1.6. Bütçeleme Sistemleri
2.4.10. Bütçenin Denetimi
Na versão adquirida da ferramenta de modelagem ARIS Toolset, há um módulo denominado WebLink, que gera páginas HTML dos modelos armazenados. Esse módulo precisa ser adquirido à parte e permite gerar um conjunto de páginas relacionadas entre si por links, as quais contêm o modelo descrito. Esses links mantêm relacionamentos idênticos aos do modelo originalmente armazenado na ferramenta. Caso um construto que representa, por exemplo, uma determinada atividade (como desenhar) possuir um eEPC (extended Event Process Chain), que a explica com detalhes e está anexada ( “assign”) a ela no modelo original, surgirá um link nas páginas web, ligando esse objeto atividade ao modelo anexado. O usuário poderá, a partir do browser, “apontar” para esse link na página do objeto atividade e “navegar” em direção a este modelo detalhado.
A figura 5.29 mostra o menu utilizado para a geração das páginas na web. Escolhe-se o diretório contendo o(s) modelo(s) que se deseja transcrever para web e inicia-se, a partir do menu, um assistente que gerará as páginas, após solicitar alguns parâmetros como o formato com que se deseja gerar as figuras (JPEG ou GIF) e outros. Estas páginas são geradas em um diretório específico, que pode ser escolhido pelo usuário, de forma que, estando este diretório em um servidor web ou servidor de uma intranet, essas páginas tornam-se, conseqüentemente, disponíveis aos usuários que acessam o site na internet ou a intranet.
(a) Tela para inicialização da geração dos modelos na WEB
(b) Tela para especificação dos arquivos-padrão que servem de modelos para a geração das páginas WEB.
Figura 5. 29 : Menu da ferramenta ARIS empregado na geração de modelos em HTML
Este módulo é, na verdade, um objeto que gera essas páginas baseadas em três arquivos modelos (templates) em HTML: o primeiro que orienta a construção da página inicial, um modelo para as páginas que descrevem modelos e um de páginas que descrevem os construtos (objetos no sistema). Assim, a estrutura do site gerado por este assistente é sempre a mesma, contendo uma página inicial, páginas de modelo e páginas de construto (objetos). Na página inicial, aparece uma janela (um objeto ActiveX) que simula a árvore de diretórios da ferramenta, denominada “ARIS explorer”. Abaixo dessa janela, aparece uma lista de links para todos os modelos, em ordem alfabética. Desta janela, ou desses links, pode-se adentrar as páginas de modelo ou objeto.
As páginas de modelo, por padrão inicial da ferramenta, contêm o diagrama do modelo e listas, contendo todos os atributos deste modelo, os construtos que pertencem a ele (objetos) e o relacionamento com outros modelos. Recursivamente, seja apontando para as representações dos construtos contidos na figura do modelo ou diretamente da lista de construtos, é possível “navegar” em direção às páginas dos construtos (objetos) ou outras páginas de modelo.
As páginas de construtos (objetos) contêm, como padrão inicial: uma lista dos atributos do construto específico; uma lista dos relacionamentos destes construtos com cada um dos outros construtos e uma lista de ocorrências, isto é, dos modelos nas quais este construto é referenciado. Todas essas listas contêm links que podem ser acessados para se chegar até estes outros objetos ou modelos.
Os arquivos templates, utilizados pelos usuários para a personalização (“customização”) do site gerado pela ferramenta, são arquivos HTML, conforme exemplificado na figura 5.30. Pode-se adicionar estilos, cores e alterar a formatação das páginas, simplesmente formatando tais páginas modelo como se fossem uma página HTML tradicional. Por exemplo, com a ajuda de uma ferramenta de edição em HTML tradicional como Front Page ou Dreamweaver (veja a figura 5.30 a). A única distinção em relação a uma página tradicional da web é que essas páginas modelo (templates) contêm “tags” (instruções na linguagem HTML) especiais que são utilizadas somente pela ferramenta ARIS. Um exemplo de tag especial é apresentada na figura 5.30b. Trata-se de uma tag que imprime na página o título da base de dados.
(a) Visão geral da página modelo
(b) Exemplo de tag específica do ARIS
Figura 5. 30: Exemplo de arquivo-padrão em HTML empregado pelo ARIS na geração de páginas WEB de modelos de processo
Portanto o módulo Weblink da ferramenta ARIS cria páginas de modelo e objetos inserindo, dentro destas tags especiais, as listas e links conforme representados nos modelos. Os elementos padrão são mantidos, da mesma forma que os cabeçalhos e outros links que existirem no arquivo template. Os elementos essenciais da página, como as listas de atributos, de modelos e imagens das representações gráficas dos modelos, são gerados dinamicamente pelo módulo da ferramenta. O resultado final é um conjunto de páginas estáticas que representam todo o modelo descrito na ferramenta.
O primeiro passo da adaptação do módulo de Weblink da ferramenta, em direção a adequá-la à solução, consistiu, portanto, na criação de 3 novos arquivos modelos (templates) para a geração de páginas WEB: um para a páginas inicial, um para a página de modelo e um para a página de construto (objeto). A criação dessas páginas foi realizada conforme a programação visual padrão da intranet e omitindo “tags” especiais do ARIS, de forma a manter, apenas, as informações essenciais para a interpretação do modelo. Portanto algumas listas, como a de relacionamento entre objetos foram eliminadas dos modelos (templates).
Excepcionalmente, uma intervenção maior mostrou-se necessária na página inicial. O conjunto de páginas geradas sobre um mesmo modelo, o site do modelo, deveria refletir a mesma estrutura de visões definida no framework de modelagem, apresentado no capítulo 4. Isso significa poder “navegar” por entre tais páginas segundo a lógica das 6 visões. O objeto que simula o “ARIS Explorer”, presente na primeira página, mostrou-se bastante lento e também confuso. Incluía outras informações além das visões, tais como os diretórios de bases de dados do ARIS. Seria bastante difícil para o usuário final navegar nas visões do framework, empregando a estrutura de diretórios-padrão, conforme é feito pelo modelador e administrador de modelos, quando estes utilizam a ferramenta ARIS em si. Seria necessário, portanto, uma alteração radical na estrutura dessa primeira página, que permitisse a visualização das seis visões.
As tags específicas do ARIS para a criação do site são bastante restritas nessa versão da ferramenta. Era impossível, portanto, personalizar a primeira página de forma a organizar os modelos conforme as 6 visões por meio da personalização destas tags. A única solução possível foi alterar esta página depois de gerado o site
contendo todas as páginas do modelo. Do template original, somente a lista de models foi mantida, sendo eliminado, inclusive, o objeto “ARIS-Explorer”. Assim, depois de gerado o site, emprega-se uma ferramenta de edição de páginas web comum para organizar os links dos modelos gerados por ordem alfabética, agrupando-os em uma tabela conforme as 6 visões. Para que o usuário tivesse acesso a uma visão geral do processo foi adicionado o diagrama VAC (Value Added Chain), que descreve as fases gerais do processo (veja item 4.5.3), acima da tabela. Segundo esta estratégia, portanto, a página inicial recebe um tratamento diferenciado sendo reconstruída, depois de gerada, para obter-se o resultado apresentado na figura 5.31 (esse é o modelo da metodologia de modelagem). As figuras 5.32 e 5.33 apresentam, respectivamente, exemplos de uma página de modelo e uma página de objeto. Note que as páginas possuem poucas informações, pois contemplam apenas aquelas consideradas essenciais.
Figura 5. 32: Exemplo da página do tipo modelo gerada depois da customização
Figura 5. 33: Exemplo de página de um objeto gerada depois da customização