2.7. Yirminci Yüzyılda Tarih Yazımı
4.1.1. Tanzimat Döneminde Sanat Tarihi Kuramı
A modelação entidade - atributo - relação foi aplicada como uma técnica preparatória, para gerar um modelo de dados inicia, garantindo-se neste modelo EAR que todos os dados são guardados uma única vez, com excepção da redundância natural, necessária ao estabelecimento de chaves estrangeiras, evitando-se desta forma possíveis anomalias na actualização.
5.3.1. NORMALIZAÇÃO
Após desenvolvido o modelo conceptual dos dados (modelo E-R) é feita a transformação para um modelo lógico (no caso, o modelo relacional). O conjunto de tabelas obtidas representa a estrutura da informação de um modo natural e completo (relacionando os diferentes dados a tratar), sendo importante assegurar o mínimo de redundância possível (repetição da mesma informação, conjunto de dados).
A normalização foi aplicada como uma técnica utilizada para refinar o modelo preliminar, Tabela 13, de forma a obter-se um modelo conceptual, o qual consiste num conjunto de definições de tabelas apropriadas para serem utilizadas numa base de dados relacional.
Primeiro passo Os grupos repetidos retiram-se para uma nova entidade. A nova entidade terá uma chave primária composta pela chave primária anterior e outro índice. Segundo passo Atributos que só dependam da chave primária retiram-se para uma nova entidade. Terceiro passo Atributos que dependam somente doutro índice dentro de uma entidade retiram-se para uma nova entidade.
Tabela 13 - Processo de normalização
No caso de onde a rapidez de acesso aos dados é muito importante ou nos sistemas muito complexos, poderá fazer-se um processo de desnormalização de dados. Deste modo:
1. A 1FN envolveu simplesmente a remoção de os elementos repetidos, de forma a se encontrar numa ocorrência apenas um dos valores (eliminar grupos repetitivos); 2. A 2FN foi utilizada para resolver problemas onde qualquer atributo que não seja chave
deve depender da totalidade da chave (eliminar dependências parciais);
3. A 3FN foi utilizada para garantir que nenhum atributo não chave pode depender de um outro atributo não chave (eliminar dependências transitivas).
O Objectivo é modificar o conjunto de tabelas obtido das necessidades de informação ou por transformação do modelo conceptual, num outro conjunto de tabelas equivalente menus redundante e mais estável.
5.3.2. DERIVAR TABELAS
Uma vez que não existe uma equivalência directa entre as entidades EAR (Entidade-Atributo- Relação) e as tabelas do modelo Relacional, tornou-se necessário estabelecer as chaves primárias de cada entidade, de forma que cada linha de uma tabela seja identificada de modo único, estabelecer as relações entre as entidades, e tornar possível a capacidade de lidar com grupos repetidos.
A chave primária de uma tabela é representada graficamente salientando a designação do atributo que exerce essa função.
O modelo relacional utiliza a partilha de atributos para relacionar tabelas, designando-se neste caso por chaves estrangeiras. A chave estrangeira de uma tabela, é a chave primária de outra tabela que se pretende relacionar.
As Relações são as associações estabelecidas entre os campos comuns (colunas) entre duas tabelas. Uma relação pode ser um-para-um, um-para-muitos ou muitos-para-muitos.
As relações são fundamentais dentro duma Base de dados uma vez que indicam que campo se relaciona com que campo e em que tabelas. Eles aceleram e facilitam a realização de pesquisas e consultas que incluem mais duma tabela. Para criar as relações associamos os campos chave primária duma tabela com seus correspondentes noutra tabela.
As relações do tipo um-para-vários (1:M) poderiam ser modeladas, para a forma tabular, adicionando a chave primária da entidade do lado 1 à tabela correspondente à entidade do lado M, criando-se uma chave estrangeira, resultando na criação de chaves primárias
compostas do lado da entidade que possui a relação vários. No entanto, optou-se pela criação de uma nova entidade e de duas ou mais relações um-para-vários (1:M), que são adicionadas ao diagrama EAR.
Nos casos em que existem relações entre tabelas do tipo vários-para-vários (M:N), procedeu- se à decomposição desta relação em duas relações do tipo (1:M), utilizando a chave primária de cada uma das entidades a relacionar, como o atributo de uma tabela intermédia, funcionando esses atributos como uma chave primária composta da tabela intermédia resultando na criação de uma nova entidade e de duas relações do tipo um-para-vários (1:M), que são adicionadas ao diagrama EAR.
5.3.3. MODELO DE DADOS FÍSICO
Produzido o modelo conceptual da base de dados da classificação das parcelas de vinha, são implementadas algumas restrições aplicáveis ao tipo de dados de um determinado atributo e que são incluídas no modelo.
Apresentam-se, nas tabelas que se seguem, um número limitado de tipo de dados, estando incluídas anotações sobre as restrições aplicáveis aos valores de um determinado atributo. Apresentam-se no Anexo 3 (Tabelas 22 a 32), os atributos possíveis de cada tabela que representa uma entidade, onde em cada tabela, CP, CE e I, identificam respectivamente a chave primária, a chave estrangeira e o índice.
5.3.4. TABELAS RESULTANTES DA MODELAÇÃO EAR
O resultado é um modelo constituído por tabelas em 3FN, que resultaram da modelação EAR e do processo de normalização e que se apresentam seguidamente de 1 a 24.
1. BENEFÍCIO (ID_Beneficio, ID_Classe, Pontuacao); 2. CONCELHOS (ID_Distrito, ID_Concelho, Concelho); 3. DISTRITOS (ID_Distrito, Distrito);
4. FICHA_CADASTRO (Geocod_Parcela, ID_Freguesia, N_Ortofotomapa, N_Predio, N_Proprietario, N_ContribProp, N_Explorador, N_ContribExp, Sit_Juridica, N_Exploração, Modo_Exploracao, Area_Util, Area_Social, Tipo_Irrigacao, Tipo_Cultura, Area_OcupOutCult, N_ArvorExist, Ano_Plantacao, Est_Cultura, N_Bacelos, N_Enxertos, N_Falhas, Porta_Enxertos, Dest_Producao);
5. FREGUESIAS (ID_Concelho, ID_Freguesia, Freguesia);
6. PARCELA_VINHA (Geocod_Parcela, ID_Localizacao, ID_Altitude, ID_Exposicao, ID_Inclinacao, ID_Abrigo, ID_NatTerreno, ID_Pedregosidade, ID_Castas, ID_IdadeVinha, ID_Produtividade, ID_Compasso, ID_Armacao, ID_Beneficio, Pont_Sector);
7. PONT_ABRIGO (ID_Abrigo, Abrigo, Pontuacao);
10. PONT_COMPASSO (ID_Compasso, ID_Distancia, Compasso, Pontuacao); 11. PONT_EXPOSIÇÃO (ID_Exposicao, ID_Seccao, Exposicao, Pontuacao); 12. PONT_IDADEVINHA (ID_IdadeVinha, Idade_Vinha, Pontuacao);
13. PONT_INCLINACAO (ID_Inclinacao, Dec_Percent, Dec_Graus, Pontuacao); 14. PONT_MARGEM (ID_Margem, Margem);
15. PONT_NATUREZATERRENO (ID_NatTerreno, Nat_Terreno, Pontuacao); 16. PONT_PEDREGOSIDADE (ID_Pedregosidade, Pedregosidade, Pontuacao); 17. PONT_PRODUCAO (ID_Produtividade, Cod_Parcela, Ano_Producao, Prod_Vinhohl);
18. PONT_PRODUTIVIDADE (ID_Produtividade, Prod_MedLitMilPes, Pontuacao); 19. PONT_RIOSREGIOES (ID_RioRegiao, N_RioRegiao);
20. PONT_SECSECTORES (ID_Pontuacao, Pont_Sector, Seccao, Ord_Sector, Ord_SubSector, Desig_Sector);
21. PONT_SECTORES (Pont_Sector, Pont_Maxima, Pont_Media, Pont_Minima); 22. TIPOCASTA (ID_GrupoCasta, Desig_Casta, Pontuacao);
23. PONT_TIPOCASTA (ID_GrupoCasta, ID_Castas, N_FV, Casta, ST, Cor, Sinonímia, Observacoes)
24. SUB_REGIOES (ID_SubRegiao, Sub_Regiao);
Foi usado neste trabalho o motor de base de dados MS Access, também conhecido comercialmente por Microsoft® Jet SQL, para implementar o modelo físico da base de dados.
5.3.5. DIAGRAMA DE MODELAÇÃO EAR
As várias entidades e as suas relações, podem ser esquematizadas na Figura 26.