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AVRUPA BİRLİĞİ İÇİN ANAYASA OLUŞTURAN ANTLAŞMA VE ÜYE ÜLKELER ÜZERİNE ETKİSİ

2.1. Egemenlik ve Egemenlik Devri İle İlgili Değişimler

2.1.1. Avrupa Birliği’nde Egemenliğe Yönelik Genel Yaklaşım

5.1 ENSAIO I: Variáveis Zootécnicas

A avaliação das médias mostra que no ganho de peso (GP), os grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com Pc, Cc e CL não diferiram do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada (controle), após os 90 dias de suplementação (tabela 3).

O grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg (Cc) teve maior ganho de peso (P< 0,05) que o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% (Pc) e o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg (CL).

Na avaliação do ganho de comprimento total (CT), nenhum dos grupos de tilápia do Nilo alimentadas com dieta suplementada com Pc, Cc, CL se diferenciaram do grupo de tilápias alimentadas com dieta não suplementada (controle) durante os 90 dias do ensaio experimental (tabela 3).

Na avaliação da conversão alimentar (CA) também não foi observado interação dos grupos de tilápia do Nilo alimentadas com dieta suplementada com Pc, Cc, CL na comparação do grupo de tilápias alimentadas com dieta não suplementada (controle) durante os 90 dias de suplementação (tabela 3).

A avaliação das médias mostra que a taxa de crescimento especifico (TCE) não teve diferença significativa (P< 0,05) nos grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com Pc, Cc e CL em relação ao grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada (controle) após os 90 dias de suplementação (tabela 3).

O grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg (Cc) teve taxa de crescimento especifico maior (P<0,05) que o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura Saccharomyces cerevisiae 0,3% (Pc) (tabela 3).

Tabela 3. Valores médios e desvio padrão do ganho de peso (GP), ganho de comprimento

total (GCT), conversão alimentar (CA) e taxa de crescimento especifico (TCE) de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada (Controle), suplementada com parede celular da levedura S.cerevisiae a 0,3% (Pc), suplementada com carboquelato de cromo 18mg/Kg (Cc) e sua associação parede celular da levedura S. cerevisiae a 0,3% e carboquelato de cromo 18mg/Kg (CL).

Controle 352 ± 75 AB 11,5 ± 1,5 A 2,3 ± 0,8 A 0,8 ± 0,3 AB Pc 290 ± 84 B 11,9 ± 1,5 A 2,1 ± 0,9 A 0,6 ± 0,2 B Cc 391 ± 99 A 12,3 ± 1,1 A 2,3 ± 0,8 A 0,8 ± 0,3 A CL 307 ± 88 B 12,1 ± 1,0 A 1,9 ± 0,8 A 0,6 ± 0,2 AB Dietas Variáveis GP (g) GCT (cm) CA TCE (%dia)

Médias aritméticas (n=20) com pelo menos uma letra em comum não diferem entre si pelo teste de Tukey (p<0,05). Análise de variância estatística está representada por letras maiúsculas (nas colunas) para comparação entre os tratamentos avaliados.

5. 2. ENSAIO II: PROCESSO INFLAMATÓRIO

Para reduzir a variabilidade entre uma amostra e outra, os resultados obtidos na contagem global e diferencial de células (trombócitos, linfócitos, macrófagos e granulócitos) foram transformados em log x + 1 e realizado a análise de variância. Para melhor compreensão as médias e o erro padrão foram expressos nas tabelas 4 a 8 e nas figuras 2 a 6 em valores absolutos.

A figura 1 apresenta aspectos morfológicos dos tipos celulares observados no exsudato da bexiga natatória das tilápias do Nilo após a indução do processo inflamatório.

C

A

D

B

L G M G T

Figura 1. Morfologia do componente celular encontrado no exsudato da bexiga natatória de tilápias

do Nilo após indução do processo inflamatório. Granulócitos (G), trombócitos (T); Linfócitos (L) e macrófagos (M). colodieta May Grünwald–Giemsa–Wright. Objetiva: 1000X.

5.2.1 Contagem global de células no foco inflamatório

O acúmulo de células na aerocistite induzida pelo S. agalactiae atingiu valores máximos 12 horas após o inicio do processo inflamatório (Figura 2). A contagem global de células no exsudato das tilápias alimentadas com dieta não suplementada e inoculadas com S. agalactiae (T2), revelou quantidade significativamente maior no

número de células totais (P<0,05) em relação ao grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina 0,65% (T1) em

Com a evolução da inflamação verificou-se que o acúmulo maior de células inflamatórias (P<0,05) foi no grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com carboquelato de cromo e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4) 12 horas após a indução do estímulo inflamatório (tabela 4).

O grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3) e o

grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com carboquelato de cromo e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4) tiveram maior acúmulo de

células inflamatórias (P<0,05) do que o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina 0,65% (T1) 12 após a indução do

estímulo inflamatório (tabela 4).

Após 24 horas de indução do estímulo inflamatório todos os grupos de tilápias do Nilo alimentadas com as rações suplementadas e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3, T4 e T5) diferiram (P<0,05) do grupo de tilápias do Nilo alimentadas

com dieta não suplementada e injetadas com salina 0,65% (T1) conforme

apresentado pela tabela 4.

A associação de ambas as suplementações (T5), não causou efeito

potencializador sobre o acúmulo de células no foco inflamatório, uma vez que este acúmulo foi menor (P<0,05) neste grupo em relação ao grupo (T2) 12 horas após a

indução do estímulo inflamatório (tabela 04). Nos tempos subsequentes de 24 e 48 horas após a indução do estímulo inflamatório o (T5) não diferiu do grupo de tilápias

do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T2) (tabela 4).

Os resultados da contagem global das células inflamatórias presentes no exsudato na bexiga natatória das tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5

avaliadas 12, 24 e 48 horas após a indução do processo inflamatório estão expressos na tabela 04 e na figura 2.

Tabela 4. Valores médios, erro padrão da média e análise de variância da contagem global

de células inflamatórias presentes na bexiga natatória de tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5

Médias (N=8) seguidas de pelo menos uma letra em comum não diferem entre si pelo teste de Tukey (p<0,05). Letras maiúsculas para colunas na comparação entre os tratamentos dentro de cada período e letras minúsculas para linha entre os diferentes tempos. Células totais T1 T2 T3 T4 T5 T1 T2 T3 T4 T5 T1 T2 T3 T4 T5 0 3000 6000 9000 12000 15000 12h 24h 48h

de cél

ul

as

Figura 2. Valores expressos com a média (N=8) e o erro padrão da contagem global de células

presentes no exsudato da bexiga natatória de tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliados

12, 24 e 48 horas após a indução do processo inflamatório.

637 ± 101 Ca 1606 ± 682 Ba 559 ± 137 Ba 6386 ± 2995 Ba 2993 ± 1003 Aa 1358 ± 405 Aa 9634 ± 4303 ABa 3004 ± 425 Aa 1527 ± 189 Ab 10237 ± 2487 Aa 5122 ± 636 Aa 2119 ± 584 Ab 1674 ± 338 Ca 3280 ± 718 Aa 2015 ± 620 Aa 24 horas 48 horas eutanasia pós-inoculação T3 Levedura bactéria Tratamentos/cells totais T5 Cromo+levedura bactéria T4 Cromo bactéria

T1 Não suplementada salina

T2 Não suplementada bactéria

5.2.2 Contagem de trombócitos no foco inflamatório

A contagem diferencial revelou aumento significativo (P<0,05) de trombócitos na bexiga natatória do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T2) na comparação com o

grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina 0,65% (T1) em todos os tempos avaliados (12, 24 e 48 horas) após a indução

do processo inflamatório (tabela 05). Tal comparação demonstra que o maior acúmulo (P<0,05) de trombócitos na bexiga natatória foi induzido pela inoculação do

S. agalactiae inativado, já que ambos os grupos (T1 e T2) foram alimentados com

dieta não suplementada (figura 3).

Na contagem total de trombócitos da bexiga natatória houve maior acúmulo (P<0,05) no grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3) e no grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta, suplementada

com carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4)

na comparação com o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina 0,65% (T1) em todos os tempos avaliados (12,

24 e 48 horas) (tabela 5).

Porém não foi observado efeito das suplementações na contagem de trombócitos da bexiga natatória, uma vez que, nenhum dos grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada e também inoculadas com S. agalactiae inativada (T3, T4 e T5) diferiram do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta

não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T2) após 12 horas da

indução do processo inflamatório (tabela 5).

O trombócito foi o tipo celular predominante no exsudato da bexiga natatória do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T2), observado 12 horas após a indução do processo

inflamatório e reduzido gradualmente (P<0,05) até 48 horas de indução do processo inflamatório.

Na comparação entre os tempos avaliados (12, 24 e 48 horas após a indução do processo inflamatório) o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta

suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e inoculadas com

S. agalactiae inativada (T3) e o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta

suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4) tiveram redução significativa de trombócitos (P<0,05) após 48 horas

de indução do processo inflamatório coincidindo com a evolução da resposta inflamatória em cada um dos grupos (tabela 5).

No grupo de tilápia do Nilo alimentada com dieta suplementada com a associação de parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T5) observou-se maior

acúmulo de trombócitos 12 horas após a indução do processo inflamatório, entre tanto, esse aumento não foi significativo não diferindo dos resultados observados 24 e 48 horas após a indução do processo inflamatório (figura 3).

Os resultados da contagem de trombócitos no exsudato inflamatório da bexiga natatória das tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliadas 12, 24 e

48 horas após a indução do processo inflamatório estão expressos na tabela 5 e ilustrados na figura 3.

Tabela 5. Valores médios, erro padrão da média e análise de variância dos trombócitos

presentes na bexiga natatória de tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliados 12, 24, e 48

horas após a indução dos estímulos.

536 ± 96 Ba 234 ± 122 Ca 351 ± 123 Ba

5659 ± 2825 Aa 2132 ± 853 Aab 1012 ± 303 Ab

3049 ± 1485 Aa 429 ± 102 BCb 833 ± 107 Ab

3203 ± 1065 Aa 2871 ± 309 Aa 952 ± 416 Ab

1268 ± 254 ABa 808 ± 161 ABa 691 ± 281 Aa T2 Não suplementada bactéria

T3 Levedura bactéria

T4 Cromo bactéria

T5 Cromo+levedura bactéria

Tratamentos/Trombócitos

eutanasia pós-inoculação

12 horas 24 horas 48 horas

Médias (N=8) seguidas de pelo menos uma letra em comum não diferem entre si pelo teste de Tukey (p<0,05). Letras maiúsculas para colunas na comparação entre os tratamentos dentro de cada período e letras minúsculas para linha entre os diferentes tempos. T rombócitos T1 T2 T3 T4 T5 T1 T2 T3 T4 T5 T1 T2 T3 T4 T5 0 3000 6000 9000 12000 15000 12h 24h 48h

de cél

ul

as

Figura 3. Valores expressos com a média (N=8) e o erro padrão da contagem absoluta de

trombócitos presentes no exsudato da bexiga natatória de tilápias do Nilo nos grupos T1, T2, T3, T4 e

T5 avaliados 12, 24 e 48 horas após a indução do processo inflamatório.

5.2.3 Contagem de linfócitos no foco inflamatório

O acúmulo de linfócitos da bexiga natatória do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina 0,65% (T1) não

diferiu do acúmulo de linfócitos da bexiga natatória do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T2) quando comparados nos tempos avaliados de 12, 24 e 48 horas após a indução

do processo inflamatório (tabela 6).

No grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3)

e no grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4) foi

observado acúmulo significativo (P<0,05) de linfócitos quando comparados ao grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) 12 horas após a indução do processo inflamatório (tabela 6).

A contagem diferencial de linfócitos da bexiga natatória do grupo de tilápia do Nilo alimentada com dieta suplementada com a associação de parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S.

agalactiae inativada (T5) não diferiu do acúmulo de linfócitos observados na bexiga

natatória do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) 12 horas após a indução do processo inflamatório

(tabela 6).

Na comparação entre os tempos de avaliação (12, 24 e 48 horas após o estímulo inflamatório) no tempo de 24 horas observou-se acúmulo significativo (P<0,05) de linfócitos na bexiga natatória do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) na comparação

com os tempos de 12 e 48 horas após indução do estímulo inflamatório (tabela 6). No grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3)

o acúmulo de linfócitos foi maior (P<0,05) 12 e 24 horas após o estímulo inflamatório na comparação com o tempo de 48 horas após indução do estímulo inflamatório.

No grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4) os

linfócitos foram o tipo celular predominante na evolução da resposta inflamatória, sendo observado o maior acúmulo na contagem diferencial desta célula (P<0,05) 12 horas após o estímulo inflamatório na comparação com o tempo de 24 e 48 horas após indução do estímulo inflamatório (tabela 6).

O grupo de tilápia do Nilo alimentada com dieta suplementada com a associação de parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T5) apresentou uma

resposta inflamatória tardia quando comparado ao outros grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3 e

T4) (figura 04). O ápice da resposta inflamatória ocorreu 24 após a indução do

processo inflamatório com predominância de linfócitos, sendo significativamente maior (P<0,05) que o número de linfócitos 12 horas após a indução do processo inflamatório (figura 4).

Os resultados da contagem de linfócitos no exsudato inflamatório da bexiga natatória das tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliadas 12, 24 e 48

horas após a indução do processo inflamatório estão expressos na tabela 6 e ilustrados na figura 4.

Tabela 6. Valores médios, erro padrão e análise de variância dos linfócitos presentes na

bexiga natatória de tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliados 12, 24, e 48 horas após a

indução dos estímulos.

73 ± 11 Bb 1280 ± 572 ABa 100 ± 25 Bb

407 ± 97 Ba 584 ± 243 Ba 240 ± 103 Ba

5744 ± 2658 Aa 2106 ± 279 Aa 489 ± 97 Ab

6213 ± 2634 Aa 1710 ± 386 Aab 800 ± 205 Ab

218 ± 56 Bb 2074 ± 517 Aa 1144 ± 32 Aab T2 Não suplementada bactéria

T3 Levedura bactéria

T4 Cromo bactéria

T5 Cromo+levedura bactéria

Tratamentos/Linfócitos

eutanasia pós-inoculação

12 horas 24 horas 48 horas

T1 Não suplementada salina

Médias (N=8) seguidas de pelo menos uma letra em comum não diferem entre si pelo teste de Tukey (p<0,05). Letras maiúsculas para colunas na comparação entre os tratamentos dentro de cada período e letras minúsculas para linha entre os diferentes tempos. Linfócitos T1 T2 T3 T4 T5 T1 T2 T3 T4 T5 T1 T2 T3 T4 T5 0 3000 6000 9000 12000 15000 12h 24h 48h de cél ul as

Figura 4. Valores expressos com a média (N=8) e o erro padrão da contagem absoluta de linfócitos

presentes no exsudato da bexiga natatória de tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliados

12, 24 e 48 horas após a indução do processo inflamatório.

5.2.4 Contagem de macrófagos no foco inflamatório

A contagem de macrófagos foi maior (P<0,05) no grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T2) e nos grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada e também

inoculadas com S. agalactiae inativada (T3, T4 e T5) na comparação com o grupo de

tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) 12 horas após a indução do processo inflamatório (tabela 7).

No grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4) foi

observado acúmulo significativo (P<0,05) de macrófagos na comparação com o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1), não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada

(T2) e do grupo de tilápia do Nilo alimentada com dieta suplementada com a

associação de parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T5) 12 horas após a

indução da resposta inflamatória (tabela 7).

No tempo de 24 horas após a indução do processo inflamatório observou-se interação do efeito das suplementações sobre acúmulo significativo (P<0,05) de macrófagos em todos os grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3, T4 e T5) em comparação

com o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) (tabela 7).

Após 48 horas de indução do processo inflamatório não houve diferença estatística (P<0,05) na contagem diferencial de macrófagos presentes no exsudato inflamatório do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) na comparação com os demais grupos de tilápias

do Nilo alimentadas com dieta não suplementada (T2) e suplementadas inoculadas

Na comparação entre os tempos de avaliação (12, 24 e 48 horas após o estímulo inflamatório) no tempo de 24 horas observou-se acúmulo significativo (P<0,05) de macrófagos na bexiga natatória do grupo de tilápia do Nilo alimentada com dieta suplementada com a associação de parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T5) na comparação com os tempos de 12 e 48 horas após indução do

estímulo inflamatório (figura 5).

Tabela 7. Valores médios, erro padrão da média e análise de variância dos macrófagos

presentes na bexiga natatória de tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliados 12, 24, e 48

horas após a indução dos estímulos.

Médias (N=8) seguidas de pelo menos uma letra em comum não diferem entre si pelo teste de Tukey (p<0,05). Letras maiúsculas para colunas na comparação entre os tratamentos dentro de cada período e letras minúsculas para linha entre os diferentes tempos.

Os resultados da contagem de macrófagos no exsudato inflamatório da bexiga natatória das tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e T5 avaliadas 12, 24 e

48 horas após a indução do processo inflamatório estão expressos na tabela 7 e ilustrados na figura 5. 19 ± 2 Ca 63 ± 39 Ba 83 ± 20 Aa 136 ± 17 Ba 221 ± 112 ABa 76 ± 35 Aa 348 ± 145 ABa 341 ± 145 Aa 142 ± 15 Aa 357 ± 194 Aa 423 ± 160 Aa 278 ± 109 Aa 101 ± 44 Bb 292 ± 86 Aa 104 ± 60 Ab T2 Não suplementada bactéria

T3 Levedura bactéria

T4 Cromo bactéria

T5 Cromo+levedura bactéria

Tratamentos/Macrófagos

eutanasia pós-inoculação

12 horas 24 horas 48 horas

T1 Não suplementada salina

Macrófagos 9000 12000 15000

ula

s

600 900 1200

*

de cél ul as

Figura 5. Valores expressos com a média (N=8) e o erro padrão da contagem absoluta de

macrófagos presentes no exsudato da bexiga natatória de tilápias do Nilo dos grupos T1, T2, T3, T4 e

T5 avaliados 12, 24 e 48 horas após a indução do processo inflamatório (A) e (B). (A) eixo X 15000

células. (B) eixo X 1200 células.

5.2.5 Contagem de granulócitos no foco inflamatório

A contagem de granulócitos foi maior (P<0,05) no grupo de tilápia do Nilo alimentada com dieta suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T4) na comparação com o grupo de tilápias

do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1). No T4, também observou-se maior acúmulo de granulócitos (P<0,05) na

comparação com os grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada (T2) e no grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta

suplementada com a associação de parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T5) 12

horas após a indução da resposta inflamatória (tabela 8).

O grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T2) e grupo de tilápias do Nilo alimentadas

com dieta suplementada com a associação de parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S. agalactiae inativada (T5) tiveram acúmulo significativo (P<0,05) na comparação com o grupo de

tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) 12 horas após a indução do processo inflamatório (tabela 8).

No grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3)

houve acúmulo significativo (P<0,05) na comparação com o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) 12

horas após a indução do processo inflamatório (tabela 8).

No tempo de 24 horas após a indução do processo inflamatório observou-se acúmulo significativo (P<0,05) de granulócitos e em todos os grupos de tilápias do Nilo alimentadas com dieta suplementada e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3, T4 e T5) em comparação com o grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta

não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) (tabela 8).

Após 48 horas de indução do processo inflamatório não houve diferença estatística (P<0,05) na contagem diferencial de granulócitos presentes no exsudato inflamatório do grupo de tilápias do Nilo alimentadas com dieta não suplementada e injetadas com salina a 0,65% (T1) na comparação com os demais grupos de tilápias

do Nilo alimentadas com dieta não suplementada (T2) e suplementadas inoculadas com S. agalactiae inativada (T3, T4 e T5) (tabela 8).

Na comparação entre os tempos de avaliação (12, 24 e 48 horas após o estímulo inflamatório) no tempo de 12 horas observou-se acúmulo significativo (P<0,05) de granulócitos na bexiga natatória do grupo de tilápia do Nilo alimentada com dieta suplementada com parede celular da levedura S. cerevisiae 0,3% e inoculadas com S. agalactiae inativada (T3) e no grupo de tilápia do Nilo alimentada

com dieta suplementada com carboquelato de cromo 18 mg/kg e inoculadas com S.

agalactiae inativada (T4) na comparação com os tempos de 24 e 48 horas após