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İnsanın Yaratılışını İfade Eden Kavramlar

Belgede Kur'an'da beşer ve insan (sayfa 117-122)

6. Yöntem

2.4. İnsanın Yaratılışı ve Yaratma Kavramları

2.4.2. İnsanın Yaratılışını İfade Eden Kavramlar

No percurso aspectos ambientais globais, nossa intenção é realizar uma discussão voltada ao significado real de ciclo, levando em consideração os aspectos dinâmicos envolvidos. O que se problematiza nesse percurso é em que medida a existência de um ciclo pode garantir a não falta de água no futuro. Ou seja, trata-se de colocar a questão da eventual escassez futura na perspectiva da existência de um ciclo, que enfatiza a conservação da quantidade de água do planeta.

Os principais aspectos trabalhados nesse percurso vinculam-se às questões mais amplas como, por exemplo, aquelas relacionadas à esfera social, que envolve um número muito maior de indivíduos. Isso significa que projeções realizadas numa esfera menor (comunidade, escola, entre outros.) devem agora incluir questões globalizadas, ou seja, de grande escala.

Esse percurso vincula-se ao ciclo complexificado, já que também trata de um ciclo dinâmico. No entanto, há uma diferença: a discussão nesse momento deve incluir aspectos quantitativos da distribuição da água e dos problemas a ela relacionados, estabelecendo o vínculo de eventual escassez de água no planeta com o nosso ciclo complexificado.

O esquema a seguir (Figura 5.5) mostra os principais assuntos (abordagem temática) que serão discutidos nesse percurso e os conceitos a eles relacionados (abordagem conceitual). Nesse esquema também são apresentadas algumas questões norteadoras. A abordagem conceitual é realizada, principalmente, a partir de conceitos relacionados à Termodinâmica.

Figura 5.5 – Percurso 2: aspectos ambientais globais

ÁGUA

aspectos globais Questões

1. Se existe um ciclo, então a água não vai acabar? Essa questão permeará toda a

seqüência didática ou percurso.

2. Como se faz para quantificar o volume de água disponível no planeta? Nesta

etapa, procura-se encontrar métodos para quantificar a água no planeta.

3. As águas estão sempre se movimentando entre os reservatórios. Mas como isso ocorre? O intuito desta

questão é tratar a dinâmica do ciclo.

1. O que são bacias hidrográficas? Onde estão localizadas as maiores bacias?

Os aspectos geográficos são tratados aqui, sugerindo a possibilidade de um caráter interdisciplinar.

2. Onde estão as águas subterrâneas e quando tempo elas levam nesses reservatórios? O que distingue aqüíferos de lençóis freáticos? Por que há seca em alguns lugares e não em outros? O que pode modificar a distribuição das águas?

3. Como é a qualidade da água nos reservatórios naturais do Brasil? Onde aparecem desperdícios e poluição?

Novamente, a discussão volta-se às condições reais, ou seja, vividas pela comunidade. Nesse caso, as reportagens da vinculadas na mídia são boas opções.

Hidrodinâmica: tempo de residência da

água nos reservatórios continental, atmosférico e oceânico e seus fluxos Mudança de fases: condensação e evaporação da água. Aspectos dinâmicos

Distribuição de água no Brasil e no mundo

(bacias hidrográficas, aqüíferos, lençóis freáticos etc)

Processos de troca de calor envolvendo a água: condução, convecção e radiação.

TROCAS DE CALOR

Equilíbrio térmico x Não equilíbrio térmico Termodinâmica de sistemas abertos

Ciclo da água

A seqüência proposta inicia-se com a questão sobre o ciclo e a relação com a futura escassez da água ou ainda com questão A água irá acabar? Essa questão tem como objetivo instigar ou provocar os alunos, já que ela traz à tona o entendimento do que é ciclo. Se o conceito de ciclo for bem compreendido, pode parecer que sempre existirá água, já que sua massa total se conserva. Isso gera um grande desconforto para os alunos, principalmente para aqueles que já têm como verdade absoluta a falta de água no futuro bem próximo.

Em seguida, a proposta é discutir algumas possibilidades para quantificar o volume de água no planeta. Isso nos leva para dois caminhos interessantes. O primeiro deles refere-

se a uma discussão sobre o volume de água presente nos reservatórios. É possível mostrar, baseado em modelos, que existem algumas variações nos volumes de água de cada reservatório, explicitando assim o caráter aberto dessas questões. O segundo caminho dessa discussão leva aos possíveis instrumentos para realizar tais medidas14. Nesse caso, os pluviômetros são excelentes instrumentos a serem montados no ambiente escolar. Da mesma forma, pode-se medir a taxa de evaporação realizando os procedimentos adequados. Nessa etapa é importante discutir a variabilidade dos resultados de acordo com a latitude, estação do ano, hora do dia e outros fatores climáticos. Com isso, as mudanças de estados são contempladas e ainda podem ser associadas à energia envolvida em cada processo.

Figura 5.6 – Modelos de Pluviômetros

Obs.: o fluxo de massa associado ao ciclo da água pode ser medido pelos índices pluviométricos e de evaporação, usualmente expressos e, mm/ dia-mês ou cm/ ano, indicando as taxas de fluxo local, e variando em função da latitude, clima, localização,

entre outros.

Fonte: Strahler e Strahler, 1992: 101.

Até esse momento, abriu-se a possibilidade para que diferentes conceitos fossem trabalhados, dentre eles os processos de troca de calos e mudanças de fase. No entanto, as questões dinâmicas ficam mais evidentes quando a discussão volta-se ao fluxo das águas

no ciclo, considerando-o um sistema em contínuo movimento. Assim, uma primeira aproximação ao assunto converge para os principais reservatórios de água: continental, atmosférico e oceânico. O tempo de residência também pode ser tratado nesse momento.

O assunto que pode finalizar essa seqüência didática refere-se a distribuição de água no Brasil, com potencial para identificar as fontes de água da cidade que suprem a escola. Note que saímos de um ciclo amplo e chegamos numa questão um pouco mais próxima da realidade dos alunos.

Nesse momento, alguns assuntos como bacias hidrográficas e lençóis freáticos que permeiam a Geografia também podem ser abordados, pois os aspectos facilitadores como conceitos que envolvem o movimento e dinâmica das águas já foram estudados. A intrusão salina também é abordada nesse momento.

A questão final diz respeito à diversidade da distribuição de água no Brasil. Esse assunto proporciona uma discussão sobre a atual e futura escassez da água e ainda conduz a outros conhecimentos que implicam em questões ambientais, tecnológicos, sociais e políticos. Ao mesmo tempo, esse quadro permite também associar a questão do saneamento à disponibilidade de água, chamando atenção para a importância do caminho das águas depois de utilizadas, dentro do ciclo. Note que na etapa final propõe-se uma abordagem mais aberta, onde as informações podem ser obtidas em fontes mais recentes, sem se preocupar com um conhecimento já estabelecido ao longo dos anos.

Tal como no percurso 1 – um ciclo complexificado, outros conceitos podem ser tratados, dependendo dos interesses dos alunos e professores em questão. Quanto aos aspectos privilegiados nesse percurso, podemos apontar para uma aproximação da perspectiva CTS, já que partirmos de questões ambientais mais amplas e que incluem aspectos sociais em grande parte das relações estabelecidas.

Belgede Kur'an'da beşer ve insan (sayfa 117-122)