A KADIN VE SİYASAL YAŞAM / WOMEN AND POLITICAL LIFE
CEM EVLERİNDE ALEVİ KADINI KİMLİĞİ ALEVI WOMEN’S IDENTITY IN CEM HOUSES
1.3. Cem Evleri ve Alevi Kadın
Descri¸c˜ao: O estudo de caso escolhido para validar o presente trabalho vi- sou desenvolver um Sistema de Informa¸c˜oes Geogr´aficas que pudesse auxiliar os
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pesquisadores a encontrarem solu¸c˜oes para o controle do desgaste excessivo do Par- racho de Maracaja´u. O Parracho de Maracaja´u ´e uma regi˜ao marinha composta por recifes de corais, com profundidade entre 50cm e 2,5 m na mar´e vazante, com ´aguas cristalinas e enorme variedade de esp´ecies (fauna e flora), medindo 3x9 km, estendendo-se em dire¸c˜ao paralela ao continente e distante deste cerca de 7 km. Este parracho faz parte de um complexo maior de forma¸c˜oes recifais do litoral setentrional do Rio Grande do Norte, possuindo outras duas ´areas principais e sendo protegido atualmente pela a cria¸c˜ao de um parque estadual de prote¸c˜ao ambiental atrav´es de de- cretos estaduais e federais, denominando-se ´Area de Prote¸c˜ao Ambiental dos Recifes de Corais do Rio Grande do Norte (APARC-RN) [2].
O cliente: Instituto de Desenvolvimento e Meio Ambiente do RN (IDEMA) em conjunto com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Aplica¸c˜ao inicial: Desenvolver um software dotado de mecanismos para realizar a visualiza¸c˜ao dos dados que foram coletados e armazenados no banco de dados ge- ogr´afico. Al´em de ser um software para estudo, pretendemos criar um sistema que fosse capaz de servir de guia virtual da regi˜ao dos parrachos, com informa¸c˜oes rele- vantes `a prote¸c˜ao ambiental, assim como informa¸c˜oes sobre as esp´ecies marinhas que habitam cada regi˜ao.
Dados locais: Desde a fase inicial do projeto obtivemos diversos aux´ılios para captura de dados da regi˜ao. Entre todos eles, os mais importantes para este trabalho ser˜ao descritos nas se¸c˜oes a seguir.
5.2.1
Dados Obtidos por Meio de Imagem de Sat´elite
O n´ıvel de estudo mais gen´erico do projeto Corais de Maracaja´u inclui toda a APARC. Este mapeamento se deu a partir da an´alise de imagens geradas pelo sensor ETM
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presente no LANDSAT 7 e de trabalhos de campo para a checagem das interpreta¸c˜oes [1].
A Figura 5.3 mostra uma imagem da APARC, usada no mapeamento, que inclui os baixos (parrachos) de Cioba, do Rio do Fogo e de Maracaja´u, al´em da zona litorˆanea pr´oxima a APARC [2].
Figura 5.3: Imagem de Sat´elite da APA (LANDSAT 7).
Apesar da imagem trazer muita informa¸c˜ao sobre os ambientes, aos olhos do usu´ario leigo esta informa¸c˜ao pode ser in´util, pois muito provavelmente ele n˜ao con- seguir´a interpretar adequadamente a imagem sem que haja anteriormente um trata- mento adequado [2].
5.2.2
Dados Obtidos por Meio de Fotografia A´erea
Nas fases iniciais do trabalho foram utilizadas fotografias a´ereas de pequeno formato adquiridas usando-se cˆamara de 35mm SLR, filme ISO 100 colorido com objetiva de 50mm, usando-se como plataforma um pequeno avi˜ao monomotor especialmente
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adaptado. As fotografias foram obtidas em seis sobrevˆoos: cinco sobrevˆoos a uma al- tura de 2.100 m, resultando em fotos com escala aproximada 1:5.000, e um sobrevˆoo com altura de 900 m, resultando em fotos com uma escala aproximada 1:3.000. Esses sobrevˆoos ocorreram no dia 08/02/2001 entre 10:30 h. e 12:00 h. A montagem das fotografias foi feita analogicamente e sua interpreta¸c˜ao ocorreu diretamente so- bre overlays, que posteriormente foram digitalizados, para que se procedesse a uma justaposi¸c˜ao digital de cada folha gerando assim um mosaico da ´area [1].
A Figura 5.4 exemplifica o resultado obtido ap´os a gera¸c˜ao do mosaico da ´area mostrando uma parte da regi˜ao fotografada.
Figura 5.4: Foto a´erea da APA [1].
Este tipo de sensor permite identificar fei¸c˜oes de fundo oceˆanicos sendo estas os recifes emerso e submerso, ondula¸c˜oes, vegeta¸c˜ao e canais. Ap´os a montagem anal´ogica dessas fotografias a´ereas, foi poss´ıvel identificar essas fei¸c˜oes dividindo- as em zonas. Os recifes foram identificados pela colora¸c˜ao mais clara, no caso dos emersos, ou mais escura nos submersos [29].
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Outras fei¸c˜oes tamb´em foram identificadas para a ´area ap´os o processo de inter- preta¸c˜ao da imagem. Foram identificadas, na regi˜ao, ´areas compostas por faner´ogamas, corais submersos e emersos, borda internas e flutuantes que s˜ao usados em Maracaja´u para receber turistas [2].
A regi˜ao fotografada ainda corresponde a apenas uma pequena parte da regi˜ao da APA, conforme ilustrado na Figura 5.5, ficando em aberto para trabalhos de aerofotogrametria futuros a obten¸c˜ao dos dados necess´arios para se poder fazer um levantamento mais completo e por conseq¨uente um mapeamento mais abrangente da ´area.
Figura 5.5: Regi˜ao da APA fotografada [2].
A Figura 5.6 mostra uma classifica¸c˜ao realizada sobre dados de imagem e inseridos no sistema proposto. Neste caso os dados foram convertidos para o padr˜ao SVG. Nesta figura ´e poss´ıvel observarmos as classes de corais que cada plano de informa¸c˜ao representa.
Um outro resultado alcan¸cado foi em possibilitar que as camadas sejam represen- tadas apenas se a escala estiver de acordo com o n´ıvel de detalhamento aplicado pelo usu´ario atrav´es de comandos de aproxima¸c˜ao e afastamento (zoom-in e zoom-out,
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Figura 5.6: Regi˜ao da APA com seus elementos classificados
respectivamente). Tal mecanismo foi motivado devido `a perda de precis˜ao sofrida pelo mapa caso a ´area a ser visualizada esteja em uma escala muito pequena. Com este procedimento implementado podemos esconder ou visualizar dinamicamente as camadas a medida em que o usu´ario ajusta o n´ıvel de zoom do mapa (ver Figura 5.7 e Figura 5.8).