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1.2 “KARABAĞ” ADININ KÖKENİ

1.3.3. XX Yüzyılın Başlarına Kadar Olan Dönem 1 Selçuklular Dönem

1.3.3.3. Karabağ Hanlığı Dönemi.

O WebSIG/SV funciona sob o modo cliente/servidor. Neste tipo de arquitetura há, no mínimo, duas instâncias interligadas por meio de uma rede, sendo uma nomeada de Cliente e outra de Servidor. Cabe a este, fornecer serviços ao cliente.

Portanto, o ambiente integrado para implementação do WebSIG/SV irá funcionar da seguinte maneira (Figura 48): o cliente faz uma requisição do mapa através do navegador web, que repassa ao servidor web, e, direciona ao servidor de mapas MapServer. Este acessa os arquivos de configuração, e, gera a base do mapa através dos dados armazenados no banco de dados. Tal base é enviada como resposta ao navegador web por meio do servidor.

Figura 48 - Esquema do ambiente integrado do WebSIG/SV.

Nesta subseção é descrita como se dá a integração do SGBD com a extensão espacial e com os softwares web mapping.

Inicialmente, foi instalado o MapServer com o framework p.mapper no ambiente operacional MicroSoft Windows, a partir do pacote MS4W, desenvolvido pelo MapTools. Concomitantemente, os dados das tabelas e os shapes que foram tratados e integrados no software ArcGIS foram exportadas.

Posteriormente, foram inseridos no banco de dados PostgreSQL com extensão espacial. A criação do banco de dados e habilitação do PostGIS pode ser realizada com a ajuda do Manual do PostGIS ou através do uso do “template_postgis”, que funciona como um “modelo” que pode ser associado ao Banco de Dados no ato da criação do mesmo (VANI, 2011).

A partir da criação do banco de dados e do template_postgis no PostgreSQL, duas tabelas são criadas automaticamente: “spatial_ref_sys” e “geometry_columns”.

De acordo com Vani (2011) estas são tabelas de metadados e são criadas de acordo com as especificações definidas pelo OGC. Estes padrões são essenciais para a consistência dos dados e interoperabilidade.

Nas colunas da tabela “spatial_ref_sys” observam-se os identificadores e a descrição dos Sistemas de Referência Espaciais (SRS) utilizados nos bancos de dados espaciais. A sigla SRS significa Spatial Reference System. Há também outras siglas utilizadas na tabela e que devem ser listadas:

 AUTH_NAME: nome do padrão que identifica o sistema;

 AUTH_SRID: identificador definido pela autoridade criadora para o sistema de referência espacial (para sistemas EPSG, os valores são iguais aos do SRID);

PROJ4TEXT: string de definição de coordenadas PROJ47 para o sistema;

 SRID: valor inteiro que identifica cada sistema de referência espacial dentro do banco de dados, e;

 SRTEXT: representação textual do sistema de referencial espacial.

Quanto a tabela “geometry_columns”, remete a interação com MapServer para garantir e manter a identificação correta das colunas espaciais e respectivos sistemas de referência.

A criação de tabelas com colunas espaciais pode ser realizada manualmente, via comandos addGeometryColumn ou loader shp2pgsql, e, também automaticamente, pelo uso do loader shp2pgsql-gui. O loader shp2pgsql-gui é o utilitário gráfico do shp2pgsql e possui as mesmas características de linha de comando, além da interface gráfica.

Para o projeto foi utilizada essa última alternativa. Todos os shapes foram importados no PostgreSQL pelo PostGIS (Figura 49). Os parâmetros inseridos se referem à configuração da coluna da tabela espacial, apresentada anteriormente.

Figura 49 - Exemplo de importação do shape tipo ponto no PostGIS.

7 A PROJ4 é uma biblioteca de funções para projeção de dados cartográficos que vem sendo usada em diversos

softwares SIG para tarefas de projeção de dados. O MAPSERVER necessita da PROJ4 para poder manipular diferentes sistemas de coordenadas em tempo de execução (PARMA, 2007).

Uma vez importadas, é necessário conferir se as tabelas inseridas permaneceram bem como a tabela de geometria. Esse banco de dados servirá como fonte de dados para o MapServer. Para isso, configura-se a aplicação no pmapper.

Todos os códigos implementados e utilizados estão armazenados no servidor Apache. Os arquivos possuem a seguinte função:

O arquivo config_default.xml é um script para a interface do WebSIG. Também se estruturam as categorias dos temas, camadas e plugins utilizados.

O arquivo pmapper_demo.map (Figura 50) é o que manipula os mapas armazenados com respectivas camadas ligadas aos shapes. Assim é possível o manuseio do pmapper com uma interface de fácil acesso ao usuário. Nele estruturam-se também as legendas de cada camada.

Figura 50 - Arquivo pmapper_demo.map visualizado no editor de texto.

Este arquivo .map, contém os parâmetros para definir a base cartográfica – como extensão, projeção e tipo de imagem –; a interface (# Start of web interface definition), e; a escala (# Start of ScaleBar definition).

No mesmo arquivo, após tais definições inicia-se a seção das layers, camadas que serão representadas na aplicação. Dentro de cada layer fica definida a integração com o banco de dados. Para isso, devem-se editar os seguintes parâmetros:

 CONNECTIONTYPE: tipo de conexão com banco de dados. No caso, PostGIS;

 CONNECTION: define, respectivamente, o nome do banco de dados a ser acessado; a localização do banco; a porta de acesso ao banco, usuário e senha de acesso ao banco, e;  DATA: especifica os dados espaciais que serão carregados por meio da indicação

Além da definição destes parâmetros, a conexão com o banco de dados pode ser efetivada diretamente com a declaração do caminho do shape (#SHAPEPATH). No APÊNDICE B encontra-se este arquivo configurado para o WebSIG/SV.

O arquivo js_config.php é um script PHP responsável por toda parte lógica do WebSIG. Nele são declarados os botões da barra de menu (ferramentas). O arquivo map_default.phtml é um arquivo que junto com o JavaScript é responsável por ajustes e chamadas necessárias para o layout do sistema.

O arquivo uielement.php é um script PHP que define todo formato do WebSIG e os diferentes objetos da interface para integração com os usuários, com características intrínsecas ou extrínsecas. Configuram-se o guia do usuário e as funções que ditam o comportamento do aplicativo diante das ações executadas pelo usuário. Isto significa, por exemplo, definir o menu de seleção de camada, a barra de escala, as ferramentas e, em que ordem elas serão utilizadas.

O arquivo os.ccs determina a estrutura representada na tela do WebSIG. Ele atribui estilo para todos os elementos gráficos e textuais, como, dimensões, cores, contrastes, etc. Finalmente, no arquivo language_br.php altera-se o idioma do WebSIG e declaram-se todas as categorias de temas criados.