II. KOBİ’LERİN TEMEL SORUNLARI VE ÇÖZÜM ÖNERİLERİ
2.4. Vergisel Sorunlar
2.6.2. Uluslararasılaşma ve İhracat Sorunu
Em 1884, por razões ainda hoje não totalmente claras, Peirce foi despedido da sua posição de professor na universidade de John Hopkins,56 e este facto
marca o início da sua ruína profissional e financeira, que se acentuará nos anos seguintes. Apel considera também que marca, com 45 anos, o início de um novo período na filosofia de Peirce. Esta terceira fase do pensamento de Peirce caracteriza-se pela ousada especulação metafísica e cosmológica, e pelas tentativas de unificar um sistema filosófico sob o conceito de arquitectó- nica. A metafísica da evolução que Peirce descobre, desempenha, além disso, defende Apel, um papel importantíssimo, que é o de fornecer uma fundamen- tação cosmológica à relação entre o primeiro e o segundo períodos por ele considerados, a teoria da cognição e da realidade, e a teoria da investigação de 1871.
Uma das consequências do “evolucionismo” peirceano é a de que a lógica da investigação científica é uma réplica e continuação consciente do processo de inferência que conduz a evolução do universo por meio de uma lógica ob- jectiva inconsciente. Apel chama a atenção para o facto de isso fazer com que
red by thought experiment, not empirical observation. On my view we have here a form of the “hermeneutic circle” described by Dilthey, or, as Hegel says, of dialectical “mediation”, which has assimilated the new element of the foregoing mediation of meaning understanding through future praxis.”, in APEL, Karl-Otto, Charles Sanders Peirce — from Pragmatism to Pragmaticism, 1995, Humanities Press, New Jersey, p. 71.
56. Brent aventa a hipótese de que o despedimento se ficou a dever ao seu divórcio de
Melusina Fay, a primeira mulher de Peirce, e ao escândalo que o seu casamento subsequente com a francesa Juliette de Froissy provocou. Cf. BRENT, Joseph, Charles Sanders Peirce, A Life, sd, Indiana University Press, Bloomington.
a lógica da investigação seja a priori moralmente relevante. É que o processo de investigação, bem como o interpretante lógico final, constituem não só a opinião teoreticamente verdadeira do sujeito e da comunidade, mas também dão origem a um hábito, de forma que a razão está profundamente envolvida nos hábitos que acompanham as crenças, e o processo de clarificação lógica que lhes deu origem apresenta por essa via um insuspeitado alcance moral.
A validade do pragmatismo depende assim da pressuposição de um ob- jecto ético final a longo prazo, que pode ser perseguido por uma comunidade sem limites definidos. Por isso, depois de 1900, Peirce sente necessidade de enquadrar a máxima pragmatista na moldura mais geral constituída pelas ciên- cias normativas, que colocam como fim ético absoluto a busca de um summum bonumque - espelhando aliás a incomensurabilidade na lógica da investigação entre crenças concretas e o ideal de verdade como crença de uma comunidade ilimitada - a prática individual e finita de cada homem não logra alcançar. O envolvimento da máxima pragmatista com as ciências normativas faz com que o homem passe a tomar parte na racionalização do universo, integrado numa comunidade indefinida que persegue o summum bonum porque este é atractivo em si próprio.
Peirce explica muito bem esta dependência que a lógica tem da ética, pois se todo o pensamento tem de ser interpretado em termos das acções a que pode dar origem, então a lógica, que é a arte de pensar correctamente, “tem de ser uma aplicação da doutrina daquilo que deliberadamente escolhemos fazer, que é a Ética”.57 A ética, por seu turno, depende da estética, a ciência que
deverá encontrar algo que seja admirável per se. A estética tem de se basear numa doutrina que, alheando-se de qualquer consideração prática quanto à conduta humana, distingue os estados de coisas que são admiráveis dos que o não são, procurando definir o que torna um ideal admirável. A tarefa da estética é determinar o que deve ser admirado per se, independentemente das consequências que possa implicar para a conduta dos indivíduos. Assim, “as três ciências normativas são a Lógica, a Ética e a Estética, sendo as três dou- trinas que distinguem o bem do mal; a Lógica com respeito às representações
57. “I will, therefore, presume that there is enough truth in it to render a preliminary glance
at ethics desirable. For if, as pragmatism teaches us, what we think is to be interpreted in terms of what we are prepared to do, then surely logic, or the doctrine of what we ought to think, must be an application of the doctrine of what we deliberately choose to do, which is Ethics”, in Collected Papers, 5.35.
da verdade; a Ética com respeito aos esforços da vontade; e a Estética nos objectos considerados simplesmente na sua apresentação”.58
Com a fundação das três ciências normativas, que demandam, elas pró- prias, a fenomenologia e a matemática pura como ciências de base, Peirce inverte aquele que pareceria ser o sentido mais imediato da sua máxima prag- matista. De facto, tal máxima “parece assumir que o fim do homem é a ac- ção”,59mas na verdade sucede o inverso: a acção demanda um fim, um bem
último, sendo o mal moral identificado com a ausência desse fim.
Ao identificar o bem moral com o bem estético, diz Apel, Peirce soluciona o problema das ciências normativas, adquirindo um fim para a acção, e logra fazê-lo sem cair em nenhuma espécie de hedonismo, porque interpreta esta “qualidade estética” como primeiridade da terceiridade – isto é, concebe-a como expressão da universalidade, continuidade e ordem da concreta razoabi- lidade do universo futuro, e que, como primeiridade da terceiridade, pode ser intuitivamente apercebida. Trata-se de, em vez de confiar num processo de ilimitada inferência em direcção à verdade, admitir que temos uma percepção sensorial da continuidade da interminável mediação racional.
A filosofia da continuidade de Peirce concebe a percepção e os seus ob- jectos como expressão da racionalidade, concebendo por seu turno essa raci- onalidade como objecto de percepção sensorial.60
Apel acredita que esta ênfase colocada na categoria de primeiridade após 1902-1903 se destina a resgatar a máxima pragmatista da lógica pragmática da investigação – terreno em que um reino universal de fins em si mesmo não pode aparecer – e Peirce é forçado a transcender a lógica que enquadrava o seu pragmatismo em direcção a uma fundação estética da cosmologia teleológica que desenvolverá como hipótese metafísica. Uma das consequências desse
58. “ it is generally said that the three normative sciences are logic, ethics, and esthetics,
being the three doctrines that distinguish good and bad; Logic in regard to representations of truth, Ethics in regard to efforts of will, and Esthetics in objects considered simply in their presentation”, in Collected Papers, 5.36.
59. In Collected Papers, 5.3.
60. “ In the fifth place it may be held that we can be justified in inferring true generality,
true continuity. But I do not see in what way we ever can be justified in doing so unless we admit the cotary propositions, and in particular that such continuity is given in perception; that is, that whatever the underlying psychical process may be, we seem to perceive a genuine flow of time, such that instants melt into one another without separate individuality.”, Collected Papers, 5.205.
turn final em direcção à primeiridade é a reabilitação da cognição intuitiva, que provoca uma revisão da base semiótica da lógica do conhecimento. Só nessa altura obtém Peirce uma reconciliação entre a “lógica da investigação” e a “lógica objectiva” da evolução.
Para incorporar a lógica da investigação na metafísica da evolução Peirce é compelido a operar uma revisão das fundações semióticas desta. O facto é que uma validade do processo de inquirição que repousa apenas sobre a vali- dade da inferência sintética, juntamente com a selecção mecânica de hipóteses obtidas através do confronto com os factos começa, nesta altura, a revelar-se insatisfatória para Peirce. Como surgem as hipóteses? A questão a que Peirce precisa responder é como, de entre miríades de intuições possíveis, o homem relativamente depressa descobre aquelas que têm afinidades com o real. Esta questão, que é muito diferente da questão da validade objectiva do processo de inferência sintética a longo prazo, a que Peirce respondera em 68, só pode ser solucionada em conjunção com a metafísica da evolução, pois demonstrar a validade da inferência sintética não explica, de todo, como é a experiência em geral possível.
Na opinião de Apel, após 1891 Peirce já tinha respondido na sua meta- física à questão da afinidade entre o conhecimento humano e a natureza em termos de um Idealismo Objectivo. A sua resposta interpretava a estrutura categórica da natureza como um estádio preliminar, inconsciente, e equiva- lente à estrutura categorial da lógica da investigação conscientemente apli- cada. Mesmo quando sustenta esta posição, a que dará o nome de Agapismo, Peirce encara como insatisfatória a sua tentativa de explicar a cognição bem sucedida apenas com base em introvisões aleatórias e à selecção mecânica daquelas que são utilizáveis, e por isso postula uma empatia simpatético- divinatória como tendência final da evolução.
Todavia, os instrumentos teóricos de que dispunha para dar tal passo eram escassos e só depois da fundação das ciências normativas, com o seu recurso explícito à consciência estética, foi possível usar a semiótica para articular a concepção de primeiridade da terceiridade, isto é, a percepção icónico- qualitativa da ordem ideal do universo em evolução.
Em 1903 Peirce tenta estabelecer a capacidade de experimentar o mundo através dos sentidos como a condição semiótica para a possibilidade do pro- cesso cognitivo. A função icónica da linguagem no predicado da frase, en- quanto primeiridade da terceiridade da síntese predicativa operada pela propo-
sição deverá ser capaz de capturar a expressão qualitativa do mundo e envolvê- la no processo racional de interpretação. A função cognitiva da primeiridade da terceiridade, que é uma espécie de iluminação da natureza das coisas, é responsável pela estrutura intensional dos conceitos e faz a mediação entre a lógica da investigação e as características da natureza de uma forma quasi- divinatória. “Daqui se compreende que Peirce tenha tentado, com a ajuda da função icónica, articular a analogia metafísica entre o processo de inferência na natureza e a inferência controlada do processo de inquirição. (...) Nesta visão iconicamente acentuada do universo como signo ou argumento que ob- tém uma representação de si próprio através da sua continuação consciente na actividade humana da ciência, o pensamento final de Peirce completa o seu idealismo semiótico e objectivo”.61
Todo este longo processo reabilita a abdução, a operação lógica que per- mite a introdução de novas ideias. Esta é um tipo de inferência que é a própria base da percepção e que, em tais casos-limite, é inconsciente. A abdução constitui a base de toda a intuição científica, expressando as qualidades icó- nicas da natureza numa hipótese linguística. A abdução é o primeiro passo de toda a experiência e inquirição, continuação do processo de inferência in- consciente da natureza. É a resposta espontânea e divinatória do homem ao seu ambiente, e nesse sentido equivale ao instinto animal. É claro que o tema de um logos criador é recorrente no idealismo alemão pelo menos desde o Renascimento, mas Apel considera que Peirce é alheio a tal influência; foi conduzido a esta ontologia semiótica pela sua transformação e revisão crítica do significado da filosofia transcendental kantiana, operações que se distin- guem claramente do idealismo alemão pois “Peirce não reduz o processo de pesquisa empírica ao processo da consciência tal como é construído pela filo- sofia transcendental. Antes, concebe todos os aspectos não transcendentais da cognição em termos de formação empírica de hipóteses”.62
61. “From here it becomes understandable that Peirce tried with the help of the iconic func-
tion to articulate the metaphysical analogy between the inference process in nature and the con- trolled inference process in inquiry. (...) In this iconically accentuated vision of the universe as a sign or argument which attains a representation of itself through its conscious continua- tion in the human activity of science, Peirce’s late thought completes his objective, semiotic Idealism”, in APEL, Karl-Otto, Charles Sanders Peirce — from Pragmatism to Pragmaticism, 1995, Humanities Press, New Jersey, p. 103.
62. “Peirce does not reduce the process of empirical research to the process of conscious-
A fenomenologia
Outra consequência do enquadramento da máxima pragmática em termos das ciências normativas (Lógica, Ética e Estética), é que estas reclamam como suporte mais duas ciências abstractas, que agem sem qualquer relação com o real. A primeira destas é a fenomenologia63 ou faneroscopia, do grego pha-
neron, como Peirce também lhe chama, a qual por sua vez demanda uma ma- temática pura, ciência que estuda a lógica formal das relações que a fenome- nologia pressupõe, e trata daquilo que poderia existir, num qualquer universo possível que considere.
Esta viragem fenomenológica, para “a primeiridade da visão”, põe a nu, diz Apel, uma aporia fundamental do pensamento do último Peirce, e que este, a despeito dos seus esforços, não consegue resolver totalmente.
A questão, tal como Apel a apresenta, é a seguinte. Na sua teoria da cog- nição Peirce apresenta a terceiridade (lei, regra, generalidade, continuidade, mediação) como podendo ser dada qualitativamente na percepção sob a forma de primeiridade; sendo que essa percepção, como cognição que é, tem, desse ponto de vista, de ser compreendida como terceiridade, sendo esta a forma mais perfeita que o modelo do continuum pode atingir. Ora a contradição re- side no facto de que o modo de visão próprio da fenomenologia, que é livre de interpretação, relações e pressuposições, dificilmente será compaginável com esta visão da imediatidade mediada. O argumento de Apel, aqui, é que o que não é mediado, devido às características semióticas do conhecimento, é destituído de significado, permanece preso ao instante presente e não pode
logical aspects of cognition in terms of empirical hypothesis formation”, in APEL, Karl-Otto, Charles Sanders Peirce — from Pragmatism to Pragmaticism, 1995, Humanities Press, New Jersey, p. 107.
63. “But before we can attack any normative science, any science which proposes to separate
the sheep from the goats, it is plain that there must be a preliminary inquiry which shall justify the attempt to establish such dualism. This must be a science that does not draw any distinction of good and bad in any sense whatever, but just contemplates phenomena as they are, simply opens its eyes and describes what it sees; not what it sees in the real as distinguished from fig- ment - not regarding any such dichotomy - but simply describing the object, as a phenomenon, and stating what it finds in all phenomena alike. (. . . ) I will so far follow Hegel as to call this science Phenomenology although I will not restrict it to the observation and analysis of experi- ence but extend it to describing all the features that are common to whatever is experienced or might conceivably be experienced or become an object of study in any way direct or indirect”, Collected Papers, 5.37.
ser interpretado, pelo que a possibilidade de a fenomenologia elaborar pro- posições com significado parece, à luz desta dificuldade, muito remota. Apel acaba por concluir que talvez a fenomenologia não necessite de se submeter à lógica semiótica que mede o significado das proposições pela sua interpretabi- lidade e verificação possíveis, mas mesmo em tal caso, diz, Peirce encontra-se numa situação muito semelhante à do primeiro Wittgenstein, quando é forçado aos “pronunciamentos místicos” sobre aquilo que se mostra mas se não pode nomear. “A dificuldade em que ambos os pensadores se encontram consiste evidentemente no facto de que as próprias condições de experiência sensorial e de comunicar e chegar a um acordo acerca das coisas do mundo real por meio da linguagem têm elas mesmas de ser descritas e afirmadas pela filoso- fia, seja ontologia ou filosofia transcendental; para Peirce estas condições são as três categorias da lógica semiótica, para Wittgenstein as relações “internas” que definem o espaço lógico da linguagem e do mundo”.64
Lawfulness e Evolutionary Love
Desta fase “metafísica” e “cosmológica” de Peirce Apel destaca o aspecto de que a noção de continuidade e evolutionary love serve fundamentalmente para explicar a existência de leis no universo, lawfulness, e por que as inferências humanas se acomodam de forma tão apropriada a essas leis que o governam.
Ao nível das produções escritas, este período inicia-se com Guess at the Ridlle,65 o esboço de um livro inacabado que Peirce se propusera fazer so-
bre o assunto, a que se seguem uma série de ensaios publicados na década de 90 em The Monist: The Architecture of Theories; The Doctrine of Necessity Examined; The Law of Mind; Man’s Glassy Essence; e Evolutionary Love,
64. “The difficulty that both thinkers find themselves in consists evidently in the fact that the
very conditions for the possibility of sensory experience and of communicating and reaching an understanding about things in the real world by means of language must themselves be described and stated by philosophy, be it ontology or transcendental philosophy; for Peirce these conditions are the three fundamental categories of semiotic logic; for Wittgenstein, they are the “internal relations” that define the logical space of language and the world”, in APEL, Karl-Otto, Charles Sanders Peirce — from Pragmatism to Pragmaticism, 1995, Humanities Press, New Jersey, p. 118.
65. Guess at the Riddle, Writings of Charles Sanders Peirce: A Chronological Edition, vol 6,
ed. FISCH, Max, et al., Bloomington, Indiana University Press, pp 166-210. A propósito deste texto pode consultar-se o excelente trabalho de John K. Sheriff, Charles Peirce’s Guess at the Riddle — Grounds for Human Significance, 1994, Indiana University Press, Bloomington.
pois nunca abandonou a concepção de que o desenvolvimento das ciências dependia de uma base metafísica sólida e adequada, que Peirce compõe re- correndo à pressuposição das três categorias, e ao princípio de continuidade e evolucionismo na natureza.
O ponto de convergência unificador do evolucionismo proposto por Peirce serão então as suas três categorias, cujo desenvolvimento já em One, Two, Th- ree66é proposto. Mais tarde, em Guess at the Riddle Peirce tratará então de-
talhadamente da “tríade”, isto é, da forma como as categorias se manifestam, em metafísica, psicologia, fisiologia, desenvolvimento biológico, e na física. Apel defende que a tese mais básica desta teoria da evolução é a seguinte: os conceitos fundamentais da ciência não são obtidos nem indutivamente, por “selecção natural” das teorias mais aptas, nem por construção de teorias gerais e a priori. Antes, o que explica que entre miríades de hipóteses possíveis o homem se debruce sobre um leque relativamente reduzido de respostas admis- síveis, e acabe, muito mais rapidamente do que seria de esperar, por encontrar a mais adequada, é uma “acomodação primitiva, quasi-instintiva, da mente humana ao ambiente que procura conhecer”.67 E que se baseia precisamente
no princípio de continuidade entre o homem e a natureza, a micro e a macro- física, o orgânico e o inorgânico.
As leis da natureza, e a uniformidade de que estas aparentemente por toda a parte gozam só podem ser explicadas como resultado da evolução – uma evolução que se dirige do caos inicial para níveis progressivamente mais ele- vados de ordem, e consequentemente, de lawfulness, e onde portanto conti- nua, à medida que leis e hábitos se vão sedimentando, a haver espaço para a espontaneidade. Este cosmos que evolui em direcção a hábitos mais rígidos obriga assim a supor que as leis da natureza não são absolutamente determi- nistas e introduz um elemento de acaso e indeterminação no quadro geral da sua concepção de natureza. Assim se explica historicamente a existência de leis.
O universo apresenta graus variados de hábito, mas não apresenta leis eternamente fixadas para todo o sempre. Estes hábitos de graus variados que
66. Writings of Charles Sanders Peirce: A Chronological Edition, vol 5, ed. FISCH, Max, et
al., Bloomington, Indiana University Press, pp. 166-210.
67. APEL, Karl-Otto, Charles Sanders Peirce — from Pragmatism to Pragmaticism, 1995,
a natureza revela vão desde a pura espontaneidade de certos processos de pen- samento, num extremo, ao comportamento à maneira de lei (lawlike) de vastos