BÖLÜM 4. CUMHURİYET DÖNEMİNDE PROTOKOL
4.2. Cumhuriyet Dönemi Protokol
4.3.1. Devlet Protokolü ve Öndegelim
4.3.1.1. Resmi ve Bürokratik ortamlarda Selamlaşma, Hitâp
Rei terando, os cri téri os de escol ha das escol as parti ci pantes da pesqui sa Incluindo diferentes alunos nas salas de aula de alfabetização de criança s e adultos: semelhanças e diferenças assentavam-se em contempl ar i nstitui ções de ensino com tur mas i ni ci antes no processo de al fabeti zação e que desenvol vessem o trabal ho pedagógico organi zado em ci cl os. As sal as de aul as a serem anal i sadas foram sel eci onadas pel a coordenação das escol as.
Acrescentamos, aqui , i nformações rel evantes sobre a defini ção da turma e da professora parti cipantes da pesqui sa, tendo em vi sta nossa atuação nas d i scussões e deci sões do col eti vo de professores do Pri mei ro Ci cl o de Formação Hu mana do CP/UFMG. O ano de 2006 confi rmou -se co mo o mo mento de transi ção entre o Ensi no Fundamental de oi to e de nove anos. Assi m sendo, foram sorteadas 30 cri anças com sete ano s compl etos, as quai s estavam so b a supervi são de uma professora substi tuta 112 , pertencente ao quadro docente da escol a. Outra professora substituta, em si tuação si mi l ar, assumi u a docência em uma das turmas de cri anças com sei s anos de
112 No CP / UFM G, c om o em t odas as uni da des ac adêm i c as da UF M G, é
c om um a r eali z aç ão de c onc ur so públi c o par a pr of essor e s su bst i t ut os, os quai s as sum em o t r abal ho doc ent e c onf or m e a dem anda da esc ol a, em r egim e de 40 hor as, m edi ant e c ont r at o de t r abal ho de um a no, c om pos si bi li dade de r enov aç ão por um perí odo i gual .
i dade. No meu caso, a ssu mi a segunda turma de cri anças com sei s anos do pri mei ro ano do Ensi no Fundamental113.
A coordenação do Pri mei ro Ci clo de Formação Hu mana avali ou como perti nente que a pesqui sa Incluindo diferentes alunos nas salas de aula de alfabetização de crianças e a dultos: semelhanças e diferenças deveri a incl uir mi nha turma em seu escopo. Apresentou -se como justi fi cati va a probabili dade de um trabal ho conti nuado, ao longo dos três anos do ci cl o, com uma úni ca professora de Língua Portuguesa. Sabe -se que a coordenaçã o da pesqui sa ori gi nal soli ci tou somente que as cri anças esti vessem co meçando o processo de al fabeti zação naquel e ano. No entanto, o critéri o de conti nui dade da professora com a turma era uma constante na organi zação dos professores do CP/UFMG, em função d o número escasso de professores efeti vos em seu quadro docente114.
As sal as de aul a do CP/UFMG, ampl as e bem are jadas, di spunham de mobi li ári o si mpl es e adequado às ati vi dades. Todas as sal as do Pri mei ro Ci cl o de Formação Hu mana possuíam banhei ro para uso da s cri anças. De acordo com a escol a, usar o banhei ro contíguo à sal a di mi nuía a frequênci a das crianças nos banhei ros do pátio, comuns aos al unos mai ores, adol escentes e adul tos. À época da col eta de dados, as cartei ras eram de tamanho i mprópri o à estatura das cri anças pequenas115, fato que l hes i mpunha postura i nadequada quando buscavam mel hor apoi o dos braços sobre a cartei ra para escrever.
Na sala de aul a observada, o mobi li ári o era di sposto para atender as demandas de ci rculação e facili tar a reali zação
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A l ém das im pr essõ es dec or r ent es d a m inha at uaç ão c om o doc ent e e par t i ci pant e da pesqui sa Inc lu indo dif er ent es alunos nas s alas de a ula d e alf abet i zaç ão de c r ianç as e adult os : s em elhanç as e dif er enç as , abor dar em os anál i ses r eal i z adas em t r abal hos ant er i or es, f undam ent adas pel o m esm o banc o de dados.
114 A t ualm ent e, t odos os pr of essor e s do P r im ei r o Ci cl o de F orm aç ão
Hum ana são pr of essor es ef et iv os, r ec ém - c onc ur sado s.
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A esc ol a j á adqui ri u m obil i ári o em t am anho adequado par a as c r i anç a s do pr im ei r o ano que i ni ci am o pr oc esso de alf abeti z aç ão.
das ati vi dades pel as crianças. Em 2006, as cartei ras esti vera m organi zadas em grupos de quatro uni dades durante todo o ano l eti vo.
Essa organi zação permi ti a mai or ci rcul ação de i nformações entre as cri anças e ampli ava as possi bili dades de i nteração social, t anto no decorrer das ati vi dades quanto na consolidação de ami zade entre as crianças.
F i gur a 2 – Organização da sala de aula em 2006. F ont e: A c erv o da pesqui sador a.
Em 2007 e 2008, as cartei ras, enfil ei radas e em dupl a, seguiam o mes mo for mato das de mai s sal as da escola. Contudo, a organi zação das cartei ras al terava -se conforme o propósi to das ati vi dades, as quai s eram reali zadas ora indi vi dual mente ou em dupl as, ora em grupos de três, quatro ou cinco al unos.
F i gur a 3 – Organização da sala em 2007. F ont e: A c erv o da pesqui sador a.
F i gur a 4 – Organização da sala em 2008. F ont e: A c erv o da pesqui sador a.
Na sal a de aula havi a ai nda uma mesa para a professora, um ar mári o onde a professora guardava o material di dáti co e outro, menor, para os li vros de li teratura i nfantil . O quadro negro fi cava em frente à porta e às janel as da sala. Aci ma do quadro, um varal com as letras do al fabeto recortadas em cai xa al ta. Ao l ado do quadro, fi xava -se um cartaz com o cal endári o utili zado para a el aboração da roti na do di a. Em u ma
das paredes l aterai s, sobre um mural coberto com fel tro, col ocavam-se os trabalhos produzi dos pel as cri anças, regras e combi nações da turma. Na parede paral el a, havi a um espelho també m uti li zado pel a professora para expor trabal hos. As cri anças, especial mente as meni nas, observavam -se no espel ho nas bri ncadei ras e mo mentos mai s diversos. A turma ap ropri ava- se do páti o em frente à sal a de aul a para fol guedos no recrei o e durante a atividade ‘Hora do Brinquedo’.