1.4. Okulöncesi Dönemde Kişiler Arası İlişkiler
1.4.1. Ebeveyn-Çocuk İlişkileri
1.4.1.1. Okulöncesi Dönemde Ebeveyn-Çocuk İlişkileri
Por meio da abordagem qualitativa e quantitativa aplicadas neste estudo e pelos instrumentos utilizados e os resultados apurados, em cada uma das abordagens e pela triangulação das mesmas, verifica-se que os levantadores em momentos decisivos dos jogos e dos campeonatos buscam concentrar a distribuição em poucos atacantes. Os levantadores optam em não usar todas as possibilidades ofensivas, mesmo que isto ocasione situações desfavoráveis ao atacante em relação ao bloqueio adversário e até mesmo com o passe (recepção ou defesa) em boas condições a distribuição fica limitada. Isto ocorre em detrimento da condição inferior no processo decisório de um atacante em relação a outro, seja tático (cognitivo) e/ou técnico (motor), bem como por dificuldades psicológicas do próprio atacante dentro do contexto do jogo, como falta de confiança. O processo de ensino-aprendizagem-treinamento deve possibilitar o desenvolvimento mais amplo e não se concentrar nas qualidades cognitivas, motoras, antropométricas, fisiológicas e psicológicas de um reduzido número de integrantes da equipe (ARAÚJO; VOLOSSOVITCH, 2005; NITSCH, 2009). Deste modo, o levantador terá maior possibilidade de construir situações ofensivas, sobretudo em momentos decisivos, que acarretarão na conquista do ponto, do jogo e do campeonato.
As denominações dadas aos levantadores, como “cérebro da equipe” e “o arquiteto do ataque da equipe” se refletiu nas abordagens qualitativa e quantitativa. A entrevista semi-estruturada demonstrou que os levantadores campeões raciocinam constantemente durante o jogo e fora do jogo, como em relação ao bloqueio adversário, na gestão da qualidade do passe e do ataque, na busca do auto-equilíbrio psicológico para efetuar suas decisões de distribuição, na procura por conhecimento para exercer sua função de jogo, na busca de
informações a respeito do adversário e ao procurar conhecer as características psicológicas, cognitivas e motoras dos integrantes da própria equipe. Estes levantadores campeões se confirmam como peritos em seus escalões ao conduzirem suas equipes na conquista do campeonato, cada um em seu escalão. Tal pericia cognitiva, a respeito das decisões do levantador, pode ser constatada por meio do conhecimento tático declarativo demonstrado em conseqüência da aplicação do TCTDLe. Por meio do SOS-vgs pode ser visto que com a progressão dos escalões os levantadores estão em constante desenvolvimento em sua distribuição de jogo, pois ativam um maior número de posições da quadra, executam suas ações com maior velocidade e conseguem construir um número maior de ações ofensivas finais com o bloqueio adversário em uma composição desequilibrada.
Os levantadores realçaram a importância do treinamento para a evolução das suas ações, assim o processo de ensino-aprendizagem-treinamento deve sempre buscar aperfeiçoar o levantador em suas ações, esteja ele nos escalões iniciais de competição ou com 20 anos de prática nesta função de jogo, como a levantadora do escalão adulto do presente estudo. Como demonstrou a abordagem qualitativa, via entrevista semi-estrutura e a abordagem quantitativa, via SOS-vgs, as ações do levantador ocorrem dentro de um sistema, desde modo ao se realizar o processo de ensino-aprendizagem-treinamento a evolução da distribuição de jogo da equipe deverá estar em concomitância com a evolução dos demais jogadores da equipe.
e reflexão sobre o presente estudo, surgiram questionamentos que deram origem a elaboração de novos trabalhos científicos. As novas possibilidades estão descritas logo abaixo. Pode-se:
usar a abordagem qualitativa, via entrevista e grupo focal que será composto por ponteiros, centrais, opostos e líberos, onde estes responderão quais as características do levantador ideal e quais são os sinais que buscam observar na distribuição de jogo do levantador no momento em que estão no bloqueio e quando estão na defesa. Tal estudo poderá ser realizado com diferentes escalões;
usar a abordagem quantitativa com um grande número de jogadores de diferentes escalões e de diferentes níveis de competição para elaborar uma tabela de referência para o TCTDLe;
usar a abordagem quantitativa por meio do SOS-vgs, com um número maior de jogos e em diferentes escalões, para caracterizar a distribuição de jogo do levantador, em diversos escalões de formação, via as variáveis do próprio SOS-vgs, pela inserção das presentes neste estudo e mais as fases de jogo de Monge (2003), K1, K2,K3 e K4, o posicionamento do levantador no instante de realização da sua função de jogo, o posicionamento do central em relação ao levantador, a atuação do levantador em suspensão com o passe em condições de baixa qualidade e os tempos de ataque dos atacantes que foram mobilizados;
usar a abordagem quantitativa por meio do uso do SOS-vgs e do TCTDLe em diferentes fases de um campeonato e averiguar a evolução
temporal nas ações de distribuição de jogo do levantador e do conhecimento tático declarativo;
usar a abordagem qualitativa, via entrevista aberta e individual com os técnicos, mais abordagem quantitativa, via categorização de treinamentos e verificar como é o processo de ensino-aprendizagem- treinamento do levantador em diferentes escalões de competição no voleibol;
usar a abordagem qualitativa, via entrevista aberta e individual, mais a abordagem quantitativa, via SOS-vgs e após a análise de jogo apresentar as situações de maior ocorrência para o levantador e averiguar as razões das suas decisões na distribuição de jogo;
usar a abordagem qualitativa, via entrevista semi-estruturada, mais a abordagem quantitativa, via o TCTDLe, com um número maior de levantadores e averiguar se os melhores resultados referentes ao conhecimento tático declarativo corresponde a classificação final das equipes;
usar a abordagem qualitativa, via entrevista semi-estruturada, mais a abordagem quantitativa, via o TCTDLe e o SOS-vgs, com levantadores que são classificados no escalão como peritos e não peritos e averiguar o resultado das ações de distribuição de jogo e o conhecimento tático declarativo.
10.
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