir ao procedimento utilizado para se chegar a uma decisão. Tal procedimento consiste no acompanhamento de passos previamente estabelecidos cujo objetivo é auxiliar na escolha de uma ou mais opções, dentre diversas alternativas, que fatalmente culmine numa solução que resolva determinado problema.

Segundo LIMA (2003), o processo de decisão – tratado por ele como “regra de decisão” – é o procedimento através do qual os critérios11 são combinados para produzir decisões. Tipicamente, os processos de decisão utilizam procedimentos para normalizar e combinar diferentes critérios, resultando em um índice composto e em uma regra que rege a comparação entre alternativas utilizando este índice.

Existem alguns fatores, de acordo com BISPO (1998), que exercem influência direta no processo decisório. Estes fatores já existem antes de surgir o problema, e, quando o problema surge, o mesmo é inserido em um cenário onde estes fatores estão embutidos. Normalmente, estes fatores não fazem parte das variáveis que compõem o problema, ou mesmo das alternativas propostas para a solução do mesmo,

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Um Critério representa uma condição de avaliação que pode ser quantificado ou avaliado de forma a ordenar as alternativas de decisão, em termos do desempenho ou eficácia dessas alternativas. É, portanto, a medida de uma evidência que, entre outras, serve de base para a decisão. O critério é considerado como um termo genérico que engloba os conceitos de atributos e objetivos.

porém, estes fatores estão sempre presentes e exercem influência na solução do problema.

Alguns destes fatores exercem influência individual ou coletiva. São eles: • a cultura;

• o nível social; • o sexo; • a religião;

• a ética moral e profissional; • a família; e

• o fator emocional no momento que a decisão é tomada.

Dentro das organizações existem ainda outros fatores de influência que lhes são inerentes, como exemplo é possível citar:

• as pressões para a produção de bens e serviços com qualidade e no tempo apropriado a preços competitivos;

• as condições impostas pelos clientes e/ou fornecedores; • a concorrência;

• a forma organizacional; • a tecnologia utilizada;

• as normas existentes na empresa; e • a legislação em vigor.

Na literatura é possível encontrar diversos modelos decisórios12 que buscam auxiliar a tomada de decisão, contudo, o modelo de Herbert Simon13 se destaca entre os demais. De acordo com SPRAGUE (1980), Herbert Simon desenvolveu um modelo descritivo para a tomada de decisão, dividido em 3 fases: “inteligência”, “desenho” e “escolha”. Apesar de a terceira fase incluir a “implementação” muitos autores preferem tratar a “implementação” separadamente, como uma quarta fase, como ilustrado na Figura 4.1 a seguir.

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A seção 5.2.2 apresenta a definição de modelo por outros autores. 13

Herbert Simon, um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Economia, é também considerado um dos pais da Inteligência Artificial.

Fonte: Adaptação de SPRAGUE (1980). FIGURA 4.1 – Processo de tomada de decisão.

Segundo SPRAGUE (1980), é durante a fase de inteligência que os problemas ou oportunidade são identificados e definidos. As informações relacionadas ao problema são reunidas e, a seguir, são investigados os obstáculos para a solução do problema. Durante a fase de desenho é feita a verificação e estruturação das decisões alternativas. A fase de escolha está relacionada com a avaliação e com a escolha da melhor alternativa a ser adotada. E, por fim, a avaliação final dos resultados da decisão é realizada na fase de implementação; se a solução proposta for aceitável, ela pode ser implementada. O sucesso do processo decisório resulta na solução do problema original, caso isso não ocorra o processo de decisão é iniciado novamente.

Para Simon, ainda que os seres humanos sejam racionais na concepção de certo número de alternativas, escolhendo, seguidamente, a melhor alternativa, em algumas ocasiões pode ocorrer que decisões satisfatórias sejam tomadas em detrimento de decisões ótimas. Desse modo, o processo decisão não precisa seguir, necessariamente, um caminho linear, como indicam as setas na anterior. A qualquer momento do processo de tomada de decisão poderá ser necessário regressar a uma fase anterior (SPRAGUE, 1980).

Segundo LIMA (2003), o trabalho original de Simon – The new science of management decision, 1960 – sobre problemas de decisão estruturados versus não- estruturados, tem sido a essência do conceito de sistemas de apoio à decisão, funcionando como base para a classificação dos problemas decisórios. Na teoria do autor qualquer problema decisório situa-se em algum ponto de uma escala contínua que vai de problemas estruturados a problemas sem estruturação (Figura 4.2).

Fonte: MALCZEWSKI, (1999).

FIGURA 4.2 – Grau de estruturação do problema decisório.

Os problemas estruturados são caracterizados por serem rotineiros e sua resolução passa pelo acompanhamento de seqüências lógicas, previamente definidas. Nesse caso as pessoas envolvidas no processo de resolução do problema são capazes de identificar totalmente e de modo coerente todos os elementos da situação de decisão. Os problemas estruturados também são referidos como programáveis, pois podem ser programados e solucionados através do computador. Uma vez desenvolvido o procedimento computacional adequado para resolver o problema, o computador pode cumprir a tarefa mesmo sem a participação de um tomador de decisão.

Por outro lado, os problemas não-estruturados ocorrem quando o tomador de decisão se revela incapaz de estruturar o problema; são problemas caracterizados pela complexidade, sendo impossível desenvolver qualquer método de solução. Neste caso a decisão geralmente é tomada com base no julgamento humano. LIMA (2003) afirma que não é comum encontrar exemplos de problemas totalmente estruturados ou não-estruturados num problema de decisão real.

Os problemas semi-estruturados encontram-se em um meio termo entre os problemas estruturados e não-estruturados. Este tipo de problema pode ser resolvido através da associação de procedimentos padrões (auxiliados pelo uso do computador) e do julgamento especialista. Como resultado dessa combinação é possível chegar a múltiplas soluções para o problema em questão.

Os sistemas de apoio à decisão são projetados para auxiliar os tomadores de decisão na solução de problemas semi-estruturados e não-estruturados em cada fase do processo de tomada de decisão. Os sistemas de apoio à decisão também podem ser projetados para auxiliar em uma única fase do processo decisório, sendo que, nesses casos, outras técnicas devem ser utilizadas para apoiar as outras fases, como a simulação (CARVALHO, 2003).