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% 100 Risk Ağırlığ ına Tabi

1.5.3. Basel I Sermaye Yeterlili ğ i Uzla ş ısı’na Yapılan Ele ş tiriler

A seguir será feita uma análise dos modelos apresentados acima. Será feita a análise de cada modelo, e finalizando, uma comparação entre eles.

4.5.1. Modelo proposto por VOLLMANN et al. (1993)

Este modelo é referência no ambiente de pesquisas sobre gestão da produção, sendo que outros modelos foram desenvolvidos a partir deste, e também se encontram diversas citações em outros trabalhos.

O foco do modelo é no fluxo de informações do modelo hierárquico de produção. A estrutura da hierarquia é apresentada no início do livro, e detalhada em uma abordagem dos níveis mais altos (estratégicos) para os mais baixos (operacionais).

Os autores, entretanto, não apresentam um modelo detalhado da estrutura, indicando quais atividades são relacionadas, principalmente através da geração e utilização de informações. Também não são apresentados vários níveis da estrutura, sendo que existe um nível geral, e o detalhamento não prossegue além deste nível. Por exemplo, é feito o delineamento da função de planejamento mestre da produção, mas as atividades que compõem este processo não são explicitadas.

Quanto ao fluxo de informações, também não se chega a um nível mais detalhado. São indicados os conjuntos de informações que circulam e fluem entre as atividades, porém estes não são detalhados.

A respeito do tratamento de informações, é apresentado um esquema de sistema de informação que se encaixa nas definições de ERP (Enterprise Resources

Planning). Alguns módulos, como o MRP, são apresentados em detalhes, inclusive

com exemplos de transações e relatórios. Sistemas de suporte à decisão que ultrapassem os limites do modelo apresentado não são discutidos.

Para o chão de fábrica, é apresentado um modelo de controle das atividades de produção, que parte do princípio que as informações coletadas de produção são confiáveis e disponibilizadas no momento certo, o que é uma grande dificuldade das empresas de manufatura, principalmente discreta.

O modelo abrange todas atividades macro da gestão da produção, sendo que atividades fora do planejamento da produção, como compras e marketing são abordados com pouco detalhamento.

4.5.2. Modelo proposto por BAUER et al. (1991)

O modelo de sistemas de controle de chão de fábrica apresentado por BAUER et al. (1991) é restrito às atividades da gestão da produção diretamente relacionadas com o chão de fábrica. Para os níveis superiores o modelo hierárquico é respeitado, porém foge ao foco do livro.

Existe uma divisão para o controle da produção em: controle das atividades de produção e coordenação da fábrica. Para cada uma destas divisões é apresentado um modelo extremamente detalhado, tanto para as atividades como para as informações.

As atividades são detalhadas através do uso do SADT, que descreve o fluxo de informações, as atividades e o detalhamento dos processos, que atinge 3 níveis de detalhamento, chegando a atividades elementares. Quanto às informações, o detalhamento chega ao nível de um projeto de sistema de informação, indicando detalhes como campos de tabelas.

Os autores salientam que o modelo mostra quais atividades devem ser feitas, e não como. Portanto não são apresentadas alternativas, formas de gerenciamento e avaliação para as atividades.

Para a coleta de dados de chão de fábrica são apresentadas as atividades que devem ser feitas, porém não existem indicações claras quanto à tecnologia a ser empregada, que pode ser através de apontamento manual ou completamente automatizada. Não são mencionados sistemas de suporte à decisão que ultrapassem os limites do modelo de controle de chão de fábrica.

Após a apresentação conceitual, são feitas considerações sobre a implantação e desenvolvimento (implementação) de sistemas de controle de chão de fábrica, que são baseadas nas tecnologias de desenvolvimento de sistemas disponível na época (final da década de 80).

4.5.3. Modelo proposto por SLACK et al. (1999)

O modelo apresentado pode SLACK et al. (1999) tem foco na didática, e tem uma abrangência maior que os processos específicos de gestão da produção. Devido a este caráter, são apresentados diversos exemplos e alternativas para algumas atividades de gestão, enfatizando o gerenciamento.

O modelo de gestão apresenta uma hierarquia, e abrange todos os níveis desta. A estrutura da hierarquia é apresentada, porém o detalhamento dos processos não é apresentado de forma estruturada.

As informações que fluem pelo processo de gestão são apresentadas, de maneira genérica e ampla. Não existe grande nível de detalhamento das informações, porém existem diversas indicações quanto ao seu processamento, como a indicação de sistemas específicos e sua funcionalidade.

Em relação à coleta de informações de chão de fábrica, não são feitas considerações de como estas podem ser obtidas e disponibilizadas.

O relacionamento das atividades e processos da gestão da produção é feito através de comparações com módulos de sistemas MRP II.

4.5.4. Modelo proposto por CORRÊA et al. (1997)

Este modelo também tem foco na didática. Apresenta uma hierarquia estruturada de níveis de planejamento.

Dentro de cada nível da hierarquia, as atividades são apresentadas de forma não estruturada, ou seja, sem um modelo do relacionamento direto entre elas. As informações necessárias às atividades são apresentadas em linhas gerais, com pouco detalhamento. São apresentadas diversas alternativas e formas de gerenciamento para algumas atividades e processos, inclusive com distinções para a orientação da empresa (MTS, MTO, ATO e ETO).

Quanto aos sistemas de informação, são apresentados módulos do sistema MRP II e do ERP, sem detalhamento de aspectos específicos dos sistemas. Outros sistemas de suporte à decisões, principalmente gerenciais, são mencionados, porém sem detalhamento.

O modelo não apresenta detalhes da coleta de dados de chão de fábrica, e assume apenas algumas condições para estas informações, em relação ao tempo de obtenção e qualidade das mesmas.

As atividades e processos apresentados abrangem toda a hierarquia do planejamento, sendo também detalhados procedimentos para algumas atividades.

O modelo é mais próximo da realidade brasileira, ao considerar termos empregados e técnicas difundidas no país. Aspectos organizacionais também são mostrados.

4.5.5. Comparação entre os modelos

Um aspecto comum aos modelos analisados é a estrutura hierárquica do planejamento. Essencialmente ela é a mesma para todos, com algumas pequenas diferenças, principalmente em relação à terminologia. Com exceção do modelo proposto por BAUER et al. (1991), os outros não entram em detalhes das atividades e das informações que fluem na gestão da produção.

Enquanto o foco do modelo proposto por VOLLMANN (1993) é na utilização e integração de sistemas, CORRÊA et al. (1997) e SLACK et al. (1999) apresentam diversas alternativas e formas de gerenciamento para as atividades, devido ao seu

caráter didático. Estes apresentam inclusive procedimentos detalhados para a realização de algumas atividades que são apenas descritas em VOLLMANN et al. (1993).

Todos os modelos atendem em parte aos objetivos deste trabalho, e são aplicáveis em empresas de manufatura discreta. Porém, nenhum dos modelos considera a coleta de dados de chão de fábrica automatizada (exceto BAUER et al., 1991, em parte), e principalmente a utilização destas informações, que podem ser disponibilizadas em tempo real e possuem confiabilidade elevada, por eliminar anotações manuais e digitações.

Outra semelhança entre os modelos é a não consideração de sistemas de suporte à decisão, principalmente as modernas ferramentas para geração de relatórios personalizados por requisição.

Benzer Belgeler