• Sonuç bulunamadı

KANUNİ SULTAN SÜLEYMAN Âşık Çelebi:

Belgede 16. yüzyıl kasidelerinde methiye (sayfa 158-172)

YAVUZ SULTAN SELİM ADALET:

VII. 3- KANUNİ SULTAN SÜLEYMAN Âşık Çelebi:

Na imitação o adulto deve dar o exemplo constante nas atitudes em geral (ser modelo) e deve criar actividades que estimulem esta capacidade da criança, logo que incentivam o jogo simbólico (exemplo: organizar a área da casinha com material que leve a criança imitar – copos, pratos, panela, ferro de engomas, cama, fogão, manta, etc.)

Vygotsky (1979) defende que “no desenvolvimento a imitação e o ensino desempenham um papel de primeira importância. Põem em evidência as qualidades especificamente humanas do cérebro e conduzem a criança a atingir novos níveis de desenvolvimento” (p.138). Desta forma, aquilo que a criança conseguir fazer agora em cooperação, mais tarde conseguirá fazer sozinha. Conforme actividade 1 (anexo 1), «No relaxamento todas as crianças corresponderam ao que lhes era pedido, visto também estarem familiarizadas com este “jogo” de relaxamento. Repetiam os gestos que o adulto fazia, interagiam com o colega do lado, passando o testemunho, assim como a música pedia. Também conforme actividade 6 (anexo 6), quiseram dar uma festa e brincar com o fantoche. Foi curioso observar, a vontade das crianças em quereremimitar o adulto na encenação da história, umas em frente ao

47 espelho, outras por trás do fantocheiro e outras andavam atrás dos colegas para que os

fantoches lhes dessem beijinhos.» É muito importante esta relação que a criança cria com os outros através das suas brincadeiras, imitações e interações, estas experiências de saberes que partilham abrem-lhes muitas possibilidades de escolha. Como afirma Vygotsky (1989) “é através da brincadeira e do jogo que a criança se desenvolve afectiva, social e

cognitivamente” (p. 42). Com a experiência dos outros as crianças também moldam a construção do seu ser, através da observação e imitação experimentam novas situações que também as ajudam a lidar com dificuldades, desejos, medos e ajudam na construção de uma boa autoestima. Para Brazelton (2004), “Muitas vezes, a imitação que a criança faz das conversas e dos problemas […] demonstra a capacidade de apreender o comportamento […] para o imitar” (p.215). Conforme nota de campo 2 (anexo 8), «Até que colocou o bacio no chão, e sentou nele uma boneca, ordenando-lhe que fizesse chichi.» No jogo simbólico, a criança imita e representa em função da sua experiencia pessoal, dos seus gostos e dos seus desejos conscientes ou inconscientes. Desta forma, representa simbolicamente aquilo que filtra do seu dia-a dia, para que gradualmente possa ir construindo e evidenciando o seu ser individual. Conforme actividade 3 (anexo 3), «Duas crianças inicialmente ficaram mais receosas e estiveram a observar os adultos e os seus colegas. O adulto tentou incentivar e apenas uma se mostrou mais confiante e acompanhou o adulto. Durante a tarde foi possível observar esta criança a reproduzir o que tinha sido realizado nesta actividade, durante as suas brincadeiras espontâneas (colocava um pano na cabeça e andava a correr pela sala e depois colocava-o por trás das costas fazendo de cauda e fingindo que assustava os bonecos da área da casinha.)» Também conforme actividade 2 (anexo 2), «Quando estava a apresentar os materiais no tapete e a demonstrar a tarefa que as crianças iam ter, observavam com muita atenção e seguiam com entusiasmo os meus movimentos. Aoserem distribuídos os materiais, a maioria, quis explorá-los. Imitavam o que o adulto fazia ou então exploravam de outras

48 formas (ex. observavam as formas, as cores e sentiam as texturas dos materiais; utilizavam os lenços para se taparem, entre outras coisas.).» Imitarem o adulto a contar histórias ou a cantar canções também era muito frequente, imitavam a sua expressividade, palavras, frases ou gestos que lhes fizessem mais sentido e que eram repetidas muitas vezes nas histórias (exemplo 1: “Badalão, badalim a história chegou ao fim”; exemplo 2: para terminar o momento do tapete, com os dois dedos polegares esticados dizíamos cantarolando “Muito bem, muito bem, muito bem”, depois fazíamos três gestos seguidos: bater palmas três vezes, colocar as mãos como se fossem bicos de pato e dizíamos “nha,nha,nha”, colocar os dois braços em V com os cotovelos afastados e ao nível dos ombros e as mãos em punho e deixando cair os braços dizemos “ieh”).

A história é um elemento fundamental e imprescindível na educação infantil, que por ser tão apreciado pelas crianças faz com que muito do seu jogo simbólico passe por aí, ou imitar o adulto a contá-la ou demonstrar acções que ouve na história. Conforme a actividade 4 (anexo…) «Algumas crianças imitaram o que o adulto fez ou contou durante a história, como os sons e algumas palavras das personagens.» Também conforme actividade 5 (anexo 5), «Foi curioso observar a vontade das crianças em quererem imitar o adulto no contar a história, umas em frente ao espelho, outras procuraram uma cadeira para se sentarem.» Azevedo (2012) subscreve o que Cademartori (2012, s.p.) afirma, que “é através da história que a dimensão simbólica da linguagem é experimentada em conjunção com o imaginário e o real”. À medida que os meses foram passando essas imitações começaram a ser cada vez mais expressivas e autónomas e gradualmente as brincadeiras a pares começaram a existir (exemplo 1: colocavam as bonecas sentadas numa fila e enquanto contavam a história chamavam a atenção para que se portassem bem; exemplo 2: as bonecas começaram a ser substituídas por colegas e algumas crianças buscavam-se umas às outras para fazerem parte das suas brincadeiras). Algumas crianças começavam a mostrar maior afinidade por alguns

49 colegas, normalmente tinham personalidades muito parecidas e desta forma as interações resultavam maioritariamente bem, como fazerem de animais imitando os sons e gestos, uns atrás dos outros, ou na casinha das bonecas darem a “papinha” ao bebé (colega) ou porem-no a dormir tapando-o com a mantinha. Quando havia conflitos o adulto intervinha apenas se percebesse que as crianças não eram capazes de o gerir e superar.

Belgede 16. yüzyıl kasidelerinde methiye (sayfa 158-172)