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Modern Dönem ve Post-Modern Siyasal Düşüncesinde Kadın

A KADIN VE SİYASAL YAŞAM / WOMEN AND POLITICAL LIFE

BATI SİYASAL DÜŞÜNCESİNİN ÇEKİNGEN KİTLELERİ: KADINLAR WITHDRAWN MASS OF WESTERN POLITICAL THOUGHTS: WOMEN

3. Modern Dönem ve Post-Modern Siyasal Düşüncesinde Kadın

A evolução faz parte da dinâmica do mundo. E é nesse contexto de transformação que historicamente as empresas estão inseridas. Não se pode pensar em futuro ignorando-se as conquistas passadas. Também, não devemos represar o novo, valendo- se de conceitos conservadores e anacrônicos. É o progresso, ou melhor, a busca deste que movimenta os seres humanos. Faz-se necessário, então, que os paradigmas mentais e operacionais sejam quebrados e novos segredos sejam revelados.

A Teoria Geral da Administração procura descrever as mutações organizacionais, de gestão, de valores e de foco. Através da literatura farta, vamos conhecendo os mistérios e as descobertas que celebrizaram pessoas como Taylor, Fayol, Maslow, Weber, entre outros notáveis.

Porém, esta Teoria não findou com o entendimento contingencial onde o ambiente empresarial participa como protagonista. A cada dia, um novo conceito continua a ser gerado e divulgado. Ao mesmo tempo, surge uma nova visão, uma nova certeza das ações que são mais convenientes de serem tomadas pelas organizações.

Ao deixar a materialidade de lado, passamos a estudar o invisível que gera lucros, que impulsiona e que constrói as ferramentas que aumentam a força, que diminuem as distâncias, que nos aproximam. É como se, nesse mundo virtual, não houvesse fronteiras, nem diferenças culturais. O intangível já faz parte da nossa história.

Vivemos, no entanto, um paradoxo fruto da novidade do tema: Para muitos, o reconhecimento da importância dos capitais intangíveis para a competitividade das empresas é recheado de complexidade e descrédito.

Mas, ao acreditar naquilo que ninguém sabia que existia, os inovadores e pesquisadores puderam povoar o planeta de invenções, de técnicas, de bens tangíveis que permitiram a descoberta de outros bens materiais.

As atividades de inovação possuem caráter intangível e não são triviais. E foi a complexidade do assunto, associada à novidade que permeia a matéria, que conduziu os estudos acerca da utilização do ativo intangível ou capital intelectual (como preferem alguns estudiosos) desenvolvidos neste trabalho.

A utilização de um rating de intangíveis como apoio a decisões de concessão de financiamentos bancários ainda é pouco representativa da relevância que deve ser dada à evolução sistematizada das empresas.

“O ativo intangível é o núcleo da economia do conhecimento. O balanço de uma empresa pode representar um raio-X de como ela está hoje, mas não é ferramenta confiável para perceber seu desempenho futuro” (JOIA, 2001: 62).

Citando Scmidt e Santos (2002:166):

As mudanças na Economia mundial, vivenciadas nas últimas décadas, que culminaram com a globalização da Economia, são retratadas por inúmeros estudiosos do assunto como um período de transição da passagem de uma sociedade industrial para uma sociedade do conhecimento, em que os recursos econômicos utilizados até então, terra, capital e trabalho, uniram-se ao conhecimento racional, alterando, principalmente, a estrutura econômica das nações e, sobretudo, a forma de atribuir valor ao ser humano, único detentor do conhecimento.

Todavia, falta-nos ainda o conhecimento mais amiúde deste novo componente industrial, falta-nos a definição de indicadores que nos permitam medir e avaliar intangíveis, falta-nos a definição de modelos contábeis que permitam a padronização e sistematização do capital intelectual existente nas organizações, faltam ser desenvolvidas novas modalidades financeiras que atendam as empresas do conhecimento.

O pronunciamento internacional IAS 38 define ativo intangível como um ativo não monetário identificável, sem substância física, mantido para uso na produção do fornecimento de bens ou serviços, para ser alugado a terceiros, ou para fins administrativos, devendo ser controlado por uma empresa como resultado de eventos passados, e do qual se espera que sejam gerados benefícios econômicos futuros para a

entidade. Este pronunciamento, em sua totalidade, passa a ser discutido pela sociedade brasileira, a fim de que exista uma regulamentação acerca dos intangíveis.

No contexto da inovação, a Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, deve estar na fronteira tecnológica. Ao ser o principal agente federal de fomento à ciência, à tecnologia e à inovação, a FINEP tem o dever de acompanhar as evoluções e de manter- se alinhada com os novos mecanismos de apoio financeiro.

A atuação de seu corpo técnico ao longo dos anos conferiu à Financiadora uma capacitação específica e sem paralelo em outras instituições, com uma visão completa e integrada do sistema de inovação. De um lado estão as necessidades das empresas para inovar e, do outro, a base da academia dando o suporte adequado.

O Sistema de Classificação de Risco adotado pela FINEP para mitigar a incerteza existente nas operações de crédito reembolsável fornece uma medida de risco que resulta da análise de indicadores quantitativos e qualitativos, subdivididos em quatro tipos de riscos parciais: Financeiro, Empresarial, Comercial e Tecnológico.

Essa análise resulta em um nível de Risco Inicial, que sofre um ajuste através da verificação da situação cadastral da empresa junto à SERASA, ao CADIN e aos controles internos, determinando o Risco Final da empresa.

Neste trabalho, ao analisar o modelo de Rating de risco de crédito adotado pela FINEP, pudemos constatar que falta uma análise específica de uma classificação de intangíveis. Apesar dos valores qualitativos existentes na modelagem, a tendência ao conservadorismo ainda valoriza aspectos que nortearam as sociedades industriais.

Ao tentar explicitar os diferentes conceitos de intangíveis, mostrando sua relevância, a taxonomia existente e a regulamentação contábil pertinente, encontramos a modelagem e os indicadores de intangíveis bem estruturados na teoria de Sveiby.

Sveiby (1998), ao classificar os ativos intangíveis em Competência Profissional, Estrutura Interna e Estrutura Externa, procurou agrupá-los de acordo com as perspectivas de crescimento/renovação, eficiência e estabilidade. Para este autor, a divulgação dos investimentos em intangíveis interessa externamente aos clientes, credores, fornecedores, governo, acionistas e demais interessados pela informação, a fim de que possam avaliar a qualidade da gerência e o potencial de geração de valor do negócio. Internamente, é a própria gerência que precisa conhecer a empresa para poder monitorar seu progresso e tomar as medidas corretivas necessárias.

Finalmente, propusemos um monitor de indicadores de intangíveis, que foi fortemente influenciado pela teoria de Sveiby, a ser analisado pelos especialistas da FINEP com o objetivo de ser discutida e implementada na Financiadora.

Logicamente, o que tentamos fazer foi sair da inércia e iniciar uma ampla discussão que certamente culminará em uma mudança dos valores tangíveis, mentais e culturais que envolvem o ambiente da inovação no Brasil.

5.1.SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS

Um dos grandes óbices para as empresas do conhecimento se beneficiarem de recursos de terceiros é a dificuldade que o sistema financeiro tem em aceitar os intangíveis como garantia dos créditos.

A exemplo da influência dos intangíveis na análise de risco de crédito, pode-se estender a questão para se tentar pesquisar como outros agentes financeiros estão se atualizando para considerar os intangíveis como garantia dos financiamentos concedidos.

Poderiam ser escolhidos outros parâmetros intangíveis de análise, além de se estruturar alguma modelagem que pudesse melhor exemplificar a influência de tais ativos na capacidade de geração de caixa das empresas de base tecnológica. Assim, ter- se-ia uma visão mais concreta das incertezas envolvidas no financiamento à inovação.

Também se pode fazer um estudo específico sobre intangíveis existentes nas condições de sustentabilidade empresarial, ou seja, referenciados aos ambientes econômico, social e ambiental, com foco neste último.

5.2.LIMITES DA PESQUISA

Esta pesquisa foi concentrada na análise do sistema de financiamento da FINEP. Ou seja, um estudo de caso único que, conforme já citado, carece de rigor metodológico.

Acreditamos que outro limitador é o fato dos intangíveis ainda estarem sendo discutidos pelos formadores da legislação contábil no Brasil. Após a definição das obrigações legais a serem obedecidas pelas empresas, certamente estará sendo dado um passo muito importante para facilitar a coleta das informações futuras acerca dos indicadores de intangíveis.