BÖLÜM 2: TÜRKİYE’DE TERÖR HAREKETLERİNİN TARİHÇESİ,
2.3. Aşırı Sol Terör Örgütleri
2.3.1. Kuruluş ve Amaçları
Na avaliação ecológica da área, o reconhecimento das diferentes classes de solos, como decorrência de aspectos geológicos, climáticos, biológicos e geomorfológicos e condicionador do ambiente biológico e socioeconômico da região é de fundamental importância. A área em estudo não apresenta grande heterogeneidade de tipos de solos, mas registra diferenças morfo-pedogenéticas entre si, conforme figura 14. A distribuição de suas ocorrências confirma suas relações diretas com a vegetação.
De acordo com SEPLAN (2011), foram identificadas, quantificadas e mapeadas as seguintes classes de solos, descritas abaixo:
Latossolo Amarelo (classificação anterior a 1999) LVd – de acordo com SiBCS (1999) atualmente é denominado Latossolo Vermelho-Amarelho Distrófico LVd52 – Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico A moderado textura média fase Floresta Tropical Subcaducifolia, relevo plano; Podzólico Vermelho-Amarelo eutrófico e distrófico Tb A moderado e chernozêmico textura média/argilosa fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo suave ondulado; Latossolo Vermelho-Amarelo álico A moderado textura média fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo plano; Areias Quartzosas álicas A moderado fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo plano.
Solos minerais não hidromórficos, com horizonte B latossólico e coloração amarelada. Apresenta baixo teores de FeO3, na sua maioria menor que 7%. A fração argila é
constituída essencialmente de caulinita e uma porcentagem pequena de goethita.
São bem drenados, profundos com predominância de textura média, baixa relação textural e pouca diferenciação entre os horizontes. Sob o aspecto químico, apresentam baixa saturação de base, podendo ser álicos ou distróficos.
As principais limitações destes solos decorrem da forte acidez, alta saturação com alumínio extraível (casos dos álicos), e baixa fertilidade natural.
Podzólico Vermelho-Amarelo (sistema anterior a 1999) PVd – Argissolo Vermelho- Amarelo Distrófico (SiBCS, 1999) PVd27 – Podzólico Vermelho-Amarelo distrófico Tb A moderado textura média/argilosa fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo suave ondulado; Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico e álico A moderado textura média fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo plano; Podzólico Vermelho-Amarelo distrófico Tb A moderado cascalhento textura média/argilosa fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo suave ondulado e ondulado.
Solos minerais, não hidromórficos, com horizonte B textural não plíntico e distinta individualização de horizontes no que diz respeito a cor, estrutura e textura, a qual é mais leve no A e mais pesada no B, com cores variando de vermelho a amarelo.
São profundos a pouco profundos, moderadamente a bem drenados com textura muito variável, porém com predomínio de média no A e argilosa no horizonte Bt, inclusive com presença ou não de cascalhos. Solos com textura arenosa no A e média no B, ou somente argilosa ou média ao longo do perfil.
São solos que apresentam uma porosidade total baixa a média, possuindo a grande maioria argila de atividade baixa.
Plintossolo Álico (sistema anterior a 1999) PTa – Plintossolo Argilúvico Distrófico (SiBCS, 1999) PTa11 – Plintossolo álico Tb A moderado textura média fase Campo Cerrado relevo plano com murundus; Areias Quartzosas Hidromórficas álicas A moderado fase Campo Cerrado relevo plano com murundus; Plintossolo distrófico Tb A moderado textura média e média/argilosa fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo plano; Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico A moderado fase Floresta Subcaducifolia relevo plano; Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico A moderado plíntico textura média fase Campo Cerrado relevo plano com murundus.
A presença do horizonte plíntico (horizonte contendo mosqueados vermelhos e amarelos, macios quando úmidos, mas que endurecem irreversivelmente quando secam, formando nódulos duros), dentro dos primeiros 40 cm ou a te 160 cm, desde que abaixo de horizontes, com muito mosqueado de redução ou essencialmente petroplíntico é tida como a principal característica diferencial dos plintossolos (EMBRAPA, 1984; OLIVEIRA et al., 1992 apud Mato Grosso, 1996).
Quanto à quantidade de plintita no horizonte plíntico o requisito é que o ocupe no mínimo 15% do volume do horizonte e tenha no mínimo 15 cm de espessura (CAMARGO et al., 1987 apud Mato Grosso, 1996).
Areia Quartzosa Distrófica (sistema anterior a 1999) AQd – Neossolo Quartzarênico Distrófico AQd2 – Areias Quartzosas distróficas e álicas A moderado fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo plano e suave ondulado.
Esta classe compreende solos minerais arenosos hidromórficos ou não, normalmente profundos ou muito profundos, essencialmente quartzosos, virtualmente destituídos de minerais primários pouco resistentes ao intemperismo.
Possuem textura das classes de areia e arei franca (pelo menos até 2 m de profundidade); cores vermelhas, amarelas ou mais claras. São solos normalmente muito pobres, com capacidade de troca de cátions e saturação de bases baixas, frequentemente álicas e distróficas.
Solo Litólico Álico (sistema anterior a 1999) Ra – Neossolo Litólico Eutrófico Ra7 – Solos Litólicos álicos A moderado textura indiscriminada fase Cerrado Tropical Subcaducifólio relevo forte ondulado, substrato arenitos e siltitos; Podzólico Vermelho- Amarelo distrófico Tb A moderado pouco profundo textura média/argilosa fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo ondulado e forte ondulado. Cambissolo álico Tb A moderado textura média fase Floresta Tropical Subcaducifolia relevo forte ondulado. Afloramento de rocha relevo forte ondulado.
Estes solos ocorrem em condições de topografia acidentada, onde á a formação de um solo raso (< 50 cm), perfil tipo A-R, isto é, um horizonte A sobre a rocha, ou tipo A-C-R sendo C pouco espesso.
São solos minerais não hidromórficos de textura variável, frequentemente arenosa ou média cascalhenta, ocorrendo textura argilosa e raramente siltosa. São também heterogêneos quanto às propriedades químicas, podendo ser álicos, distróficos ou eutróficos, em função da rocha de origem e das condições climáticas.
8 – O RELEVO FATOR ESTRUTURANTE DA PAISAGEM E DA FRAGILIDADE AMBIENTAL
Por ser fonte de obtenção de leis e de padrões de comportamento espacial, o relevo institui-se o veículo de articulação dos elementos ecológicos e sociais que definem o sistema territorial operado pela sociedade em função dos seus objetivos e condições. (ABREU, 1985).
Ao apresentar propriedades dinâmicas ligadas a natureza e sócio reprodutoras, ligadas ao uso da terra pelo homem, o relevo apresenta grande importância no seu estudo e na relação com a análise da fragilidade ambiental, pois é um dos principais definidores de unidades de paisagens.
Sua compartimentação está em estreita relação com a distribuição dos demais atributos formadores da paisagem, como, p.ex., os solos e a vegetação. Assim, os estudos do relevo que visem o mapeamento, em especial das áreas com fragilidade potencial, são de grande valor na definição das melhores formas de uso, manejo e no planejamento territorial e ambiental da UC Parque Estadual Serra Ricardo Franco.