B. Vaadettirenin Talebinin Ġçeriği
X. Lehdarın ve Vaadettirenin Alacak Haklarının ZamanaĢımı Bakımından
10.1. G
EOLOGIAL
OCALA denominação de Complexo Piedade é atribuída a Hasui (1973) e representa um extenso batólito granitóide de caráter sin-tectônico à orogênese brasiliana, identificado como “Tipo Pirituba”, os corpos graníticos que ocorrem nessa região. Fazem parte desta designação três tipos texturais distintos de granitóides: porfiríticos, ineqüigranulares e finos. Parte do Complexo Piedade foi denominado de Batólito lbiúna por Algarte et al., (1990), termo que foi corroborado por Hasui & Sadowski (1976).
Stein (1984) propõe a subdivisão dos granitóides da região em duas suítes distintas, a suíte granitóide Piedade, onde são individualizados os maciços designados Serra da Batéia e Sarapui e a suíte granitóide Pilar do Sul, de caráter posterior às demais suítes, constituída pelos stocks Pilar do Sul e Serra dos Lopes. Pires et al., (1990) descreveram a NW da cidade de Piedade três fácies de granitóides, sendo uma ineqüigranular róseo-acinzentada, mais freqüente; a segunda hololeucocrática e a última chamada de fácies esbranquiçada, com enclaves de rochas cálcio-silicáticas.
Janasi et al., (1990 e 1995) definem os granitóides intrusivos nos terrenos de alto grau metamórfico do Complexo Embu em uma associação cálcio-alcalina e outra peraluminosa, considerados como sin- orogênicos ao ciclo brasiliano. Estes autores descrevem também um outro tipo denominado Piedade, considerado como tardi- orogênico, composto por diversas fácies e que se associa às rochas encaixantes, levando supor a existência de corpos granitóides laminares e/ou lenticulares pouco espessos.
Janasi & Ulbrich (1992) atribuem o nome “Piedade” apenas para os biotitas granitóides porfiríticos aflorantes na região, enquanto que Janasi et al., (1990) e Leite (1997) através de estudos geoquímicos e petrográficos, consideram os granitóides da região de Piedade como tardi- orogênicos.
10.2. C
ARACTERIZAÇÃOF
ACIOLÓGICA DOM
ACIÇOP
IEDADEextensão total, estendendo-se a sul e sudoeste em uma extensa área não estudada ainda. Apresenta forma circular na área estudada, com disposição das faciologias, evidenciando uma zonalidade das fácies. Os tipos presentes são predominantemente biotita-monzogranitos, com textura porfiróide e fraca foliação. Assemelha-se visualmente ao Granitóide Ibiúna, porém seus fenocristais são menores e de tamanhos variados, e a composição da matriz mostra predominância dos termos com biotita. Termos do tipo mela monzogranitos porfiróides e hornblenda monzogranitos são mais escassos e localizados. Os sienogranitos porfiróides claros enriquecidos em fenocristais e empobrecidos em biotita e composições granodiorítica a monzodioríticas geradas principalmente pela diminuição da relação de fenocristais de feldspato potássico, são transicionais e localizados (Figura 8).
Os leuco-sienogranitos porfiróides claros constituídos pelo enriquecimento em fenocristais de feldspato potássico e rochas de composição granodiorítica a monzodioríticas geradas principalmente pela diminuição da relação de fenocristais de feldspato potássico, são transicionais e localizados Godoy et al., (1996 e 1999), Janasi et al., (1994). Foram selecionadas 12 amostras com determinação dos elementos maiores, menores e terras raras, das principais variedades litológicas desta seqüência.
Figura 8. Mapa Geológico esquemático do Maciço Piedade (Godoy et al. 1999).
10.3. P
ETROGRAFIA DAS FÁCIES DOM
ACIÇOP
IEDADEterminologias das associações definidas e já utilizadas em Godoy et al., (1999), bem como no mapa geológico de referência. A subdivisão e classificação do Maciço Granitóide Piedade obedecerá aos critérios composicionais, texturais, de cor e mineralógicos. Foi descritas1 fácies definida inicialmente como as mais propicia a exploração, segundo aos objetivos do projeto e que serão designadas informalmente de “Amêndoa Piedade”, adicionado de termos referentes à coloração dominante para as estas rochas. O Quadro 6 apresenta o sumário das características petrográficas da variedade Amêndoa Piedade.
10.3.1. Amêndoa Piedade Róseo - Tipo 16
Os biotita monzogranitos ineqüigranulares a porfiríticos rósea ocorrem dominando a parte principal do maciço. A foliação é incipiente e local, definida por orientação de máficos e estiramento do quartzo. A amostra estuda encontra-se identificada no afloramento da (Prancha 18.1), bloco analisado na (Prancha 18.2), fotos de detalhamento na (Prancha 19 – Foto 1 e 2) e por fotos tratadas por colorimetria, possibilitando a identificação modal das relações de feldspatos (Prancha 20 – Fotos A e B). O microclínio apresenta forma subédrica, com bordas retas ou corroídas e preenchidas por quartzo levemente apresentando processos de alteração (Prancha 21). O oligoclásio, em cristais subhédricos a euédricos, tem bordas retas a incipientemente corroídas, com a sericitização ocorrendo no núcleo ou em faixas concêntricas, indicando zonação composicional. O quartzo ocorre em domínios intersticiais, com extinção ondulante pronunciada e presença de cordões de subgrãos cruzando cristais maiores parcialmente recristalizados. O ferromagnesiano principal é a biotita e secundariamente hornblenda, parcialmente cloritizada, em lamelas de disposição caótica ou orientada. Os minerais acessórios presentes são a titanita, a apatita e o zircão. Os opacos são na maioria constituídos por magnetita. Só isso, não explica nada da passagem de inequigranular à porfiróide, e a matriz, contatos etc...etc
Prancha 18. Foto macroscópica de afloramento e detalhe do principal Tipo de Amêndoa Piedade
Róseo
Prancha 19. Foto macroscópica de detalhe do principal Tipo de Amêndoa Piedade Róseo.
Prancha 20. Ensaio de Colorimetria do principal Tipo de Amêndoa Piedade Roseo
Prancha 21. Microfotografia do principal Tipo de Amêndoa Piedade Róseo
Quadro 6. Sumário das características petrográficas da variedade Amêndoa Piedade Róseo Amêndoa Piedade
Amostra
Róseo Feldspato potássico 28 Plagioclásio 34 Quartzo 24 Biotita 7 Hornblenda 4 Muscovita 2 Apatita tr Zircão tr Opacos tr Acessórios Titanita - Sericita tr Epidoto - Clorita tr Carbonato - Secundários Hid.de Ferro - Índice de coloração (%) 11 Estrutura anisotrópica Textura Porfiróide Matriz Fina-Média Composição FK/Pl/Qz Cor RóseaForma Subedral ovaladas Tamanho Máximo (cm) 2,5 Tamanho Médio (cm) 0,4 Granulação Fenocristais Porcentagem ( %) - FK 28 N°de microfissuras /mm2 0,2 Intracristalina 100 Micro- fissuras (%) Intercristalina 0 Côncavo/Serrilhado 97,3 Plano 2,7 Contatos (%) Serrilhado 0 Alteração Mineral Média