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BÖLÜM 2: TÜRKİYE’DE TERÖR HAREKETLERİNİN TARİHÇESİ,

2.2. Bölücü Terör Hareketleri

2.2.1. Kürt Irkı, Tarihi, Dili ve Kültürü

A análise empírica da fragilidade exige estudos básicos do relevo, do subsolo, do solo, do uso da terra, do clima. Os estudos passam pelo levantamento de campo, pelos serviços de gabinete, a partir dos quais gera-se produtos cartográficos temáticos de geomorfologia, geologia, pedologia, climatologia e uso da terra/vegetação. Dessa forma, os estudos dos solos prestam-se por um lado a avaliação da potencialidade agrícola (aptidão agrícola ou capacidade de uso) e de outro subsidia a análise da fragilidade do ambiente face às ações humanas ligadas à agropecuária. (ROSS, 1993).

Os levantamentos geológicos além da sua função primeira que é conhecer as potencialidades minerais são básicos para o entendimento da relação relevo/solo/rocha; as informações climáticas, sobretudo, as de chuvas (intensidade, volume, duração), se prestam tanto para a análise da potencialidade agrícola como para a avaliação da potencialidade para gerar processos erosivos, deslizamentos de terra, inundações.

A rugosidade topográfica do relevo (índices de dissecação), morfologia e declividades das vertentes são parâmetros importantes para classificar os graus de fragilidade ambiental.

Os levantamentos dos tipos de solos, de usos da terra, manejo dos solos para a agricultura, tratados integradamente possibilitam chegar a um diagnóstico das diferentes categorias hierárquicas da fragilidade dos ambientes naturais. (ROSS, FIERZ e AMARAL, 2009).

Para a análise da susceptibilidade erosiva ou da vulnerabilidade natural à perda de solo, utilizaram-se as propostas metodológicas de Ross (1992; 1994; 2000) que sugerem a avaliação dos terrenos segundo a análise integrada dos aspectos do meio físico, resultando em registros cartográficos que expressam a fragilidade natural dos terrenos. Nesse contexto, os termos fragilidade e vulnerabilidade significam a predisposição natural dos terrenos em serem erodidos.

A avaliação da área de estudo no que se refere às fragilidades ambientais foi utilizada a proposta metodológica de Ross (1994), em que se utiliza o conceito de Unidades Ecodinâmicas de Instabilidade Potencial e de Instabilidade Emergente, classificadas em graus de fragilidade. Essa proposta foi desenvolvida com base na concepção de Ecodinâmica definida por Tricart (1977).

Ambas as metodologias têm como objetivo proceder a análises integradas dos dados, resultados de combinações dinâmicas de elementos físicos, biológicos e antrópicos que fazem da paisagem um conjunto único e indissociável sempre em evolução (BERTRAND, 1971).

No modelo proposto por Ross (1992; 1994; 2000), a análise da fragilidade pode ser feita a partir dos aspectos relacionados ao relevo seguindo duas formas de abordagem: em trabalhos de escala média (1:50.000; 1:100.000) utiliza-se os Índices de Dissecação dos Relevos, abordando os aspectos morfométricos, e nos estudos em escalas de maior detalhe (1:25.000; 1:10.000; 1:5.000) utiliza-se como base as classes de Declividades dos Terrenos.

Para Ross (1994) as unidades de fragilidade dos ambientes naturais devem ser resultantes dos levantamentos básicos de geomorfologia, solos, cobertura vegetal/uso da terra e clima. Esses elementos tratados de forma integrada possibilitam obter um diagnóstico das diferentes categorias hierárquicas da fragilidade dos ambientes naturais.

A proposta metodológica atribui um índice de fragilidade que varia de 1 a 5 para cada componente do meio físico analisado, conforme o grau de fragilidade para cada parâmetro, conforme descrito em Ross (1992; 1994; 2000). O índice 1 indica maior resistência a ocorrência de processos erosivos e o índice 5 o contrário. Dessa forma, são analisados Formas de Relevo, Tipos de Solos, Cobertura Vegetal/Uso do Solo e a Pluviometria da área em estudo, sendo atribuído um índice de fragilidade para cada uma dessas características.

Após a definição do índice de fragilidade de cada elemento do meio físico, de forma automatizada, é feito a combinação das informações (associação entre os índices), que resulta no índice de Instabilidade Emergente ou Potencial, definindo a Classe de Fragilidade daquele ambiente. (SPÖRL e ROSS, 2004).

Este modelo propõe que cada uma destas variáveis seja hierarquizada em cinco classes de acordo com sua vulnerabilidade. Assim, as variáveis mais estáveis apresentarão valores mais próximos de 1, as intermediárias ao redor de 3 e as mais vulneráveis estarão próximas de 5. Desta forma, a partir da composição das relações destas quatro variáveis:

 Índices de Dissecação do relevo – categoria hierárquica muito fraca (1) a muito forte (5);  Solos – classes de fragilidade muito fraca (1) a muito forte (5);

 Cobertura Vegetal – grau de proteção muito alto (1) a muito baixo/nulo (5);  Pluviosidade – categoria hierárquica muito fraca (1) a muito forte (5).

Estabeleceu-se uma classificação da fragilidade por meio da composição entre estes quatro elementos, composta pelas categorias e algarismos acima mencionados. O primeiro relacionado ao relevo, o segundo ao solo, o terceiro à cobertura vegetal/uso da terra e o quarto à pluviosidade.

Da classificação desses algarismos (p.ex.: 1111, 1412, 2255, 3545, 5555), foi possível hierarquizar os graus de fragilidade natural. Nesta convenção, o conjunto numérico 1111 representa todas as variáveis favoráveis (fragilidade muito baixo), e o conjunto numérico 5555 apresenta todas as variáveis desfavoráveis (fragilidade muito forte).

De acordo com Santos (2007), a identificação do grau de fragilidade relativo ao relevo e dos demais elementos do meio físico é realizada por meio da combinação de ambos os métodos, tendo como referência as características identificadas nas unidades geomorfológicas, complementados pela caracterização do comportamento pluviométrico da região.

Para a confecção da carta-síntese de fragilidade, utilizaram-se as classes de declividade, estabelecendo os intervalos das classes de declividade utilizando os intervalos já aplicados nos estudos de capacidade de Uso/Aptidão Agrícola associados aos valores conhecidos de limites críticos de geotecnia.

As variáveis solo, cobertura vegetal/uso da terra e pluviosidade mantém os mesmos parâmetros aplicados para o modelo anterior. Cada uma destas variáveis foi classificada em cinco graus diferenciados de fragilidade, conforme orientações de Spörl e Ross (2004) e apresentado a seguir:

 Classes de Declividade – categoria hierárquica muito fraca (1) a muito forte (5);  Solos – classe de fragilidade muito baixa (1) a muito forte (5);

 Cobertura Vegetal – grau de proteção muito alto (1) a muito baixo /nulo (5);  Pluviosidade – categoria hierárquica muito fraca (1) a muito forte (5).