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2 ULUSLARARASI MUHASEBE STANDARDI–16: MADDİ DURAN VARLIKLAR VE AMORTİSMAN

3. ULUSLARARASI MUHASEBE STANDARDI–38: MADDİ OLMAYAN DURAN VARLIKLAR VE İTFA

3.5. MADDİ OLMAYAN DURAN VARLIKLARDA İTFA

3.5.4. Maddi Olmayan Duran Varlıklarda Değer Düşüklüğü ve Test Edilmes

A Foto 1 mostra a Zona Central da cidade, que anima e faz viver todo território rio- pretense, irradiando sua importância para muito além dos limites citadinos. Hoje, essa cidade exerce influência sobre uma região, de aproximadamente dois milhões de habitantes, onde, talvez, nenhuma outra cidade apresenta porte semelhante ao seu.

Recorrendo à “teoria dos lugares centrais de Christaller” (GETIS & GETIS, 1966, p.220- 226), entendemos que essa extensão e importância guardam sua relatividade, já que, as funções urbanas de abastecimento de bens e de prestação de “serviços centrais” se estendem por lugares centrais de menor importância. Ou seja, há toda uma composição e estruturação hierarquizada dessas funções nas localidades que as sediam.

Após localizarmos São José do Rio Preto e discorrermos sobre os efeitos que essa situação geográfica trouxe para o seu desenvolvimento, tentaremos, neste capítulo, desenvolver uma descrição do sítio onde a cidade foi implantada, destacando pontos que foram fundamentais à sua gênese e desenvolvimento.

Como o Plano Diretor é o foco deste nosso trabalho e sabendo da existência de um vício em restringi-lo à zona urbana e de expansão urbana, vale lembrar que o Estatuto da Cidade (artigo 40) define a abrangência territorial do referido plano de forma a contemplar as zonas rurais com respaldo no texto constitucional, uma vez que (ROLNIK, 2002, p.48) “a política urbana deve promover a integração e a complementaridade entre atividades urbanas e rurais, tendo em vista o desenvolvimento socioeconômico do Município e do território sob sua área de influência”. Assim, a Constituição, ao prescrever que a política de desenvolvimento urbano tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes, não estabelece distinção entre os habitantes da zona rural e da zona urbana. Verifica-se, cada vez mais, a ligação das atividades rurais com as urbanas, já que grande parte da população que vive na zona rural tem seu emprego e trabalho na zona urbana. Essa população, evidentemente, utiliza-se da infra-estrutura e dos serviços,

que a cidade presta, tais como: transporte coletivo, escolas, postos de saúde, hospitais, comércio e lazer. Por outro lado, a “política de desenvolvimento urbano, fundamentada no princípio do desenvolvimento sustentável significa um modelo de desenvolvimento baseado na garantia do meio ambiente sadio e ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações”. Infere-se que, o desenvolvimento das cidades, nestes termos, depende do desenvolvimento da zona rural.

Simultaneamente a uma caracterização dos componentes naturais inerentes ao território, faremos uma exposição do processo histórico de sua apropriação humana. Para tanto, a descrição estender-se-á aos caracteres demográficos, técnicos, econômicos, políticos, culturais e sociais, historicamente estabelecidos pela interação entre o homem e o meio, resultando na atual configuração territorial de São José do Rio Preto.

1. A localização no Estado de São Paulo e a precocidade de uma polarização

regional

Dos 434,10 km² de extensão do município de São José do Rio Preto, 98,02 km² correspondem à sua zona urbana. Esse território encontra-se (Figura 1) inserido no amplo ângulo de confluência entre o baixo rio Grande e o alto rio Paraná. Estes rios se constituem nos limites fronteiriços do Estado de São Paulo, com os Estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, respectivamente. De outra maneira, podemos afirmar que a cidade se encontra localizada, mais precisamente, na porção nor-noroeste do Estado de São Paulo. Essa localização geográfica contribuiu para que, desde a sua fundação, em 1852, o então pequeno núcleo assumisse as funções de centro polarizador de toda uma região. Em razão de exercer inicialmente as funções de pousada de tropeiros, que demandavam o “sertão das Gerais”, e de facilitadora das comunicações entre as zonas mais antigas do Estado com o Oeste Paulista e o Centro-Oeste Brasileiro, já havia um “movimento inusitado e febril de viajantes”.

Ainda na Figura 1, observa-se que a cidade é atravessada por uma ferrovia (Ferroban) e pelas rodovias: Washington Luiz (SP 310), a qual permite o acesso à Grande São Paulo (a Sudeste), de onde é possível alcançar o porto de Santos, e ao Mato Grosso do Sul (a Oeste); Transbrasiliana (BR 153), que liga o Norte ao Sul do País; Assis Chateaubriand (SP 425), que (a Nordeste) permite acesso a Minas Gerais e (a Sudoeste) ao Estado do Paraná. A mesma Figura ainda pode revelar que, através da BR 153, a sudoeste da cidade, por uma distância de aproximadamente 70 quilômetros, é possível a integração com a Hidrovia Tietê- Paraná. Esse conjunto de rodovias e ferrovia que cruza a cidade torna-a um importante entroncamento rodo-ferroviário, por viabilizar a circulação de mercadorias e pessoas, o que muito contribui para consolidar a sua condição de pólo regional capaz de estender sua influência sobre parcelas de territórios de Estados vizinhos, como são os casos de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e até mesmo Goiás. Essa situação nos remete à análise feita por Santos (2001, p.167) sobre a estrutura de transportes, que viabiliza os fluxos (rodoviários, ferroviários, hidroviários, etc.), cujo autor aponta que “Com a produção do meio técnico- científico-informacional, os círculos de cooperação instalam-se em nível superior de complexidade e numa escala geográfica de ação bem mais ampla”. Prosseguindo com sua análise sobre a “geografia do movimento”, o autor alerta que “Hoje não basta produzir. É indispensável pôr a produção em movimento, pois agora é a circulação que preside à produção. Os fluxos daí decorrentes são mais intensos, mais extensos e mais seletivos.” O trecho da BR 153, que atravessa São José do Rio Preto (Foto 2), foi inaugurado em 22/04/1970. A Rodovia Washington Luiz (SP 310), no trecho que corta a cidade (Foto 3), recebeu pavimentação asfáltica entre 1954 e 1956, enquanto a duplicação de sua pista foi executada na década de oitenta. Quanto à rodovia Assis Chateaubriand (SP 425), o trecho, que passa pelo território rio-pretense, foi aberto entre 1960 e 1961.