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Aylık prim ve hizmet belgesinde eksik gün nedeni olarak geçen 01 (istirahat) kodu ile bildirilen sigortalılar için bu bildirim

YARARLANMA ESASLARI

2- Aylık prim ve hizmet belgesinde eksik gün nedeni olarak geçen 01 (istirahat) kodu ile bildirilen sigortalılar için bu bildirim

Esta seção traz os resultados das entrevistas com os grupos focais. Para realização das entrevistas os professores do Departamento de Contabilidade foram divididos em quatro grupos. Foram convidados para participar, por intermédio de correspondências entregues em mão, apenas os vinte e cinco docentes que responderam ao questionário. A correspondência inicialmente agradecia a participação na etapa anterior e destacava a importância da participação na segunda etapa, e já estabelecia dias e horários para as entrevistas. Posteriormente, foi feito um contato por telefone, reiterando o interesse em obter a contribuição de todos. O critério para formação dos grupos foi inicialmente, a divisão entre os que tinham experiência administrativa na UFC e os que não a possuiam. A finalidade era ouvir, em separado, opiniões de pessoas que potencialmente teriam lidado com documentos como o PPP e o currículo e as que não tiveram essa oportunidade.

Na sequência, cada um destes grupos foi dividido em dois, separando-se os que tinham mais de dez anos e os que tinham menos de dez anos de trabalho como docente na UFC. Objetivou-se com isso, identificar se o conhecimento ou não dos documentos estava ligado ao tempo de trabalho e à experiência docente. Para subsidiar esta nova divisão, recorreu-se a Tochon (1992), como parâmetro, o qual assevera que o desenvolvimento profissional do professor passa por fases. Tentou-se, pela classificação de Tochon, alocar em um grupo, os neófitos e iniciantes avançados; e noutro, os competentes, experientes e expertos. Como era fácil de supor, esta divisão foi, em parte, desfeita, porque alguns, por compromissos outros, pediram a mudança do dia ou horário, acarretando na impossibilidade de analisar separadamente.

As entrevistas foram realizadas durante dois dias, em uma das salas da FEAAC, nos períodos da manhã e da tarde, totalizando quatro reuniões. Na véspera de cada reunião, os professores foram contatados por e-mail, lembrando-lhes o dia e horário de cada uma. Participaram ao todo, vinte e um professores. Entre os quatro professores ausentes estão, uma que se afastou para cursar doutorado em outro país e outros três que deixaram de comparecer. As reuniões tiveram em torno de quatro professores presentes a cada uma.

Todas as reuniões foram gravadas e contaram com a ajuda de uma aluna-bolsista que ajudou nos registros escritos e no manuseio do gravador. Ao final de cada sessão de entrevistas, e com o intuito de expressar agradecimento, os participantes receberam um exemplar do livro intitulado Pesquisa: Princípio científico e educativo, de Pedro Demo e foram convidados para participar de um momento de confraternização, no qual compartilharam de um lanche e tiraram fotos.

As perguntas direcionadas aos professores entrevistados constam no Apêndice B e envolveram questões ligadas à compreensão destes sobre projeto político-pedagógico, currículo, trabalho docente e a relação entre teoria e prática, ensino e pesquisa. Naturalmente, a despeito do roteiro, algumas perguntas deixaram de ser feitas a alguns entrevistados e outras surgiram conforme o momento. O estabelecimento de um roteiro se prendeu à necessidade de conduzir o grupo, mas houve liberdade para que cada professor falasse como e o que quisesse sobre o assunto. Algumas perguntas trouxeram à tona questões que incomodavam aos professores o que os levou a expressar a intenção de que mais reuniões como essas fossem realizadas no Departamento.

Embora tenha sido inviabilizada uma análise dos tipos estabelecidos por Tochon (1992) pôde-se perceber que, independente do tempo de magistério, o grupo, com base nas suas próprias falas, é composto em grande parte por professores “competentes” e “experientes”. Numa proporção menor, constam aqueles que estão há menos tempo no ensino superior, distribuindo-se entre “neófitos” e “experientes avançados”. Também não foi notada a existência de professores no estádio de “experto”. Inferiu-se que este estádio de desenvolvimento não tem ligação direta e imediata com o tempo de experiência, mas com a racionalidade que desenvolvem no trabalho docente, tendo sido possível ver com clareza suficiente que os condicionantes pessoais de cada um, como a identidade, os valores e visão de mundo, são ingredientes essenciais desta composição.

Para assegurar a fidelidade do texto, foram feitas novas escutas das gravações, o qual foi complementado com algumas acentuações dos registros escritos. Com base em Gibbs (2009), procedeu-se à análise qualitativa dos dados, iniciando-se por codificar o texto no

sentido de captar os sentidos e as interpretações dos entrevistados. Para chegar a essa codificação elegeu-se como categorias temáticas:

i) Participação na elaboração do PPP e do currículo ii) Análise do PPP e do currículo atuais

iii) Vinculação do currículo à prática docente

iv) Capacidade de associação de alunos e colegas ao trabalho docente vi) Estabelecimento da relação entre teoria e prática

vii) Realização de atividades de pesquisa e extensão

Essas categorias foram definidas com amparo nas descrições extraídas das próprias falas dos docentes, portanto precisaram ser transformadas em categorias analíticas. Surgiram assim, as seguintes:

i) Concepção do PPP e seu componente participativo

ii) Sentido prático atribuído ao currículo e a noção do seu caráter ideológico iii) Percepção do trabalho docente e seu caráter interativo

iv) Visão da relação entre teoria e prática, ensino, pesquisa e extensão e a indissociabilidade entre estas.

Procurou-se não esgotar a análise neste ponto, principalmente porque a finalidade dos grupos focais, nesta pesquisa, era a de selecionar os professores que efetivamente participariam da pesquisa colaborativa. Consoante Gibbs (2009) foi criado um quadro comparativo que culminou com o estabelecimento de uma tipologia que identificaria definitivamente os colaboradores. A elaboração do Quadro 1 resultou da consolidação e síntese dos discursos, enquadrando-os às categorias analíticas retromencionadas. Acrescentou-se ao conjunto de pronunciamentos a manifestação de contribuir com a pesquisa colaborativa, posicionamento este obtido informalmente durante os intervalos das entrevistas com os grupos focais. Nestas ocasiões, alguns manifestaram claramente a satisfação e a necessidade de participar de mais momentos de diálogos como aqueles.

A tipologia adotada consiste no Perfil técnico ou instrumental, Perfil prático-reflexivo e o Perfil crítico-reflexivo (FENDLER, 2003; GHEDIN, 2007). O objetivo foi selecionar colaboradores que partilhassem de uma mesma compreensão sobre a ação educativa de forma que pudessem conjugar esforços ao que se envida na pesquisa e conferir viabilidade à investigação. Neste caso em especial, foi preciso utilizar deste artifício, pois reflexão e diálogo são conceitos de ampla aceitação na área de educação, independentemente do eixo de formação do docente, seja o tradicional ou o crítico. Logo, foi necessário estabelecer os colaboradores mais adequados, ou seja, aqueles cujos sentidos de reflexão e diálogo fossem convergentes com a linha da pesquisa. As definições de cada perfil são as seguintes:

a) Técnico ou instrumental

Para estes, reflexão é a introspecção feita com o objetivo de abrir as mentes dos professores, fazendo-os dispostos a assumir responsabilidades para decidir e agir. Há uma compreensão de que a teoria é produção de intelectuais e a prática é a produção dos práticos.

b) Prático-reflexivo

Para estes, reflexão é pensar; é o modo de refletir sobre a educação, que envolve a habilidade para fazer escolhas racionais e assumir responsabilidades por essas escolhas. Nesta perspectiva, refletir é extrair significados decorrentes das experiências advindas da ação concreta.

c) Crítico-reflexivo

Para estes, a reflexividade não pode se reduzir ao âmbito dos problemas pedagógicos que ensejam as ações particulares realizadas em sala de aula, devendo-se também analisar as ações pedagógicas no contexto social e histórico em que acontecem. É por meio da interação com o outro que a capacidade de refletir se desenvolve.

Do exposto, depreende-se que os técnicos entendem ser o conhecimento obtido pela observação neutra dos objetos, tarefa essa dos pesquisadores; o professor apenas o transmite e por isso, aprender é assimilar este conhecimento. Para os prático-reflexivos, o conhecimento é subjetivo, ou seja, é produzido com base na experiência do próprio professor. Já os crítico-reflexivos entendem que o conhecimento é intersubjetivo e é

produzido mediante o processo dialógico vivenciado com o outro. É feita neste caso, uma mediação entre o objetivo e o subjetivo para apreender uma realidade e transformá-la.

Confirmou-se que os recém-ingressos na carreira docente, em geral, assumem o perfil instrumental e conseguem ao longo da experiência docente migrar para o patamar prático- reflexivo. A pesquisa e a extensão constituem-se, em boa parte das situações, como responsáveis por essa mudança, segundo se constatou, mesmo quando não são diretamente associadas ao ensino. O isolamento, muitas vezes inerente ao estádio inicial da carreira, é uma barreira para romper com a formação tecnicista. Segundo depoimentos esta tem sido superada com projetos de iniciativa da UFC, como o projeto CASA28, por exemplo, voltado para professores recém-admitidos.

O Quadro 1 apresenta o resultado do processo de codificação do texto com uma síntese das falas, segregadas de acordo com as categorias analíticas, e a definição, por meio da análise tipológica, dos professores que se aproximam do perfil crítico-reflexivo. Naturalmente, a classificação exposta é uma aproximação da tipologia estabelecida por Fendler (2003) e Ghedin (2007) e por isso mesmo provisória e susceptível aos vieses em que se pôde incorrer na pesquisa. Tem, por conseguinte, o mérito de apenas apontar os sujeitos com maior potencial colaborativo.

Observa-se neste mesmo Quadro que há, ainda, a predominância do perfil instrumental, mas já se encontram alguns professores que esboçam uma postura mais reflexiva e até mesmo crítica. Esta mudança gradual de perfil é resultado das mudanças nos próprios normativos contábeis, que tem sido dosada pela própria especificidade do ambiente em que esses profissionais atuam. Nota-se que os professores agem como porta- vozes deste universo, não lhes causando estranheza alguns procedimentos dentro da universidade. Entende-se que, se no mundo do trabalho sobra pouco espaço para a crítica, na academia esta deve ser a marca do próprio trabalho docente.

A Desconhece. O PPP envolve os objetivos da Universidade relativos aos cursos da FEAAC. O PPP deveria ser algo via Departamento ou Coordenação para que os

professores tomassem conhecimento deste.

O currículo de curso que é como o curso está organizado, seria a grade curricular na qual constam as disciplinas, a carga horária, quantidades de créditos que o aluno tem que cumprir para fechar aquela grade daquele curso. Não houve impacto significativo do currículo novo sobre as práticas.

O trabalho docente é algo gratificante.O Departamento não interfere no trabalho.

São próximas e diferentes. Sim Instrumental

B Desconhece. Não viu esse documento. Conhece o da UFC pela mídia.

São as disciplinas, os prerrequisitos... Há necessidade de buscar mais atualizações. Estou dando mais valor à pesquisa, mas isso eu adquiri depois do mestrado e depois com a chefia do Departamento.

É um trabalho de sacerdócio. Vê o trabalho docente como algo nobre, absorvente. Hoje vê a dedicação do Departamento à pesquisa.

No mestrado fui despertado para a pesquisa. Até hoje acompanho e oriento monografias, mas, se pudesse, preferia sala de aula.

Sim Prático- Reflexivo

C Desconhece. Está participando do Projeto

CASA, que busca envolver os docentes em outros projetos além da sala de aula.

O currículo é resultado de uma briga para manter as disciplinas, pois disto depende a manutenção do seu emprego ou do seu status (públicas). Quando cheguei, já estava no currículo novo, não houve adaptações.

O trabalho docente é uma referência; entrei como complemento de renda. A precariedade existe muito.

Pesquisa é fundamental. Ela não ocorre dissociada da prática. Liga-se pesquisa à produção científica, embora exista a pesquisa para o cotidiano.

Sim Prático- Reflexivo

D Desconhece. É a política para definir as disciplinas de acordo com o mercado, tecnologia e outros parâmetros de educação.

Currículo é mais que um conjunto de disciplinas. É um conjunto de pensamentos, correntes. A maioria das minhas sugestões não foi atendida. Não houve impacto.

O trabalho do docente está precarizado. Aula é parte do trabalho, mas a universidade não reconhece o trabalho a não ser que estejamos em sala de aula.

O professor que não pesquisa transmite o que está nos livros segundo Pedro Demo. A pesquisa é importante. Sim Prático- Reflexivo E Desconhece. PPP é toda a estruturação do Curso. Compreende currículo, compreende a política pedagógica da Instituição.

Currículo é a formatação das disciplinas, de acordo com o profissional que se quer formar. Não participou da formatação do currículo, como professora, não.

O trabalho docente é de extrema dedicação. Não se reduz à sala de aula; tem toda uma preparação. A função docente é bem ampla.

Além de passar a teoria tem que passar para os alunos conhecimentos de cidadania, de ética. O papel do professor não se encerra na sala; o papel maior é formar cidadãos.

F Desconhece. Não entende o que é o PPP. Entende que o político é um conjunto de pessoas e o pedagógico que entende como andragógico. Foi feito por força de obrigatoriedade e não por iniciativa das pessoas.

Tem uma crítica forte aos currículos. Currículo é um problema de todos. Numa época de internet, carecia de uma mudança, de incluir os alunos nessa discussão. A grade curricular atende mais às necessidades do corpo docente do que do ensino.

É o trabalho de trazer o povo de baixo; invade a pessoa. O trabalho docente no Departamento de Contabilidade é individual. O isolamento dos professores é abismal.

Sobre débito e crédito, os computadores já atendem. Não existe discussão e preocupação com isso. Na USP eram contadores que ensinavam Contabilidade. Hoje os professores da USP são professores que vão formar pessoas que serão contadores. Os professores da USP deram uma guinada para a pesquisa. Aqui a metodologia é voltada para elaborar a monografia.

Sim Prático- reflexivo

G A instituição (UFC) não tem; pelo menos que seja conhecido. Visa a uma formação.

O currículo é uma forma de operacionalizar o PPP. Com a mudança do currículo a minha área sofreu um remendo; mudaram o nome da disciplina e mantiveram a mesma ementa e o mesmo conteúdo.

Acha o trabalho docente desvalorizado. Em vez de salários deveriam melhorar as condições de trabalho e melhorariam o desempenho.

A prática e a pesquisa estão na pessoa do professor e na proposta institucional. A pesquisa e a prática não podem estar dissociadas da teoria.

Sim Crítico- Reflexivo

H Foi formalizado, mas não discutido com o colegiado. Deve ter sido elaborado por um grupo de pessoas, acredita. Não observou mudança.

Sente-se desinformado; não percebeu mudanças nas disciplinas da sua área, talvez em outras.

A prática na UFC baseia-se em livros, não estimulam a pesquisa, até mesmo para não ficar defasado em relação ao aluno. O trabalho é isolado. Deveria haver mais apoio por parte da instituição.

Não há. Não Instrumental

I Desconhece. Entende que é um documento que vai falar sobre a filosofia, a que se propõe o curso.

Compreende a distribuição das disciplinas obrigatórias e optativas, prerrequisitos. Sabe que mudou há pouco tempo. Tem estudado muito para acompanhar as mudanças. Não mudou sua prática docente.

Envolve a transmissão do conhecimento; preparar as aulas. Envolve a parte relacionada com a pesquisa. Extrapola a sala de aula e a parte da pesquisa professor/aluno, envolvendo graduação e pós-graduação.

Os trabalhos de pesquisa e os de extensão são isolados. Nós não temos um ambiente na FEAAC para a pesquisa. Geralmente os grupos ou trabalhos são iniciativas pessoais.

J Desconhece. Não imaginava

que tinha isso. O currículo não deve abranger disciplinas somente nas áreas de Contabilidade. Deve atender também à formação geral (humana). O PPP não afetou em nada sua prática.

É a associação da docência com a pesquisa; saber quais são os temas relevantes, a possibilidade de explorar o potencial das pessoas e da Universidade.

Busco o viés de trazer a prática. Acho importante a associação da docência com a pesquisa. Acredito que temos que aproveitar esse espaço de docência para pesquisa.

Sim Prático- Reflexivo

K Acha que é mutável. Muitas instituições já tinham, mas agora está mais formal. Os cursos não tinham o perfil do egresso. Deve conter toda estrutura mínima, currículo, ementas.

São importantes as relações interpessoais. O conhecimento é uma via de mão dupla. No curso de Psicologia, reúnem-se em mesas redondas para discutir. É preciso haver ações nesse sentido para discutir isso. Alguns se atualizam, outros não.

O trabalho docente não pode estar desconectado do colega. O aluno vê o professor como uma referência. É um trabalho de dentro e fora da sala de aula.

Com as mudanças contábeis, a pesquisa tem despertado interesse de alunos.

Sim Crítico- reflexivo

L Deve conter os requisitos, o perfil, as características gerais e específicas. Ele se modifica.

Nosso currículo não tem um viés. Acho isso positivo. Depois da graduação, o aluno escolhe na pós-graduação em que quer se especializar. Tive que me preparar cada vez mais.

É um trabalho importante; passar conhecimento não é só passar, é fazer com que aprendam. É muita responsabilidade.

É um trabalho que ajuda na área da docência, uma complementa a outra. Adoro fazer pesquisa e tenho que dar aula; e uma complementa a outra.

Não Instrumental

M Desconhece. Está num

processo de implementação. O foco grande hoje é o setor governamental. Os alunos sentem a necessidade de aprender Direito, Filosofia.

Acha fascinante, passar o que você conhece. Procurar trazer casos que estão acontecendo. É um trabalho de equipe.

Pesquisa é fundamental.

Enriquece a sala de aula. Sim Prático-Reflexivo

N O PPP é a alma do curso. É a base dos valores em torno do qual o que vier a ser feito, gira em torno dele.

Acha importantes o corpo docente, a multidisciplinaridade. As mudanças são uma preocupação permanente.

A maior grandeza da docência está em poder compartilhar.

Em relação à pesquisa, é dever da Universidade confrontar pesquisa, ensino e extensão. Compreendo as dificuldades dos alunos com monografia.

Sim Prático- Reflexivo

O Admite que não conhece. Acredita que dá direcionamento ao curso; estabelece diretrizes; estabelece as estratégias.

É interessante sair com uma formação mais geral e com um leque para escolher. Não mudei as práticas docentes em função do currículo; estava fora na época.

Algo bastante nobre e de grande responsabilidade. A

transmissão de conhecimentos é uma

parcela dele, mas motivador também. Tem que saber o que e como fazer essa transmissão.

A pesquisa é uma atividade importante e que consome muito tempo.

P Depois da LDB e SINAES, os professores estão relativamente informados sobre o assunto.

Sem resposta É um desafio. É uma arte. Sem resposta Não Instrumental

Q É um documento no qual estão todos os requisitos, regras e filosofia que compõem o curso. É a matriz de um curso. Composto pelas condições físicas, condições para os aprendizados, biblioteca.

Seleção das disciplinas que atendem o projeto político- pedagógico. É preciso que o coordenador estimule as reuniões, sentem para discutir. Mudou as suas práticas em função da experiência e não do currículo. Os professores são estimuladores de conhecimento e não transmissores. O ensino é decorrente da

pesquisa. Não Prático-Reflexivo

R Sem resposta Percebe que o currículo é o formador do aluno. Não mudou suas práticas docentes.

Se conseguir que o aluno traga o conhecimento para a realidade, estou fazendo o meu trabalho docente.

Pesquisa-se para aprofundar conhecimento, estar antenado na realidade e transmitir conhecimento.

Sim Instrumental

S Tem uma diretriz. O profissional que você quer formar. Com base dessa ideia de como este conhecimento será transmitido.

O currículo é o plano de materialização do projeto político-pedagógico. Quando cheguei estava numa etapa de transição, então minha prática docente já foi baseada nesse currículo.

É uma responsabilidade muito grande. Para o aluno você é uma referência.

A pesquisa é fundamental para manter você conectado com a realidade. Como eu vou discutir Contabilidade se não coloco o “pé” no mercado?

Não Instrumental

T Na verdade não conheço. Como não tenho conhecimento, não posso falar.

Arsenal de disciplinas, matérias colocadas à disposição dos alunos para que tenham um conhecimento multidisciplinar. Não sei quais são as práticas exigidas no PPP.

Ensinar é transmitir conhecimentos, repassar conhecimentos, trocar ideias, manter-se atualizado.

O ensino tem um resultado concreto, a pesquisa, não;pelo menos eu não vejo. Tento dosar a teoria com a prática.

Não Instrumental

U Conjunto de pensamentos ou ideias que vão nortear o alcance de certos objetivos.

Conjunto de disciplinas que vão servir para alcançar os objetivos. Como não conheço o PPP, não sei como fazer a adequação.

Trabalho docente é dedicação. É trabalho de pesquisa. É uma atividade eminentemente de cunho didático.

Procuro fazer esta relação na medida do possível buscando publicar, ter produção científica em revistas fora do País.

Não Instrumental

Síntese O PPP é desconhecido de

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Benzer Belgeler