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ULUSLARARASI SİSTEMDE ÇİN’İN KONUMU VE ROLÜ

2. Çin’in Yükselen Güçler Arasındaki Ayrıcalıklı Konumu

2.4. Çin’in Askeri Gücü

2.4.3. Çin’in Yeni Askeri Doktrini ve Nükleer Gücü

As transformações que afetaram em especial a oferta de carne bovina no mercado internacional constituíram um segundo elemento para inserção soberana do país no mercado internacional. A partir de meados da década de 90 destacam-se os problemas com a doença da vaca louca e febre aftosa nos rebanhos de grandes produtores, consumidores e exportadores de carne bovina, como nos países da União Européia, EUA, Canadá e Argentina. No início da década de 90 diagnosticou-se na Europa a doença de Creutzfeldt-Jakob, que acarreta a degeneração do cérebro. Essa doença estaria associada ao consumo de carne contaminada com BSE.

O Reino Unido foi um dos países mais atingidos pela incidência de BSE, o que provocou assim como em outros países com incidência da doença, na redução dos rebanhos, e consequentemente na oferta de carne bovina. Em 1996 a Grã-Bretanha decide abater 38% de seu rebanho bovino, cerca de três milhões de animais são sacrificados. Em 1997 esse país confirma treze pessoas contaminadas por carne de animais com a doença da vaca louca.

No ano de 2000, ocorrem sacrifícios de bovinos na França; suspensão das exportações argentinas de carne in natura para os EUA, Canadá, América Central, Venezuela e Caribe sob alegação de problemas sanitários (febre aftosa); Alemanha e Espanha detectam os primeiros casos de vacas contaminadas com BSE. Em 2001, ocorre a suspensão das exportações de carne bovina de alguns países da Europa para os Extremos Oriente e Oriente Médio; primeiro caso da vaca louca na Itália e Japão; no Reino Unido são encontrados focos de febre aftosa e o

país prefere abater milhões de cabeças de gado a retroceder a país livre de febre aftosa com vacinação. Em 2003 detecta-se o primeiro caso da vaca louca no Canadá e nos EUA.

Destacar esses acontecimentos torna-se relevante, pois os mesmos contribuíram para certas mudanças na dinâmica do comércio internacional de carne bovina, o qual implicou em transformações na dinâmica das exportações brasileiras, e consequentemente na dinâmica da produção e comércio de carne bovina da Amazônia.

Segundo Santos et al. (2007) o Brasil aproveitou a reestruturação da pecuária bovina na União Européia, Estados Unidos e Canadá após o impacto causado pelo mal da vaca louca e pela febre aftosa, que resultaram em quase extermínio do rebanho bovino da União Européia, bem como a crise econômico-financeira da Argentina, para ampliar sua participação nesse mercado. Para os Autores, estes fatores produziram, automaticamente, uma ampliação do excesso de demanda de carne bovina em relação à oferta no mercado internacional. Entre os países exportadores, o único em condições de atender a esse excesso de demanda era e o Brasil.

Os dez maiores produtores mundiais correspondiam a aproximadamente 81,1% da produção mundial de 45,7 milhões de t em 1992, mantendo-se estável essa participação, que em 2008 representava 82,3% da produção mundial de carne bovina, de 58,9 milhões de toneladas. A produção mundial apresentou um crescimento estável de 1,84% a.a. Destacam- se, com as maiores produções médias, entre 1992-2008, EUA (produção em média de 11,76 mil. de t.), União Européia (7,98 mil. t.), Brasil (6,8 mil. t.) e China (4,9 mil. t.) (Tabela 6).

Observa-se que expandiram a produção, acima do crescimento mundial anual, Índia (7,18% a.a), China (6,7% a.a), Brasil (5,11% a.a) e Canadá (2,9% a.a). Grandes produtores mantiveram produção estabilizada, como União Européia (0,16%a.a), EUA (0,68% a.a), Austrália (1,33% a.a), Argentina (1,51% a.a) e México (1,86% a.a). Sendo que a Rússia apresentou expressiva queda de 6,41% a.a na produção.

Em 1985, a produção européia de 8 milhões de toneladas, correspondia à 105% da auto-suficiência regional. A crise da “vaca louca” provocou uma severa queda no consumo e nos preços, que juntamente com a redução dos subsídios às exportações têm provocado uma queda significativa na produção (IEL, 2000).

Tabela 6 - Produção mundial de carne bovina (T.E.C18), e T.G.C. (%), 1992/2008. Produção de carne bovina (1000 t)

Países 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2005 2006 2007 2008 T.G.C* (%) Índia 0,94 1,05 0,93 1,59 1,70 1,81 2,13 2,48 2,79 2,47 2,41 7,18 China 1,80 3,27 3,56 4,80 5,33 5,85 6,76 6,00 6,36 6,10 6,13 6,70 Brasil 4,42 4,55 6,15 6,14 6,52 7,24 7,98 8,94 9,40 9,02 9,30 5,11 Canadá 0,90 0,90 1,00 1,15 1,25 1,29 1,50 1,34 1,26 1,29 1,28 2,90 México 1,66 1,81 1,80 1,80 1,90 1,93 2,10 2,23 2,29 2,23 2,21 1,86 Argentina 2,52 2,60 2,58 2,60 2,88 2,70 3,13 3,01 3,16 3,15 3,30 1,51 Austrália 1,84 1,83 1,74 1,99 1,99 2,09 2,08 2,10 2,07 2,16 2,17 1,33 EUA 10,61 11,19 11,75 11,80 12,30 12,43 11,26 12,11 12,20 12,16 12,10 0,68 UE 8,73 7,75 7,72 7,43 8,25 8,14 8,25 8,20 8,17 8,10 8,19 0,16 Rússia 3,63 3,24 2,57 2,09 1,84 1,74 1,59 1,28 1,30 1,32 1,37 -6,41 Outros 8,65 7,93 6,83 6,80 6,39 6,02 10,12 9,98 9,95 10,55 10,44 1,51 Total 45,70 46,13 46,62 48,19 50,35 51,23 56,89 57,65 58,96 58,54 58,90 1,84 *Corresponde ao período 1992-2008.

Fonte: Tabela elaborada pela autora a partir de dados disponibilizados por USDA (2009).

O consumo mundial de carne bovina esta em grande parte concentrado com os principais produtores desta commodity. Em 1992, os dez maiores consumidores correspondiam a 80,9% do consumo mundial, de aproximadamente 44,39 mil. toneladas. Esses países em 2008 corresponderam a 79,7% do consumo mundial de 58,3 mil. de toneladas. O crescimento do consumo mundial foi estável, da ordem de 1,92% a.a. Os países com maior consumo médio no período foram EUA (12,14 mil. t), União Européia (7,81 mil, t), Brasil (5,96 mil. t) e China (4,87 mil. t). O consumo médio mundial foi de 50,12 mil. t.

A Tabela 7 mostra a taxa de crescimento anual do consumo mundial de carne bovina, destacando-se China (6,94% a.a), Índia (5,72% a.a), Brasil (3,69% a.a), México (2,69% a.a). Demais países que se destacam como grandes consumidores mantiveram estável o consumo, tendo crescimento anual da ordem de 0,81% no caso dos EUA; UE de 1,21%; Argentina de 1,44%; e, Canadá de 0,78% a.a. Rússia reduziu seu consumo em 3,56% a.a, e Japão, 1,13% a.a.

O aquecimento do consumo esta relacionado ao aumento da renda. Em países desenvolvidos o nível de consumo mantém-se mais estabilizado, pois o consumo de bens primários tende a elevar-se até certo ponto. No período analisado, os países desenvolvidos apresentam sinais de estabilidade no consumo de carne bovina. Países que estão experimentando crescimento econômico ainda apresentam crescimento substancial no

18 A conversão das exportações em T.E.C. se dá seguinte forma: para os cortes industrializados, o total

processado deve ser multiplicado pelo fator “2,5”. Para os cortes in natura, a carne com osso deve ser multiplicada pelo fator “1” e a carne desossada deve ser multiplicada pelo fator “1,4706”. O total equivalente carcaça vai ser igual ao somatório dos cortes transformados: industrializados (2,5) + carne desossada (1) + carne com osso (1,4706) (SECEX apud ABIEC, 2007).

consumo, refletindo uma expansão do mercado consumidor nessas regiões. Crescimento econômico, nível de emprego e a geração e distribuição de renda afetam o consumo de carne bovina. Segundo Wilkinson (1993) entre o início dos anos 70 e meados dos anos 90, o volume de carne consumida nos países em desenvolvimento cresceu aproximadamente três vezes mais rápido do que nos países desenvolvidos e projeta-se que a demanda por carne nos países em desenvolvimento dobrará entre 1995 e 2020.

Tabela 7 - Consumo mundial de carne bovina (T.E.C.), e T.G.C. (%), 1992/2008.

Consumo de carne bovina (1000 t)

Países 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2005 2006 2007 2008 T.G.C* (%) China 1,73 3,20 3,48 4,74 5,28 5,82 6,71 5,97 6,32 6,06 6,07 6,94 Índia 0,83 0,94 0,72 1,35 1,35 1,39 1,64 1,88 1,98 1,85 1,74 5,72 Brasil 4,08 4,31 6,06 5,85 6,10 6,44 6,42 7,29 7,41 7,25 7,14 3,62 México 1,79 1,90 1,88 2,02 2,31 2,41 2,38 2,54 2,69 2,59 2,57 2,69 Argentina 2,23 2,23 2,12 2,32 2,54 2,36 2,52 2,61 2,68 2,73 2,77 1,44 UE 7,81 7,47 6,66 7,00 8,09 8,12 8,58 8,52 8,49 8,36 8,69 1,21 EUA 11,15 11,53 11,90 12,05 12,50 12,74 12,67 12,55 12,48 12,45 12,83 0,81 Canadá 0,96 0,96 0,95 0,97 0,99 0,99 1,02 1,05 1,06 1,03 1,07 0,78 Rússia 4,17 3,79 3,19 2,65 2,31 2,40 2,30 2,34 2,32 2,44 2,39 -3,56 Japão 1,19 1,45 1,44 1,49 1,53 1,29 1,17 1,19 1,19 1,17 1,18 -1,13 Outros 8,47 7,88 6,58 6,53 6,53 6,20 11,21 11,10 11,35 11,83 11,86 2,62 TOTAL 44,39 45,65 44,98 46,96 49,55 50,14 56,62 57,04 57,97 57,77 58,31 1,92 *Corresponde ao período 1992-2008.

Fonte: Tabela elaborada pela autora a partir de dados disponibilizados por USDA (2009).

As importações mundiais de carne bovina cresceram 4,42% ao ano no período de 1992 a 2008, apresentando uma importação média mundial, no período analisado, de 5,09 milhões de toneladas equivalente-carcaça. Os quatro principais importadores neste período foram: EUA (com importação média de 1,24 mil. t), Japão (800 mil t), Rússia (700 mil t) e União Européia (450 mil t).

O México, como pode ser visto na Tabela 8, apresenta a maior taxa de crescimento dentre os mercados importadores (12,74% a.a.), a Rússia aparece em segundo lugar, com crescimento de 5,32% a.a; Egito com expansão de 4,01% a.a; União Européia com crescimento de 2,13% a.a; e EUA com 1,92% a.a. de expansão nas importações de carne bovina. Dois grandes importadores, Japão e Canadá chegaram a apresentar redução nas importações de carne bovina, de 1,2% a.a. e 0,74% a.a, respectivamente. O Canadá reduziu suas importações, que pode ser justificado pelo seu aumento na sua produção.

Tabela 8 - Importação mundial de carne bovina (T.E.C.), e T.G.C. (%), 1992/2008.

Importação de carne bovina (1000 t)

Países 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2005 2006 2007 2008 T.G.C.* (%) México 0,13 0,09 0,08 0,22 0,42 0,49 0,30 0,35 0,44 0,41 0,40 12,74 Rússia 0,49 0,54 0,60 0,49 0,48 0,66 0,72 1,08 1,03 1,14 1,03 5,32 Egito 0,11 0,15 0,11 0,10 0,24 0,16 0,17 0,21 0,24 0,21 0,29 4,01 UE 0,47 0,43 0,36 0,32 0,43 0,50 0,64 0,50 0,42 0,46 0,64 2,13 EUA 1,11 1,08 0,94 1,20 1,38 1,46 1,67 1,26 1,21 1,15 1,38 1,93 Japão 0,59 0,84 0,90 0,95 1,02 0,68 0,63 0,66 0,69 0,66 0,69 -1,20 Canadá 0,22 0,29 0,24 0,24 0,26 0,31 0,12 0,24 0,27 0,23 0,24 -0,74 Outros 0,67 0,72 0,69 0,53 0,83 0,93 1,97 2,35 2,58 2,58 2,44 10,45 Total 3,80 4,14 3,92 4,05 5,04 5,19 6,22 6,63 6,87 6,83 7,12 4,42 *Corresponde ao período 1992-2008.

Fonte: Tabela elaborada pela autora a partir de dados disponibilizados por USDA (2009).

A exportação média de carne bovina, no período de 1992 a 2008, foi de 6,08 mil. t, a nível mundial. Apresentaram as maiores exportações médias do período Austrália (1,27 mil. t), Brasil (940 mil t), EUA (800 mil t) e União Européia (640 mil t). As exportações passaram de 5,01 mil. t, em 1992, para 7,64 milhões de toneladas em 2008, representando um crescimento anual de 3,19%. O período com maior mudança no cenário das exportações é a partir de 2004, quando o Brasil assume a liderança nas exportações em volume (Tabela 9).

Os países que apresentaram as maiores taxas de crescimento anual nas exportações de carne bovina, entre 1992 e 2008, foram o Brasil (15,10%), Índia (14,17%), Uruguai (8%) e Canadá (7,44%). Os EUA e a União Européia apresentaram declínio de 1,07% e 13,41%, respectivamente.

Tabela 9 - Exportação mundial de carne bovina (T.E.C), e T.G.C. (%), 1992/2008.

Exportação de carne bovina (1000 t)

Países 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2005 2006 2007 2008 T.G.C.* (%) Brasil 0,43 0,36 0,27 0,38 0,49 0,88 1,61 1,68 2,02 1,80 2,19 15,10 Índia 0,11 0,11 0,20 0,25 0,35 0,42 0,49 0,60 0,82 0,63 0,68 14,17 Uruguai 0,12 0,15 0,21 0,26 0,24 0,26 0,35 0,35 0,42 0,36 0,39 8,00 Canadá 0,16 0,22 0,29 0,42 0,52 0,61 0,60 0,53 0,47 0,49 0,46 7,44 Argentina 0,30 0,38 0,47 0,29 0,36 0,35 0,62 0,40 0,48 0,42 0,53 2,33 Austrália 1,19 1,17 1,02 1,26 1,34 1,37 1,37 1,35 1,35 1,41 1,40 1,57 Nova Zelândia 0,43 0,47 0,52 0,52 0,51 0,51 0,59 0,53 0,50 0,53 0,50 1,02 UE 1,22 1,08 0,91 0,68 0,65 0,59 0,36 0,18 0,10 0,20 0,14 -13,41 EUA 0,60 0,73 0,85 0,99 1,12 1,11 0,21 0,83 0,93 0,86 0,65 -1,07 Outros 0,45 0,41 0,38 0,31 0,31 0,27 0,44 0,80 0,78 0,87 0,71 3,17 TOTAL 5,01 5,08 5,11 5,34 5,88 6,35 6,65 7,23 7,87 7,57 7,64 3,19 *Corresponde ao período 1992-2008.

A Austrália, grande exportadora mundial, apresentou uma taxa de crescimento no período (1992–2008) de 1,57%. Este país enfrentou no final de 2002 e início de 2003 uma forte seca, obrigando os produtores a fazer o abate precoce do rebanho. Outro fator que pode ter contribuído para a queda nas exportações de carne bovina do país, foi a valorização do dólar australiano, tirando sua competitividade diante dos demais concorrentes. Mas o Brasil não pode atender os principais mercados australianos (EUA e Japão), por falta de acordo sanitário para exportação de cortes in natura, já que esses países só importam esse tipo de produto de circuitos livres de febre aftosa sem vacinação.

O Brasil tornou-se líder mundial nas exportações de carne bovina e foi o país à apresentar maior expansão nesse mercado. A União Européia era o segundo maior exportador mas reduz suas exportações em 13,41% a.a. entre 1992 e 2008. A Austrália manteve-se com as exportações estabilizadas, que cresceram 1,57% a.a. O Brasil aumentou as exportações em 15,1% a.a, e suas exportações correspondiam a 28,66% das exportações mundiais de carne bovina em 2008. A Índia apresentou expansão em suas exportações de 14,1% a.a. e correspondia em 2008 a 8,9% das exportações mundiais. A Austrália ainda é o principal concorrente do Brasil neste comércio, sendo que correspondia a 18,32% das exportações mundiais em 2008.

Wilkinson (1993) divide o mercado mundial de carne bovina em dois eixos, o atlântico e o pacífico. Os EUA, Canadá, América Central e Austrália estavam orientados para o Pacífico, enquanto a Argentina e o Brasil situavam-se no bloco Atlântico, que abrange a União Européia, Oriente Médio e África. Esta polarização não reflete apenas opções estratégicas ou laços históricos, mas também critérios sanitários. O bloco do Pacífico exclui países onde existem focos de aftosa ou onde os programas de vacinação são ineficientes. A posição da União Européia é mais flexível neste contexto: com relação ao Brasil, por exemplo, libera unidades da federação específicas para exportação. Quanto aos Estados Unidos, a estratégia dos países do Cone Sul baseia-se em carnes cozidas enlatadas, cuja importação é permitida.

Sampaio (2005 apud BUAINAIN; BATALHA, 2007), apresenta essa divisão contemporânea no mercado internacional de carne bovina em duas grandes áreas: o mercado do Pacífico e o mercado do Atlântico. No mercado do Pacífico, os principais produtores são Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, e os grandes importadores são o Japão e a Coréia do Sul. Os Estados Unidos, além de serem grandes produtores, sempre foram grandes importadores, principalmente da carne proveniente do Canadá, mas também da Austrália e da Nova Zelândia.

No lado do Atlântico, os países do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) sempre foram fornecedores privilegiados da Comunidade Européia, que, por sua vez, dominava o mercado do Leste Europeu, da Rússia e do Oriente Médio. Outros produtores, como os países do Sul da África (Namíbia, Botswana e África do Sul), e também a Austrália e a Nova Zelândia, mantiveram, embora em menor escala, fluxos regulares de fornecimento de carne aos países europeus.

Dentro deste fluxo comercial existem algumas barreiras técnicas e sanitárias. Os países que formam o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA) tem como pré- requisito para importar carne bovina in natura, que o país seja livre da febre aftosa com vacinação. Os países asiáticos, como o Japão e a Coréia só aceitam carne in natura de nações declaradas livre da doença sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).